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living the dream
(official art.) inspection day 1 and 2, drawn by higelaw and scripted by redplicant.
"Can i come over and stare at you like this"
𝓓enguinho
lee heeseung ༝ fem!reader
ENGLISH VERSION HERE
❝ — queria tanto agradecer ao seu marido por ser tão prestativo... mas de denguinho enquanto senta nele! porque é como bem dizem: quem ama cuida.❞
→ 𝑨𝑽𝑰𝑺𝑶𝑺: hee!maridinho, alerta de homem devoto e prestativo, fingering, overstimulation, sexo desprotegido (cuidado), lugar inusitado, um pouquinho de spit kink, menção a anal, menção a creampie, dirty talk, hee!softdom, degradação (da parte da reader), big dick energy, uso de diminutivo e praise kink.
→ 𝑵𝑶𝑻𝑨𝑺: não podia deixar o hee ruivinho escapar, pessoal! tava com tanta saudade de escrever com o hee (e dele) que tenho certeza de que me passei, então tá bem sujinho. e infelizmente o spirit tirou essa do ar hoje cedo... então fiquem com esse agradinho por aqui também! <3
→ 𝑾𝑶𝑹𝑫 𝑪𝑶𝑼𝑵𝑻: 3.151K
© oniyuri, all rights reserved.
A luz solar descia lentamente no horizonte denso, transformando o mar aberto em um tapete de ouro líquido em tons alaranjados. O iate balançava com suavidade, ancorado em alto-mar, longe de tudo e de todos, como foi planejado. Heeseung havia lutado muito por esse dia — agendas exaustivas, noites em claro e um esforço que custou caro, mas que ele faria mais mil vezes só para ver você assim. Feliz.
Ele saiu da cabine principal, descalço e só usando um calção de banho, o peito ainda marcado pelo sol quente do meio-dia. Seus olhos automaticamente encontraram seu corpo recostado na espreguiçadeira ampla do convés superior, enrolada num lençol fino que mal cobria sua pele dourada e a rendinha do biquíni soterrada exatamente onde ele queria se afogar. A brisa marinha mexia de leve nos seus cabelos, os esvoaçando tão lindamente que o deixou sem ar. Então ele sorriu, com aquele sorriso enorme e apaixonado que reservava só para você, caminhando na sua direção.
Mas, porra.
Só Deus sabia o quanto ele queria te jogar de quatro ali mesmo, puxar aquele lençol fino de ladinho e te comer bem devagar, com fome, enquanto o mar tomava cada fôlego de ambos. Queria te abrir com os dedos, te chupar até te ter implorando toda bonitinha e manhosa, pedindo para ele te comer… porra. Heeseung estava ficando louco. E estava louco para te foder de lado, de frente, de ponta cabeça e de todo jeito possível até te deixar toda melada e cheia dele também. Queria te usar até suas pernas não aguentarem mais e ainda assim continuar metendo e enchendo cada buraquinho seu com…
Ah, espera. Não era pra’ começar assim.
Ao se aproximar, Heeseung parou por um segundo só para te admirar, respirando fundo e se recompondo não sabia como. Depois, sentou-se na borda da espreguiçadeira e se deitou ao seu lado, a puxando com cuidado para junto do próprio peito. Te fez sorrir quando os braços quentinhos te envolveram com naturalidade, como se aquele fosse o lugar mais seguro e habitável do mundo.
“Olha pra’ você…” murmurou ele, admirado, os dedos já traçando linhas lentas e preguiçosas nas suas costas nuas. “Fica tão linda assim, relaxada, brilhando com essa luz toda sobre você. Eu nunca me canso de te ver desse jeito, amor.”
Você suspirou, contente pela presença dele depois de um tempinho sozinha, aconchegando o rosto no peito dele e sentindo o calor familiar da pele levemente bronzeada.
“Foi um dia bom, né? Nem acredito que tá’ acabando…” disse você baixinho, a voz tranquila e quase preguiçosa diante do chamego que tanto amava. “Sem nenhuma responsabilidade... só isso aqui. Tá’ me acostumando mal, Hee!”
O homem riu de leve, apertando mais o abraço e beijando o topo da sua cabeça em rendição.
“Isso tá’ perfeito. Eu esperei tanto por esse momento...” murmurou, como se estivesse sonhando. “Trabalhei pra’ caramba pra conseguir te trazer aqui, só nós dois. Sem mais ninguém pra’ atrapalhar”
“Eu sei…” você respondeu ciente, sorrindo eufórica contra a pele fresquinha e cheirosa dele, seus dedos subindo pelo braço do mais velho sem divagar muito. “E eu adorei. Você sempre pensa em tudo, amor… obrigada.”
Ele deslizou a mão pela sua coluna com devoção, descendo até a curva da cintura e voltando devagar para cima, sendo cuidadoso ao esconder suas intenções com um beijo estalado em seus lábios e um sorrisinho inocente. Afinal, Heeseung amava ser prestativo para a rainha dele.
“Você merece isso e muito mais.” falou ele, a voz baixa e cheia de ambição, quase pesada por tanto sentimento. “Por isso eu venero cada pedacinho seu, sabia? Cada um deles. O jeito que você fica perdidinha assim quanto tá’ feliz, o seu cheiro, o seu sorriso, sua presença... Tudo. Você é tudo pra’ mim, vida.”
Você levantou um pouco o rosto, encontrando os olhos dele, naturalmente grandes e cobertos pelo seu próprio reflexo. O pôr do sol refletia neles, deixando-os ainda mais bonitos de se ver. Se sentia tão amada toda vez que olhava para eles que chegava a doer.
“Você fala isso toda hora.” murmurou você, com um sorrisinho leve e carinhoso, passando os dedos no peito dele como sinal de compreensão, amor. “Mas eu gosto de ouvir. Me faz sentir... especial.”
“É porque você é.” respondeu ele, mais sério, porém ainda com o canto da boca curvado para cima. Não conseguia se segurar, precisava ser cem por cento incisivo. “Minha mulher é perfeita. E eu faria tudo de novo quantas vezes fossem necessárias só ‘pra te ver assim, feliz e relaxada nos meus braços.”
“Hee...”
Agora, voltando a programação inicial…
୨୧
Heeseung arfou alto, se recostando contra o macio do sofá fixo, relaxado, mas com o olhar faminto penetrado em seu corpo quente sobre o dele. Um sorriso preguiçoso brilhou em seus lábios enquanto você se posicionava de costas para ele, as coxas tremendo levemente em pura expectativa e desejo, só deixando o homem mais desesperado.
Quando enfim se posicionou, você desceu rebolando devagar, sentindo a glande generosa roçar na sua entrada molhada antes de engoli-lo centímetro por centímetro, até sentir tudinho completamente dentro do seu interior.
“Porra... assim mesmo, linda.” murmurou ele, a voz ficando grogue conforme sentia te empalar todinha, enquanto as mãos dele se firmavam em suas ancas, sem medo de te forçar um pouquinho mais. “Você tá’ tão quente… caralho.”
Você soltou um suspiro longo ao senti-lo preenchendo tudo, até o talo, e começou a se mover devagar, rebolando os quadris com calma no início, ainda se acostumando com o tamanho dele. Era grande pra caralho. Sentia cada detalhezinho te viciar, as veias, a pulsação, o jeito como ele te esticava tão gostoso a ponto de já te deixar doidinha para gozar. O ruivo deixou a cabeça cair para trás, gemendo baixinho toda vez que você descia até o fundo, hipnotizado com a visão que tinha por trás.
“T-Tá’ bom assim?” você perguntou, a vozinha fraca já entrecortada, olhando por cima do ombro enquanto um gemidinho manhoso ousou escapar. Jurou que sentiu o caralho inchar dentro de você.
“Porra, tá’ perfeito... continua, vai. Monta em mim do jeito que você quiser.” murmura fraquinho, a alucinando quando as mãos grandes subiram com fome até seus peitinhos, os espremendo e vez ou outra torcendo os biquinhos, sentindo a pele macia derretendo sob os dedos dele. “Se acaba em mim, minha rainha.”
Sem perder tempo, acelerou um pouco o ritmo, começando a quicar de cima para baixo, sentindo o prazer subir em uma velocidade desmedida. O som molhado e ritmado dos corpos se conectando preenchia o ambiente aberto, enquanto os gemidos altos se perdiam entre as brisas marinhas. Era algo lindo. Heeseung apertou sua bunda com as duas mãos, admirando o movimento delicioso que a carne fazia ao se chocar com a pélvis dele.
“Cacete... cê’ tá’ tão molhada pra mim.” sussurrou ele, a voz cheia de desejo e rastros de todo o tesão que sentia. “Tá’ me apertando tão gostoso, puta que pariu.”
Você sorriu, mordendo o lábio, e rebolou mais forte, descendo com mais vontade no pau dele. Ficar por cima sempre te dava uma sensação de controle, poder. Heeseung te causava isso. Sem se aguentar, uma mão sua desceu até tocar onde vocês se conectavam, sentindo a umidade que se acumulava e aproveitando para brincar um pouquinho com o grelinho inchado, o choque prazeroso te fazendo estremecer violentamente acima do mais velho.
“Você também tá’ todo melado…” murmurou você, ofegante, virando o rostinho só o suficiente para que o ruivo ouvisse melhor. “Gosto q-quando fica assim.”
“Gosta da bagunça, é?” foi enfático, a voz doce soando mansinha a ponto de confundir sua mente e te fazer descontar na própria bucetinha, maltratando a entradinha com reboladas lentas. “Putinha suja.”
Ele soltou um gemido mais alto quando você contraiu ao redor dele, completamente ciente da reação que teria. Até porque, você gostava de ser tratada assim. Em resposta, ele deu um tapa ardido na sua bunda, seguido de um carinho e um biquinho nos lábios que dizia “você é tão gostosa que eu não resisto, desculpa, amorzinho” com os malditos olhinhos de cachorro sem dono.
Resmunga baixinho quando o cansaço começa a chegar em suas pernas, nem um pouquinho contente em parar. Por isso inclina o corpo para frente, apoiando as mãos nas coxas dele em busca de algum equilíbrio. O Lee percebe automaticamente, então segura sua cintura com firmeza para começar a jogar os quadris para cima em estocadas profundas, te fodendo tão gostoso que era impossível não se desconectar do mundo.
“Shh, vem cá, eu cuido de você agora.” disse ele, com certa dificuldade, hipnotizado com a posição favorável. “Não para, linda. Você tem que gozar, hm?” você gemeu alto, arqueando as costas pelas estocadas certeiras, te deixando tão cheinha que a fazia ver estrelinhas por trás dos olhos.
“Hee... a-assim tá’ fundo de-demais…” choramingou, tontinha de prazer, mas empurrou os quadris para trás, encontrando as estocadas dele com o próprio quadril. Estava tão burrinha que não sabia diferenciar o prazer da dor, dor essa que sequer existia, mas sentia seu ventre se contorcer em puro anseio do orgasmo esperado. “Amor, vida… Hee!” praticamente clamava por ele, estúpida o suficiente para soar patética, necessitada de pau.
Ele riu baixinho contra sua orelha, e só aquele maldito risinho foi capaz de fazer seu buraquinho vazar ainda mais ao redor dele. O chamou baixinho novamente, sentindo a mão dele subindo para enroscar os dedos no seu cabelo, puxando forte o suficiente para que entendesse o recado, grudando as costas suadas contra o peito dele.
“Você aguenta, amor. É tão boa, tão bem treinada…” miou em seu ouvido, o incentivo soando tão malevolente que sequer parecia o seu marido amoroso. Muito pelo contrário, soava exatamente o oposto, e isso te excitou em níveis doentios. “Eu sei que aguenta, porra. ‘Cê tá’ engasgada no meu pau com essa buceta gulosa, igualzinha a uma vadia bem treinada, mô’.”
“Hee!” balbuciou, o rostinho queimando em algo que passava longe de ser vergonha. “Não fala assim…” rebola mais forte, sugando cada centímetro de excitação do seu marido sedento.
“Por que?” o rosto bonito se contraiu em desafio, te deixando arrepiada mesmo não vendo. “Não gosta que eu te chame do que você é, hm? De putinha?” lambeu os lábios, o rosto se aproximando do seu como um ímã, fingindo não notar sua carinha dengosa se formando aos pouquinhos, desmontando sua timidez. “Prefere princesa, é? Lindinha?
“U-Uhum.” assente com a cabeça, sentindo seu âmago queimar ao concordar. Não era verdade. Mas também não sabia lidar com um Heeseung extremamente ciente do efeito imoral que causava em você, especialmente nesse caso.
“Ah, meu amor…” o timbre grave preencheu seus ouvidos, te deixando ainda mais molinha sobre o corpo dele, deixando que ele tomasse todo controle de uma vez. “Não se pode chamar uma putinha de princesa.”
Como se fosse impossível controlar, virou o rosto de supetão, buscando a boca dele com urgência desenfreada. Ele te beijou como podia pela posição estreita, mas faminto, mordiscando seu lábio inferior e sugando o que podia enquanto continuava se movendo como um maníaco dentro de você, soltando uma das suas ancas só pra agarrar sua mandíbula num aperto determinado.
Quietinha, entende a ordem recebida quando as falanges pressionam suas bochechas, abrindo a boquinha e pondo a língua para fora. “Boa garota”, é o que ele diz antes de cuspir generosamente ali, praticamente ronronando quando a viu engolir com um sorrisinho embriagado de satisfação, antes de voltar a te beijar. Um ato imundo, sujo e nojento pra caralho, mas que fez sua buceta babar na pica dele.
“Eu amo o seu pau, porra… eu te amo!” confessou entre beijos, a voz trêmula e desafinada quase cedendo junto das suas perninhas cansadas por todo o esforço que fazia. Madita hora que disse que daria conta. “Não para!”
Ele acelerou um pouco, uma das maõs descendo para apertar seu seio e beslicar o mamilo com delicadeza irreverente ao momento, a boca salivando pra te mamar gostoso. Sente seu estômago revirar em vontade, quente pra cacete, por isso responde contraindo mais ao redor dele, rebolando no colinho do ruivo mesmo enquanto ele te fodia incansavelmente.
“Isso... me aperta assim.” grunhiu ele, sem discernir mais nada que não fosse a ideia de esporrar gostoso na sua buceta. “Caralho, você vai me matar.”
Você esticou uma mão para trás, segurando a nuca dele sem muito jeito, puxando-o para mais perto enquanto os movimentos ficavam mais intensos abaixo de você. O suor brilhava na pele de vocês dois, capturando a bagunça perfeita que causaram um no outro, e nem mesmo a fresca marítima conseguia diminuir o calor que sentiam.
“Eu tô quase…” você avisou, a voz tão sem força que falhava facilmente.
“Goza pra’ mim, amor. Quero sentir você apertando meu pau.” pediu ele, a respiração quente no seu pescoço só servindo como outro incentivo para se deixar desfazer por inteira.
E quase que imediatamente o orgasmo te acertou forte. Seu corpo tremeu completamente enquanto você praticamente gritava o nome dele, as paredes pulsando ao redor dele sem parar, jorrando tanto do seu melzinho que sentia querer expulsar o pau dele dali. Mesmo assim, Heeseung não parou. Em vez disso, te segurou firme contra o peito, mantendo o pau enterrado fundo enquanto uma de suas mãos descia pela sua barriga suada. Os dedos dele encontraram seu clitóris sensível e começaram a circular devagar, pressionando com a pressão exata que sabia que te deixava descontrolada.
“Isso, continua gozando pra mim... não para ainda.” murmurou ele no seu ouvido, te deixando sensível com tamanha fome. “Olha como você tá pulsando toda... tão sensível, tão molhada. Quero sentir você apertar de novo, deixa? Deixa, meu amor. Hm?”
Você choramingou, balançando a cabeça de levinho, mesmo com o corpo ainda tremendo do orgasmo anterior. Os dedos dele, porém, não davam trégua. Ele deslizou dois deles pela sua entrada, ao lado do pau ainda dentro de você, espalhando toda a mistura de gozo e excitação de ambos numa lambança deplorável. Depois, com cuidado e devagar, um dedo escorregou um pouco mais para trás, brincando na borda do outro buraquinho apertado, circulando e pressionando levemente enquanto o polegar continuava no clitóris.
“Heeseung…” você gemeu, a voz rouca de tanto gemer, empurrando contra a mão dele sem conseguir evitar. “Sensível, sensível!”
“Eu sei, amor. Mas você aguenta um pouquinho mais pra’ mim, né?” sussurrou ele, mordendo de leve seu ombro, nem precisando de muito esforço para te fazer concordar. “Olha como eu te deixo, toda molinha e desesperada pra’ mim. Tá pingando na minha mão... que delícia. Queria tanto brincar aqui atrás, porra.”
Os movimentos dos dedos dele eram precisos, lentos e implacáveis, combinando com as estocadas curtas e profundas que ele ainda dava com o quadril, mais lentas agora. O prazer se transformou em uma sobrecarga deliciosa, fazendo seu corpo inteiro tremer e contrair sem controle novamente, sentindo um nó enorme se criar em seu ventre. Você agarrou o braço dele, as unhas cravando na pele amostra, gemendo alto enquanto outra onda te invadia aos pouquinhos.
Só então Heeseung se permitiu gozar, pulsando forte dentro de você com um gemido rouquinho no pé do seu ouvido, te entupindo ainda mais enquanto te segurava apertado, despejando cada gota dele ali. Apesar de ter pausado o indicador, ainda tem o dedo médio estimulando vagarosamente o cuzinho virgem, mas sem invadir ou exagerar, só pressionando o canalzinho lubrificado.
“Foda-se! Mhm- Mete um pouquinho, Hee…” inacreditavelmente, é você, lúcida, quem pede. “Por favor…” os movimentos dele pausam por um instante. Mas assim que ameaça reclamar, sente a pontinha do anelar voltar a estimular o seu pontinho inchado sem muito cuidado. O que não imaginava era que aquela porra de pedido havia dado um pane no sistema do homem e, para piorar, libertou uma amarra que sequer sabia que existia dentro dele.
Por isso geme surpresa quando ele te toma no colo, sem tirar o caralho de dentro de você, te deixando empinadinha no sofá fixo, deixando apenas a bunda descolada do acolchoado e completamente a mercê dele. Mal tem tempo de protestar, já que devagarinho o maldito volta a mexer os quadris. Mas não só metendo, ah… o ruivo havia perdido as estribeiras, usando a mão esquerda para apoiar a palma aberta nas suas costas, enquanto a cintura trabalhava com o quadril molinho em direção ao seu enquanto empurrava o pau rebolando.
“Puta gostosa.” mal sabe se ele cuspiu ou gemeu, mas soou tão dengoso que te fez esguichar uma quantidade generosa de gozo ainda dentro da sua bucetinha, arrancando uma risada gostosa do homem. “Vou te fazer gozar de novo, não precisa ficar tão afobada.” ainda guiando a pélvis de um jeitinho viciante, ele volta a brincar com o seu buraquinho de trás sem pressa, te arrancando outro grunhido patético. Ameaçava adentrar com o dedo longo ao mesmo tempo que ia fundo em você, sem voltar o quadril para trás, sem muita noção do que realmente queria fazer com seu corpo. “Goza.”
“N-Não consigo… porra, isso é maldade.” reclama, sentindo os olhos arderem enquanto o rostinho pressionado contra o sofá já dava indícios de choro. “Quero forte, Hee!”
“E ainda diz que é princesa? Tsc.” debochou. “Sequer consegue foder lentinho? Ah, é. Putinha não aguenta fazer amorzinho, né’?” enfatizou, fazendo a bucetinha contrair com a voz gostosa. Se sentia ridícula por gostar tanto disso. E apesar de tudo, seu Hee sabia muito bem o quão sensível você era a qualquer coisa que o envolvia, querendo ou não.
“Hee…” o chama pela última vez, com algumas lágrimas bobas já adornando o cantinho dos seus olhos pidões. Ah, aquilo partia o coração do Lee.
“Você pediu por isso, meu amor. Sempre pede. Me pede pra’ ser bruto, pra’ não pegar leve.” foi mais manso agora, usando a mão livre para afastar alguns fios teimosos do seu rostinho molhado, falsamente controlado. Mesmo depois de gozar o que pareceu um riacho, ainda se encontrava duro feito pedra e isso não poderia ser mais desesperador para ele. “Disse que aguentaria, então cumpre a sua promessa. Pode obedecer, não pode?”
Calmamente, você fungou e acenou devagarinho, mesmo louca para gritar o quê e o quanto queria. Mas se abstém, mesmo com os dedinhos coçando para brincar com o próprio grelinho e aliviar o tesão insuportável apertando seus seios dolorosamente carentes de atenção, desesperada. Seu estado era digno de pena.
“Boa garota.” sussurrou, inclinando o corpo sobre o seu com extrema facilidade, a fazendo engasgar com um gemido pela posição fazê-lo ir ainda mais fundo. “Porque sou eu quem digo do que você precisa, entendeu?” ele usa a língua em seu pescoço, lambendo a pele melada em direção ao lóbulo da sua orelha, cheirando sua pele sem se importar, ouvindo o seu lamúrio em concordância. “Então me obedece e goza.”
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𔘓
It's so interesting to me that Slay the Princess is the kind of art that leaves little room for structured interpretation of the text because it's so good at exploring what is it about (almost everything you want to say about it is already in the text! just go play it again), while easily supporting a lot of derivative reimaginings, remixes and fanworks.
synopsis: upon realizing her giving up on getting his attention, jeno couldn't help but feel irritated when he saw other guys approaching her. after all, mocking her was one of his favorite hobbies.
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