O hiperreal nublado O amor mundano das causas nobres Intercedendo por grande deuses do verão Talhados por estímulos farmacológicos Reivindique a queda da pena Pousando suavemente em teus ombros Como o temível ato de violência Afinal onde já vira, a ave suja escarnear seu rei? O rito murmúrio, Mal morado em segundas-feiras Infiéis aos seus marca-passos Traiçoeiros em essência na língua A comunhão e o eu condensadas Em criação à um novo cabideiro Estereotipado em confabulações Olhem que surge no horizonte, o novo deus terno de sarja Meu nome improvável Meu simbolo em tua pele Meu algorismo a primazia Meus algozes e juízes antes do radical livre Simulações são ventres férteis: Aos espelhos fantasmas A espera do duplo território A espreita da propriedade A substância barro é byte É moeda de troca É a mãe dos grunhidos É vertigem dos ignorantes O viver à toa é mortífero Como pôde não escolher tua aptidão? Empresto-te meu coach prestação de contas Empunhando balanças e adagas, ele dirá vossa sentença...
Martírio/Mortífero - Pierrot Ruivo












