O deus amorfo soltara-se de crases A estética da esquina era por algo maior A vaia era um grande bolsão de apostas Onde o clamor era uma espada do enxovalho verborrágico Tribos de janela tributadas em moeda estrangeira Ilha divergente e digital, proclama para si nomes de cometas Os quereres cresceram em ansiedades As ânsias era enfim pelo prometido dilúvio digital No asfalto, o corpo do astronauta O silêncio de catedral em um amante Derradeiro ápice, preparando-se à formigas Assanhando a carne à moscas primaveras A chaga de não ser contemplado Complexo reflexo pueril em rugas Expurgando a feição fábrica Utiliza-se das ápices frases soltas... Trocara flores por tornozeleiras O pai era uma par de olheiras A mãe áspera era a areia do tempo Camuflado no templo espera organizada Aportar, despedida Apostar beijos à torcida Confissão adulterada Ao temor receptivo do romance adultério Antes da noite pulsar, um rumor de avenida Passadas em compassos contam-se como ilusão de ótica Um segundo à luz, salvará teu feitio atraso Uma hora, por um Adônis malhado à beira da pálpebra paulista... Cruz, câmera, canção! Sombra meticulosa Engolindo poros e póstumos cravos Cílios sobremesa, pavão sobrancelha rudimentar
Happening, Pierrot Ruivo










