“2 minutos? serio?” Você estava desesperada, você tinha dois minutos para chegar à sala ou chegaria atrasada, mas infelizmente foi forçada a ficar no armário de limpeza. Por quê? Bom, Louis fez isso com que você se escondesse de algo que não tinha feito. Na verdade você foi escudo dele. E nesse momento estava presa com ele lá, já que aquilo só abre por fora.
Todo minuto fazia questão de olhar no relógio, “não acredito que estou aqui”. Você tinha uma prova importante na terceira aula, e não tinha estudado nada. Tipo, nada. Nem na aula prestou atenção e agora por culpa de um Zé não ai nem fazer a prova.
- O que foi? – Louis estava sentado no chão com as pernas esticadas, não se preocupava se tinha ou não prova ou nada. Era meio que idiotice pensar em alguma coisa, já que o único que entrava naquele lugar era o faxineiro e por incrível que parece só entrava lá quando queria, por que limpar a escola era a ultima coisa que fazia.
- Você ainda pergunta?– Louis assentiu calmo o que te deixou mais nervosa- Tomara que você repita ano.
- Mas eu não vou, é obvio que não vou – apesar dele ser meio fora do eixo, Louis tirava notas excelentes. – Mas por que você esta nervosa?
- Você me colocou aqui, amor. – você disse com sarcasmo.
- Ai que delicia- ele sorriu malicioso pra ti – Diga de novo. – ele implorou.
Você sentiu o clima pesar naquele armário, Louis foi totalmente sexy dizendo aquilo, não que você tenha se sentida atraída por aquilo, mas era novidade Louis ser assim com alguém como você.
Não sabia o que falar depois daquilo, suas bochechas estavam queimando e as mãos começaram a suar. Você nunca tinha parado pra reparar em Louis, mas se fosse pra ver agora diria que ele era um pouco... Quente.
- Diz de novo s/n! – ele se moveu levantando – Me chama de amor de novo. Por favor – dessa vez ele suplicou, seus olhos ficaram semicerrados e sorriso pidão apareceu. Um fogo estava crescendo em você, pode ser que tudo aquilo não tinha um pingo de malicia, que na verdade ele só queria que dissesse amor de novo, mas você via a malicia.
- P-pra que? – se castigou por dentro por não conseguir falar direito. O corpo de Louis caminhava devagar até você, tão devagar que parecia cena de filme. Ele estava perto de você, sua cabeça caiu para o chão permitindo observar as grandes coxas que ele tinha te fazendo ficar mais necessitada e vermelha pelo pensamento inapropriado.
- Por que o jeito que você disse me deixou excitado! – ele disse sem nenhum pudor, Louis comia você, os olhos deles estavam mostrando isso. Você não olhava e por isso não percebia, mas aqueles azuis estavam mais escuros do que o normal. Não e de hoje que Tomlinson queria um tempo sozinho com você, já que você era uma das poucas que não percebia ele.
- Meu Deus, a-acho melhor você se afastar – você já não sabia como ficar. Louis estava tirando sua sanidade com aquelas, poucas, palavras.
- Por quê? – ele matinha o sorriso, mas dava pra perceber que estava cheio de intenções. Intenções nada aceitáveis como você mesmo diz. – Não seja chata, diga.
Você se sentiu envergonhada por aquilo. Era certo que você não queria que ele se afastasse, mas aquilo estava acabando com você. Louis te provocava, e no fundo aquilo não seria bom pra eles dois visto que estavam no armário de limpeza.
Criou coragem e olhou para cima, Louis não era tão alto, e viu os olhos brilhando, literalmente, pra você. Seus narizes estavam a milímetros de distancia, a boca dos dois salivavam e os olhos tinham fogo. Louis não esperou um segundo antes de atacar sua boca como se você fosse algo muito precioso. Você sentia seu corpo encolher, mas também sentia seu ventre arder de prazer.
Ele tateou seu corpo subindo e apertando sua coxa, você abriu a boca mais deixando que ele te explorasse com língua. O prazer inundava nos dois e nunca você imaginou passar por um momento tão hot que nem agora. Ele segurou seu pescoço com tal força, que poderia deixar marca, e pressionava contra sua boca que os dentes de um batia no outro.
O ar fez falta e tiveram que se separar, você não tinha nenhum raciocino do que tinha acontecido. Seu peito subia e descia e seu corpo estava quente e necessitado, você estava vulnerável e pronta pro que veria. Apesar de que aquilo não significar nada, e bem, só poderia ser um beijo caloroso, mas se Louis não quisesse você iria o fazer querer.
Ele tinha se afastado, como se fazer aquilo podia ser mortal pra ele. Ele não podia beijar você, ele tinha namorada. Mas o desejo que nele cresceu foi maior do que qualquer coisa que ele já sentiu por todas as meninas e pela sua namorada, juntas. O problema era que se ele fizesse isso não teria volta. Mas foda-se ninguém entraria ali.
Você estava encostada em uma parede, tinha vassouras e rodos ali. Não era um lugar muito atraente. Louis segurou sua mão, e puxou contra o corpo, ele caminhou para trás, tinha uma cadeira, se sentou e fez com que você se sentasse no seu colo.
- Você pode dizer agora amor. – ele sussurrou passando as mãos nas suas coxas. Você não queria dizer, aquilo seria estranho, ainda mais pelo fato de você esta sentado no colo dele. Porem se você dissesse sentiria mais do que uma pressão debaixo de ti.
Você debruçou seu corpo, jogando o quadril na ereção que ele tinha nas calças, seus braços rodearam o pescoço dele enrolando os pelos da nuca nos dedos. A ereção de Louis crescia cada vez que você se inclinava devagar sua língua passou devagar no lóbulo da orelha dele o fazendo gemer longo.
Esta estampada no rosto dele o puro prazer que sentia. Foi tão de repente, como de uma hora par outra ele estaria sentado com você n colo dele, nem Deus saberia disso, mas ele não se arrepende, e não vai se arrepender pelo que vai fazer.
Segurou seu rosto e pressionou os lábios no seu, uma guerra foi travada para quem mandaria. Você sente seu corpo arrepiar e mexeu o quadril no membro Louis fazendo o vibrar o beijo. Você estava deixando o garoto sem ar, a cada movimento Louis tinha mais vontade de te jogar no chão e te rasgar. Os suspiros naquele armário estavam ficando altos e o calor cada vez explorava o corpo dos dois. Você estava ficando sem ar, mas não queria tirar sua boca daqueles lábios finos. Nunca havia beijado alguém com tanto desejo que nem Louis, e não querendo se convencer acredita que ele também.
Tomlinson se desfez do beijo logo tirando sua camiseta, você sentiu as bochechas queimarem e se pudesse saia dali, porem como não tinha opção de sair, era mais fácil ficar vermelhinha.
- Você já fez isso? – a voz dele era calma, controlada, um pouco inseguro. Porque se você fosse virgem, as coisas não sairiam desse jeito, que menina quer perder a virgindade no armário de limpeza?
Assentiu.
Louis então continuou a te despir, espalhou beijos por seu peitoral enquanto tateava o fecho do seu sutiã. Seu coração acelerou, ele fazia movimentos com o quadril podia ser sentido seu pênis, e meu Deus como ele estava duro. Seu ventre não aguentaria mais nada, a cada minuto que ele mexia você sentia sua calcinha molhada para ele. Seu sutiã foi para chão e os lábios dele rodearam seus mamilos te fazendo puxar mais cabelos de Louis.
Ele também já não aguentava mais, só que não queria passar má impressão já que vocês nunca se falaram na escola e essa era o primeiro contato sendo que estudavam na mesma aula. Ao pensar nisso, ele mesmo percebeu que isso não era lá aquela impressão. Você também pensou nisso, mas logo desistiu porque no caso já estava apreciando ele.
- Lou... Louis – você disse no ouvido dele. – Você tem camisinha?
Ele parou com tudo que fazia e totalmente desajeitado caçou a carteira. Você achou graça, ele fazia umas caras estranhas por causa da ereção. Toda vez que tentava achar a carteira tocava no tecido o fazendo segurar o gemido. Louis estava eufórico ele queria continuar, mas era obvio que você não faria isso sem proteção.
Ele levantou o quadril impulsionando o contra você que gemeu abertamente, a sensação foi boa. Tao boa que você queria mais. O menino continuou a procurar, ficando com raiva dele mesmo por não saber onde esta a carteira. Você, no entanto segurou nos braços da pequena cadeira e pressionou ainda mais o quadril sentindo a aquela sensação novamente.
- s/n- Louis tinha as mãos na cabeça e os olhos estavam fechados. – Se você continuar assim, eu não consigo achar. – você sentiu vontade de gargalhar, mas ao contrario cavalgou no colo dele o fazendo abrir a boca e depois fechar nos lábios.
Em um movimento rápido, Louis segurou suas pernas e a levantou. Amarrou as pernas na cintura e a deitou no chão, o espaço era pequeno que mal cabia os dois deitados. Porem Louis deu um jeito e se deixar sobraria espaço para algum telespectador.
- Não se mova mocinha. – ele sentou no seu abdômen e seu membro estava elevado por cima da calça. Você salivou, e, ficou pronta pra desobedecer ele. Apalpou com uma das mãos o membro dele recebendo um olhar reprovador do outro que tentava tirar a carteira do bolso. – Eu disse para não se mexer.
Ele ficou com aquela carranca, mas você não tirou as mãos dali. Continuou a massagear o membro dele e então ele finalmente achou a carteira e tirou sua mão do tecido. Devagar foi descendo até suas coxas onde novamente sentou. Desatou os botões dos jeans
- Eu sei que isso é estranho de falar agora, mas eu nunca pensei que faria uma coisa dessas nesse lugar. – Louis estava de cueca, parecia úmida, o pênis dele pulou para fora da calça à procura de alimento e bom, você era esse alimento.
- Shh – você queria bater nele, falar aquilo fazia você perder o tesão. E isso era o que você menos queria. – Só me come. – Louis sorriu pequeno com sua pronuncia. – Agora.
O menino arrancou seus jeans com rapidez que a calcinha fora junta. Quase se esquecendo de colocar a camisinha que tanto procurou. Olhou você, pedindo alguma aprovação e então te penetrou. Você mordeu os lábios ligeiros para não ser escutada. Louis apoiou os cotovelos no chão e movimentou sobre o seu corpo. No começo você se acostumou com os movimentos, até mexer o quadril de acordo com ele. Louis segurou de cada lado de sua cabeça e a beijou, era um beijo violento como o primeiro que deram, mas nesse tinha mais desejo. A cada estocada vocês vibravam por causa dos gemidos que guardavam.
- Eu... Eu vou – você não conseguia terminar uma frase, estava para gritar. Vocês estavam fazendo o errado deixando que isso fosse ainda mais prazeroso.
- Vem princesa. – Louis mordia seu lábio e enquanto suas mãos rasgavam a costa dele. - Vem pro Lou-Lou
Seu corpo esquentou e seu abdômen contraiu, e, já não tinha mais volta. Você gozou arqueando o máximo das costas. Logo depois Louis caiu sobre você.
- Isso foi... – você começou
- Incrível – ele terminou
Olharam-se e riram. Louis saiu de dentro de você limpando um pouco do esperma que caia nas coxas e se vestiu você também. Pararam um de frente pro outro e ficaram se observando. Apesar de terem se relacionado, pensavam se teriam contato na escola. Louis queria ter, já você não. É muito chato ser amiga ou quase coisa de gente popular e você só queria sossego.
- Isso foi muito bom – ele disse primeiro. – Eu quero ser seu amigo. –
- Não. – você disse sem menos hesitar deixando o coitado de boa aberta. – Não assim, você é popular e se eu andar com você é meio estranho, sei lá.
- Cara, não importa. Vamos ser amigos! – Louis passeou para perto de você e você passeou pra longe batendo contra parede. Um dos seus braços bateu na parede ao seu lado.
-Louis, não. –
- Não agora, mas daqui a pouco. A gente pode terminar isso daqui. Ainda mais se nos sermos amigos. – ele sussurrou fazendo seus pelos arrepiarem.
“Talvez”