"Haush Mi Pana (amigo)" . . . #bass #bass #bassist #basstheworld #funk #darkglass #m900 #flashbackx4 #haush #tribe #tribu . https://youtu.be/w6PpOBuBCbs

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[se intromete] mas não deixa de ser verdade que ele é um pocotó :v OSKAOSK
Foi tudo tão especial quanto imaginei e por isso, você pode não ser o melhor, mas com certeza será lembrado como único por ter me proporcionado o mundo em apenas uma hora e uns quebrados. 06, 09, 14. Já é amor, antes mesmo de ser.
06, 09, 14.
Eu não sabia o que era um ataque cardíaco até que ele resolveu me mostrar. Entrelaçou os dedos nos meus e deixou nossas mãos juntas sobre o meu colo, firmes. Se aproximou, e começou o que eu chamo de declaração-de-algo-que-já-não-cabe-mais-no-peito, porque eu senti o quão de dentro aquilo vinha. Veja bem, foi mais ou menos assim: Rapaz, eu não sei o que falar direito, porque você sabe, eu nunca senti isso assim por ninguém, ninguém mesmo. Aí ele riu. E eu também, sem tirar os olhos dele, enquanto ele abaixou a cabeça, suspirou e voltou pra mim. Ah, sem lembrar que se ataques cardíacos levam à morte, eu já tinha morrido e ressuscitado incontáveis vezes. Ele prosseguiu: Então, ah, você já sabe... Eu gosto de você. Dessa vez eu ri, mas ele não. Só apertou ainda mais minha mão. Sem tirar os olhos dele, eu disse: Eu também. E desviei o olhar do dele. É, que, é complicado quando o caso sou eu. Não dá pra transbordar-algo-no-peito e sustentar o olhar sério dele em cima de mim. Para o alívio de todos, havia uma mesa entre a gente que impedia qualquer movimento brusco. A gente ficou assim, se olhando por mais ou menos 5 minutos. Depois ele levantou e segurando minha mão, me fez levantar também. Andamos de mãos dadas até um local mais vazio e acho que ele achou que gostei de ataques cardíacos, mas ele está errado. Prestes a ter um novamente, ele se sentou do meu lado, não havia mesa entre a gente, não havia nada. Estávamos eu e ele, sentados, trocando olhares e sorrisos soltos, bobos, indesejáveis até. Ele colocou a mão no meu rosto e levantou o queixo como só ele sabe fazer. E eu, claro, mortinha já, senti a voz dele bem próxima do que chamo de ouvido, que ao invés de sussurro, me pareceu o grito mais alto dado naquela noite. Não, não chegamos aí ainda, cadê a calma? Por falar nisso, ele tinha de sobra. Começamos a conversar sobre relacionamento, e soube que ele teve inúmeras garotas passadas, enquanto eu, é melhor não comentar. Ele perguntou o que eu temia, mas não me deixou sem jeito pra responder, pelo contrário, nunca me senti tão à vontade. A gente conversou e conversou e conversou, até, que finalmente sozinhos, é, finalmente, ele se aproximou mais, mais, mais. Primeiro me abraçou, cheirou, e foi, e foi, e foi. Ah, eu acariciei as costas dele como nunca acariciei nada de nenhum outro cara. E bem perto, ele me olhou nos olhos e disse: Posso? Foi o último e o pior ataque da noite, de número 85, eu acho. Voltei pra casa de sorriso largo e mente nos altos, se me entende. A gente se beijou 3 vezes, sem contar o selinho mais carinhoso e doce, que foi a nossa despedida. Com mais um abraço, um cheiro, um deslize de mãos pelas costas de ambos os seres, e um aperto na cintura. Antes de meia noite eu estava em casa, rindo à toa, e lembrando de cada detalhe vivido aquela demorada e especial noite. O ruim foi a saudade, parece que eu vivi um ano em uma semana. Hoje vamos nos ver de novo, espero que tenha mais beijos, mais abraços, mais carinhos e mais sorrisos. Ah, e por favor, orem por mim, menos ataques cardíacos!
Tem que ser assim, amor.
hauz musick
Alles auf Anfang – Sozialpolitik als Kostenfaktor kommunaler Haushaltspolitik
Am 14. November 2012 trat der Jugendhilfeausschuss in Erfurt zusammen. Einer der Tagesordnungspunkte hatte es in sich. Die Stadt hat wiederholt ein Defizit im Haushalt und nun ist die Frage, wie dieses Loch gestopft werden soll. Schulsozialarbeit und der Jugendförderplan stehen zur Disposition. Es ist jedes Jahr dasselbe. Die Stadt hat kein Geld und da muss man eben schauen, wo es herkommen könnte. Was läge da näher, als die sogenannten "freiwilligen Leistungen" zu kürzen?
Freiwillige Leistungen? Was heißt das eigentlich? Ist Jugendarbeit freiwillig? Wie freiwillig kann soziale Arbeit sein, angesichts der großen Verwerfungen, die die heutigen Entwicklungen in Gesellschaft, Wirtschaft und Politik erzeugen? Jedes mal, wenn im Erfurter Stadthaushalt Geld fehlt, geht der begierige Spar-Blick zuerst in Richtung Soziales. Die Unterstützung des Mittagessens in den Kitas in Höhe von 0,50€ pro Mahlzeit, das Sozialticket für die EVAG und die Leistungen der Jugendarbeit stehen jedes Mal auf der Streichliste. Nur mit Mühe können Kürzungen verhindert werden. Dass Sozialpolitik aber mehr ist, als nur ein Kostenfaktor, ist leider nicht mehr als eine Polit-Phrase.
Woher kommen aber die ständigen Finanz-Löcher in den kommunalen Haushalten? Zum einen hat es in den vergangenen Jahren große Entlastungen für Unternehmen gegeben, die sich natürlich auch auf die Kommunalen Haushalte auswirken. Genannte seien hier nur stichpunktartig die Reform der Körperschaftssteuer und der Gewerbesteuer. Aber auch die Finanzen, die vom Land an die Kommunen gezahlt werden, gehen ständig zurück. Die nackten Zahlen weisen zwar für Erfurt höhere Zuweisungen aus. Allerdings hat die Stadt auch mehr Verpflichtungen für Leistungen zugewiesen bekommen. Die höheren Mittel reichen aber nicht, um die so höheren Ausgaben zu decken. So bekommt die Stadt zum Beispiel die Leistungen für Hartz-IV-Betroffenen nicht mehr pro Fall, sondern pauschal pro Einwohner. Diese Gelder sind aber unzureichend. Ebenso verhält es sich mit den Mitteln für die Grundsicherung im Alter.
Die Kommunen werden von Bund und dem Land ausgeblutet. Ihre Aufgaben wachsen dennoch ständig. Hier liegen die tieferen Probleme der kommunalen Finanzen.
Es spricht Bände, dass ein sozialdemokratischer Oberbürgermeister Andreas Bausewein kaum Widerstand leistet. Im Gegenteil! Er exekutiert die Anweisungen der Landesregierung. Für ein rot/rot/grünes-Projekt in Erfurt sind dies denkbar schlechte Voraussetzungen. Wo ist der Protest des Oberbürgermeisters gegen die Politik?
Stattdessen wird rituell die Kürzung der Leistungen im Sozialbereich auf die Tagesordnung gesetzt. Die Träger und Projekte, die bei jeder Gelegenheit als Zeugnis guter Politik vorgezeigt werden, sind immer die ersten, die in Unsicherheit leben und arbeiten müssen. Was kommt auf sie zu, wenn es keinen Haushalt in Erfurt gibt? Wie geht es mit den Beschäftigten weiter? Wie werden sich die Kürzungen und Unsicherheiten auf die Jugendhilfelandschaft auswirken?
Eine gute soziale Infrastruktur braucht Verlässlichkeit und Planbarkeit. Dazu sind tragfähige Finanzen genauso wichtig, wie ein Bewusstsein, dass soziale Leistungen eben nicht freiwillig sind. Das Grundgesetz spricht davon, dass Deutschland ein sozialer Rechtsstaat ist. Dazu bedarf es eben auch der entsprechenden Gelder. Dieses Sozialstaatsgebot ist bislang völlig hohl. Der kommunale Spielraum wird immer weiter eingeengt und die sozialen Wohltaten der Bundesregierung, beispielsweise das Bildungspaket, entpuppen sich bei Lichte betrachtet als Mogelpackung. Wurden 2011 aus den Mitteln des Bildungspakets zehn Schulsozialarbeiter eingestellt, sind diese mit dem neuen Abrechnungsverfahren des Bundesarbeitsministeriums nicht mehr finanzierbar. Die Kommunen, auch die Stadt Erfurt, bleiben auf dem Schaden sitzen. Sie sind die Gelackmeierten, denn ihnen geht die Puste und mithin das Geld aus.
#Matthias Bärwolff
Hinwies: Anläßlich der nächsten Stadtratssitzung findet am Mittwoch, 28. November 2012 ab 16:30 Uhr eine Protestkundgebung der freien Träger vor dem Rathaus statt.
Haush (Manekenk) indian - Patagonia, Tierra del fuego (1930)
Você tem que escolher entre o seu orgulho e a sua felicidade, os dois não ocupam o mesmo espaço.