São 6:15 da manhã e eu não sei dizer se dormi Meus pensamentos se perderam,mesclados a sonhos lúcidos e inspirações imaginárias que vagueiam pela minha mente de madrugada Não sei dizer mais em que estação estamos O calor e o frio são simultaneamente exclusivos e constante E a razão da minha existência se dissipa cara vez mais no vácuo constante da cidade grande I thought I could be big Be recognize But I am just another brick of this town E eu acordo toda manhã torcendo, rezando, implorando pelo fim que nunca chega Um apocalipse, uma explosão, uma bomba nuclear Qualquer coisa que me leve sem a responsabilidade de me impor frente ao que me dói Sumir mantendo quem sempre fui em meu intimo: mais do que qualquer um viu até hoje Reconheço minhas limitações frente as imposições sociais, não sei dançar, não sei manter contato via redes sociais, não me enquadro em padrões de beleza Mas ao menos uma boa xicará de café alegra o resquicio da minha manha entre o levantar o ir trabalhar Algumas almas me dizem que a vida é mais que a rotina perturbadora a qual me limito diáriamente Que posso ser grande para mim, sem demonstrar aos demais Fico triste que meu cérebro primitivo sinta a necessidade de se mostrar ás pessoas, caso contrário: Isolamento, floresta, lobos e morte. "A vida moderna não é assim" forço minha mente a lembrar ao menos uma vez ao dia "você precisa terminar de ver seu anime preferido, todo domingo, enquanto o autor viver, ele vai estar te esperando" No momento acho que posso me contentar com a simplicidade de minha existencia e quem sabe em algum dado momento eu perceba Ou o mundo veja Que a incerteza da previsão do tempo afeta tão seriamente a visão de mundo de todas as pessoas Agora a pergunta que permanece é: Quem há de viver mais? Eu o o Oda?
-I.R.











