Deixa a carcaça e chore Dona formiga, tens folhas na saída Para que possas lembrar-se de mim Carregue consigo um pedaço de minha língua O coração aborrecido Concebe um torso Menos afável do que Sebastião Mais deteriorável de fraturas expostas Servi sua cabeça em uma bandeja de prata Seu sorriso parecia feliz Seria devorado por vermes E seus lindos olhos seriam misturados com cocaína Beba o pavão cristalino O isento lhe admira entre as pernas Rogando amores tumbas abertas Preferindo grilos ao teu banquete Está nos lábios que se mastiga Está na diluição da obrigação Dividindo-a com outras seis personas Por favor, perdoa minha viuvez Saio do raio de alcance do moinho Em carmesim cristalizado Como fuso concretista Arrasta-me de volta ao seu ventre Eu vivi pela meia noite E a vi atrasar-se Voltando ao pré-natal de uma noite infeliz E os comícios de gengivas voltariam às suas casas Casei-me com tua solidão E juntos fomos teus amantes Eu matéria e presença Ela, elos do platonismo
Meu Nome Era Um Inquilino Mal Trapido, Pierrot Ruivo











