✦ Nome do personagem: Arabella Airi Mochizuki.
✦ Faceclaim e função: Furusawa Risa - Cute Street.
✦ Data de nascimento: 14/03/1997.
✦ Idade: 28 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Brasil, nipo-filipina.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Confeiteira Chef da Sugary Nymph.
✦ Bluesky: @MO97AM
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Prompt: Nanny of 2.
✦ Comportamento: Arabella é um amor de pessoa, prestativa e carinhosa, se oferece para levar as compras de uma velhinha por uma escadaria, ajudaria uma mãe, levando um filho, só tome cuidado com os maridos e namorados.
TW's na bio: exploração sexual, manipulação, traição, auto imagem, e adultificação precoce.
Biografia:
A regra mais famosa da evolução envolve adaptar para sobreviver e essas palavras Arabella levava como um mantra, vivendo em uma casta mais simples como filha de fazendeiros de morango no interior do Distrito Federal. Não era nada glamouroso, estudou em escola pública e sempre teve muito amor envolvido com sua mãe ensinando tagalo e seu pai ensinando japonês, seu aprendizado de português era o mundo que ensinava e era já inigualável aquela bagagem. Só que conforme crescia e descobria sobre o mundo descobriu que ele era muito grande e aumentou seu desejo para mais do que ele tinha para proporcionar e nada era mais.
O ganho do seu celular na adolescência foi um divisor de água, entrava em sites duvidosos de relacionamento teen para fazer namoradinhos secretos que comprassem para si coisas que não podia comprar pelas condições humildes. Claro que no começo não tinha uma lábia, mas foi construindo ao longo do tempo. Iniciou nacionalmente oferecendo áudios fofos e românticos em troca de presentes, logo quando chegou na idade pulou para sites que era barrada antes. Tendo que oferecer mais de si, mas ganhando mais coisinhas, pulou rapidamente para sites de fazer amigos estrangeiros com a desculpa de treinar línguas, mas ali procurava um alvo para a sua artimanha. Não era feia e graças as amigas começou a se arrumar mais e isso usava como munição.
Airi usava de sua aparência jovial para conquistar homens de índole duvidosa para pedir mimos e conseguiu pegar alguns oferecendo fotos falsas como recompensa e nisso funcionava o esquema. Se caíssem no esquema como teriam coragem de denunciar se recebiam o que queriam e menos ainda se mantinham contato com uma pessoa online de origem duvidosa. Em um certo momento seus pais desconfiaram de tanto dinheiro vindo e ela sequer trabalhava, nisso veio as desconfianças e o ultimato: curso, faculdade e trabalho.
Não desistindo de querer ter sua dominação mundial, Arabella aproveitou-se da popularidade da Coreia do Sul para ter um oppa para chamar de seu, vendeu todos seus itens de marca para ter uma grana e fez uma prova de intercâmbio que passou com muita sorte e foi estudar na Coreia do Sul. Criou amizades, estudou e enganou muitos oppas no processo. No fim, se formou em confeitaria, trocou seu visto de estudo por um de trabalho e começou a trabalhar firme, até que para cobrir custos adicionais fez um bico de babá de um homem muito bonito em Acropolis, o qual se encantou. Ser casado era só mais um atrativo, e enquanto a criança dormia se atracava com o homem pelos cômodos da mansão.
No fundo sabia que ele nunca deixaria a esposa, mas a periculosidade era um atrativo para continuar. Arabella juntando um dinheiro com o economizado comprou uma mansão com a ajuda do pai infiel para morar e agora morava no mesmo condomínio: Acropolis desafiando o mundo que dizia que ela nunca ganharia nada enganando os outros, mas agora tinha um emprego na confeitaria do condomínio, um oppa para beijar quando ficasse entediada e um mundo de oppas para enganar dali em diante, só tinha a ganhar, criando apenas uma legião de vítimas consensuais de que o que faziam era errado e deviam parar antes que ficasse pior.
Aparentemente, todos gostavam de um perigo e forma que não precisava de muito para ver isso. Airi também gostava disso e gostava muito, mas ao mesmo tempo criava planos. Quem sabe de fazer seu favorito de largar a esposa e ser a próxima? Tudo menos isso, se traia com qual segurança teria no futuro? Nenhuma, era a única resposta possível para todo aquele problema que causava para si mesma sem nenhum remorso da patroa que insistia em confiar naquele traste que chamava de marido.
Airi insistia em continuar sendo uma iminente pivô de fim de relacionamento, mas era porque tinha algo no meio das vezes que o homem a levava para cama de casal praticar a reprodução humana. Era que ele a via muito mais que uma garota de voz gentil do interior. Ele a via como uma mulher e nada a conseguia deixar menos encantada, mesmo que não pudesse se encantar por um traste daquele. Uma hora iria e queria fugir daquilo como um diabo fugia da cruz santa. Não podia se apaixonar por ele, por mais que quisesse muito.