Casa antiga no bairro de Vila Augusta, Guarulhos
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Casa antiga no bairro de Vila Augusta, Guarulhos
777 in the Golden Hour at SBGR
30 Anos da Morte dos Mamonas Assassinas: Quem Serve a Mammon Paga o Preço
Hoje, 2 de março de 2026, completam-se exatos 30 anos do dia em que o Learjet 25D prefixo PT-LSD, fretado pela Madri Táxi Aéreo, se espatifou contra a Serra da Cantareira, matando todos a bordo: os cinco Mamonas Assassinas, o roadie Isaac Souto, o segurança Sérgio Porto, o piloto Jorge Luiz Germano Martins e o copiloto Alberto Yoshiumi Takeda. Era o fim dos oito meses (1995-1996) em que a cultura brasileira afundou no niilismo mais vulgar e, sim, satânico.
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Nesta matéria, relembro os 30 anos da morte dos Mamonas Assassinas, ocorrida em 2 de março de 1996, e proponho uma leitura densa, controversa e assumidamente espiritual do fenômeno que cercou a ascensão meteórica e a queda trágica do grupo. Parto da interpretação de que o sucesso estrondoso da banda e o acidente aéreo que vitimou seus integrantes podem ser lidos à luz da figura de Mammon, mencionada no Evangelho de Mateus 6:24 como a personificação da riqueza e da avareza. A partir dessa chave simbólica, sustento a tese de que “quem serve a Mammon paga o preço”, sugerindo que a trajetória do grupo foi marcada por um pacto implícito com forças espirituais associadas ao materialismo e ao deboche religioso.
Retomo a mudança de nome da banda — de Utopia para Mamonas Assassinas — como um gesto carregado de simbolismo. Interpreto essa troca como uma espécie de “confissão invertida”, na qual o termo “assassinas de Mammon” ocultaria, paradoxalmente, uma submissão à lógica que o próprio nome evoca. Nesse contexto, analiso também as leituras sobre supostas mensagens subliminares e práticas de backmasking, inclusive na faixa “1406”, que alguns interpretam como contendo alusões satânicas quando reproduzida ao contrário. Ainda que tais interpretações não encontrem comprovação técnica, considero relevante registrá-las como parte do imaginário que se consolidou em torno da banda e de sua estética irreverente.
Insiro o fenômeno no cenário do Brasil pós-Plano Real, marcado pela estabilização da moeda, pela ampliação do consumo entre as classes C, D e E e pela explosão de produtos culturais de apelo massivo. Entendo que o humor escrachado, o niilismo e a ridicularização de valores tradicionais presentes nas letras dialogavam com um espírito de época que misturava euforia econômica, irreverência juvenil e crescente secularização. Nesse ambiente, o sucesso da banda me pareceu vertiginoso e quase inexplicável, reforçando a percepção de que algo extraordinário — para além do talento e do timing cultural — impulsionou sua projeção nacional.
Exploro também elementos de ocultismo e cultura pop, mencionando as paródias de Star Trek associadas a Júlio Rasec e traçando paralelos especulativos com o universo criado por Gene Roddenberry. Considero ainda relatos de premonições atribuídas aos próprios integrantes e comparações com mortes trágicas de outros astros do rock, que alimentam a hipótese de “cobranças” espirituais ligadas à fama súbita e a supostos pactos simbólicos com forças obscuras — uma narrativa recorrente na mitologia do entretenimento.
Recordo também o impacto da circulação precoce e crua das imagens do acidente aéreo, que se espalharam por redes de internet discada e sistemas de BBS ainda embrionários em 1996. Para mim, aquela difusão marcou um ponto de inflexão na cultura digital brasileira, inaugurando um padrão de voyeurismo mórbido que se tornaria cada vez mais comum nas décadas seguintes. A tragédia foi humana, mas também midiática, transformando o luto coletivo em espetáculo.
Avanço até episódios recentes, como acontecimentos considerados estranhos durante as filmagens da série biográfica O Impossível Não Existe, em 2023. Relatos de tempestades seletivas, oscilações de luz e sensações de mal-estar entre membros da produção são, a meu ver, elementos que reforçam a hipótese de uma “presença” espiritual associada ao legado da banda, como se a história dos Mamonas extrapolasse os limites do entretenimento.
Encerrando a reflexão, assumo um tom de advertência moral. Critico a idolatria de celebridades, o sensacionalismo midiático e o que identifico como uma agenda cultural niilista, recorrendo novamente às referências bíblicas para sustentar a ideia de que o culto ao dinheiro e à fama cobra seu preço. O sofrimento prolongado de familiares e sobreviventes, como Valéria e Mirella, permanece, para mim, como a dimensão mais concreta e dolorosa de uma tragédia que não se encerrou no impacto da queda. Assim, conecto música pop, história cultural brasileira, espiritualidade e teoria conspiratória em uma reflexão pessoal que sustenta minha tese central: a de que a banda — e, simbolicamente, a sociedade que a consumiu com voracidade — experimentou as consequências de flertar com forças representadas por Mammon, numa parábola contemporânea sobre sucesso, deboche e cobrança espiritual.
Quando trabalhei na extinta Eletropaulo, na nossa base em Guarulhos, havia uma cozinha equipada alí. Nossa geladeira tinha um freezer potente. Tínhamos comprado um pote de sorvete de morango, só que ele congelou tanto, que botei o pote no microondas por 20 segundos só prá ele amolecer um pouco para que eu pudesse pegar com a colher e pôr em um copo de extrato de tomate. Fui no banheiro. Quando voltei o pote ainda estava rodando dentro do microondas. Abri e vi que metade do sorvete tinha virado fumaça e a outra metade virou sopa.
É que algum infeliz apertou "+10 minutos" e sumiu...
🤦
Pensa em alguém que merece uma medalha. Moradora resgata cachorro com caixa de papelão no condomínio Santa Monica, no bairro Água Chata, em Guarulhos.
Um cachorro preso em uma janela no último andar de um dos prédios.
Uma moradora agiu rapidamente e, com uma caixa de papelão, conseguiu resgatar o animal.
Hoje é comemorado o dia da sobremesa. Especial para quem gosta de saborear os mais variados tipos de doces, como bombons, cremes, bolos, sorvetes e muito mais. Que tal preparar um receita doce deliciosa e partilhar com sua família e amigos? Não esqueça que a Liga possui os produtos que necessita. Aqui na Liga tem!