Mercado Público é a cara da cidade - Gregory Nowak
Acordamos e fomos diretamente para as entrevistas coletivas do Brasil, pela manhã. Sempre me impressiona a quantidade de jornalistas brasileiros que cobrem a Seleção Brasileira. Parece que a cobertura é bem maior que a que os jornalistas franceses reservam à nossa seleção. Mesmo em um jogo não-oficial, havia um batalhão de repórteres. Sei que os amistosos são o que há para a cobertura do Brasil até a Copa, mas mesmo assim é incrível. Lembro de ficar surpreso na Copa do Mundo de 1998 (na França) com os brasileiros. Tinha gente transmitindo o treino ao vivo, que é algo que nunca se faz na França.
Da cidade, infelizmente vimos muito pouco. Saímos do hotel do Brasil, comemos rapidamente e enfrentamos um engarrafamento até chegar ao Estádio Olímpico e ter condições de acompanhar o treino da França. Passamos pelo Mercado Público, que me pareceu muito simpático. Dá a impressão que é naquela região que está a vida da cidade. É esse tipo de lugar que eu gosto de visitar e não os locais que são todos preparados para os turistas. Pela falta de tempo, ainda não conseguimos fazer uma refeição típica, com mais calma. Gostei de comer o pão de queijo, mas foi no hotel, não era tão bom quanto o que havia comido no Rio de Janeiro em outra viagem. Tenho a impressão que, comprando em algum lugar na rua, vai ser melhor. Lembro daquelas bancas no Rio em que você compra um lanche e um suco de fruta feito na hora. Essa é uma grande memória que tenho do Brasil.













