Emahoy - The Homeless Wanderer

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Emahoy - The Homeless Wanderer
Sublime sounds
Music from Africa Part 2: Emahoy Tsegué-Maryam Guèbrou
I'm continuing my series about music from Africa with the story of a 93-year-old Ethiopian composer-pianist-nun who’s fluent in seven languages and writes jazz pieces that combine her classical training with the ancient modal chants of the Orthodox Church. Her name is Emahoy Tsegué-Maryam Guèbrou.
She was born in Ethiopia in 1923, the daughter of a privileged family that could afford a European education for their children. She was sent to a Swiss boarding school, where she took piano and violin lessons. When she returned to Addis Ababa in the 1930s, she started shattering glass ceilings: first woman to work for the Ethiopian civil service, first woman to sing in the Ethiopian Orthodox Church, first woman to work as a translator for the Orthodox Patriarch in Jerusalem.
War and politics disrupted Guèbrou's life twice: she had to flee to Egypt when Mussolini invaded Ethiopia during World War II; and she left her homeland again for Israel when her beliefs brought her in conflict with the communist military junta led by Mengistu Haile Mariam. Today she continues to work at the Ethiopian Monastery in Jerusalem.
Guèbrou's work is based on her native Ethiopian music, which uses a pentatonic scale. Here she is, playing The Song of the Sea.
Today in Tokyo (who lives in Tokyo but was born in South Africa)
@todayintokyo
#Repost @kelly_leones • • • • • • Vocês lembram que comentei sobre o documentário Time, da diretora Garrett Bradley? Pois. Uma das coisas que me chamaram a atenção no filme foi a trilha sonora. Fui pesquisar, né? E a história fica mais legal ainda. A trilha do documentário é de Emahoy [Tsegué - Maryam Guèbrou], uma freira etíope de 97 anos que vem de uma família rica e foi prisioneira de guerra. Ela foi treinada em música clássica ocidental, mas em vez de tornar-se uma pianista famosa decidiu voltar à Etiópia e tornar-se freira. Esse único álbum dela foi gravado em 1963 com o intuito de angariar fundos para um orfanato. Escutei o disco e o que dizer? É muito bonito, cheio de nuances, simples, e com uma mistura de gêneros e melodia únicos. Vale a pena ouvir (www.youtube.com/watch?v=fBbrfTvz78w) e pesquisar sobre a vida dela. Vocês já conheciam? desculpem-me se falo como uma super novidade. Pra mim, é total! Nunca tinha ouvido falar. Sem contar minha empolgação quando encontro algo novo, né? Quero que todo mundo conheça também! É um tanto insuportável. Sorry! 😂😊😎 #Emahoy https://www.instagram.com/p/CKAAKhEhIdv/?igshid=1nj6wkhtbr0y7
#Repost @kelly_leones • • • • • • Vocês lembram que comentei sobre o documentário Time, da diretora Garrett Bradley? Pois. Uma das coisas que me chamaram a atenção no filme foi a trilha sonora. Fui pesquisar, né? E a história fica mais legal ainda. A trilha do documentário é de Emahoy [Tsegué - Maryam Guèbrou], uma freira etíope de 97 anos que vem de uma família rica e foi prisioneira de guerra. Ela foi treinada em música clássica ocidental, mas em vez de tornar-se uma pianista famosa decidiu voltar à Etiópia e tornar-se freira. Esse único álbum dela foi gravado em 1963 com o intuito de angariar fundos para um orfanato. Escutei o disco e o que dizer? É muito bonito, cheio de nuances, simples, e com uma mistura de gêneros e melodia únicos. Vale a pena ouvir (www.youtube.com/watch?v=fBbrfTvz78w) e pesquisar sobre a vida dela. Vocês já conheciam? desculpem-me se falo como uma super novidade. Pra mim, é total! Nunca tinha ouvido falar. Sem contar minha empolgação quando encontro algo novo, né? Quero que todo mundo conheça também! É um tanto insuportável. Sorry! 😂😊😎 #Emahoy https://www.instagram.com/p/CJ_772ZhZe7/?igshid=1uk3erg1fshlp
Sweet angel #Emahoy
Emahoy Tsegue-Maryam Guebrou: Evening Breeze
the ineffable