Mais equívocos sobre a biografia do professor Georg Wassermann e sobre os caminhos da teoria de Heinrich Schenker no Brasil. O intuito desse texto é apenas pedir com muita humildade que sejam observados alguns detalhes importantes em relação à divulgação da teoria de Schenker no Brasil e, na maneira do possível, que os equívocos cometidos possam ser reparados. Não divulgarei o nome do artigo e nem quem o escreveu por questões éticas. 1. As ideias de Schenker não chegaram no Brasil em 1960, mas sim em 1941. 2. O artigo “The Reception and Dissemination of European Music Theories in Brazil “ não fala sobre esse fato em momento algum. 3. Não há provas de que o professor Wassermann divulgou a teoria de Schenker nos Seminários Internacionais de Música da Pró-Arte, em Teresópolis, porém existem provas de que ele a divulgava para alguns de seus alunos particulares. 4. O artigo afirma que no texto já citado “The Reception and Dissemination of European Music Theories in Brazil “, há tentativa de se fazer aproximação entre a teoria de Schenker e a linha de análise da professora Esther Scliar, entretanto segundo depoimento dos professores Felícia Wang e Carlos Alberto Figueiredo, ex-alunos da professora Esther Scliar, ela nunca mencionou a teoria de Schenker em suas aulas e, provavelmente, não possuía influências consideráveis da teoria de Schenker em seu método de análise. 5. Os conceitos de estrutura e coerência na música tonal pregados por Schenker não foram transmitidos em território brasileiro inicialmente pelo livro de Félix Salzer. Esses conceitos foram inicialmente introduzidos pelo professor Georg Wassermann que os trabalhou com alguns de seus alunos durante mais de duas décadas que morou no Brasil (1941 a 1964). Entende-se que, apesar dos esforços do professor, a disseminação da teoria não obteve grande êxito. #analisemusical #música #teoriamusical #georgwassermann (em Botafogo, Rio De Janeiro, Brazil) https://www.instagram.com/p/CacwBMMraEO/?utm_medium=tumblr












