Faz tempo que eu não apareço por aqui, hein? Espero que gostem desse imagine bem fofinhooo
Contagem de palavras: 1,076
— Você realmente não vem? — O tom chateado do meu namorado soou pelo alto-falante do telefone, fazendo meu coração apertar ainda mais do que já estava.
— Meu amor, já expliquei… — Harry bufou do outro lado.
— E eu já disse que não ligo! Só queria que você viesse ver meu show. É tão difícil ter algum perto o bastante para que você vá.
— Eu sei, babe. Mas você sabe que muitas das suas fãs não apoiam o nosso relacionamento. Eu odiaria ser o motivo de algum desconforto.
— Você sabe que eu não ligo para essas coisas.
— Você liga sim. Você cuida de cada detalhe do show para que seja uma experiência inesquecível para quem vai. Tenta me entender, amor.
— Juro que estou tentando. Mas isso não quer dizer que eu não esteja chateado. — Seu tom de voz era melancólico, me deixando ainda mais culpada. A linha ficou em silêncio por alguns segundos, e eu pude ouvir alguém o chamando baixinho. — Eu preciso ir. Pelo menos te vejo amanhã?
— Claro que sim. Tenha um bom show. Amo você.
— Também te amo.
Era sempre assim, toda vez que Harry fazia um show aos redores de LA ele insistia que eu fosse, e eu sempre negava. Mesmo após pouco mais de um ano que nosso relacionamento chegou ao conhecimento do público os fãs de Harry ainda não estavam cem por cento acostumados comigo. Sempre que saía uma foto nossa, ou alguém nos via na rua era uma enxurrada de palavras horríveis que eu acabava lendo pelas redes sociais. Na maior parte do tempo eu deixava pra lá. Sempre soube que isso poderia acontecer, e tê-lo era motivo o suficiente para ignorar cada coisa ruim. Mas eu não me perdoaria se causasse algum alvoroço em um dos seus shows. Os poucos que havia presenciado haviam sido antes de nosso relacionamento vir a público, e mesmo assim assistia de trás do palco. Nunca tendo uma visão plena de como era o meu amor em cima do palco fazendo aquilo que ele nasceu para fazer.
Ponderei por mais alguns segundos o que devia fazer. Estava morrendo de vontade de ir, esquecer todo aquele medo idiota e ir até a arena para vê-lo.
Olhei para o relógio pendurado na parede, ainda faltava uma hora para o show, o que significava que Harry estaria se preparando.
Reuni toda a coragem em mim e enviei uma mensagem para sua assessoria, perguntando se havia uma forma de eu entrar sem que ele soubesse. Assim que recebi a resposta, decidi que precisava fazer algo para me desculpar com ele. Sabia que Harry sempre ficava chateado por não ir prestigiá-lo.
Não demorei mais do que dez minutos para escrever as letras na folha de cartolina. Enrolei o pequeno cartaz, troquei de roupas e chamei um carro de aplicativo.
O show já havia começado quando os seguranças me escoltaram para uma área não muito cheia. Tinha a visão plena de Harry no palco. Ele parecia preencher todo o ambiente, sempre sorrindo, dançando e cantando.
Em um certo momento ele começou a ler alguns cartazes, em sua maioria muito engraçados, arrancando risadas dos fãs.
— Vou pedir que ele olhe pra cá. — Denise, sua assistente avisou, e eu ergui a cartolina para que ficasse na frente do meu rosto. No telão ao meu lado pude ver a câmera focar nas letras que eu havia feito de forma apressada.
— "Você se parece muito com o amor da minha vida" — Ele leu no microfone, e então eu ergui um pouco mais o cartaz, deixando que ele me visse. O sorriso que havia em seu rosto se alastrou ainda mais, e uma gritaria ensurdecedora começou. — Que coincidência, você se parece muito com o amor da minha vida também. — Ele piscou um olho. Levei uma das mãos à boca, enviando um beijo no ar pra ele. Harry, fez um gesto teatral, "pegando" o beijo no ar e depositando nos próprios lábios.
Se o show estava bom, ele ficou melhor ainda. Harry andava por todo o palco enorme, mas sempre fazia questão de voltar onde eu estava, cantando diversas estrofes olhando no fundo dos meus olhos, enquanto eu gritava junto das outras fãs cada palavra de suas músicas.
Quando ele se despediu da plateia, Denise e os seguranças me levaram para dentro da estrutura, me fazendo chegar até a porta do camarim.
Dei duas batidinhas, e assim que a porta foi aberta fui puxada por dois braços fortes que me apertaram.
— Não acredito que você veio. — Ele sussurrou, enterrando o rosto em meu pescoço. Não liguei para o fato dele estar suado, devolvi o aperto do abraço e deixei dezenas de beijinhos em seu ombro.
— Decidi que não vou mais ter medo. Eu sabia que os seus seguranças não deixariam que nada me acontecesse e eu não queria perder a oportunidade de te ver no palco mais uma vez. Você foi incrível, perfeito, a coisa mais linda que eu já vi em toda a minha vida.
— Você não existe. — Ele afastou um pouquinho o rosto para me olhar com as piscinas verdes. — Você não tem noção de como estou feliz. — Harry me ergueu em seus braços, roçando o nariz contra o meu. — Onde está o cartaz?
— Deixei com a Denise. Por quê?
— Eu quero guardar, foi o mais lindo que eu já vi.
— Amor, estava horrível, eu fiz correndo. — Fiz uma careta, porque comparando com os que ele leu antes, todos muito bem decorados, o meu era um pedaço de lixo.
— Não mesmo, é perfeito. Porque foi você quem fez. E eu amei a frase também. — Não consegui deixar de sorrir. Ainda em seus braços, levei uma das mãos em seu rosto, passando a ponta do indicador pelas formas lindas.
— Acho que você não parece o amor da minha vida, afinal.
— Ah, não? — Ergueu uma das sobrancelhas em divertimento e eu neguei com a cabeça.
— Você definitivamente é o amor da minha vida.
— Falando essas coisas você vai me matar de amor, sabia? E eu morro feliz. — Joguei a cabeça para trás com a risada que escapou, enquanto ele fazia uma careta linda, projetando um dos lábios para a frente em um bico. — Agora me dê um beijo logo antes que eu morra mesmo.
Sem esperar um segundo pedido, grudei meus lábios nos dele. Sentindo seu corpo inteiro contra o meu, o calor da adrenalina por recém ter saído do palco e a felicidade que seu corpo inteiro exalava.
Esse homem é o amor da minha vida, não tem como negar.
n/a: Esse é um pedido que eu achei muito gostoso de fazer, o tipo de clichê que eu amo ler e espero que vocês também gostem!
Avisos: Conteúdo sexual, palavras de baixo calão, casamento por contrato +18
Masterlist
Contagem de palavras: 2,592
Engoli em seco ao ouvir o barulho alto e ritmado. Os gemidos abafados do meu marido acompanhado pela voz feminina não deixavam dúvidas do que acontecia no escritório.
Segurei com força a jarra de água em minhas mãos, tomando coragem para caminhar em silêncio pelo corredor e chegar ao meu quarto. Antes de adentrar o aposento, ouvi a porta ser aberta. Entrei rápido, espiando a tempo de ver Madison sair do escritório enquanto baixava a saia do uniforme.
Ótimo, agora ele também fode com as empregadas.
Não existia mal algum em estar completamente apaixonada pelo seu marido. A não ser quando o casamento tem um prazo de validade. Dois anos foi o que ele me pediu, em desespero para não perder o filho.
Como negar alguma coisa a um pai desesperado? Principalmente acompanhado por olhos azuis adornados de lágrimas e sentindo o coração na boca em saber que seria tudo uma farsa?
Eu sabia muito bem que Louis me via apenas como sua amiga, sempre viu, desde o momento em que me tornei sua secretária e aos poucos firmamos amizade.
Fui ingênua ao pensar que com o casamento e a convivência, talvez ele passasse a me ver com outros olhos, passasse a corresponder os sentimentos que há muito tempo eu guardava a sete chaves.
Mas não. Louis fazia questão de me tratar como uma amiga, frisando centenas de vezes que nunca havia encontrado uma amizade tão grande e que me seria eternamente grato.
Os encontros de Louis se tornavam cada vez mais frequentes. No começo ele saia à noite quando Freddie ia visitar os avós maternos, então passou a levar garotas para o seu quarto, às vezes até mesmo mais de uma, e agora passava a se relacionar com as funcionárias da casa.
Eu sabia que não podia me sentir magoada com aquilo. Louis nunca me prometeu amor, inclusive deixava claro não se importar que eu também tivesse encontros extraconjugais. Mas eu nunca consegui. Não o amando daquela forma.
— O que acha de sairmos hoje? Você precisa sair dessa casa, vai enlouquecer. — Lisa dizia do outro lado da linha.
— Eu não sei. — Suspirei.
— Amiga, você não pode ficar aí enquanto ele trepa com todas… vamos sair, só você e eu. Noite das garotas.
— Tá bom. — Me rendi.
Coloquei o vestido vermelho enquanto me encarava no grande espelho, ele era bonito, contrastava com a minha pele. Presente de Louis, nunca usado. Esperei por meses que ele me convidasse para alguma coisa para poder estreiar a peça, mas não aconteceu. Calcei as sandálias de salto da mesma cor, dando alguns passos para ver se me sentia confortável com a altura. Ouvi duas batidas leves na porta e falei em voz alta que a pessoa entrasse.
— Senhora, o jantar está pronto. Posso servir? — Eloise, a governanta perguntou parada na porta.
— Eloise, vou jantar fora, esqueci de avisar. — Dei um tapa em minha própria testa. — Pergunte a Louis se ele quer jantar, sim?
A senhora assentiu em um aceno e saiu. Voltei a ficar em minha aparência, agora sentando de frente para a penteadeira e passando um pouco de maquiagem. Observei o aro dourado que pairava em minha mão esquerda, sentindo um gosto amargo na língua. Ainda faltava pouco mais de um ano para o fim do contrato, mas decidi deixá-la em uma gaveta para começar a me acostumar. Passava o batom vermelho nos lábios quando ouvi mais batidas na porta, mandei que entrasse ainda concentrada em não borrar.
— Eloise me disse que vai sair… — Senti meu corpo arrepiar ao reconhecer a voz. Ergui meus olhos no espelho, vendo Louis parado atrás de mim. — Vai a um encontro? — Pensei em negar e contar a minha real intenção.
— Isso mesmo. — Conformei. Louis abriu um sorriso contigo, sem mostrar os dentes.
— Está linda. Divirta-se.
Agradeci, me negando a chorar quando ele saiu.
A noite estava sendo agradável, Lisa e eu fomos a um restaurante muito bonito. Aproveitamos de uma garrafa de vinho que fez minhas bochechas aquecerem e a risada sair mais solta. Fazia muito tempo que não me sentia tão bem.
Já era muito tarde quando voltei para casa, segurando as sandálias na mão e caminhando descalça.
Ia subir as escadas quando vi a luz da cozinha acesa. Deixei os calçados no chão e caminhei para lá.
Louis estava com a cabeça apoiada nos braços sobre a mesa ao seu lado uma garrafa quase vazia de whisky que fez meu estômago revirar.
— Louis, aconteceu alguma coisa? — Perguntei ao me aproximar. Ele ergueu o rosto lentamente, me encarando com os olhos caídos pela bebedeira.
— Você voltou. — Falou com a voz arrastada. — Como foi o encontro?
— Foi ótimo. — Menti. — Você bebeu isso sozinho? O que aconteceu? Freddie está bem?
— Freddie está ótimo. Eu que não estou. — Bufou, erguendo o corpo.
— O que aconteceu? — Sentia que o efeito do vinho tinha se dissipado, já não me sentia mais tão leve. Louis ficou parado em minha frente, encarando o meu rosto com atenção.
— Ele tocou você?
— O que? — Perguntei confusa.
— O cara com quem você saiu. Ele te tocou, S/N? — Seu tom de voz, mesmo embriagado era sério, rouco.
— Claro. — Mentiras e mais mentiras. Louis respirou fundo algumas vezes, sem desviar os olhos dos meus. O vermelho em suas bochechas se acentuou, os lábios formaram uma linha fina.
— Colocou o vestido que eu te dei para vê-lo. — Ele deu um passo em minha direção. Senti meu quadril bater contra a mesa quando tentei me afastar. — Saiu linda desse jeito para outro homem.
— Louis. — Sussurrei enquanto ele passava a língua entre os lábios.
— Foda-se. — Ele disse baixo, chocando seus lábios contra os meus.
Não sentia a boca de Louis na minha desde o dia do casamento, onde ele me deu um selinho casto na frente do padre. Uma corrente elétrica me percorreu, fazendo cada parte do meu corpo se aquecer. O beijo era duro, enlouquecedor. Com gosto de cigarro e whisky, mas eu não me incomodava, fazia tempo demais que esperava por aquilo.
— Onde ele te tocou? — Disse baixando os beijos pelo meu pescoço, fazendo minha mente esvaziar completamente. — Vou fazer você se esquecer desse cara. Ele te marcou? Vou deixar as minhas marcas em cima. — Louis respondia às próprias perguntas. Com as mãos fortes, me ergueu, me sentando na mesa, ficando entre as minhas pernas. O rastro de beijos molhados atrás da minha orelha me fazia ofegar, cada parte de mim pegava fogo. Os dedos gelados passaram pela parte interna da minha coxa, por baixo do vestido até alcançar o tecido arruinado da minha calcinha. — Ficou molhada assim pra ele? — Louis sussurrou contra meu ouvido. Tentei chamar seu nome, mas ele me calou com mais um beijo arrebatador. — Eu não quero saber. Hoje você só vai lembrar de mim. — Meu corpo inteiro estava amolecido, o carinho que ele fazia por cima do tecido da calcinha era estarrecedor, me fazendo gemer baixo e tentando evitar o orgasmo iminente.
— Louis. Você está bêbado. — Me obriguei a dizer. Por mais que sonhasse com aquele momento já muito tempo, sabia que o sentimento de estar me aproveitando de uma bebedeira me assolaria na manhã seguinte.
— Você está certa. — Louis falou de repente, afastando sua mão de mim. Sem dizer mais nenhuma palavra ele saiu, sem sequer me olhar.
Toda a excitação sumiu, o sentimento da rejeição me espancou sem dó. Tomei um copo grande de água, na tentativa de me acalmar. Subi as escadas em silêncio, ouvindo os ruídos de sexo no escritório.
Louis havia me deixado na cozinha para transar com outra.
Pela milésima vez em poucos meses de casamento, chorei abraçada em meu travesseiro, me sentindo a pior das idiotas.
A semana que se seguiu foi um inferno particular. Pedi a Eloise que me avisasse sempre que Louis saísse para a empresa, e voltava para o meu quarto quando sabia que ele estava chegando. Tentei preencher minhas tardes na companhia de Freddie, ele era um garoto incrível, e o afeto que eu sentia por ele era enorme. Fazia pouco tempo que o pequeno havia perdido a mãe em um acidente trágico, e ele encarava a situação com uma coragem que nunca vi em um garotinho de sua idade.
O final de semana se aproximava. Depois de saber tudo que aconteceu no dia do nosso jantar, Lisa me convidou para passar esse tempo com ela em seu apartamento, já que Louis estaria em casa para ficar com o filho.
Guardei algumas peças de roupa em uma mala pequena. Terminava de guardar meu kit de higiene na bolsa quando a porta do quarto foi aberta.
— Vai viajar? — Fechei os olhos com força ao reconhecer a voz, ainda de costas para ele.
— Não. Lisa me convidou para passar o final de semana. — Decidi ser sincera enquanto tentava colocar o kit na mala, com certa dificuldade pelo nervosismo.
— Podemos conversar antes de sair?
— Claro. — Falei finalmente me virando para ele, sentando na beirada da cama. Louis me encarou por alguns segundos, respirando fundo.
— S/A, eu queria me desculpar com você… — Ele deu um passo em minha direção, e eu levantei.
— Não precisa se desculpar por nada, Louis.
— Preciso sim. Eu estava bêbado e… — Sua fala foi cortada por Eloise, que entrava no quarto para informar a chegada da minha amiga.
Aproveitei o momento para fugir da conversa constrangedora, pelo menos por um tempo.
O final de semana com Lisa se estendeu por mais alguns dias, e já era manhã de quarta feira quando decidi voltar para o lugar que por mais um ano precisaria chamar de casa.
Pelo horário, Louis estaria na empresa, o que me deixava um pouco mais tranquila.
Mas ao passar em frente ao escritório, tomei um susto quando a porta abriu rápido.
— Você voltou. — Louis falou com alívio no tom de voz. Apertei as alças da mala entre os dedos, forçando um sorriso. — Achei que tinha ido embora.
— Por que eu faria isso? — Fingi naturalidade, como se aquele pensamento não tivesse me rondado durante todos aqueles dias. — Temos mais algum tempo de contrato, Louis. Eu te dei a minha palavra e vou cumpri-la. — Afirmei enquanto me virava em direção ao final do corredor, onde ficava o meu quarto.
Assim que adentrei no aposento, larguei a mala sobre a cama.
— S/A, podemos conversar?
— Se for sobre aquela noite, eu não quero falar, Louis. — Falei de costas, ouvindo seus passos entrarem no ambiente. — Você não precisa pedir desculpas, não fez nada sozinho.
— Eu bebi e não deveria ter agarrado você. Me desculpe tê-la chateado…
— Não foi aquilo que me chateou. — Falei finalmente me virando para olha-lo. Os conselhos de Lisa para que eu me abrisse ecoando no fundo da minha mente.
— Você ficou chateada, eu sei que sim.
— Fiquei. Mas não por causa do beijo na cozinha. — Engoli em seco, tentando desfazer o nó em minha garganta. A coragem de alguns segundos já se dissipando e minha mente gritando que eu deveria calar a boca.
— O que foi então?
— Esquece. Vamos esquecer aquela noite.
— Não. Eu quero que me diga. — Deu um passo em minha direção. — Eu sinto falta da minha amiga. — Um soco doeria menos.
— Quer mesmo saber? — Ele afirmou com a cabeça. — Você me deixou na cozinha para transar com outra. — Respirei fundo. Não havia volta. Louis me encarava desconcertado, sem dizer uma palavra, então eu continuei. — Me provocou, me deixou ansiosa. E foi satisfazer outra.
— Você me pediu para parar.
— Não, eu não pedi. — O encarei. — Você estava bêbado, e eu não queria que fosse daquela forma, não queria você bêbado na primeira vez. Eu… — Apertei os lábios, engolindo as palavras que queriam escapar.
— Você? — Me instigou, dando mais um passo. Mais um e ele estaria encostado em mim.
— Eu sonhei muito com aquilo para acontecer por causa de uma bebedeira, Louis. — Confessei. A confusão fez a expressão no rosto masculino me atingir. Claro, ele não fazia ideia. — Eu preciso de um banho, se você puder sair… — Tentei me afastar para ir até o closet, mas Louis segurou meu braço, me fazendo voltar e ficar ainda mais perto.
— Você sonhou em ser minha? — Seu tom de voz era baixo, quase um sussurro. O ar escapou dos meus pulmões, eu não conseguia falar, seu efeito em mim era forte demais. Apenas assenti com a cabeça. — Eu bebi aquela noite, porque não queria fazer uma besteira. Você saiu deslumbrante daqui… e eu não conseguia pensar na possibilidade de outro homem tocando no que é meu.
— Seu? — Consegui dizer.
— Eu quero você desde o dia em que entrou pela primeira vez no meu escritório, S/N. — Sussurrou sorrindo, como se lembrasse do dia da entrevista de emprego onde eu mais gaguejava do que formava frases. — Mas você era minha funcionária. E então, veio o acordo. Eu não podia te prender a mim assim… — Sua respiração era lenta, profunda, batendo quente contra o meu rosto.
— Nem se eu quisesse? — Sussurrei. — Aquela noite, eu saí com Lisa. Ninguém me tocou, só você.
— Mas você disse…
— Eu vi Madson sair do seu escritório. Ouço você trazendo mulheres para casa o tempo todo. Disse aquilo para parecer que tinha um pouco de valor! Você sabe o que é estar apaixonado pela pessoa que dorme no quarto ao lado? — As confissões escapavam antes que eu pudesse segurá-las, sentia o rosto aquecer e as lágrimas se formarem nos cantos dos olhos. O aperto de Louis em meu pulso ficou ainda mais forte.
— Sei. — Ele rosnou, me puxando, fazendo os nossos corpos se chocarem e colando a sua boca contra a minha.
A mão de Louis soltou meu pulso, se infiltrando no meu cabelo e dando um leve puxão, me fazendo gemer.
Eu estava perdida.
Perdida em seus beijos, viciada em seus lábios. Resmungando coisas sem sentindo enquanto apertava o tecido da camisa social em meus dedos, com medo que aquilo fosse tudo um sonho.
— Você me deixou louco aquela noite. — Ele sussurrou com os lábios contra os meus, me puxando pelo cabelo para me olhar. — Eu teria me arrependido se tivesse continuado. — Absorvi suas palavras por alguns segundos antes de tentar me afastar, mas ele não deixou, me apertando ainda mais contra seu corpo. — Não teria me arrependido de ficar com você, S/N. Mas da forma que seria, furioso pensando que você havia estado com outro.
— Você não parecia nem um pouco bravo no escritório. — Bufei, e um sorriso confiante tomou os lábios finos.
— Com ciúmes, sra. Tomlinson? — Seu tom de voz era bem humorado, me deixando ainda mais furiosa. Bom, foda-se. Já estou na chuva há muito tempo, é hora de me molhar.
— Sim. Algum problema?
— Nenhum. — Louis me puxou para mais um beijo, apertando a crescente ereção contra minha barriga, me fazendo suspirar contra a boca que me punia em um beijo duro. — Ótimo, agora, sra Tomlinson, você vai me pagar.
— Pagar? — Perguntei ainda inebriada com o beijo. Louis me empurrou, me fazendo cair na cama. Com uma mão ele agarrou a mala que ali estava e jogou longe.
— É, você vai me pagar por cada noite que eu precisei me enterrar em outras enquanto chamava o seu nome. — Falou em tom ameaçador, engatinhando para ficar entre as minhas pernas. — E principalmente por me deixar acreditar que algum cretino estava tocando a minha mulher. — Beijos molhados foram espalhados pelo meu pescoço, fazendo cada partezinha se arrepiar.
— Ah é? — Falei baixo enquanto ele puxava minha camiseta para fora da calça jeans. — E você, quando vai me pagar? — Louis ergueu o rosto por alguns segundos, grudando a boca na minha em um beijo lento antes de me olhar.
— Até que a morte nos separe. — Prometeu.
Taglist: @cachinhos-de-harry / @say-narry / @alanaavelar / @nihstyles
Quer participar da nossa taglist para ser notificado das próximas postagens? Ou gostaria de falar o que achou desse imagine? Nos mande uma ask! Vamos adorar
Pedido: Oi flor! Pode fazer um com o Zayn que ela é tipo patricinha, filha do prefeito da cidade, e ele mora no subúrbio e passa dificuldades pela questão financeira, e aí eles se conhecem em uma festa e à princípio se odeiam, mas depois eles se encontram de novo e se tornam amigos, mas quando eles percebem que passou de amizade, os pais dela são contra o relacionamento. Queria com eles juntos no final please ❤️ amo os seus imagines :)
Gente, talvez eu tenha saído um pouco do pedido, mas espero que gostem, por favor me falem o que acharam. Beijos
A garota observava o pequeno bairro simples completamente perdida, não sabia onde estava e por um minuto questionou se realmente estava fazendo a coisa certa, porque a vontade dela era entrar no seu carro que a propósito estava chamando muita atenção da vizinhança, ir embora e nunca mais voltar naquele lugar, mas ela não podia fazer isso, tinha que procurar o garoto que a encontrou em uma festa e disse algumas coisas que estavam martelando na sua cabeça e agora seria a hora de tirar essa história a limpo.
Depois de pedir informações em vários lugares ela conseguiu achar a casa do moreno, respirou fundo e bateu na porta, uma vez, duas vezes e na terceira uma garotinha que não aparentava ter mais de dez anos abriu a porta.
- Clarie, o que eu te falei sobre abrir a porta? - o tal garoto apareceu logo depois da garotinha que s/n deduziu ter o nome de Clarie abrir a porta - O que faz aqui?
- Eu quero ouvir o que tem pra dizer - sorriu minimamente - eu quero ajudar.
- Depois de você ter me xingado de tudo qualquer nome? Não obrigado. - ameaçou a fechar a porta.
Enquanto Zayn e S/n estavam em uma boba discussão, a pequena e levada Clarie de 8 anos, que adorava uma travessura tinha saído de fininho da sala, e agora se encontrava na cozinha procurando algo para comer, até que depois de revirar os armários que ficam na parte de baixo, pegou uma cadeira e colocou várias almofadas para poder pegar um pote de geleia de morango, e como previsto, não foi uma boa ideia. Resultando em uma queda bem feia, pois os cacos de vidros da geleia perfuraram os pés da pequena Clarie. S/n e Zayn agora estavam desesperados a caminho do hospital.
Depois de quase cinco horas na fila da urgência, a pequena Clarie que S/n descobriu ser irmã mais nova de Zayn, foi atendida acompanhada por ele. Agora sozinha na recepção do hospital infantil, pode observar que o mesmo tinha uma estrutura precária, as luzes do banheiro não funcionavam, o atendimento era péssimo, mas ela não podia abusar do poder de ser filha do prefeito da cidade.
- Ei - a menina se assustou, ela tinha pegado no sono - Clarie vai precisar fazer uma pequena cirurgia para tirar os cacos de vidros dos pés. Acho melhor ir para casa, vai demorar um pouco.
- Que horas são? - olhou no relógio que marcava oito da noite - eu preciso ir, dê um beijo nela por mim. Até amanhã - se despediu dele com um beijo e um abraço, que acabou o surpreendendo. Apesar de início se odiarem, o caminho do hospital foi bastante afetivo, já que tentavam distrair a garotinha que estava chorando de dor, quando chegaram não foi diferente, conversarem sobre varios assuntos. No outro dia S/n estaria lá na residência Malik bem cedo.
- Bom dia - sorriu assim que Malik abriu a porta com o rosto amassado de sono.
- Bom dia, entra- deu espaço para que ela pudesse entrar.
- E a Clarie está melhor?- a garota observava melhor a casa, e pode perceber a simplicidade da residência, mas ao mesmo tempo tinha conforto.
- Está melhor, minha mãe levou ela para a casa da minha tia. Se você não se importa vou fazer alguma coisa pra comer - disse caminhando até a cozinha.
- Você sonha em ser chef de cozinha ou algo assim? Perguntou comendo um pedaço da panqueca que o garoto preparou.
- Por que? Ta horrível né - torceu o nariz e s/n concordou dando risadas.
- Eu ia te falar, mas precisava me certificar que você não tinha um sonho de ser um master chef - falou colocando o prato na pia.
- Já me falaram isso - deu uma risada fraca.
- Eu queria pedir desculpas por não acreditar em você - Zayn a encarou e se sentou mesa e ela repetiu a ação - Depois que cheguei em casa eu perguntei o meu pai se a notícia da demolição era verdade.
- E ele?
- Disse que não estava sabendo de nada, que esse bairro não fazia parte da área dele.
- Vem comigo - Zayn puxou S/n para fora de sua casa.
E seguiram, primeiro ele mostrou a quadra do bairro, onde tinha alguns adolescentes jogando basquete e do outro lado adolescentes dançando, ele até a conveceu a jogar um pouco, o que foi bastante divertido para os dois, ela conseguiu ver como aquelas pessoas eram alegres naquele lugar. Depois, ele mostrou uma praça, não tinha brinquedos, mas um lago onde as pessoas jogavam moeda e faziam pedidos, era basicamente uma tradição de quem morava lá. E por fim, ja de noite, a levou em um tipo de bar, com musica, com jovens e pessoas mais velhas dançando, o local era simples, mas tinha cada detalhes que chamavam atenção, o barzinho era todo de madeira com uma parte coberta e outra não, e de frente tinha uma praia de pesca, S/n observava cada detalhe.
- Esse é meu lugar preferido.
- Então, o Senhor Malik gosta de dançar? - perguntou em um tom brincalhão.
- Dançar eu não sei se ele sabe, mas ele sempre vem cantar aqui pra nós - um homem que estava no bar respondeu, antes que Zayn pudesse responder.
- Temos um artista aqui? - ainda brincalhona - Vamos eu quero ouvir.
- Não to afim de cantar hoje - coçou a nunca e a garota teve certeza que ele estava envergonhado.
- Está com vergonha de mim, Malik? - o mesmo negou - Ótimo, vou te esperar aqui tomando meu suco de laranja.
Malik não sabia o motivo de está nervoso, era como se fosse a primeira vez que ele cantava naquele pequeno e improvisado palco, tirando o fato de que ele não estava bebado, mas fora isso, foi o dia que o mesmo e todos os outros descobriram o seu talento musical. A música escolhida por ele foi "photograph do Ed Sheeran" talvez ele sabia que estava na playlist favorita dela. S/a, como gostava de ser chamada, estava ouvindo e olhando para ele sorrindo, nunca imaginaria que ele cantava tão bem, e os olhares dela parecia desconcentrar o moreno, e ela sabia, porque de vez ou outra dava risadas. Todos do pequeno bar dançavam juntos, menos ela, e um senhor pareceu reparar, e sem maldade nenhuma foi tirar a garota que ele imaginava está sem par, para dançar, e foi a vez do moreno fazer uma cara engraçada para ela, que apertou os olhos.
A noite foi bastante divertida, até dançaram juntos, depois de muita insistência, da parte dela. Conheceu os amigos dele, que de primeira acharam que o amigo havia "desencalhado". Era um pouco mais de meia noite e os dois estavam na praça que passaram horas antes.
- O que achou do nosso passeio? - sentaram no banco que tinha ali.
- Eu adorei. Confesso que de primeira ne deu vontade de ir embora, mas depois desse dia maravilhoso to quase mudando pra cá - os dois sorriram.
- Agora você entende o porque estamos lutando para não demolirem aqueles lugares? Nós crescemos aqui, fomos criados na quadra jogando, no parque fazendo desejos que nunca se realizaram- riu fraco.
- Eu quero muito te ajudar, ajudar a vocês - mordeu os lábios parecendo pensar- Vocês precisam ter voz, precisam aparecer na mídia, fazer manifestações passivas, tudo para chamar atenção.
- Por que eu não pensei nisso antes?
- Porquê prefiriu vir falar comigo na festa - se levantou e foi até o poço de desejos que estava atrás do banco - Eu fui uma idiota - resmungou - vamos fazer um desejo? - perguntou animada.
- Ah, isso é bobeira, eu já fiz vários quando era moleque e nunca funcionou - ficou do lado da garota.
- Por favor - fez a típica cara de cachorrinho que caiu da mudança - Você só precisa acreditar.
- Tá legal! - pegou uma moeda do bolso, e s/n fez a mesma coisa, fecharam os olhos e fizeram seus desejos em pensamentos. - Pronto, e agora, o que eu ganho? - falou sorrindo.
- hum - fez uma cara pensativa - um beijo? - mordeu os labios inferiores.
- Um beijo? - Se aproximou da garota e passou a ponta dos dedos na bochecha dela que estava levemente rosada e colocou uma mecha de cabelo dela atrás da orelha.
- Muitos iriam querer está no seu lugar, Malik - passou seus braços no pescoço dele.
- É mesmo? - mais próximos.
- É - sussurrou.
E se beijaram, o beijo era calmo, como se eles precisassem um do outro, não entendiam a conexão pois se conheciam a pouco tempo. "É possível se apaixonar por uma pessoa em dois dias?" Essa pergunta que era formada no pensamento do casal que estavam se beijando na pequena praça, assim como pensamentos, vieram as borboletas na barriga, s/n era muito confiante, mas naquele momento estava nervosa, e Zayn podemos dizer que ele nunca se apaixonou, mas a menina de olhos castanhos estava fazendo ele ser apaixonar não só por ela, mas por cada detalhe. O beijo acabou com sorrisos bobos e um abraço, até o celular de s/n começar a tocar, ela precisava ir, mesmo não querendo, eles não queriam deixar um ao outro, mesmo quando no outro dia estariam juntos, será que essa é a sensação de estar apaixonado?
As semanas foram se passando, o amor de S/n e Zayn só foi crescendo, ele já agiam como casal, ela até conheceu a mãe dele e foi jantar com a familia Malik, mas só como amiga, eles não queriam ir rápido demais.
As ideias dela, foi ganhando mais visibilidade, moradores de outras cidades que ajudaram a fazer publicações na internet e se juntarem a eles em manifestações, s/n não podia aparecer, pois o pai dela era prefeito da cidade e não imaginaria que ela estava ajudando os moradorea irem "contra" eles, mesmo não concordando, ela ainda era filha dele. Mas a mentira não duraria muito tempo, o Pai de S/n descobriu que ela estava em um romance com Zayn Malik e que ela ajudou os moradores, como tinham previsto ele surtou, não queria ela naquele lugar e muito menos com o rapaz, mesmo o pai dela não tendo a ver com a história da demolição, ficaria feio na mídia se soubessem que ela estaria metida na história.
- Oi gatinha - atendeu animado chamando ela pelo apelido carinhoso que ele havia dado.
- Oi, Zayn- falou com a voz embriagada pelo choro.
- Você ta chorando S/n? - perguntou preocupado - Aconteceu alguma coisa? Quer que eu vá te buscar, se quiser eu...
- Não - segurou o choro - Eu queria te dizer que - respirou fundo - É melhor a gente não se ver mais, por favor, não me procure. - e a chamada foi encerrada, sem dá uma chance para o moreno ao menos se explicar.
O término do quase relacionamento de S/n e Zayn, foi parte de um trato, que ela fez com o pai, ele iria conseguir um emprego para o rapaz, e reformaria cada lugar que seria demolido, até então, uma atitude muito nobre da parte dela, mas o que nós não fazemos por amor?, ela sabia que um bom emprego era tudo que ele precisava, então o prefeito indicou ele para uma das mais importantes empresas da cidade. Zayn já tinha recebido a proposta e iria contar para a amada naquele momento, se ela não tivesse acabado tudo que eles mal começaram.
As semanas foram se passando, cada vez mais Zayn se destacava no seu emprego, talvez ele realmente só precisasse de uma oportunidade, agora ele poderia ajudar em casa, poderia dá a sua mãe e irmã uma vida melhor, isso era o que ainda dava forças para ele continuar, ele ainda sentia falta da dona dos olhos mais encantadores que ele já tinha visto, que também era dona do vazio que existia no seu peito. Ele ainda não havia desistido, sempre ligava para ela e caía direto na caixa de mensagem, mas não impedia de deixar um recado.
"Oi, sou eu, de novo. Queria dizer que estou com saudades, sei que tem um tempo que você me deixou, só que por incrível que pareça eu não consigo te deixar, mas eu preciso. Amanhã é o meu aniversário, eu queria que você vinhesse para podermos conversar melhor, se não vier, vou entender, e te deixar em paz. Fica bem". S/n ouvia a mensagem dele atentamente, e quando ele citou que deixaria de mandar mensagem o seu coração bateu acelerou, ela precisava fazer alguma coisa, não podia mais ficar longe dele, não mais.
Amanheceu, e hoje o garoto estava completando mais um ano de vida. Do outro lado da cidade S/n corria contra o tempo, precisava resolver aquele grande problema ou iria perde-lo para sempre. Ela teve a brilhante ideia de convidar os avós para um rápido café, então a família se reuniu, ela descobriu que o pai dela não tinha condições financeiras quando jovem, já a mãe dela era rica, e os avós sempre apoiaram o relacionamento dos dois e ajudou a ele a crescer na vida, aconselharam a ela a ir atrás do amor da vida dela, e assim fez.
A festinha que fizeram para não deixar o aniversário do rapaz passar em branco já tinha acabado, e qualquer pessoa estaria feliz em passar o aniversário rodeado de pessoas que te amam, mas ele sentia que faltava alguem ali. Zayn resolveu dá uma volta, e depois de ir em vários lugares possíveis daquele pequeno bairro, parou na praça, de frente para o poço, onde eles deram o primeiro beijo, e na mesma hora tratou de mudar os pensamentos, mas segundos depois começou a sentir o cheiro do perfume, o doce perfume que s/n sempre usava - eu devo tá muito doido - pensou ele, e só depois foi perceber que a mesma se encontrava ao seu lado
- Oi - eles ainda não se olharam, só encaravam a paisagem.
- Oi - respondeu surpreso- Achei que não viria.
- Mas eu estou aqui - olhou para ele. - Te comprei um presente - entregou uma sacola.
- Não precisava - o presente era um relógio- obrigado, eu adorei.
- Acho que te devo uma explicação- foi a vez dela quebrar o silêncio ela ganhou a atenção dos olhos curiosos do moreno - Antes que você diga qualquer outra coisa e não acredite em mim, preciso te dizer que tudo que tivemos foi sincero - respirou fundo- Meu pai descobriu, descobriu tudo, sobre nós e as outras coisas - ela o encarou e ele estava surpreso- Ele não concordou com nosso relacionamento, ou com o que nós dois tínhamos, e fizemos um acordo, eu não teria que te contar isso assim, mas - ele a olhou confuso- o acordo foi, que eu ficaria longe de você e ele te daria um bom emprego. Mas eu não consigo passar um segundo a mais longe de você.
- E o que você está fazendo aqui?
- Não ta bravo?
- É claro que não- enxugou uma lágrima solitária que caía do rosto dela- eu sou muito grato por tudo, mas do que adianta ter o melhor emprego e não ter a pessoa que eu amo? Eu vou pedir demis- antes que ele pudesse terminar ela o interrompeu.
- Não, não, já está tudo resolvido - deu um sorriso - Eu senti sua falta - falou colocando uma mecha rebelde para trás da orelha - Eu ouvi cada recado que me mandou - deu um sorriso - O quê? - ele não respondeu apenas a beijou, o que ele queria fazer desde a hora que viu que ela estava ao seu lado, o beijo trouxe as mesma sensações que sentiram no primeiro beijo, as borboletas, o nervosismo...
- Sabe, daquele dia do desejo? - perguntou abraçada com moreno. - Meu desejo se realizou, eu desejei um amor, um amor tão bonito, que me fizesse uma pessoa melhor, e eu encontrei, você! - olhou para ele.
Olá, cherrys!! Hoje eu trouxe mais um pedido e peço desculpas pela demora. Não ficou grande, ficou um pouco pequeno mas eu gostei do resultado! Espero que a linda que fez esse pedido goste e que, caso algo a incomode, ela mande alguma ask pra mim para que eu refaça com todo amor e carinho! Beijos e boa leitura!! x-x-x-x-x-x-x-x-x - Harry, por favor, me solta. Eu quero abrir a porta de casa - bufei tentando soltar meus braços para pegar a chave na minha bolsa. - Mas eu quero ficar bem perto de você, amorzinho - ele falou dengoso e me apertando mais. - Amorzinho?!! Qual é, Harry, me solta - fiz um pouco mais de força e então consegui sair dos braços de Harry para ir abrir a porta. - Aff, não precisa ser tão bruta - fez uma cara emburrada e entrou em casa pisando duro. - Bruta?? Ah, tá! - quando olhei pro lado vi todas as compras no chão - Harry, as compras... - chamei-o. - Ah, agora você me quer perto de você?! - pegou todas as compras e saiu de cara feia. Dei um suspiro e entrei em casa. Logo tirei meu casaco, jogando-o no sofá, e fui para a cozinha. Harry estava desempacotando algumas bebidas e guardando-as, ao olhá-lo percebi que ele estava mesmo magoado. - Harry... - chamei e fui ignorada -Amor... - tentei novamente e ele me olhou - Desculpa. Não sabia que você ia ficar magoado - me aproximei dele e o passei meus braços em torno de sua cintura, encostando minha cabeça em suas costas. - Tudo bem - respondeu se virando para me olhar e sorriu, colando meu cabelo atrás da orelha. - Ótimo - me estiquei um pouco e o beijei, logo fomos interrompidos pela campainha - Acho que os meninos chegaram um pouco mais cedo. Vai lá atender eles que eu guardo as coisas e depois preparo algo pra vocês. - Okay - ele me deu um selinho e foi atender a porta. (...) Cheguei na sala e encontrei eles entretidos com o vídeo game e sentei no sofá do canto ao lado de Niall que sorriu pra mim e começou a perguntar sobre onde eu tinha aprendido a fazer um guacamole tão gostoso. Fiquei conversando com ele até Harry chegar e querer se espremer entre Niall e eu. - Harry, nós três não cabemos aqui! - falei. - Então Niall vai ter que sair. - Niall está comendo, Harry. Deixe ele em paz e sente - falei me levantando e logo sentando no braço do sofá. Harry bufou por ser contrariado e sentou ao lado de Niall. Então peguei meu livro e comecei a ler para esquecer um pouco do ciúmes de Harry, mas logo fui interrompida pelo mesmo que queria que eu sentasse em seu colo. - Amor, seus amigos estão aqui. Agora não. - Mas... - Harry, fica quietinho! - coloquei a cabeça a dele e comecei a fazer um carinho em seus cabelos. (...) - Tchau, Liam!! Até mais - dei um abraço de despedida nele antes de fechar a porta para os meninos. Ao me virar, encontrei Harry me encarando emburrado. - Quê que foi? Qual é, ciúme do Payno? Por favor, Harry. Como já havia percebido que hoje ele estava extremamente sensível em relação a tudo, me aproximei e dei um selinho para ver se amenizava um pouquinho a sua raiva. Fui para a cozinha afim de colocar alguns pratos e copos na pia, logo sendo seguida por Harry. - Você mal me deu atenção hoje - reclamou manhoso, novamente. - Harry, você estava com seus amigos, esqueceu? Não tinha como eu dar atenção pra você. - falei me virando para ele e me encostando na pia. - Mas eles não estão mais aqui, amor... - ele sussurrou enquanto juntava nossos lábios em um beijo lento e carinhoso. Mordi o lábio inferior dele enquanto enrolava seu cabelo em meu indicador. Então ele começou a beijar meu maxilar e então descer para meu pescoço, me fazendo arfar com o contato. - Harry... - chamei. - Hm...? - O que você acha de subirmos e então eu te dou toda a atenção que você merece? - Eu acho que é uma ótima ideia...
Heeeeeeey babes! Mais um imagine YAAAAAY! Okay, vamos lá. Esse imagine é um pedido da minha irmã Natália, o tumblr dela esta aqui. Ele é um song da música Smile da Avril. Quero avisar que estou sem pedidos, e minha internet está melhor, então mandem pedidos! ahjskdahsd Espero que gostem do imagine meus amores, um beijo um queijo e boa leitura! -Lary
Acordei com a luz vinda da janela batendo em meus olhos, minha cabeça doía, sentei com dificuldade, algo apertava meu braço mas não parei para prestar atenção. Sorri ao ver o belo homem deitado ao meu lado, Louis dormia praticamente jogado na cama. Levantei indo até o banheiro, minha cabeça ainda doía, abri o pequeno armário em cima da pia, pegando algumas aspirinas. Minha aparência no espelho era horrível, fechei os olhos sentindo minha cabeça doer um pouco menos. Engoli os comprimidos com um pouco de água direto ta torneira. Fitei o espelho mais uma vez, notando o papel filme que estava enrolado meu braço. Engoli em seco, desenrolando o papel do braço. Merda. O nome de Louis estava escrito em meu braço, passei água na esperança de ser caneta. Merda. Gemi novamente ao ver que a tinta não saiu. Voltei para o quarto, Louis estava sentado com as mãos na cabeça.
-Dor?-Perguntei sentando ao seu lado na cama.
-Lembra do que aconteceu ontem?-Disse depois de assentir e olhar para mim.
-Só de darmos uns beijos e de apagar.-Suspirei notando papel filme em seu braço direito.
-Droga.-Gemeu, provavelmente com dor.
-Tem aspirina no armário do banheiro.-Me encostei na parede, Louis sorriu e selou meus lábios antes de ir ao banheiro.
-Que droga é essa!-Louis perguntou depois de um tempo, apontando para a tatuagem, meu nome estava no braço de Louis.
-Também tenho uma.-Apontei a minha. Louis suspirou sentando ao meu lado na cama.
-Que droga nós fizemos?-Perguntou rindo.
-Eu não sei.-Comecei a rir junto. Louis levantou novamente e fechou a janela, deixando o quarto com um escuro gostoso.
-Vamos dormir mais um pouco.-Disse deitando ao meu lado, me abraçando. Fechei os olhos sentindo meu corpo relaxar. Quando acordei Louis não estava mais lá, liguei o abajur ao meu lado, sentei na cama enquanto pegava meu celular no criado mudo, 15:00. Passei as mãos no rosto, levantei indo ao banheiro. A água quente me relaxou, sai do banheiro e me vesti. Lá fora o sol fez meus olhos doerem, coloquei os óculos de sol e segui para o bar onde Louis e eu fomos ontem.
-George.-Cumprimentei o dono do lugar com um sorriso.
-(s\a), como foi a noite com Louis?-Perguntou sorrindo malicioso.
-Não lembro.-Ri sentando em um dos bancos altos na frente do balcão.
-Sinto muito, que tal uma cerveja bem gelada?-Perguntou passando um pano molhado no balcão de granito.
-Ótima ideia.-Sorri logo recebendo a bebida.
-Já está bebendo de novo?-A voz conhecida me fez sorrir.
-Passou a dor?-Virei-me recebendo um sorriso de Louis.
-Sim. Olá George.-Piscou um olhos para o homem que sorriu.
-O de sempre?-Perguntou sorrindo para Louis que agora sentava ao meu lado.
-Sim, por favor.-Louis deu um gole em minha cerveja antes de receber um pequeno copo de rum.
-Então lembrou de alguma coisa?-Perguntei dando mais um gole na bebida gelada.
-Nadinha.-Disse negando com a cabeça.- E você?
-Também não.-Ri baixo da situação.
-Ontem vocês saíram daqui dizendo que tatuariam o nome um do outro.-George disse rindo. Louis e eu arremangamos a manga da camiseta mostrando que cumprimos a promessa. George riu mais ainda. Meu celular vibrou no bolço. Louis havia mandado uma mensagem. 'vamos sair daqui?' ri encarando seu sorriso, Louis ergueu uma sobrancelha, apenas assenti e tirei o dinheiro da cerveja do bolso, largando-o no balcão.
-Vou indo George.-Sorri saindo do bar, logo Louis saiu também.-Então aonde vamos?
-Que tal a minha casa?-Perguntou colocando as mãos nos bolsos do casaco, o dia estava frio.Sorri e o segui, nunca havia ido na casa de Louis. Caminhamos um pouco, ambos em silêncio, logo chegamos a grande casa.-Seja bem vinda.-Sorriu abrindo a porta havia uma garota sentada no sofá com um bebê no colo, senti minhas bochechas queimarem quando Louis passou os braços em meus ombros.-Phoebe, esta é (s\n).-A garota sorriu, Louis já havia falado da família antes. Louis me guiou até a cozinha onde me apresentou sua mãe, que me abraçou calorosamente.-Vamos para o meu quarto.-Disse pegando minha mão e indo até uma escada, logo estávamos no quarto limpo, por mais que Louis saísse muito e escutasse o mesmo estilo de música que eu, nossas famílias eram completamente diferentes, a minha morava no sul do Brasil, toda separada, alguns nem se falavam, a de Louis sempre unida, parte de mim invejava isso.
-Sua família é demais.-Disse sentando na cama.
-Que bom que gostou deles.-Sorriu sentando ao meu lado.
-Queria uma igual.-Suspirei deitando.
-Posso dividir a minha com você.-Sorri com o comentário, ultimamente Louis era sempre o motivo de me fazer sorrir.
-Eu fico com ela dia sim dia não?-Perguntei rindo do meu próprio comentário. Louis se virou, deitando em cima de mim.
-Não, você entra para a família.-Selou meus lábios.
-Como?-Senti algo na barriga, como um frio.
-Você é tão ingênua a ponto de não entender um pedido de namoro?-Perguntou erguendo uma sobrancelha. Sorri com as palavras de Louis.
-Está me pedindo em namoro?-Fingi não entender.
-Sim, agora me responda de quer ou não.-Beijou a ponta do meu nariz. Virei nossos corpos, ficando por cima.
-Quero.-Ri e o selei.
-Bem vinda a família.-Sussurrou me apertando, dando-me uma sensação boa.