Misturando... Realidade Aumentada & Arte
O que há em comum entre estas personalidades? Fernando Velásquez, Muti Randolph, Leandro Mendes, Eduardo Kac, Juli Flinker, Laura Ramirez, Luciana Nunes, Maunto Nasci, Marina Rebouças, Francisco Barreto, Rachel Rosalen, Sandro Miccoli, Fernando Mendes e Rafael Cançado, Bia Ferrer, Alberto Zanella, Henrique Roscoe, Giselle Beiguelman e Lucas Bambozzi.
Na rede constata-se com rapidez serem artistas, mas o hypeness apresenta-os a partir de características que marcam suas obras, a criatividade e especialmente, o uso de artefatos da cibercultura - tecnologias digitais - como meios emergentes de práticas artísticas.
Buscava-se ao momento em que nos deparamos com tal apresentação, tomar conhecimento de artistas exploradores dessa relação - arte e tecnologias digitais. Embora, não explicitamente, na postagem do hypeness percebeu-se que uma outra circunstância assemelhava-se entre eles, a não exploração de realidade aumentada em suas obras.
A realidade aumentada (RA) é apresentada por André Lemos na cultura contemporânea como o “ápice da evolução da interface computacional”, configurada num “conjunto de dispositivos e serviços cuja ênfase está na relação híbrida, local e informacional entre diversos agentes (humanos e não humanos)”, que se indexa objetos do mundo real.
Emerge portanto, a inquietação por perceber algo considerando este contexto de RA numa proposta artística, conduzindo-nos a conhecer através da rede, o artista B.C. “Heavy” Biermann que numa mistura entre arte de rua e a RA, busca em suas obras despertar a atenção a “invasão comercial no espaço público, ao que permite uma participação mais democrática no sistema de mensagens urbanas”.
Confira um pouco desta participação...
Temos como proposta de recriação dos espaços públicos através de tecnologias emergentes, transformando expectativas em mídia urbana. A iniciativa traz um ressurgimento de paredes e edifícios em centros urbanos numa performance digital.
A Re+Public reconfigura os limites do privado e o acesso de usuários, numa perspectiva que traz a esperança de tornar espaços públicos cada vez mais vivos quanto a interesses públicos, permitindo acesso a esses espaços do cotidiano por meio de um olhar novo e emocionante.
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