O seu dia começou comum. Você seguiu a sua rotina de sempre. E no fim dele, já à noite, você chegou em casa, preparou algo para comer e se sentou no sofá da sala para devorar a refeição rápida. Mas foi depois que terminou, foi até a cozinha levar o prato, e voltou para a sala, que seu dia se transformou em algo completamente insano.
"Oi, S/N!" Uma voz masculina, e estranhamente alegre, veio da figura fantasiada que estava sentada confortavelmente no seu sofá, com os pés na mesa de centro. Era como se ele sempre tivesse estado ali. Como se fosse dono do lugar. Tinha acendido a lareira e colocado um vaso com rosas vermelhas na mesa lateral ao lado dele. O ser brincava casualmente com uma das rosas nas mãos.
Como ele sabe o seu nome?
"E-eu, eu-, vo-, q-quem é você?" Você ficou paralisada na frente dele. Percebendo que ele tinha vários tipos de armas, em várias espécies de coldres, espalhados no corpo dele.
"Eu me chamo Wade. Wade Wilson. Mas sou popularmente conhecido como Deadpool." Você só conseguiu ficar parada, encarando a máscara que de alguma forma estava emulando expressões faciais quase perfeitamente. Quase como se fosse um rosto mesmo. "E você é S/N. A S/N." Ele apontou a rosa para você. "A pessoa por quem todos se apaixonam perdidamente e fazem de tudo para conquistar. Que tem medo de trovões, gosta de ler, e já transou com praticamente todos os personagens da cultura pop." A resposta veio cheia de convicção.
Do que ele está falando???
"Você tá me confundindo-"
"Nah. Eu tenho certeza que tô no lugar certo." Ele apontou para a tv. "Você tava assistindo o seu filme favorito, não é?"
Você deu uma olhada rápida na cena pausada atrás de você. Como ele sabe disso?
"Você tava me stalkeando?" Sua voz saiu trêmula. O que está acontecendo?
"Não." Ele soou ofendido. "Só li muitas fanfics, e agora eu consegui estar em uma."
!!!!!!!!!!!!!!!!!
De repente, o corpo dele deu um espasmo, como se tivesse se assustado com um barulho alto, e ele olhou para cima. Você não viu nem ouviu nada.
"Ah..." Ele olhou de volta para você, vendo a sua expressão confusa e assustada. "A escritora disse que eu preciso de um enredo pra falar com você." Perecendo decepcionado, ele se levantou, o que te fez dar um passo para trás, pronta para correr. "Droga! Quem criou essas regras?" Ele reclamou.
!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ele deu outro pulo de susto.
"Tá bom. Eu já tô indo!" Ele se dirigiu ao teto, depois te olhou com o mais próximo de uma expressão triste que a máscara permitia, suspirando. "Eu não vou desistir de você. ... Na minha cabeça isso soou bem menos ameaçador." Ele afirmou, levantando as mãos com as palmas viradas na sua direção, em um gesto tranquilizador, depois andou até a janela mais próxima. "Até logo, meu amor!" Ele declarou, dramaticamente, e antes de pular para fora, ele se virou e fez um gesto obsceno com as mãos.
Quando viu que ele tinha ido embora, você correu para a fechar e trancar. Garantindo que todas as outras janelas e portas estivessem trancadas também. Quando terminou, você pegou o seu celular e discou um número.
"Alô, polícia..."
Como você vai explicar o que acabou de acontecer?!









