"HOW DID I GET HERE?" TIMEOUT
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"HOW DID I GET HERE?" TIMEOUT
Favourite tweet to come out of this 😭😭
🫠
𝐷𝑜𝑛'𝑡 𝑚𝑜𝑎𝑛, 𝑏𝑎𝑏𝑦. 𝑠ℎ𝑒'𝑠 𝑖𝑛 𝑡ℎ𝑒 𝑛𝑒𝑥𝑡 𝑟𝑜𝑜𝑚. ✧ | 𝑜𝑛𝑒 𝑠𝘩𝑜𝑡 𝑙.𝑠
Com o casamento desmoronando após tentativas frustradas de construir uma família, Louis no meio da sua própria solidão encontra conforto justamente onde não deveria: em Harry, a irmã mais nova de sua esposa.
hinter • louis: 29 | harry: 19
• Eu acabei não revisando ela então se tiver qualquer erro me perdoem. Conforme eu for lendo ela e achar algum erro irei corrigindo.
•
Antes de entrar no apartamento, Harry imaginava encontrar o silêncio de sempre.
Não era incomum passar a noite ali. O apartamento de Lilian e Louis ficava mais próximo dos compromissos que ela tinha em alguns dias da semana, então o casal insistia para que ela ficasse. Já fazia parte da rotina, mas naquele dia o clima estava diferente.
Antes mesmo de se aproximar da porta e colocar a chave na fechadura as vozes atravessavam a parede.
Não era uma conversa alta. Era uma discussão.
Harry congelou por um instante, escutando pela primeira vez o tom alterado de Louis e, logo em seguida, a voz trêmula de Lilian. Nunca os tinha ouvido daquela forma. Sem querer, acabou escutando.
Havia meses que Lilian carregava a frustração das tentativas de engravidar. O desejo de construir uma família, antes com tanta esperança, havia se transformado em uma obsessão. Tudo era planejado: Desde as datas, ciclos, cada detalhe calculado. A intimidade dos dois deixou de ser sincera para seguir um roteiro.
Louis tentou compreender durante muito tempo. Sabia o quanto aquilo significava para a esposa e fez o possível para acompanhá-la. Porém, aos poucos, a sensação de estar apenas cumprindo uma obrigação começou a consumir a relação, desgastando completamente os dois. Naquela noite, a paciência chegou ao fim.
— Eu sinto falta de antes — a voz dele jorrou frustração. — Tudo precisa ser devagar, planejado, minimamente calculado… “Louis, mais lento”, “não diga essas coisas”, “vamos fazer do jeito tradicional”. Parece que eu nem posso meter em você sem seguir um manual.
As palavras atingiram Lilian como um golpe. Ela permaneceu alguns segundos em silêncio antes de responder, já tomada pela mágoa.
— Então a culpa é minha? Talvez você simplesmente não seja capaz de me dar um filho.
Louis riu debochado, não havia humor algum no riso e nem naquele ambiente.
— Ou talvez o problema seja você, não eu.
O silêncio que veio depois pareceu ainda mais pesado. Num impulso, Louis atravessou a sala, pegando as chaves sobre o aparador e abriu a porta com tudo disposto a respirar um pouco por que se continuasse ali iria dizer algo que definitivamente se arrependeria.
Só não esperava encontrar Harry parada do outro lado, imóvel, sem saber se fingia que acabou de chegar ou se admitia que tinha ouvido. Louis piscou rapidamente e passou de seu lado, sumindo ao virar no final do corredor.
•
O apartamento continuava silencioso. Já tinha passado horas desde que louis tinha sumido pelo corredor, harry tentava se esquecer das palavras que ouviu do lado de fora da porta. A cozinha ainda guardava alguns utensílios do café da tarde, então ela começou por ali. Lavou a louça, organizou a bancada, passou um pano úmido sobre o mármore e abriu discretamente a janela para deixar o ar circular.
Depois preparou algo simples para o jantar. Refogou alho e cebola até que o aroma tomasse conta do ambiente, colocou uma panela de arroz no fogo e improvisou um molho leve para acompanhar o restante da carne que havia na geladeira. Separou um prato para Lilian, cobriu com papel-alumínio e deixou sobre o fogão caso ela resolvesse sair do quarto.
Mas ela nunca apareceu.
Desde que Louis bateu a porta horas antes, nenhum som havia escapado do corredor além do choro abafado que, aos poucos, também desapareceu.
Harry bateu delicadamente na porta uma única vez.
— Li… fiz comida, tá?
Silêncio.
Ela esperou alguns segundos. Outra vez, nenhuma resposta.
Não insistiu.
Sabia que a irmã precisava do próprio tempo.
Com tudo arrumado, foi para o banheiro.
Gostava de transformar o banho em um pequeno ritual, principalmente quando o dia parecia pesado demais.
A água quente relaxou seus ombros enquanto ela prendia os cabelos para trás. Primeiro veio o sabonete líquido de baunilha, cuja espuma cremosa deixava um perfume doce que permanecia na pele. Depois abriu um pote de esfoliante corporal. Os pequenos grãos massageavam os braços, as pernas e os ombros com delicadeza, retirando a sensação de cansaço que parecia grudada nela desde a tarde.
Enxaguou tudo lentamente.
Ao sair, passou um hidratante leve com a mesma fragrância, penteou os cabelos ainda úmidos e vestiu um conjunto de pijama curto de algodão claro: uma regata larga mostrando a lateral de seus seios redondinhos e um pequeno short confortável.
Não havia pensado muito na roupa, apenas queria ficar confortável.
Na cozinha, colocou água para ferver e escolheu um sachê de camomila com mel. Enquanto o vapor subia da caneca, pegou o livro que estava lendo havia algumas semanas e caminhou até a sala.
As luzes principais permaneceram apagadas.
Apenas os pequenos pendentes sobre a bancada da cozinha e uma luminária próxima à estante iluminavam o ambiente com um tom amarelado e suave, lembrando o brilho da lua filtrado por uma janela.
Na televisão, um programa qualquer passava em volume baixo, Harry nem prestava atenção. Sentou no canto do sofá, puxou uma manta fina apenas sobre as pernas por costume, apoiou a caneca na mesa de centro e focou na leitura, era sua terapia diária ler o seu livro favorito. No relógio já apontava 2h da manhã.
O apartamento finalmente parecia em paz, até ouvir o barulho da fechadura. O clique metálico rompeu o silêncio.
Harry levantou os olhos devagar.
A porta se abriu e uma silhueta alta surgiu contra a luz do corredor.
Louis.
Ele entrou fechando a porta atrás de si com mais cuidado do que o normal, mas seus movimentos denunciavam o cansaço. Caminhava lentamente, os passos um pouco instáveis, claramente ele tinha bebido.
Os dois se encararam por alguns segundos.
Harry abriu um sorriso pequeno, quase automático.
— Boa noite…
Louis apenas concordou com a cabeça.
Foi então que Harry se ligou na própria roupa.
O short terminava alguns centímetros da sua virilha e a regata larga escorregava discretamente por um dos ombros, quase mostrando seus seios. Sem pensar, puxou a barra para baixo e ajeitou a postura, encolhendo-se um pouco no sofá, tomada por uma timidez inesperada.
Louis desviou o olhar para não perder o respeito. Aquela era a irmã de sua mulher, que convivia com eles, não podia fazer isso.
Mas, por um breve instante, seus olhos acabaram descendo involuntariamente até as pernas de Harry, lisas e iluminadas pela luz quente da sala, imaginando como seria aperta-las e morde-las.
Piscou imediatamente, como se tentasse afastar o pensamento antes mesmo que ele existisse. Deixou as chaves sobre a pequena mesa ao lado da porta.
Louis respirou fundo e caminhou até o sofá. Sentou-se ao lado de Harry, deixando uma distância respeitosa entre os dois.
Nenhum deles falou.
Harry virou mais uma página do livro, apenas para disfarçar o silêncio desconfortável.
Foi Louis quem rompeu o silêncio.
— Como ela esta?
— Ela não saiu do quarto desde que você saiu.
Ele concordou com a cabeça levemente, suspirando e passando a mão rapidamente no rosto.
— Você escutou tudo. — A voz saiu rouca, baixa, Cansada.
Harry fechou o livro lentamente e o apoiou no colo.
— Desculpa, não foi minha intenção. Estava chegando e de repente vocês estavam gritando, não quis ser invasiva pois a casa é de vocês.
Louis deu uma risada sem humor.
— Não seria invasiva, a minha relação com sua irmã está assim faz meses. Uma hora iria estourar.
Harry não respondeu.
Louis passou as duas mãos pelo rosto, esfregando os olhos avermelhados.
— Eu bebi porque porque não consegui voltar pra casa depois daquilo. Fiquei andando sem rumo, entrei num bar, depois em outro, nem sei por que resolvi voltar.
Respirou profundamente, Harry apenas o olhava sem proferir uma palavra.
— Não sinto remorso do que falei, sempre tentei entendê-la e ser o mais respeitoso possível com o sonho dela mas também tenho minhas necessidades. – louis falou sem hesitar, em seu estado normal nunca desabafaria ou falaria desses assuntos com Harry mas estava meio alcoolizado e não tinha com quem conversar. Harry era a única pessoa disponível no momento que podia o entender.
Quando proferiu a última frase seus olhos desceram lentamente para o busto de harry, as pintinhas espalhadas enquanto via os biquinhos do peito marcando na regata.
Foda-se tudo!
— Amo ela, é minha esposa. Mas faz tanto tempo que eu não sinto que ela olha pra mim como marido… não me sinto mais desejado, parece que eu virei uma tentativa. Um meio para alcançar alguma coisa sei lá.
Ele engoliu em seco.
Harry abaixou os olhos por um instante.
Não sabia o que responder. Sempre sentiu um certo desejo escondido por Louis, desde quando sua irmã apresentou ele para toda sua família. Se louis soubesse o quanto era desejado por ela, nunca falaria isso.
— E o pior é que eu me sinto um monstro por pensar assim. Porque ela tá sofrendo e eu me sinto um babaca por ficar frustrado sexualmente em um momento desse.
A voz começou a falhar.
Harry apoiou cuidadosamente a caneca e o livro sobre a mesa de centro e virou um pouco o corpo na direção dele, colocando delicadamente a mão em cima da coxa de louis que estava do seu lado.
Deus a perdoe por isso e talvez ela se arrependa mais tarde, mas ver Louis frágil daquela forma fez ela ficar com uma vontade de realizar todos os desejos dele. Não era idiota, tinha notado os olhares em seu corpo e se ela podia aproveitar aquele momento de fragilidade dele para ter o que queria, ela faria.
— Você não é um babaca Louis, muito menos um monstro. Vocês são casados oficialmente a pouco tempo, não deveria ter caído na rotina dessa forma. Não precisa se sentir assim, homens tem vontade de se sentir desejados. – sorrio doce, mordendo os lábios suavemente. — Você é muito bonito, não deveria pensar assim.
Louis desviou os olhos quase imediatamente, como se tivesse sido pego fazendo alguma coisa que não deveria. Um sorriso pequeno apareceu no canto de sua boca, involuntário, enquanto sentia o rosto aquecer.
Era ridículo.
Tinha ouvido elogios a vida inteira. Ele já tinha transado com muitas mulheres antes de conhecer Lilian, nunca duvidou da sua beleza e charme natural, porém anos dentro de um namoro e agora um casamento totalmente fracassado começou a afetar até mesmo sua autoestima.
— Bonito, é? — os olhos de Louis encontraram a mão dela subindo para seu pau, mordendo os lábios e encarando os verdes esmeraldas que brilhavam para sí — Você não devia falar essas coisas.
Harry ergueu uma sobrancelha, claramente divertida com a reação.
— Por quê?
Louis lançou um olhar rápido para o corredor, depois voltou a encará-lo. Havia uma tensão em seu rosto mas harry tinha certeza que mais um pouco e ele resistia, por isso não desistiu.
— Porque Lilian está lá dentro e pode nos ver desse jeito, com você acariciando meu pau.
— E daí? Vai dizer que não está gostando de me ver quase ajoelhando para te chupar gostoso?
Louis soltou uma risada baixa e aproximou-se um pouco.
— Está com tanta vontade assim? — Louis inclinou a cabeça, os olhos percorrendo o rosto dela antes de voltar aos seus.
— Sim… você é tão gostoso. Se fosse meu marido nunca ousaria deixar você pensar assim de si mesmo, eu deixaria você fazer o que quisesse comigo, a hora que quisesse. — ela gemeu um pouquinho ao final, pegando a alcinha da regata e abaixando, seus seios durinhos e pontudos ficando a mostra.
Louis tentou mas não se aguentou, ele sabia que era errado, mas estava em um momento tão frágil e ter uma menina doce, encantadora e novinha praticamente se exibindo e se amostrando não ajudava sua situação. Quando percebeu seu pau sensível estava completamente duro só de olhar para os peitinhos cheinhos e vermelhinhos dela.
Olhar para cima e se deparar com os verdes esmeraldas pegando fogo olhando para si fez um lampejo tocar em sua mente, as mãos grossas abruptamente agarraram a mão delicada que estava acariciando deliciosamente seu pau grosso.
— Harry isso é errado, melhor pararmos antes de fazer algo que definitivamente vamos nos arrepender. — louis chiou, tentando manter a calma e não cometer nenhuma loucura. Trocar flertes com ela já tinha sido loucura demais.
Harry sorriu, franzindo a sobrancelha como uma putinha sonsa e mordendo os lábios carnudinhos, como se tirasse sarro com a cara dele.
— Diga por você, eu não me arrependeria de nada e tenho certeza que você também não. — a cacheada aproveitou o deslize de louis para rapidamente subir em seu colo, apoiando as mãos no ombro enrijecido, ainda sem colocar seu peso completamente no quadril do mais velho.
— Harry por favor, não faz isso… — louis fechou os olhos, tentando redobrar a consciência apoiando as mãos no quadril largo tentando retirá-la de cima de si, mas quando sentiu a textura da pele só pode apertar com força, se arrepiando ao sentir o gemidinho baixo perto do seu rosto. — Harry eu te imploro, para por favor!
— Não se preocupe, Bebê. — ela disse lentamente, deslizando o nariz pelo maxilar barbado, esfregando a língua na orelha com uma argola de louis, sussurrando baixinho na sua orelha. — Se quiser não precisa fazer nada se isso for melhorar sua consciência, eu posso sentar nesse pau gostoso e cuidar de você como você gosta, posso me abrir todinha de quatro e você meter da forma que tanto quer, não me importo, contando que você goze tudo dentro de mim.
Louis apertou os olhos com força quando sentiu a xota quente se assentar em seu pau, se encaixou tão bem, ele apertou com força o quadril de harry quando ela começou a se esfregar e a gemer como uma cadelinha no cio. Isso para quem não tinha uma adrenalina no sexo a tanto tempo, era tudo!
— Porra harry
— Isso Lou, geme gostoso para mim. — aumentou a velocidade da sua esfregada vendo o momento que louis pegou sua regatinha e a retirou de seu corpo, gemendo rouco ao admirar os peitinhos pulando quando aumentava a fricção. — Tira seu pau para fora, tira h-mm
Louis já estava na merda, isso já era considerado uma traição. Se era para se ferrar em sua consciência após tudo isso, que valha a pena, então ele não pensou muito em abrir o zíper da calça e puxar seu pau grosso e inchado da cueca, vendo harry convida-lo ao puxar o shortinho de lado mostrando totalmente a xota lisinha e molhadinha.
O gemido que harry soltou ao sentir a cabeça gorda esmurrar deliciosamente seu clítoris fez louis pular do sofá, tampando com tudo sua boca, o medo novamente voltando a percorrer seu corpo.
— Ta louca caralho? não faz barulho.
— Que delícia Lou, me desculpa. — Harry disse abafada. Ainda com a boca meio tampada continuou esfregando para frente e para trás sua xota no comprimento grosso, sua mão se fechou no pulso tatuado que estava tampando sua boca apertando ali com força e gemendo no exato momento em que louis cerrou os olhos, abrindo a boca para gemer mas nenhum som saiu de lá. — Que sorte a minha de poder sentir esse pau gostoso, se eu fosse sua mulher seria seu brinquedinho, deixaria você meter quantas vezes quisesse essa rola gostosa em mim, na minha buceta e no cuzinho também.
Ao escutar aquilo não teve mais diálogo, Louis teve que tampar completamente a boca da cacheada quando sentiu os olhos dela revirarem, os seus revirando também ao sentir o repuxar dos lábios da buceta se contraindo na sua rola completamente babada. Sentir aquela adrenalina depois de tanto tempo o fez se sentir vivo novamente. Ele não se aguentou e puxou a nuca da cacheada, juntando seus lábios, a língua molhada se esfregando completamente na outra, às vezes se desencontrando quando a mais nova acelerava a fricção da sua xotinha vermelha no pau grosso, lambuzando tudo com sua lubrificação.
Louis não ia aguentar muito tempo, ele era bem dotado quando era mais novo, nenhuma mulher que saíra com ele reclamou de seu desempenho mas passar esses anos trepando com lilian da maneira que trepava, gozando em 5 minutos pois era o tempo que ela achava necessário, tendo que viver a base de punhetas todos os dias. Ver harry em cima de si com aquele corpo perfeito, toda gostosinha e entregue para si era a maior estimulação da sua vida.
— Harry sai de cima, para agora por favor — Louis ordenou, apertando o quadril largo com força a fazendo chiar de dor e parar com os movimentos.
— Lou o que foi? tava tão gostoso, você não está gostando? — a mais nova fez um biquinho temendo que ele levanta-se e a larga-se daquela maneira sozinha.
— Não, não é isso você é perfeita. — ele suspirou baixinho, escutou harry rindo baixinho enquanto voltava a se movimentar devagarinho, ficando envergonhado em ter que falar que estava quase gozando apenas com uma esfregada. — É que esses estímulos para mim é muito, não vou conseguir me controlar por muito tempo.
— Não tem problema lou, se você quiser pode meter em mim. Não precisamos fazer todas as preliminares, eu já tô molhadinha para você.
— Porra, tira o short e senta em mim então
Harry obedeceu prontamente, levantando e deslizando o shortinho pelas suas pernas, sentindo o olhar de luxúria de louis em sí, voltando a sentar em cima do moreno com delicadeza.
Ela não estava acreditando que isso realmente estava acontecendo, esperou por tantos anos, se lembra quando Lilian levou Louis pela primeira vez para conhecer sua família, harry tinha apenas 15 anos e ficou sem fôlego por que ele era completamente o homem dos sonhos dela, eles se encararam e louis foi tão fofo, simpático e respeitoso como sempre, e ela secretamente guardou esse crush pelo namorado da sua irmã a sete chaves. Mas conforme foi envelhecendo não conseguia disfarçar muito seus olhares no tatuado, ainda mais quando louis começou a ficar mais velho, mais maduro, mais experiente, era impossível se controlar quando chegava a noite e ela se esfregava nos travesseiros vendo as fotos de Louis na fraternidade.
Amava sua irmã mas não podia negar que Lílian não sabia a sorte que tinha em ter Louis como marido, aonde ele passava chamava atenção e Lilian não tinha toda essa beleza como achava. Essa beleza quem sempre teve foi Harry, ela quem era paquerada quando saiam juntas, ela que era elogiado sempre por sua beleza angelical e seus olhos verdes faiscantes. Harry nunca foi uma menina invejosa e competitiva, mas sua irmã sempre teve a única coisa que ela quis na vida e nunca deu o devido valor, nunca soube tratá-lo como merecia e essa era a chance de mostrar a Louis que ela era capaz de satisfazer e fazê-lo feliz como sua irmã nunca teve a capacidade.
Olhando para Louis ela pode ver a franja grudada na testa devido ao suor, a cabeça gorda do pau estava quase arrocheada, ele estava necessitando de carinho e harry sempre estaria disposta a fazer tudo o que ele precisava, então, apoiando uma mão no ombro forte e a outra segurando o pau pesado ela bateu a cabecinha na sua xota, gemendo baixinho com a sensação antes de enfiar lentamente a glande no seu buraco encharcado.
— Harry sem camisinha não… — o moreno tentou usar o resto de dignidade que poderia sobrar, transar com a irmã mais nova da sua mulher já era errado, mas sem camisinha piorava sua consciência mas Harry colocou a mão na sua boca sussurrando um “shi” , olhando no fundo dos seus olhos quando desceu com cuidado na sua rola sensível.
Depois daquela sentada o moreno não teria mais forças para impedir nada, ele simplesmente apertou os olhos e gemeu rouco, relaxando os braços no sofá e deixando harry fazer o que bem entendesse com seu corpo. O aperto macio no seu pau inchado fez ele ver estrelas ao revirar os olhos fortemente, o corpo todo arrepiado, perdendo qualquer linha de raciocínio que ele ainda tinha. Ele não queria ser escroto a ponto de comparar a sua mulher com a irmã mais nova, mas naquele sentido era impossível não passar pela sua cabeça. Harry era tão nova, macia, delicada, linda, apertada e gostosa, ele não sentia um aperto no seu pau a tanto tempo que quando a cacheada começou a subir e descer lentamente ele cerrou os dentes, grunhindo agoniado e apertando os punhos.
— Ta gostoso? — ele ouviu o sussurro no seu ouvido, acenando freneticamente com a cabeça enquanto levava as mãos na bunda cheinha e macia, apertando e acariciando enquanto sentia as reboladas lentas da mais nova em sí. Ela parecia uma gatinha manhosa gemendo dengosa e esfregando os bicos do peito na sua blusa, isso acendeu um tesão tão grande nele pois era delicioso ver ela toda peladinha enquanto ele estava completamente vestido, apenas com o pau para fora. — Que delícia Lou, eu vou continuar devargazinho por que sei que você vai vir rápido caso eu aumente o ritmo, tá?
— Sim, sim faz o que você quiser só continua. — O tatuado gemeu novamente quando ela sentou em todo o comprimento com dificuldade, notando ela gemer um pouco com a dor, mas logo passando quando rebolou o quadril em círculos, a bunda redondinha roçando nas bolas inchadas, aquilo estava enlouquecendo sua cabeça. — Porra você faz tão bem.
— Sim, eu faço tudo para te fazer bem. Qualquer coisa — ela beijou o maxilar, a boca, entrelaçando novamente suas línguas deliciosamente, puxando e lambendo o lábio inferior do mais velho, sentindo um tapa na sua bunda e sorrindo com isso enquanto começou a subir e descer mais rápido. — Isso, me mostra como você é de verdade, bate mais, eu adoro levar tapa.
— Sua cachorra — Louis não se segurou quando puxou um punhado de cabelo da nuca dela e acertou um tapa forte na cara delicada, vendo a região ficar vermelha e a cacheada gemer estrangulada. Desceu o olhar para os peitinhos empinados, o quadril dela estremecendo toda vez que ela descia com força, levantando um pouco o torso do encosto do sofá ele passou a língua molhada no biquinho duro, sentindo a buceta se contrair no seu pau, sorriu de lado quando a mais nova se ajeitou e empinou mais a bunda, entregando de bandeja os peitinhos na sua cara.
Ele colocou o seio direito na sua boca, sugando calmamente e esfregando a língua sempre no biquinho dentro da sua boca, gemendo para dentro quando a cacheada começou a quicar com força na sua rola, o barulho molhado da lubrificação sendo alto o suficiente para qualquer um que tivesse acordado escutasse, suas bolas estavam completamente molhadas com o líquido pegajoso.
— Caralho que pau gostoso, eu tô tentando ser silenciosa para sua mulher não escutar mas tá difícil, tá deslizando tanto. — harry gemeu dengosa, as mãos grandes apertarem seus peitos que era o seu lugar mais sensível, ela enrijeceu a postura mantendo somente o movimento do seu quadril que quicava com precisão na rola grossa alargando completamente seu buraco intocado, sabia que sentiria dor quando acabasse mas não ligava, ela queria sentir tudo isso pois sabia que era a única coisa que teria. — Como ela não sente nada com você metendo? Só de sentir você entrando me dá vontade de gozar gostoso.
— Não fala assim dela…
— Eu falo sim, ela não cuida do meu amor direito, não senta nesse pau gostoso como ele merece, deixa ele se sentir como qualquer um, como se ele não fosse tudo. — harry gemeu chorosa, engolindo a saliva e olhando no fundo dos olhos azuis, que o olhavam de uma maneira tão profunda. Isso fez ela mudar de posição, plantando os pés no sofá, ficando completamente aberta para ele enquanto quicava com força.
O tatuado estava completamente despojado no sofá, as pernas abertas dando o acesso necessário para a morena quicar sem dificuldade nenhuma. Ele não ia aguentar muito, ainda mais quando olhou para frente e viu harry levando os braços para trás e apoiando as mãos no seu joelho por trás, aumentando o ritmo.
Naquela posição louis pode ver tudo, o buraco completamente molhado deslizando facilmente, sua rola brilhava com a lubrificação e nas suas bolas tinha uma poça pegajosa. Ele levantou as mãos tatuadas nos peitos que estavam vermelhos, puxando os biquinhos durinhos, abrindo a boca para gemer quando Harry aumentou o ritmo da sentada, os estalos das peles se chocando sendo extremamente alto mas estava com tanto tesão que esse detalhe nem o preocupou. Suas mãos desceram até o clítoris avermelhado, massageando devagar o grelhinho inchado e vendo a reação da mais nova, sorrindo quando ela jogou a cabeça para trás para gemer se engasgando com a própria saliva.
Harry perdeu completamente o ritmo, gemendo alto sem querer e tremendo totalmente seu corpo, quicando e rebolando o mais rápido que podia. Ela não queria que aquilo acabasse, mesmo eles estando tão conectados e em sintonia, ainda sim Louis era marido de sua irmã e ela continuaria sendo somente uma menina apaixonada e tonta que estava o dando o prazer que ele precisava naquela noite. Só de pensar nisso motivo lágrimas caíram de seus olhos, se sentindo totalmente vulnerável naquele momento. Ela se debruçou em louis e o abraçou, escondendo o rosto no pescoço do mesmo para esconder as lágrimas que saíram em seus olhos, mas não foi rápida o suficiente.
— Hazz o que foi? — louis perguntou preocupado, tinha medo de harry ter se arrependido antes mesmo de terem acabado, tentou puxar o rosto dela para encara-la e tranquilizar a situação mas a garota firmou mais o aperto em seu pescoço. Então ele pegou e inverteu as posições, deitando o corpo dela delicadamente no sofá e ficando por cima, tendo a visão do rosto vermelho e os olhos verdes totalmente molhados.Seu coração apertou. — O que aconteceu? Me desculpa.
— Não lou — a mais nova negou rapidamente. — Você não fez nada, foi tudo incrível, eu que não consegui controlar minhas emoções.
— Como assim emoções? — Louis suspeitava do que seria mas queria ouvir isso da boca dela. Seu pau estava como uma pedra mas ele tentou ignorar e dar atenção ao que a mais nova estava falando.
— Eu gosto de você, gosto tanto e eu sei que isso é errado mas não consigo controlar. — ela evitou olhar nos olhos dele envergonhada com a situação. — Pensei que se ficássemos juntos dessa forma me faria bem e depois seguiríamos em frente mas fico mal de pensar que isso será a única coisa que terei de você. Apenas uma foda por uma noite.
Louis negou com a cabeça, ficando mal por ver a cacheada triste daquela maneira. Se aproximou do rosto dela, beijando a bochecha da mesma e depois os lábios.
— Olha para mim. — o coração do mais velho bombeou mais rápido, quase pulando para fora do seu peito quando os olhos verdes fixaram no seu daquele jeitinho doce e manhoso. — Não sei o que vai acontecer daqui para frente depois dessa noite, não posso te prometer nada mas saiba que nunca viraria a cara para você ou te usaria dessa forma. Nunca.
Harry gemeu manhosa, se sentindo adorada com o olhar de Louis em sí daquela forma, abrindo as pernas completamente e encaixando a glande novamente na sua xota, gemendo gostoso quando deslizou tão fácil.
— Faz o que quiser comigo, eu sou sua hoje. Hoje e sempre. — a mais nova foi sincera, já estavam ali fazendo tudo aquilo, expressar seus sentimentos ocultos não faria diferença.
E isso mexeu com Louis de uma maneira que ele não soube explicar, vendo ela embaixo de si completamente vulnerável, entregue de corpo e alma. Ele se sentiu no dever de cuidar dela, um sentimento de possessão que ele nunca sentiu antes. Meteu forte naquele buraco encharcado, apoiando a mão tatuada na coxa branquinha e abrindo mais para facilitar o movimento, vendo os peitos pulando na sua cara e a mão da mais nova esfregando rapidamente o clítoris.
Aquele aperto gostoso na sua pica fez ele aumentar a força das estocadas, gemendo sôfrego pois se sentia tão perto mas não queria gozar antes de fazer harry gozar. Sabia que o pescoço era o ponto fraco da garota então não se conteve ao fechar a mão tatuada no pescoço macio, enforcando de leve, vendo a mais nova arregalar os olhos e gemer suplicando por mais, se engasgando com a própria saliva e lágrimas.
Quando sentiu aquela xota apertar forte seu cacete foi impossível de continuar metendo por estar tão estreito, ali ele soube que a garota estava gozando, apreciando como os peitos dela balançava pelos tremeliques que o corpo dava devido ao orgasmo, as pernas completamente abertas estendidas no ar, a boca estava completamente aberta com a língua para fora de tanto êxtase com o clímax, os olhos lindos revirados para trás enquanto esfregava furiosamente seu grelhinho com os quatro dedos, intensificando a sensação, molhando o pau inteiro.
Louis se afastou rapidamente, tirando seu pau do interior quente por pouco não gozando dentro pelo aperto do canal na sua glande inchada e harry se emburrou implorando para ele voltar, puxando seu quadril para tentar enfiar novamente.
— Hazz não vou gozar dentro.
— Enfia e só tira quando for gozar, por favor. Eu quero sentir mais dela.
Ela pediu tão dengosa que o mais velho não pode recusar, voltando a enfiar a cabeça gorda na buceta quente e metendo com força o suficiente para mover o sofá de lugar, as respirações descompassadas, o barulho de molhado toda vez que ele estocava com força. Mesmo fodendo naquela força a xotinha continuava apertada de uma forma que ele nunca foi acostumado. O tatuado gemeu cansado, seu corpo tremia, sentia sua pica arder louca querendo jorrar gozo naquela buceta quentinha.
Quando ele sentiu suas bolas inchadas repuxaram ele puxou seu pau para fora para gozar na coxa de harry mas a mesma fincou as unhas na sua bunda puxando com tudo para si novamente, arqueando o quadril e mexendo a buceta em um vai e vem enquanto sentia o gozo espirrar dentro de si, gemendo gostosa em ver Louis fechando os olhos e contorcendo o rosto. O prazer estampado nas expressões dele, o mesmo gemendo grosso com o repuxar que estava sentindo na glande, depositando todo seu peso no braço que ainda estava enforcando a mais nova, jogando a cabeça para trás e metendo fundo por ainda sentir gozo espirrando.
— Isso amor, goza gostoso dentro. Me dá seus bebês. — harry gemeu fraca, sorrindo ao sentir louis apoiar a testa no seu ombro, descansando a cabeça e controlando a respiração, beijando preguiçosamente o ombro dela no processo.
Quando a fumaça de luxúria passou, ele se ajeitou sentado no sofá, respirando fundo e colocando o pau um pouco melado dentro das calças novamente, olhou para o lado e harry continuava deitado com as pernas abertas, o buraco usado estava pulsando, expulsando o gozo que estava dentro. Admirando quando harry pegou o que tinha escorrido com os dedos e meteu dentro novamente, gemendo manhosa e sonolenta ao agarrar os peitos e apertar enquanto movimentava os dedos na sua buceta.
— Você quer dormir comigo hoje? Só por essa noite. — harry perguntou suavemente, olhando delicadamente para o tatuado. O mais velho sorriu, acenando com a cabeça e batendo na perna dela, se levantando, pegando as peças de roupa do chão rapidamente e em seguida passando a mão por baixo das dobras das pernas da mais nova, a carregando estilo noiva. Os dois sorrindo como dois idiotas enquanto o mais velho caminhava no corredor até o quarto de hóspedes.
Eles passaram a noite inteira juntos, se beijando, se abraçando, harry estava se sentindo realizada. Em algum momento louis sentiu seu pau no buraco apertado novamente e eles transaram o resto da noite. Ele comeu ela de quatro enquanto ela estava com a buceta completamente aberta para ele, com a cabeça depositada no travesseiro gemendo abafado e babando de tanto tesão. A mais nova só se sentiu satisfeita quando o tatuado gozou pela sétima vez na sua xotinha completamente alargada e inchada, pedindo dengosa para que louis não saísse de dentro de si, ficando de conchinha menor com aquele pau gostoso dentro de si armazenando todo o gozo quentinho no seu útero. E foi assim que ela dormiu.
Louis não demorou para adormecer, se concentrando no aperto que aquele buraco deixava na sua rola mesmo que tivesse sido usado a noite inteira e deixando para pensar somente no outro dia tudo o que aconteceu naquela noite, esperando que na manhã seguinte ele não acordasse com a culpa e remorso dominando seu corpo e coração.
I quite like that no one sees me like you see me
I heard antis saying Larries only exist in Louis' fandom, that they only pester Louis, they don't have the balls to do anything at Harry's shows...
the look.....
the leg knocking....
i cant with them. one of my fav gifs ever.






