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Los misterios que rodean el #panteón #colonias donde está la tumba de #ValeriaMárquez son impacientes 😰 mira el video completo 👇🏻
Este es un barco portugués que zarpó de Lisboa en 1533. Su destino fue desconocido durante siglos, hasta que sus restos fueron descubiertos en el desierto de Namibia, cerca de la costa, durante trabajos de extracción de diamantes.
El Bom Jesus resultó ser un hallazgo fascinante y de gran valor: en el barco se encontraron muchas monedas de oro españolas y portuguesas (que ayudaron a identificar la nave), alrededor de dos mil lingotes de cobre alemanes y más de 100 colmillos de elefante. Los expertos estimaron el valor total de todos los bienes en 13 millones de dólares.
El descubrimiento de un barco desaparecido hace quinientos años, encontrado con monedas de oro en un desierto africano, se ha convertido en uno de los hallazgos arqueológicos más interesantes de los últimos años.
Polarmuseet
Tromsø
Meeting a Matriarch
#5 voto de color de los bocetos de Octubre, boceto sugerido por Zapilidver.
Extra sin texto
Post original “Patreon” “Deviantart”
Boceto link
(Salu2 del Spark)
Sueños no tan proféticos
Cuando se juntan los romanos de Exploradores delante de Roberto Carlos que jura haber tenido un sueño profético.
Sage: Roberto, no es que dudemos de ti... Eleonora: que dudamos Reagan: un poco Luke: bastante
@avam-rpg
Mostanában borúsabb reggelekre ébredünk, de kinek a szívét ne derítené fel egy ilyen látvány? 🤗 (Előrehozott időjárásjelentés @pnxntdd számára, hogy ne csak péntekenként tudja meg a @klubradio - ból, milyen idő van Lisszabonban. 😊) Temos estado a acordar para manhãs sombrias ultimamente, mas cujo coração não seria levantado por uma tal visão? 🤗 Elveszve Lisszabonban 🇵🇹 310. Perdido em Lisboa #perdidoemLisboa (Basta ter olhos para ver...) #BoaLisBoa ##naviodevela #exploradores #descobertas #minhalisboasecreta #sharing_portugal #MyPerspectivePt #portugaltraveling #portugal_a_gramas #perdidoemPortugal #LisboaCool #retratosdavida #coresdelisboa #visual_square #lisboa #dream_dealer_lisboa #olhar_de_portugal #lisboncolors #lisboacolorida #lisboamaravilhosa #ruasdelisboa #segredosdeLisboa #amar_lisboa #melhoresfotosdelisboa #maravilhasdelisboa #lisboaautentica #streetphotography #streetphotos #visitlisboa (helyszín: Alcântara, Lisboa, Portugal) https://www.instagram.com/p/CbZdERuIkEa/?utm_medium=tumblr
Os 75 anos da Expedição Kon-Tiki: homenagem e tributo a Thor Heyerdahl nos 20 anos de sua morte (parte 6)
Por Claudio Tsuyoshi Suenaga
Olav Heyerdahl (nascido em 1977) cresceu ouvindo as histórias contadas por seu avô Thor Heyerdahl. Quando a Expedição Kon-Tiki estava às vésperas de completar sessenta anos, Olav resolveu ao mesmo tempo homenageá-la e desempenhar seu próprio papel na saga. A maneira que encontrou para fazer isso foi construir uma jangada de madeira de pau-de-balsa da mesma maneira como o seu avô e com ela percorrer o mesmo trajeto da Kon-Tiki.
Olav Heyerdahl
A Expedição Tangaroa (The Tangaroa Expedition), como foi batizada, em referência ao deus do mar maori Tangaroa, tornou-se possível graças ao apoio financeiro de vários patrocinadores, entre eles Branding Larvik, Skagen Fondene e AGR, além do apoio da Universidade de Bergen, na Noruega, e do auxílio prestado pela Marinha Peruana e pela SIMA (Servicio Industrial de la Marina).
A equipe foi novamente composta por seis homens, sendo quatro noruegueses, um sueco e um peruano: Torgeir Sæverud Higraff (historiador, engenheiro mecânico e líder da expedição), Anders Berg (fotógrafo sueco), Olav Heyerdahl (carpinteiro, engenheiro civil, mergulhador e neto de Thor), Bjarne Krekvik (capitão), Øyvin Lauten (diretor-executivo) e Roberto Sala (ex-oficial da Marinha Peruana e especialista em navegação).
Os troncos foram cortados assim como antes nas florestas do Equador em novembro de 2004 e selecionados em fevereiro de 2005. Enquanto a Kon-Tiki usou nove troncos (lembrando que o mais longo media 13,70 metros de comprimento), a Tangaroa usou onze, sendo que o mais longo media 16 metros, enquanto os demais 14 metros. Apesar da madeira ser das mais leves, ainda assim os troncos pesavam juntos mais de 20 toneladas.
A construção da balsa Tangaroa começou na primavera de 2006. Como se fez na Kon-Tiki, cordas de cânhamo foram usadas para amarrar os troncos e as vigas transversais sem que fosse preciso apelar para um único prego, parafuso ou fio de arame. A cabine de bambu foi feita desta vez em estrutura reforçada para resistir a ondas gigantes e tempestades. O telhado e as paredes da cabine, bem como o deque, foram cobertos com esteiras de totora vindas de Puno (cidade no sudeste do Peru, às margens do Lago Titicaca).
Em relação à que foi usada na Kon-Tiki, a vela quadrada foi consideravelmente ampliada e aperfeiçoada. Enquanto a predecessora media 4,60 metros de altura por 5,50 metros de largura, a atual media 16 metros de altura por 8 metros de largura, possuía maior aderência e permitia até mesmo que navegassem contra o vento.
As nove pranchas guara medindo 4 metros de comprimento por 50 centímetros de largura podiam ser elevadas ou abaixadas de modo a orientar a balsa na direção desejada, enquanto que as cinco utilizadas na Kon-Tiki (medindo 1,50 metros por 60 centímetros) eram fixas e não podiam ser elevadas ou abaixadas. Na época, Heyerdahl não sabia como usar as guaras para manobrar a balsa. Destarte, sua tripulação estava totalmente à mercê dos ventos. Somente anos mais tarde, em 1953, é que Heyerdahl compreendeu o seu engenhoso mecanismo de funcionamento, que consiste em elevar ou abaixar as pranchas de acordo com as condições específicas do vento para manter a balsa na direção desejada.
A tripulação da Tangaroa soube aproveitar-se muito bem disso e dispondo de todo o aparato tecnológico do século XXI do qual não abriram mão (GPS, painéis solares, notebooks e aparelhos de dessalinização), reduziu sensivelmente a sua estadia no mar. Enquanto a tripulação da Kon-Tiki lutava diariamente para enviar notícias por meio de um transmissor de ondas curtas, a da Tangaroa atualizava as informações diretamente em seu website.
Na sexta-feira, dia 28 de abril de 2006, a Expedição Tangaroa iniciou sua longa jornada rumo a Polinésia, no mesmo local (Porto de Callao) e na mesma data em que Thor Heyerdahl partiu com a Kon-Tiki em 1947. As muitas bandeiras içadas representavam as nacionalidades dos tripulantes (Noruega, Suécia e Peru), bem como os países participantes da expedição (Equador e Polinésia Francesa), além da Comunidade de Larvik, na Noruega.
Quando a Kon-Tiki estava a meio caminho através do Pacífico, a tripulação pescou uma cavalinha-serpente (Gempylus Serpens), espécie rara de peixe jamais capturada viva. Por uma estranha coincidência, a Expedição Tangaroa capturou uma amostra semelhante, quase nas mesmas coordenadas, 59 anos depois.
Olav, que também fazia parte da Expedição Plastiki, que procurava chamar a atenção para a saúde dos nossos oceanos, particularmente para a grande quantidade de detritos plásticos, comparou as condições do Pacífico à época da expedição de seu avô com as daquele momento e constatou significativas e tristes mudanças. A Corrente de Humboldt estava repleta de lixo e detritos diversos. Enquanto a tripulação da Kon-Tiki pescava atum às fartas, a da Tangaroa só conseguiu capturar um único atum durante toda a viagem. Pior ainda em relação aos tubarões e as baleias, que costumavam rodear constantemente a Kon-Tiki, enquanto a Tangaroa não chegou a avistar nem um único exemplar deles.
Tangaroa chegou a cobrir em um só dia a distância de mais de 80 milhas náuticas (148 quilômetros), superando o recorde de velocidade da Kon-Tiki. Esta segunda expedição mostrou que a viagem pode ser feita bem mais rapidamente apenas aproveitando melhor as correntes e os ventos por meio de uma vela maior e do uso adequado das pranchas guara.
Assim é que enquanto a Kon-Tiki levou 101 dias para completar a viagem, a Tangaroa foi um mês mais rápida, desembarcando no Atol de Raroia em 8 de julho. A viagem foi feita sem conflitos, situações dramáticas ou incidentes. Os tripulantes disseram que agora eram melhores amigos do que quando haviam iniciado a jornada. Um muito orgulhoso Thor Heyerdahl Jr. saudou seu filho mais novo Olav com estas palavras: “A expedição foi planejada e realizada de uma maneira que superou todas as expectativas, e eu sei que meu pai teria ficado muito orgulhoso se tivesse vivido para ver esta expedição.”
Com imagens de Anders Berg e direção de Havard Jenssen, o documentário A Tangaroa Expedition (Ekspedisionen Tangaroa) foi lançado em DVD em 2007.
As teorias de Heyerdahl, a despeito de tantos indícios e provas a favor, continuam a ser contestadas, por vezes de forma virulenta, no meios científicos-acadêmicos. Enquanto a noção de migração através do Pacífico já não é um anátema, o da migração cultural transatlântica continua sendo controversa, em parte porque, como é usualmente aceito, as grandes civilizações da América do Sul floresceram muito tempo depois das do Egito e do Oriente Médio. De qualquer forma, suas viagens pelos oceanos o convenceram da unidade essencial da humanidade (“O oceano não nos separa, mas nos une”, disse ele), bem como o de que bem antes dos europeus, antigas culturas do Oriente Médio, do norte da África, da Ásia e da América do Sul já andavam a “civilizar” o mundo espalhando as suas influências nos campos da arquitetura, da astronomia e da religião. E é precisamente isso que pretendo provar navegando com uma réplica de um barco faraônico do Egito ao Brasil.
Inspirado em Heyerdahl, concebi o projeto de construir uma réplica, a mais exata possível, de um navio egípcio empregando materiais semelhantes e obedecendo aos mesmos princípios, técnicas e padrões utilizados pelos antigos egípcios, para com ele partir do Porto de Safaga (nas coordenadas 26º 44 N, 33º 56 E), navegar pelo Mar Vermelho, contornar a costa oriental da África e o Cabo da Boa Esperança, cruzar o Oceano Atlântico e finalmente desembarcar no Porto do Rio de Janeiro (nas coordenadas 22 54’ 23” S, 43 10’ 22” O) ou em algum outro ancoradouro carioca como o Porto de Itaguaí (antigo Porto de Sepetiba, na cidade de Itaguaí), o Porto de Niterói (na Baía de Guanabara, centro da cidade de Niterói), o Porto de Angra dos Reis (na cidade de Angra dos Reis, sul do Rio de Janeiro) ou o Porto do Forno (na extremidade norte da Praia dos Anjos, na cidade de Arraial do Cabo, sudeste do litoral carioca).
Via Cabo da Boa Esperança, a distância de 8.863 milhas náuticas (16.414 quilômetros) entre o Porto de Safaga e o Rio de Janeiro, a uma velocidade média de 5 nós (9,25 km/h), pode ser coberta, sem paradas e salvo complicações, em torno de 74 dias. Como é nossa intenção realizar vários estudos e pesquisas adicionais pelo caminho, calculamos o tempo da viagem em no mínimo 90 e no máximo 150 dias. A jornada seria bastante abreviada caso optássemos pela via do Canal de Suez e do Estreito de Gibraltar, já que a distância se reduziria a 6.646 milhas náuticas (12.308 quilômetros). À mesma velocidade média de 5 nós, o tempo da viagem ficaria em torno de 55 dias. Contudo, como essa rota já foi percorrida pela Expedição Rá II de Thor Heyerdahl em 1970, bem como considerando que as viagens marítimas egípcias se faziam pela rota do Mar Vermelho, preferimos o caminho mais longo. Para efeito de comparação, a distância do Brasil ao Egito via aérea é de 4.375 milhas (7.041 quilômetros). Um voo comercial normal entre o Brasil e o Egito leva em torno de 8 horas e 45 minutos, a uma velocidade média de 434 nós (805 km/h).
Tal périplo indicaria a viabilidade de os antigos egípcios terem realizado a mesma viagem naqueles tempos ao menos uma vez, o que explicaria os vários indícios arqueológicos da presença daquela cultura em nosso país e no continente americano.
Por extensão, reforçaríamos a possibilidade de os egípcios terem estabelecido uma autêntica “civilização global” já naqueles tempos, o que explicaria os surpreendentes paralelos culturais – como a crença na ressurreição do mortos, a mumificação, a construção de pirâmides escalonadas, calendários e hieróglifos – em todos os continentes. Cairia por terra, consequentemente, ou ao menos desmentiríamos parcialmente a falsa noção de que os egípcios não eram grandes navegadores como os fenícios ou os gregos e que quase não se aventuraram nas suas embarcações para além do curso do Nilo ou das proximidades da costa africana.
Pelo que se tem notícia, nenhuma expedição marítima egípcia ousou ir mais longe do que a do faraó Necho II (660 a.C.-593 a.C.), que governou o Egito a partir de 610 a.C., durante a 26ª Dinastia. Necho II mandou fazer um canal que ligava o braço oriental do Nilo ao Mar Vermelho e organizou uma expedição com uma tripulação mista de fenícios e egípcios, liderado pelo fenício Hanon, para circunavegar o continente africano, antecipando-se em dois milênios e um século ao navegador e explorador português Vasco da Gama (1460 ou 1469-1524), que em 1498 se destacou por ter sido o comandante dos primeiros navios europeus a navegar da Europa para a Índia, no que contornou a costa ocidental, a extremidade sul e a costa oriental do continente africano para assim aceder às riquezas da Índia. A expedição egípcio-fenícia saiu do Mar Vermelho, contornou toda a costa africana e três anos depois retornou ao Egito pelo Mar Mediterrâneo.
Se não restam dúvidas de que antigos egípcios construíram grandes e elaborados barcos para navegar ao longo do Rio Nilo e do Mar Vermelho, a questão agora é saber se atravessaram o Oceano Atlântico e chegaram ao continente americano, particularmente ao Brasil. Indícios arqueológicos diversos a indicar que não só desembarcaram mas procuraram estabelecer sua cultura também por aqui, não tem sido aceitos pela arqueologia oficial sob o argumento cada vez mais superado e falacioso de que não possuíam nem técnicas nem conhecimentos náuticos suficientes para cruzar oceanos. O nosso objetivo é provar exatamente o contrário.
Saiba mais sobre o Projeto Sahuré e junte-se a nós nesta empreitada.
Suenaga, Cláudio Tsuyoshi. "Projeto Sahuré: Expedição Marítima - Do Egito ao Brasil com um navio da época dos faraós".
Aqui estão algumas frases de Thor Heyerdahl. O mundo seria um lugar melhor se todos nós as ouvíssemos com atenção:
"Fronteiras? Eu nunca vi uma, mas ouvi dizer que elas existem na mente de algumas pessoas.”
“O progresso é a capacidade do homem de complicar a simplicidade.”
“Não se pode comprar uma passagem para o paraíso, é preciso encontrá-la dentro de si.”
“Aprende-se mais ouvindo do que falando. E tanto o vento quanto as pessoas que continuam a viver perto da natureza ainda têm muito a nos dizer que não podemos ouvir dentro dos muros da universidade.”
“Porque a cada minuto, o futuro está se tornando o passado.”
“Vivemos em uma época em que achamos que tudo é tecnologia, tudo é apertar botões, tudo é economia, e estamos perdendo de vista a realidade.”
“Também é mais raro encontrar a felicidade em um homem cercado pelos milagres da tecnologia do que entre pessoas que vivem no deserto e na selva, e que pelos padrões estabelecidos por nossa sociedade, seriam consideradas indigentes e fora de alcance.”
“A civilização cresceu no início a partir do momento em que tivemos comunicação – particularmente a comunicação por mar que permitiu às pessoas obter inspiração e ideias umas das outras e trocar matérias-primas básicas.”
“Uma nação civilizada não pode ter inimigos, e não se pode traçar uma linha em um mapa, uma linha que nem existe na natureza, e dizer que o inimigo feio mora de um lado e os bons amigos vivem do outro.”
“Na luta contra a natureza, o homem pode vencer todas as batalhas, exceto a última. Se ele vencer isso também, ele perecerá, como um embrião cortando seu próprio cordão umbilical.”
Thor Heyerdahl e sua esposa Yvonne segurando um modelo de bote de junco.
Leia as partes 1, 2, 3, 4 e 5
Bom dia que tal aproveitar o fim de semana em Bali nas casas mágicas de bambu. Vista para o campo de arroz!✨🇮🇩