Urbanismo fora sinfônico, tivera uma ordem Onde o caos era o início, os fins e o meio Tiradantes em ferida exposta na causa revolucionária Odeia-me? Então, estás tudo nos conformes de meu cronograma Bares aos pares, dizem-se amores à vigília Carecendo de outros uivos soprados Ensaiavam os seus próprios Contudo as arestas do ego não foram aparadas Eu vivi com teus fantasmas Enquanto bailava com romances O frenesi disse sim Tornando-te a química que luzia entre os dedos de verniz... Em contagens regressivas, a partir de cinco: Estofado maquiados aos dentes de niilistas Coma do meu pão sovado e terás paz Porém, advirto-lhe que a mesma não era herança Em quarto lugar, um deus monocromático Matei as receitas indecifráveis de outono Para vingar-me como um deus Destruindo teus vislumbres com facas quentes Com a medalha de bronze ficara com o meu conterrâneo Contaminado com onomatopeias do silêncio Shhhhh! quem cala consente e estende a emenda Aos românticos que atravessaram os desertos adocicados O vice não fora a caravela de Dom Pedro Terceiro Cosmologia girando no caule do fogão Obstruído repassar o conhecimento se falares do mito Hidra alguma existira, dizes o personal celibato governista O grande campeão ficara por conta do capitão letrado Uniformizado em Mr. Jones com líbido dois mil e um Catálise metálica rodopiava ao contorcer das máquinas Especula-se a guerra à fronteira de mergulho, o álibi ao habitat de versos curtos...
Retrô Expectativa Vencida, Pierrot uivo










