Aqui Jaz Todas As Tuas Intenções
O teu amor datado Repousa em frigoríficos Responde ao chamados da interprete Para contemplar versos bivolts Há beleza afrodisíaca Nos ecos fomentados Aos teu ouvidos Excentricidade platônica A dita devoção, sabe do teu passado? Aonde abrigava adagas na língua bifurcada Fomentando escárnio e outras mentiras Ao bel prazer sádico de teus paparicos A mandíbula que tanto se alarga em risadas Se range ao ser confortado com as verdades Infantilizado age na personificação Em uma conteúdo da outra face de cristo Deixa os teus rastros entre os dentes Os que escorrem da tua boca Esconda-os embaixo do tapete Que imagina e lhe intimida As suposições concebidas Em sátira simulando banquete A casca sem vida de teus fantoches Dançando pela mesa ao lado dos restos de comida Em decorrência destes acontecidos: Eu sou tão vidraça quanto você Entretanto, sou transparente como vidro Não mascaro ou moldo minhas intenções Ao sinal de entrave Congestiona com velhos álibis Tudo em nome da não conformidade Que o tédio nos impõe na existência humana









