Nem todo pedido de ajuda representa uma chance real de reaproximação emocional. Muitas vezes, a dependência financeira expõe relações desequilibradas, em que o afeto depende de interesses práticos. Oferecer apoio é um gesto de empatia, mas também exige atenção aos próprios limites e ao respeito por si mesmo. Saber quando dizer “sim” ou “não” é fundamental para preservar a saúde emocional e evitar que a generosidade cause desgaste.
No fim, ajudar deve ser um ato de cuidado consigo mesmo, antes de tudo.
- R@y














