Sinopse: Uma manhã de treino com seu amigo Styles, parecia normal, até não ser mais...
NotaAutora: Tive esse ideia nesse feriado então resolvi escrever... aproveitem
Aviso: +18! Conteúdo explícito.
Você ainda bocejava quando encontrou Harry no tapete de treino, na academia participar dele, vestindo aquela camiseta branca larga e shorts de compressão pretos que faziam qualquer um perder o foco, ele te cumprimentou com aquele abraço apertado que fazia todas as manhãs desde que começaram a treinar juntos antes de uma longa turnê começar.
— Atrasada — ele cantarolou, esticando os braços acima da cabeça, a barra da camiseta subindo o suficiente para expor uma faixa de abdômen definido e a linha de pelos descendo da barriga. — Vamos, vamos, o aquecimento não vai se fazer sozinho.
— Não estou atrasada. — Você revirou os olhos, mas se ajoelhou no tapete ao lado dele. — Você que chegou cedo.
Estava vestindo seu conjunto de exercícios novo, um shortinho rosa claro e top combinando, aparentemente Harry também havia gostado, porque o olhar dele já estava viajando pelo seu corpo desde que você chegou.
— Eu disse às 6:00, são 6:15, você que precisa de mais disciplina. — Ele já estava atrás de você antes que pudesse reclamar, mãos grandes e quentes apoiadas em seus ombros. — Vamos começar com os alongamentos, suas pernas primeiro.
Você obedeceu, deitando-se de costas enquanto ele se posicionava entre suas pernas abertas, pegando seus tornozelos com facilidade, mas você não estava desconfortável, porque o toque de Harry era respeitoso, pelo menos no começo.
— Dobre os joelhos em direção ao peito — instruiu, e você fez, sentindo o ar saindo dos seus pulmões num suspiro controlado.
Mas então ele segurou seus joelhos.
— Harry...
— Ainda não terminou.
As mãos dele escorregaram para baixo, segurando suas canelas, dobrando você ainda mais, a posição te deixava completamente aberta para ele, foi aí que você sentiu, algo quente e firme contra o tecido do seu short e ele certamente não tentava esconder onde estava se estragando.
— Harry ?
Você só podia estar imaginando coisas, era só por conta dessa posição estranha, vocês eram só amigos, treinavam juntos há meses.
Isso não estava acontecendo.
— O que foi?
— Você está encostando em mim — você sussurrou, tentando manter a voz firme, mas suas pernas tremeram nas mãos dele.— Sabe seu...
— Eu sei. — Ele não parecia nenhum pouco incomodado.
— Isso já não é mais um alongamento, né? — Você podia ouvir sua própria respiração, os batimentos cardíacos acelerados.
— Não mesmo. — Ele deu aquele maldito sorriso que te acompanhava nos seus sonhos há mais tempo do que você estava disposta a admitir.
Ele empurrou os quadris para frente e a pressão entre suas pernas aumentou, sem querer um pequeno gemido, talvez de surpresa ou prazer escapou da sua garganta antes que pudesse impedir, que fez os olhos dele brilharem.
— Harry, acho melhor nós paramos...
— Mas você não quer que eu pare, quer?
Você não sabia o que responder então Harry decidiu por vocês dois, suas mãos soltaram suas canelas foram para seu short, especificamente no meio, onde a linha de costura esticou e não resistiu, quando ele rasgou bem na linha central, fazendo um buraco perfeito para ele.
— Harry! — Você ofegou, sentindo o ar da manhã arrepiando sua pele, nua.
— Porra... Você vinha treinar todo esse tempo sem calcinha? — Você não conseguiu responder, seu rosto ficando em chamas. — Eu compro outro short para você. — Sorriu enquanto ele se inclinava sobre você. — Eu compro um de cada cor. — Ele puxou o próprio short de compressão para baixo o suficiente para libertar o pau, já duro, a cabeça rosada e inchada apontando diretamente para você. — Mas só dessa vez... Me deixa te foder, só dessa vez e depois eu volto a ser só seu amigo.
Você já tinha imaginado isso antes , claro que tinha, mas ouvir aquilo, estar ali com ele, era completamente diferente.
Você abriu a boca para dizer algo, talvez dizer que aquilo era completamente errado, talvez um "sim, por favor" que você se recusaria a admitir depois, mas a única coisa que saiu de seus lábios foi o nome dele num gemido quando a cabeça do pau dele encontrou sua entrada, ele não entrou de imediato, em vez disso, deslizou para cima e para baixo, espalhando a própria umidade e a sua pelo caminho, enviando choques de prazer pela sua espinha.
— Olha só — a voz dele estava mais rouca agora. — Você já está bem molhadinha para quem tentou dizer pra eu parar.
Então ele te penetrou lentamente, cada centímetro entrando fez você arquear as costas no tapete, seus dedos se cravaram nos antebraços dele, nas tatuagens que você conhecia tão bem.
— Puta merda...—Você sibilou, não acreditando que aquilo realmente estava acontecendo.
Quando ele finalmente se enterrou completamente, a base do pau dele pressionada contra sua entrada já estava um pouco dolorida de ser tão esticada, então ele começou a se mover dentro de você , alternando entre brutal deliciosa e docemente lenta. A cada estocada, a cabeça do pau dele pressionava um ponto dentro de você que fazia suas pernas tremerem.
— Isso...— Aquela voz rouca, estava te desfazendo. — É assim que eu gosto... Você aberta pra mim... E gemendo desse jeitinho... — As estocadas ficaram mais rápidas, sua mão desceu entre vocês dois, os dedos encontrando seu clitóris pressionando contra seu ponto sensível em círculos que combinavam com o movimento dos quadris. — Você sabe o que eu pensei nisso a noite inteira? Depois do treino de ontem quando te vi com esses seus shorts, eu só pensava em rasgar e te foder assim.
Suas mãos soltaram os antebraços dele e subiram, os dedos se enrolando nos cachos molhados de suor na nuca dele, rosto dele estava vermelho, os olhos verdes dele estavam brilhando, vidrados, tão dilatados que quase não dava para ver a cor.
Você não conseguiu se segurar puxando seu rosto para perto o beijando, ele gemeu dentro da sua boca, surpreso, como se ele não esperasse que você tomasse a iniciativa, mas ele correspondeu rapidamente, a língua quente brincando com a sua, ele beijou você de volta com a mesma intensidade que estava te fodendo, isso foi o suficiente para que ondas de prazer se espalhassem para cada extremidade do seu corpo, sua boceta se contraindo em espasmos incontroláveis ao redor dele.
— Porra...Você vai me matar, me apertando assim... — Ele grunhiu, os dedos se cravando na sua carne, você sabia que o controle dele estava finalmente se desfazendo completamente.
Harry enterrou o rosto no seu ombro e gozou com um gemido abafado, os quadris empurrando para cima uma última vez, jorrando dentro de você em espasmos que pareciam não ter fim, nunca um homem pareceu gozar tão sexy como ele, os sons que ele fez ficariam gravado na sua memória para sempre.
Por um longo minuto, ninguém se moveu, o peso dele parecia maior contra você, a respiração ofegante dos dois se misturando e pele colada de suor e outras coisas, o coração dele batendo forte contra o seu peito ou era o seu coração?
Era impossível dizer.
— Ei.... — Ele foi o primeiro a falar.
— Hm?
— Eu... — Ele hesitou um pouco saindo de dentro de você.— Eu não vou pedir desculpas.
— Eu também não iria querer que fizesse isso.
— Bem, acho melhor voltarmos ao treino, então.
— Idiota! — Bateu no peito dele fazendo sair de cima se você. — Como vou treinar assim?
— Ah! É! — Ele coçou a nuca. — Então... chuveiro?
— Seu pervertido — Falou se levantando com a ajuda dele. — Nós mal acabamos.
O canto da boca dele subiu devagar e você pode ver o pau dele já meio duro de novo.
— Não ouvi você dizer não — ele murmurou, se aproximando segurando sua cintura. — Chuveiro? — Ele repetiu com os olhos fixos no seu.
Ele mesmo havia dito que era só dessa vez e já estava chamando para mais uma?
Mentiroso.
Mas vocês dois sabiam que não ia ser só dessa vez.
Vocês sabiam que o termo "amigo" tinha ido embora no momento que ele rasgou seu short, então não hesitou em dizer:
Warning:contain sexually explicit content, including masturbation. Please read at your own discretion. 18+ only.
Note: English is not my first language, so please be kind with any mistakes!
The day had been so overwhelmingly stressful that all you wanted was to let go of the tension in a delicious, warm bath with Harry — like the two of you always did on hard days.
But to your bad luck, just as you got home, a message popped up from him:
> “I’ll be home late tonight. Don’t wait for me.”
You only left him on read. You didn’t want to be rude, but you weren’t exactly thrilled either. So, instead of overthinking, you decided to focus on relaxing.
The bath was filled with bath salts and softly scented candles. Your playlist of slow, sensual songs played gently in the background — your favorite vibe for moments like this. You lay in the tub, your body almost completely submerged, bubbles covering your bare skin, and a glass of wine within arm’s reach.
The music flowed through your ears like silk. The warmth, the foam, the dim lighting — it all brought a sense of peace. But ironically or not, the next song that started playing was one you knew all too well. The moment you heard the familiar deep vocals, your eyes widened.
“Oh, fuck,” you whispered, instantly regretting placing your phone too far away.
It was “She.”
His song.
The melody wrapped around the bathroom like Harry’s arms used to, pulling memories straight into your mind — memories of the countless times you had sex with him to this exact song… or even on top of the papers where he first wrote its lyrics.
You could still picture that day — him, so focused, sitting at the table, scribbling down verses. You had walked up behind him, kissing his neck softly, your barely-covered body pressing against his back… and then, bent over the same table, his lyrics beneath you as he fucked you senseless.
Those dirty thoughts paired with that voice — it sent a wave of heat between your legs. Your hand slid down, fingers finding your clit and circling slowly, imagining how it would feel if Harry was actually there, between your thighs. Your other hand moved up to massage your nipple the way he always did — the way only he knew how.
The more your pleasure built, the more vivid your imagination became. You pictured him lifting your hips, grabbing your thighs tightly, his warm, wet tongue trailing slowly down… until it found your clit and sucked hard, his eyes locked on yours. He loved watching you — loved seeing exactly how his touch affected you. That was his favorite part of oral: watching you fall apart.
"She, she lives in daydreams with me..."
The chorus hit, and your fingers moved faster, two of them sliding inside you now, pumping in and out. Your breath hitched.
“Harry,” you whimpered, lost in your fantasy, head tipping back, so close to the edge your toes curled.
“Yes?”
You practically jumped out of the tub.
“Fuck, Harry!” You tried to act like you weren’t caught red-handed.
“I thought you were coming home late?” you asked, face flushed with embarrassment.
“You didn’t reply to me. I figured that meant you had a rough day. So I asked Jeff to reschedule and came home,” he said, stepping closer. But his eyes… his eyes had already seen everything. The scene of you moaning his name, fingers buried inside yourself while his voice played… it was burned into his mind — in the best way.
“Ah,” you muttered, trying to sound annoyed.
“You… were touching yourself?”
His voice dropped. He didn’t love the idea of you pleasuring yourself alone — unless he was watching. “Still listening to my song?”
“Yes…” you answered, a little bolder now. “What are you gonna do about it?”
“Oh, you couldn’t wait just a bit longer, huh? Had to bury your fingers inside yourself for some relief.”
His voice was low, irritated — but clearly turned on.
He stepped closer, stripping out of his clothes. “Did you come?” he asked, sliding into the tub with you.
“No…” you pouted. “But in my defense, you said you’d be late. I was so tense… I wouldn’t have needed to do it if you were here.”
“That doesn’t change the fact that you broke one of our rules, darling,” he said, a wicked smile curving his lips. “And you dare to talk back to me?” He leaned in, kissing a trail down your thigh, slowly… so slowly.
“Want to know what I’m going to do about it?” he whispered. “You’re only allowed to come when I say so. Got it?”
Then, without warning, his mouth was on you — licking through your folds, tongue pressing into your clit until your back arched and you cried out.
“Don’t be so mean, Harry… please,” you begged, your hands tangling in his hair, breath hitching as he sucked. “I had such a rough day… I need you so bad.”
Those pleading eyes almost broke him.
“I promise, baby,” he murmured between licks. “After this, I’ll give you as many orgasms as you want.”
Preference de um parto humanizado em casa, eles ajudando as esposas, fazendo massagem, dando apoio e forças, cm os 5 meninos por favor
Ficou um pouco grande e me perdoe por isso mas espero que goste, pois fiz com muito carinho e quis ser mais realista possível.
Eu amei muito a ideia é coloquei um pouco da minha experiência de parto✨
Preference # Parto Humanizado.
S/n p.o.v
Hoje o dia não estava dos melhores, desde que acordei tudo me incomodava, desde minha barriga que já pesava muito, a movimentação dos afazeres diários e a pequena pontada em minha lombar desde que pisei os pés no chão pela manhã. No dia de hoje eu completava 40 semanas e 4 dias, minha ansiedade estava a mil, já se passará do dia que estimavam o nascimento do nosso bebê. Um lindo menininho que em minha última eco com 39 semanas, já pesava 3.045kgs e 48 cm era um bebê bem grande.
Desde que tomei a decisão do parto humanizado em casa meu marido tem sido compreensivo, apesar da sua preocupação de eu não escolher o hospital, ele aceitou bem e praticamente traria o hospital até mim no dia do parto, de tantos médicos, enfermeiros e parteiras que contratou para tudo sair perfeito e mais confortável para este momento único.
No começo do anoitecer começou a piorar as pontadas eu senti que seria hoje, o meu coração parecia que iria pular para fora de emoção, o medo tomou um pouco conta de mim, eu já havia ouvido tantas coisas sobre como o parto pode ser aterrorizante e agora que estava prestes a acontecer não sei se me encontrava tão preparada quando eu achava.
Harry:
— Hey amor o que foi? — Ele estava deitando ao meu lado da cama vendo algo que já nem sabia mais.
— Acho que é hoje.
— Tem certeza? — Ele virou-se me olhando apreensivo.
— Bom, se essa dor que estou sentindo não for do trabalho de parto, eu não nem quero saber como é as dores reais — eu choraminguei.
— Calma meu amor eu estou aqui, vai da tudo certo. — ele pegou minha mão acariciando. — Vá, tome um banho para relaxar um pouco, eu vou pegar nosso plano de parto no quarto do bebê e preparar tudo conforme você deixou orientado lá tudo bem ? — Seus lábios quentes em minha testa eram reconfortante. — Tudo sairá como planejamos, nosso menino chegará logo. — Harry cantarolou até me levar ao banheiro.
Após o banho a equipe que contratamos haviam chegado, passaram a checar os batimentos do bebê, inflavam e enchiam a banheira no nosso quarto, eles revezavam pra ficava comigo, tudo estava bem. A partir daí eu tinha que levantar e ficar apoiada em Harry durante as contrações. A respiração e as massagens nas costas ajudavam muito e estava tudo incrivelmente suportável, ficamos assim por algumas horas, eu notei que as contrações estavam vindo mais intensas e doloridas se intensificando muito, eu tentava me manter focada.
— Calma, você consegue, eu estou aqui com você, respira meu amor. — Harry repetia para mim, enquanto eu apertava seus pulsos.
Num determinado momento me ofereceram para entrar na banheira. Não sei se eu já estava nesse ponto de precisar da água para acalmar, mas aceitei, a sensação foi incrível, mas bateu um medo de desandar tudo.De repente , a dor estava insuportável e eu não conseguia achar posição confortável e comecei a ficar meio desesperada, Harry ajoelhou-se ao meu lado me ofereceu suas mãos para eu segurar nas contrações novamente. “Eu amo você, você é uma mulher forte e incrível” Sussurrava em meu ouvido, mas ainda doía demais, muito e eu precisava gritar.
Em pensamento, pedi desculpas às pessoas ali e gritei. MUITO FORTE. Usava minha voz para botar pra fora toda aquela dor. Comecei a dizer que não ia dar, não tinha mais forças,ouvi Harry dizer palavras de apoio que faltava pouco, que nosso bebê estava chegando. Agarrei ao meu marido quase o puxando por inteiro para água comigo e comecei a fazer toda força que eu podia em cada contração.
Até que, enfim, senti meu gorduchinho nascendo, o Harry e a Doutora estavam de plantão para pegá-lo, já que minha posição não me permitia. Logo em seguida, com ajuda virei e sentei de volta na banheira, nosso pequeno foi colocado no meu peito, eu nunca vou esquecer a delícia de sentir seu corpinho quente e escorregadio junto ao meu. Nem bem saiu e já começou a chorar alto e forte, aquele som preencheu toda a casa. Choramos junto.
— Eu te amo — saiu dos lábios de Harry, ainda sem acreditar no que tinha acontecido.
Liam:
Ele havia preparo um jantar romântico para me distrair um pouco desta anciedade que é esperar pelo nascimento.
— A comida está ruim? – Seu olhar confuso me fez rir um pouco.
— Não amor, apenas estou com dor.
— Contração ? — se levantou rapidamente e ficou ao meu lado.
— Sim, eu acho.
— Vamos monitorar meu amor, se ficarem próximas é que nosso bebê está chegando.– Suas mãos esfregavam as minhas costas, Liam já havia passado por isso então sua calma até me irritava.
As contrações começaram a ficar de 5 em 5 minutos, chamamos a equipe, lembro de Liam me vendo sentada com as dores, de imediato ele já disse, vamos se mexer pra melhorar o desconforto e a dor meu amor.
Alguns exercícios de respiração e massagem na lombar aliviou as contrações, o apoio psicológico que a Liam estava me dando foi mais que essencial. “Menos uma amor para o Noah estar em nossos braços, aguente firme eu estou aqui com você.”Fui para o chuveiro pra ver se aliviava as dores, porém quando sai desabei no choro, achei que tivesse chegado meu limite, foi nessa hora que Liam fez mais diferença ainda, ele entrou com roupa e tudo me abraçou e ficou ali comigo por um longo tempo, dizendo o quanto eu era forte, corajosa e que me amava.
Depois de me recuperar e tomar forças fui para a piscina, a água quentinha e ainda tinha bastante dores, estava muito cansada parecia uma eternidade, comecei a ter vontade de fazer força, meu corpo já estava preparado para expulsar nosso bebê para fora.
— Amor acho que não consigo, estou tão cansada. — implorei para Liam.
Liam entrou comigo segurando minha mão.
— Você é forte, vai conseguir, eu sei disso, todos estamos aqui para você meu amor.
Aquelas palavras me deram quase que um último suspiro de vida para meu corpo fraquejado.Fiz a maior força que pude junto com o mais alto dos gritos e saiu a cabecinha da nosso pequeno, na próxima força saiu o corpinho e assim a dor sumiu.
Tivemos contato pele a pele de imediato, seu corpinho colado ao meu, o papai chorão ao lado cortou o cordão, foi um alívio, um momento que nunca iria esquecer.
Niall:
Fazia um tempinho que estava sentada na bola enquanto Niall monitorava minhas contrações só por checkup, desde o momento em que comecei planejar ele sempre foi muito preocupado e agora não estava sendo diferente.
As contrações vinham a cada 5 minutos, mas duravam menos de 1 minuto cada. Estavam um pouco mais intensas, mas eu ainda conversava durante elas, então sabia que ainda não era uma fase de parto ativa, mas Niall todo preocupado já tinha deixados todos avisados para correrem quando fosse a hora. Quando as dores começaram a se intensificar decidir tomar um banho e estava tão desconfortável e piorando que gritei para Niall me tirar dali.
“Pode vir. Chegou a hora. Preciso muito de vocês aqui” Ele já estava no telefone com a chefe da equipe que cuidaria do parto.
Quando a equipe chegou, ela começou a trabalhar no ambiente para que o parto ocorresse. Forraram a minha cama, encheram a banheira de água para o parto, acenderam as velas, desligaram as luzes. Eu estava ali com a meu marido ao cheiro de óleo de lavanda e escutando ele dizer palavras confortáveis “ Eu amo você, vamos conseguir, saiba que você está linda, eu estou aqui, logo veremos nosso bebê” Saiam da boca dele.
Naquele momento estava tudo muito intenso. Eu não tinha pausa entre uma contração e a próxima, mal conseguia recuperar o ar, virei pra Niall segurando forte em sua mão.
— Amor eu não estou mais aguentando, se continuar assim eu quero ir para o Hospital tomar anestesia. – Eu não queria parto hospitalar, eu não queria anestesia, mas naquele momento eu estava me perdendo.
— Calma meu amor você vai conseguir, nosso bebê está vindo, aguenta mais um pouquinho. – Ele massageava minhas costas tentando me dar algum conforto.
Escutei a parteira falar com a assistente que o bebê nasceria nos próximos 30 minutos e resolveram me colocar na piscina. Aquilo me encheu de força e motivação e ali eu fui forte. As contrações eram fortes mas bem mais suaves do que as que eu sentia antes de estar na água. Eu me encontrara completamente imersa na situação, consciente e ao mesmo tempo inconsciente do que estava acontecendo ao meu redor, eu fiz força e meu bebê coroou. Niall estava atrás de mim na banheira fazendo massagens em minha lombar dando todo um apoio.
A cabeça do nosso bebê saiu, estava ali na água, na próxima contração fiz força de novo e o corpo saiu completamente sozinho, sem ninguém puxar. Meu bebê soube nascer. Meu corpo soube parir, eu tive forças para conseguir ir até o fim. A parteira segurou ele na água e levou ele imediatamente para os meus braços, ele deu um resmungo, mas não chorou, eu segurei o meu menino nos meus braços. Às 23h36 nasceu o Joshua. Eu nasci de novo também.
— Olha o que eu fiz! Tirei um ser humano de dentro de mim e de forma 100% natural!— disse ao Niall me sentindo a pessoa mais incrível do mundo inteiro.
— Eu te amo meu amor você é a mulher mais incrível desse mundo, muito obrigada por passar por tudo isso por nós. — Nós estávamos ali. Era mágico, era sublime!
Louis:
Às 22 horas, a bolsa rompeu e as contrações aumentaram de intensidade e ficaram regulares. Liguei para Louis que estava gravando uma nova demo, ele ainda achou que era brincadeira, depois de uma contração e intensa durante a ligação ele entendeu que era sério e veio correndo para casa.
Começamos a arrumar o cenário, arrastamos a cama, trouxemos o colchonete, acendemos as velas, escolhemos os CDs, depois da meia noite, a super equipe chegou. “Não é que o negócio era sério mesmo? Lou comentou aliviado “Tá todo mundo aqui!”. Me fez rir um pouco, distraindo do foco principal.
Eu achava que a evolução do meu trabalho de parto seria rápida, mas quando me examinaram levei um susto; colo do útero grosso, 1 cm de dilatação a noite ia ser longa. Lou fez uma massagem, eu ainda tentei dormir um pouco, mas não consegui, acabei indo para a cozinha conversar um pouco. As contrações estavam aumentando e a Doutora sugeriu que eu fosse para a banheira para relaxar um pouco. Fiquei horas na banheira, ouvindo música, à luz de velas, Louis cantarolando para nosso bebê.
Apesar das dores, eu me sentia feliz, sintonizada com o meu corpo, durante a madrugada, as contrações foram ficando bem fortes, mas a dilatação progredia lentamente. De manhãzinha, estava com 4 cm, bastante cansada e com muita dor. Resolvi deitar um pouco, cheguei a cochilar entre uma contração e outra, logo depois da soneca dui caminhar no quintal, tomar sol, e Lou e eu ficamos dançando na grama.
— Amor vai dar tudo certo, sei que está demorando bem mais do que pensavamos, mas tudo bem, ele virá no seu tempo, eu amo você.
— Eu também te amo.
As horas foram passando, a dor beirava do insuportável. Tudo doía: os ossos da bacia, a perna, a barriga. Se eu estivesse no hospital, nessa hora teria pedido anestesia com certeza - aliás, teria pedido bem antes, ainda bem que não estava, a equipe e o Louis se revezavam fazendo massagem nas minhas costas nas contrações me ajudando a continuar focada. Perdi a noção do tempo e nem sei que horas eram quando a me examinaram de novo e disse que o neném estava vindo.
Chamamos todo mundo, e eu resolvi ficar no banheira eu me sentei nela, apoiada atrás do meu marido, a vontade de fazer força era incontrolável, ao mesmo tempo uma impressão horrível de que vai arrebentar tudo, eu senti perfeitamente o bebê entrar na bacia, girar, continuava doendo muito, mas agora era diferente, estava nascendo, eu me sentia cheia de energia. A Doutora colocou minha mão e a do Lou na cabecinha do bebê, já estava uma boa parte para fora, de repente, uma força grande, a Doutora ainda tentou segurar para a cabeça sair devagar, mas não deu, meu bebê saiu com tudo.
O tempo parou, peguei meu filho no colo, olhei para as pessoas ali todas estavam emocionadas, chorando, o Louis me abraçando, senti vontade de chorar também , me senti vitoriosa, poderosa, redimida.
— Conseguimos– digo e beijo os lábios do homem o qual escolhi para viver este momento mágico comigo.
Zayn:
Me perguntei: será que é exatamente como as pessoas contam, de tempo em tempo certinho? Fui procurar um relógio para verificar. Não era que estavam espaçadas de 30 em 30? Mas não estava acreditando que o dia havia chegado. Me contive e esperei Zayn chegar do trabalho, às 22 horas. Contei para ele que estava com contrações e não sabia se eram as de verdade.
—Liga pra parteira.—Zayn sempre gostou de resolver as coisas rápido mas como eu sabia que todo o trabalho de parto duraria horas, e já estava tarde, não queria incomodar.
— Já está tarde amor, não sei se realmente são contrações do parto.— disse calmamente.
A pedido do meu marido, que ficou insistindo muito,liguei apenas para informá-la do que estava sentindo. Ela fez algumas perguntas, disse não parecer com contrações de teste e avisou que iria dar um pulinho na minha casa, para me observar.
Ela chegou as 01:00 da manhã, escutou o bebê e observou as minhas contrações e as minhas caretas. Avisou que realmente nosso bebê estava a caminho e disse que não iria adiantar ficar lá porque iria demorar algumas horinhas mais. Foi pra casa na promessa de que iria retornar ás 10:00 da manhã.
Confesso que fiquei preocupada. Como assim, eu em trabalho de parto e sozinha? Mas sabia que iria demorar e de tantos relatos que li, só me lembrei de mulheres que nessa espera foram caminhar na praia, namorar, então resolvi dormir. Não consegui dormir profundamente porque acordava a cada contração,Zayn sempre acordava junto para ver como eu estava.
Quando foi 11 horas da manhã a parteira chegou de mala e com todos os seus aparatos, inclusive uma piscina inflável. Até esse momento, as contrações estavam suportáveis e foi feito o primeiro e único exame de toque. Estava com zero de dilatação.
—Como assim? Desde as 7 da noite anterior minha mulher sofrendo e nada? Ai meu Deus…— Zayn aparentava-se muito nervoso.
—Calma papai, você acha que eu cheguei agora por que?— disse para ele .—Agora que o show vai começar.— ela complementou. Dito e feito. As contrações começaram a doer com vontade a partir dali.
Colocamos as músicas que eu havia separado para este momento, tiramos milhares de fotos, e as dores iam aumentando. A cada contração, eu perguntava se iria doer mais do que isso, Zayn sempre ao meu lado tentando me acalmar, enchemos a piscina com água quente e foi quando eu percebi uma ligeira melhora nas contrações, ligeira mesmo. Fiquei na banheira, urrando de dor a cada contração, Zayn estava lá comigo segurando minhas mãos e massageando minhas costas,sentia que estava perto do momento final.Mas aí eu surtei, não queria mais ficar na banheira e tudo me irritava.
— Eu não quero mais, me leva pro hospital, tá doendo muito! Zayn, amor por favor?!— implorei a ele.
A parteira já havia lhe informado de que quando a dor estivesse insuportável e eu pedisse para ir ao hospital é porque estaria chegando a hora. Então ela apenas o relembrou de que precisava se manter calmo e me manter calma.
Olhava para o meu marido e pedia.
—Me leva!Por favor! Zayn.— eu quase gritava pra ele.
—Calma, tá quase! Aguenta mais um pouco. — Os olhos dele cheios de lágrimas tentando ser forte. — Era seu sonho meu amor ter um parto natural em casa.— ele beijava minha mão, repetidas vezes.
Eu não aguentava mais e só pensava nos vídeos que assisti onde mulheres estavam rindo, dançando, de como eu não me parecia nem um pouco com elas. Foi aí que pedi para sentar no banquinho próprio para parto, não demorou muito e já dava para ver o cabelinho dele, acho que foram alguns minutos nessa agonia até que senti uma contração muito forte e a cabeça do nosso filho saiu primeiro. A parteira me avisou que na próxima contração não era para fazer força que o corpinho dele ia ser expulso normalmente, não escutei nada do que ela disse, era tanta dor que continuei fazendo força mesmo sem ter contração que ele saiu igual um foguete!
Mas era lindo! Limpinho, todo perfeitinho e quase não chorou. Foi imediatamente para os meus braços e os braços do Zayn que estava atrás de mim na mesma hora que o meu filho nasceu, toda a dor e fraqueza passaram e nada mais importava, apenas nós três. Nossa pequena e perfeita família.
Sinopse: Um final de semana! Uma ilha isolada, meu sugar daddy preferido.
Aviso: Este será uma Short Fic dedicado a Sugar Daddy Styles. +18, incluindo cenas explícitas de sexo em todos os capítulos, álcool e drogas ilícitas, os Hots dessa história estão bem detalhados(muito mesmo) então se esse tipo de conteúdo não for do seu agrado, recomendo que não leia./ Contém cenas de sexo explícito com food play (uso não convencional de alimentos durante o sexo)
NotaAutora: 'cadelinha' é o apelido oficial dela, então se não gostar é só ignorar. Escrevi uma cena de sexo totalmente diferente do que já fiz por aqui, espero que gostem.
Capítulo 1| Capítulo 2 | Capítulo 3
Capítulo 4
O vestido de seda azul deslizava sobre minha pele ainda quente do banho e o plug anal que Harry insistira para eu manter estava fazendo uma pressão a cada movimento enquanto descia as escadas para encontrá-lo para jantar.
Harry já me esperava sentado à mesa com uma taça de vinho nas mãos, seu peito definido à mostra sob a camisa floral aberta, seu shorts bege curto e seus olhos verdes queimando-me enquanto eu me aproximava.
— Você está linda. — Puxou-me para perto, a mão dele deslizou por baixo do meu vestido, os dedos encontrando a marca do plug através do tecido fino da minha calcinha. — Boa garota, continua aí.
— Aproveitou o banho, cadelinha?
— Sim. — Sorri, sentando-me ao seu lado.
— Daddy, o que é isso? — Inclinei a cabeça na direção do balcão da cozinha, onde fileiras de frascos se alinhavam: chantilly, calda de chocolate, tequila, morangos frescos...
— Isso, minha princesa, é o cardápio da sobremesa. — Disse enquanto pousava sua mão grande em minha coxa. — Mas primeiro, você vai jantar, quero você bem alimentada para a noite que preparei.
Ele levantou, começando a servir o jantar que nem vi ser preparado para nós.
— Onde estão os funcionários?
— Mandei eles nos deixarem a sós, voltam só amanhã.
— Ah! E por quê? — Fiz-me de desentendida só para ouvir da boca dele o que iria fazer comigo.
— Por quê? — Repetiu, rindo. — Porque não quero ninguém além de mim ouvindo seus gemidos gostosinhos, a noite toda, baby.
Durante o jantar, Harry não parava de me tocar, sua mão grande acariciando minha nuca, minhas costas, minhas coxas expostas pelo vestido curto. Era delicioso ter esse tempo com ele, sem pressa, sem cobranças, me fazendo até esquecer o que realmente éramos um para o outro.
— Você está especialmente linda hoje, sabia? — Styles murmurou, o hálito quente e doce de vinho contra minha orelha.
— Acho que deve ser o vestido que comprou para mim. — Eu ri, fingindo desdém.
— Não. — Sua mão apertou minha coxa com firmeza. — É você, você é sempre extremamente gostosa, eu não sei como eu pude viver tanto tempo sem te conhecer.
— Você está bêbado, acho que tomou muito vinho durante o jantar. — Ri, deixando um beijo em seu pescoço, tentando afastar os pensamentos conflituosos que me enchiam.
Eu não podia me apaixonar por Harry Styles.
— Não o suficiente. — Ele se levantou, puxando minha cadeira para trás. — Hora da sobremesa, princesa.
Meu coração acelerou quando ele me levou até a ilha da cozinha, onde garrafas de bebidas alcoólicas, caldas, frutas e chantilly nos esperavam.
— Escolhe um. — Ele ordenou.
— Por que?
— Só escolhe. — Suas mãos foram por baixo do meu vestido, apertando minha bunda.
— Chantilly?
— Ótima escolha.
Seus dedos saíram debaixo do meu vestido, encontrando o zíper e puxando devagar, deixando o tecido cair no chão. Eu não usava nada além da calcinha e ao ver meus seios expostos, ele não deixou de aproveitar para prová-los, sua língua quente sugando meu mamilo com intensidade.
— Agora suba. — Ordenou, com as mãos já descendo minha calcinha.
— O que?
— Eu mandei subir no balcão. — Sorriu ao jogar minha última peça de roupa em algum canto da casa.
— Mas nós não íamos comer a sobremesa?
— Você é a sobremesa, cadelinha. — Ele me ajudou a subir na ilha, o mármore era frio contra minha pele quente. — Agora abre.
Seus olhos verdes devoravam-me enquanto abria as pernas, expondo minha boceta pronta para ele brincar.
Ele usou os dedos para me abrir ainda mais, depois cobriu meu clitóris com chantilly, antes de se inclinar e lamber o creme em minha boceta, sugando meu clitóris.
Meus dedos se enrolaram no cabelo dele quando senti sua mão brincando com o plug, enquanto continuava a me chupar, era uma sensação estranha e prazerosa ser estimulada assim.
— Daddy...
— Tá gostoso, né? Pela carinha que você está fazendo, deve estar e porra quando você faz essa cara deixa meu pau ainda mais duro com vontade de meter dentro de você. — Aquele sorriso safado sempre acabava comigo. — Agora escolha o próximo, querida, ainda quero mais.
— Morangos...
— Vamos te decorar direito, cadelinha.
Harry usou o frasco de chantilly mais uma vez, espalhando-o por minha boca, meus seios, minha barriga e minha boceta. Logo depois, segurou um morango vermelho e suculento entre os dedos, passando-o lentamente pelos seios cobertos de chantilly, roçando nos meus mamilos.
Não consegui conter um gemido quando ele mordeu a fruta e o meu mamilo ao mesmo tempo, o suco escorrendo pelo meu seio, formando um fio rosado sobre o chantilly branco, que Harry seguiu o rastro com a língua, limpando cada gota.
— Delicioso. — Murmurou, colocando o que restou do morango na boca.
Ainda insatisfeito, Harry pegou outro morango um pouco maior e começou a descer, passando-o pela trilha de chantilly da minha barriga até o umbigo e quando a ponta do morango encontrou meu clitóris, eu soltei um suspiro trêmulo.
— Porra... — Choraminguei, me contorcendo.
Que sensação era aquela?
Harry usou a fruta para massagear meu clitóris, pressionando e circulando, esfregando o morango para cima e para baixo na minha boceta, me masturbando com ele, era uma fricção diferente de qualquer coisa que eu já tinha sentido.
— Olha como você está deixando o morango molhadinho... Igual a você. — Mordeu os lábios apreciando a vista.
Eu me agarrei às bordas frias do mármore quando ele começou a inserir o morango dentro de mim. Ele não a enfiou todo, deixou metade para fora, então segurando o cabinho, começou a mover a fruta para dentro e para fora.
— Daddy... — Meus olhos arregalaram, era uma sensação tão diferente de seu pau e seus dedos ou qualquer outra coisa que já senti dentro de mim.
— Quer que eu tire? - Ele fez questão de girar o morango.
— Não...
Harry sorriu, continuando a movê-lo dentro de mim, cada movimento fazia o suco do morango se misturar com meus próprios fluidos, um som baixo e molhado ecoava no silêncio da cozinha, juntamente com meus gemidos.
A estranheza inicial começou a se dissipar, dando lugar ao prazer, meus quadris começaram a se mover por vontade própria contra a fruta, buscando mais.
Eu estava perdendo a cabeça com a porra de um morango.
Sua mão livre desceu até o plug anal, pressionando-o suavemente enquanto o morango continuava seu movimento dentro da minha boceta. A dupla estimulação era quase insuportável de tão boa que meu corpo todo começou a tremer, uma onda de calor subindo do meu abdômen.
— Tá perto, né? — Harry sussurrou, os olhos fixos no ponto onde o morango desaparecia dentro de mim.
Ele curvou-se e prendeu meu clitóris entre os lábios, sugando forte enquanto continuava a foder-me com o morango e a brincar com o plug.
Não aguentei mais do que àquilo, longos gemidos começaram a sair da minha boca, altos e descontrolados, quando aquele formigamento prazeroso começou a se espalhar por meu corpo, minha visão escureceu e aquele prazer foi tão intenso que parecia me despedaçar por dentro. Harry não parou de lamber e chupar até o último tremor, até eu estar completamente fraca e derretida sobre o balcão.
Styles deu um sorriso perverso, tirando o morango ensopado e brilhante e levou o morango à boca, chupando, depois comendo todo em uma mordida.
— Ah... Porra... Seu gosto… Misturado com o do morango, é muito melhor do que qualquer doce, princesa.— Harry limpou os lábios com o dorso da mão, um sorriso de pura satisfação estampado no rosto enquanto me observava ainda tremendo.— Vem cá. — Segurou minha mão, guiando-me para fora da bancada.
Seus lábios encontraram o meu com pressa, senti o sabor do morango em sua língua, me deixando estranhamente mais excitada.
— Daddy... Preciso de você...
Harry me levou até a sala, me deixou parada em pé, observando-o tirar seu shorts e a cueca, seu lindo pau saltou para fora me fazendo desejar ainda mais ter ele dentro de mim, quando Harry me puxou para mais perto eu achei que ia me colocar para cavalgar em seu colo até gozarmos de novo, mas ao invés disso, de repente, o mundo ficou de cabeça para baixo, literalmente, ele me virou, me posicionou sobre ele, seu braço forte envolveu minha cintura e o outro segurou minha coxa, antes que eu entendesse eu estava suspensa de ponta-cabeça, com as pernas abertas e minha boceta centímetros de seu rosto e minha boca alinhada com seu pau duro, escorrendo pré-gozo.
— Caralho! — Meu coração disparou, mas as mãos dele estavam firmes, segurando meu quadril como se eu não pesasse nada.
— Nunca fez 69 assim, princesa?
— N-não! — Engoli seco, minhas mãos se agarrando em suas coxas por falta de algo melhor para segurar.
— Bom. — Ele deu um tapa na minha bunda, a pele ardendo sob o impacto. — Sempre tem a primeira vez para tudo, não é?
NotaAutora: Bem, como todo ano eu faço imagines de Harryween, espero que gostem! Não se esqueçam de deixar uma ask para mim depois 🥹 cada comentário me ajuda incentivando a continuar postando coisas assim por aqui💗
Avisos: +18, sexo explícito, conversa suja, palavrões, bem vocês já sabem o que esperar.
31 de outubro de 2025.
Você dava os toques finais em sua maquiagem em frente ao espelho, a luz suave realçando os olhos esfumados e o lábio inferior pintado em um vermelho vinho.
Olhando-se assim, dava aquela sensação de déjà vu, todas as fantasias, todas as fodas selvagens que você e Harry vêm tendo todos esses anos, ainda era bom pra caralho toda aquela adrenalina.
Você sorriu ajeitando a máscara pontuda sobre os olhos contente com o resultado, este ano sua fantasia ainda continuava a ser extremamente indecente como todas as outras.
O macacão preto colava em cada curva de seu corpo, deixando algumas faixas de pele à mostra, seu decote cavado, tudo era tão justo e a sensação do material colado em sua pele nua era uma carícia deliciosa constante, deixando-a ainda mais quente, as botas de salto até a coxa completavam seu visual, com um longo chicote, você era a mulher-gato perfeita.
— S/n... — A voz rouca de seu namorado preencheu o banheiro. — Puta merda.
— Gostou? — Questionou, girando lentamente, permitindo que ele observasse cada detalhe.
— Você é a mulher mais linda que já vi. — Ele caminhou lentamente até você. — Seus seios estão implorando para serem tocados, baby.
— Eu sei. — Se aproximou, deslizando as mãos pelo peitoral dele. — Você está perfeito, é difícil me concentrar em qualquer coisa além de você.
Ele deu uma voltinha vitoriosa, dando total liberdade para você admirar cada detalhe daquela fantasia, a máscara emoldurava seu rosto, a capa escura que caía perfeitamente, seu peitoral marcado no traje e o cinto de utilidades parecia muito mais grosso e interessante do que o normal.
— Me lembro de você vestida de Alice, de coelhinha, de colegial, você vem tornando isso uma tradição insuportável de esperar, sabia? — Ele se aproximou, a mão dele desceu pela sua nuca e puxou-a para perto, o corpo duro e quente pressionando o seu.
— A culpa não é das minhas fantasias, é do seu tesão. — Você respondeu, deslizando os dedos pelas fendas do cinto de utilidades dele. — Não me lembro de o Batman ter essa protuberância, hein?
— É um acessório personalizado, só funciona perto de você. — Sorriu maliciosamente, a mão dele desceu e apertou seu quadril, com os pés afastou mais as suas pernas. — Foi um upgrade adicionado especialmente para a Mulher-Gato e o encaixe perfeito... — Ele sussurrou, a boca perto do seu ouvido — É bem aqui. — Seus dedos pressionaram o ponto quente e macio entre suas coxas, coberto pela fina camada de tecido. — Quer testar?
— Harry... — Gemeu quando ele continuou acariciando-a. — Precisamos ir.
— Você não está usando nada além desse body? — Estreitou os olhos fingindo não ouvir o seu aviso.
—Marcaria na roupa. — Deu os ombros fingindo inocência.
— Você continua a tornar as coisas difíceis para mim, não é? — Sua mão ágil conseguiu se infiltrar na fantasia. — A cada ano ficando mais ousada, você não imagina as coisas sujas que estou pensando em fazer com você hoje à noite. — Você sentiu os dedos dele tateando, buscando seu clitóris.
— Que coisas... — Suspirou.
— Eu quero deixar você exatamente assim, não vou tirar essa fantasia, quero apenas abri-la onde preciso, estar enterrado bem fundo dentro de você, que você vai tremer e gemer meu nome até ficar sem ar. — Você mal conseguiu formular uma palavra quando ele começou a massagear você com a ponta dos dedos, lento e firme. — E quando você estiver toda mole e satisfeita, pensando que acabou, eu vou começar tudo de novo e isso não é nem metade do que eu penso só de olhar para você.
— Ah, Harry... — Seu gemido foi um misto de protesto e súplica, suas mãos agarrando o braço dele com força.
Ele te puxou para mais perto te beijando, os lábios pressionando os seus, gemendo baixinho enquanto te apertava ainda mais contra si. Vocês deveriam estar na estrada agora, indo para a festa, mas tudo o que você conseguia fazer agora era gemer enquanto os dedos de Harry entravam e saíam incessantemente da sua boceta.
— Para quem não queria isso, está gostando demais, não acha? — Ele sorriu, seus lábios pressionando beijos em sua têmpora enquanto você ofegava.
— Quieto... Me faça gozar logo. — Os dedos dele deslizaram novamente para dentro da sua vagina encharcada enquanto você se contorcia em seus braços. — Isso... Mais...
Seu corpo estava reagindo a cada toque dos dedos dele, de vez em quando o polegar dele roçava seu clitóris e depois voltava a penetrá-la, você não ia conseguir se conter por muito tempo e nem queria.
Aquele prazer estava crescendo dentro de você, sua buceta latejando cada vez mais de excitação, você precisava, necessitava gozar.
— Porra... Eu estou sentindo você, amor, goza, vai...
Sua respiração falhou, suas coxas começaram a tremer e você se agarrou ainda mais a ele, tentando se segurar para não cair quando o orgasmo tomou conta de você.
— Que delícia de boceta você tem, eu nunca me canso. — Styles murmurou, tirando seus dedos em um som molhado, os chupando.
— Não fale coisas assim... — Você deu um tapinha nele sem fôlego, com as bochechas coradas e um pouco envergonhada por chegar ao orgasmo tão rápido. — Vamos logo.
— E isso daqui? — Fez biquinho, apertando sua ereção por cima do traje.
— Vai ter que esperar, amor.
— Eu vou cobrar em.
— Tá! — Revirou os olhos, dando uma ajeitada em sua roupa novamente em frente ao espelho.
Vocês desceram as escadas, prontos para a noite, Harry disse que seria uma noite cheia de surpresas e você nunca esteve tão animada, assim que entraram na garagem ele fechou seus olhos com a mão.
— Pode abrir agora.
Styles apertou um botão e a garagem se iluminou revelando uma réplica impecável e funcional do Batmóvel.
— Mentira! Harry! — Você exclamou, tapando a boca, surpresa. — Isso é... incrível! Você alugou um Batmóvel de verdade?!
— Sim!
— Como?
— Não importa, vamos, meu amor. — Afirmou, abrindo a porta do carro para você.— Está pronta?
— Claro.
A viagem até o local da festa foi icônica, a cada sinaleiro que paravam tinha alguém gravando ou tirando foto. Harry estava um pouco exibido naquela noite para se aventurar, então abaixou os vidros e deixou todos verem vocês lá dentro, talvez fossem as máscaras que provavelmente não dava para reconhece-los, mas foi divertido acenar para todas aquelas pessoas.
O Batmóvel estacionou em grande estilo na entrada principal, Harry e você foram recebidos por funcionários vestidos como mordomos góticos e recepcionistas vampiras.
Styles, como o anfitrião não mediu esforços para a festa ser glamourosa, ele havia fechado e transformado um parque de diversões inteiro no "Parque de Diversões Assombrado."
Você mal acreditou no que estava vendo, logo na entrada havia uma passarela de fumaça cobrindo o chão, o portão principal estava envolto por teias de aranha falsas, morcegos pendurados e luzes laranjas piscando.
Os estandes de comida e jogos estavam decorados com abóboras e sangrias temáticas, poções coloridas em copos translúcidos e garçons vestidos de vampiros. A roda-gigante girava lentamente, iluminada em tons de roxo, cada cabine decorada como uma mini cena de terror, a montanha-russa estava enfeitada com teias de aranha gigantes e crânios, parecendo um monstro.
A casa de Terror estava cheia de atores, zumbis, bruxas e palhaços assustadores surpreendendo os convidados. No centro do parque havia um palco enorme coberto por abóboras iluminadas, onde uma banda fantasiada de Mortos Vivos faria apresentações.
Vocês entraram de mãos dadas, acenando para alguns convidados, mas seus olhos não conseguiam parar de admirar cada detalhe que Harry preparou.
— Harry, isso está incrível!
— Eu te disse que ia ser grande.— Harry soltou uma risada curta, satisfeito com a sua reação. — Mas acho que nem eu imaginava que ficaria assim.
— Você realmente se superou.
— Eu faço o melhor para te ver assim. — Falou antes de deixar um beijo rápido em seus lábios.
O parque estava lotado de gente famosa, amigos e membros da equipe, vocês passaram um tempo cumprimentando amigos e se divertindo, o som alto da música ecoava, a festa estava no auge da loucura de Halloween, você podia ver casais se pegando em cantos escuros e grupos de amigos correndo entre a montanha-russa e a roda-gigante.
Após um longo tempo dançando e bebendo, a excitação de Harry estava visível mesmo sob o traje, porque você não parava de se esfregar nele.
— Parece que todos estão de olho em você. — Harry murmurou, passando a mão pela sua cintura. — E a cada segundo que você está exposta assim, a minha vontade de te foder aqui na frente de todos só aumenta.
— Parece que o único que não consegue tirar os olhos de mim é você. — Retrucou, passando a ponta dos dedos pelo seu pescoço. — Já que está tão desesperado, que tal parar de pensar e fazer algo?
— Vou fazer. — Segurou sua mão a puxando dali. — Mas primeiro, quero fazer outra coisa. — Ele a arrastou para a cabine de fotos, no canto da área de jogos, e fechou a cortina. — Preciso de fotos suas assim para bater uma enquanto estiver em turnê.
— Seu pervertido. — Murmurou rindo enquanto ele encostou-se no fundo da cabine e você se acomodou em seu colo.
A câmera piscou indicando o tempo e vocês sorriram, assim que o primeiro flash apareceu, na segunda ele tirou as máscaras dando um beijo em sua bochecha.
— Me beije de verdade.
Harry obedeceu, aproximando-se até que suas bocas se encontrassem, mas ele tava tão excitado que não conseguiu se conter, pressionou contra a parede, intensificando o beijo e deixando-a suspirar.
A câmera piscou, capturando o momento, mas ele não se importou, só havia uma coisa que ele queria agora, seus dedos traçaram o caminho pelo traje até a linha entre os seios, puxando-o para baixo o suficiente para colocá-los para fora, seus dedos esfregando seus mamilos endurecidos.
— Porra, eu amo como eles sempre são tão perfeitos.
Sua boca, quente e úmida, envolveu um de seus mamilos, sua língua circulou a ponta com uma pressão deliciosa, fazendo suas costas arquearem, você estava enlouquecendo só com isso, mas uma batida forte na lateral da cabine os fez parar.
— Ei! Já deu o tempo!
—Merda! — Harry soltou um grunhido abafado contra o seu pescoço. —Não vou aguentar muito tempo assim. — Seus dedos ajudaram você a ajustar o traje sobre os seus seios.
— Eu também não — você confessou, ofegante. — Mas precisamos sair daqui.
Com um último suspiro profundo, ele se endireitou, ajustou a própria roupa antes de puxar a cortina.
— Oh! Me desculpem, eu não sabia que eram vocês. — O funcionário arregalou os olhos ao vê-los saindo do espaço pequeno.
— Sem problemas. — Harry soltou um pouco irritado, depois agarrou sua mão, puxando-a pelo parque.
— Para onde estamos indo? — Você perguntou, suas pernas se movendo rapidamente para acompanhar seus passos largos.
Ele não falou nada, só continuou andando até chegarem à parte de trás do palco, onde havia um muro de tijolos.
— Eu não aguento mais, querida. — A voz dele saiu rouca, lhe causando arrepio, quando foi prensada ali.— Eu preciso de você agora, preciso foder essa boquinha linda, não importa onde.
— A Casa do Terror? — Você sugeriu, mesmo sabendo que era arriscado.
— Perfeito. — Um sorriso se formou nos lábios dele.
Vocês entraram na fila que se movia lentamente, Harry estava impaciente, tão desesperado para te foder que usou sua vantagem de ser anfitrião para passar na frente de todos.
Quando entraram, o lugar era escuro, com apenas algumas luzes vermelhas e azuis piscando, a música de suspense vinha de todos os lados com atores vestidos de monstros.
Harry a guiou apressado, desviando dos zumbis falsos e demônios, ele não queria brincar, a não ser que fosse com você. Não demorou muito para ele avistar o que queria, um corredor sombrio praticamente vazio.
Havia uma sala de projeção antiga, usada para uma cena de "hospital abandonado" A única coisa que bloqueava a visão era uma cortina grossa e velha. Harry empurrou você para dentro do cômodo, a sala era minúscula, cheia de equipamentos médicos enferrujados, uma maca e uma mesa de escritório no canto, mesmo a cortina sendo grossa, ela não chegava ao chão e as silhuetas de vocês seriam visíveis se alguém realmente parasse para olhar ali.
Ele não perdeu tempo, te empurrando contra a mesa de escritório.
— Harr... — Tentou falar, mas a mão grande dele envolveu seu pescoço.
— Quietinha. — Ele ordenou. — Agora, de joelhos, eu preciso sentir essa boquinha.
As mãos de Harry te guiaram para o chão frio e sujo, você não se importou, não era a primeira vez que fazia isso, com os olhos fixos nele abriu o traje tirando o pau ereto para fora, já brilhando com sua própria umidade.
— Baby, me queria tanto assim?
Harry não respondeu, ele puxou seu cabelo enfiando todo seu pau em sua boca até sentir a cabeça bater no fundo da sua garganta, fazendo-a engasgar, você tentou focar sua respiração e nas sensações e reações dele.
Toda vez que tirava, ouvia um gemido baixinho, toda vez que colocava novamente em sua garganta, sentia as veias pulsando contra seus lábios, os músculos da coxa dele estavam tensos e a mão no seu cabelo estava tremendo.
— Porra... — Choramingou. — Isso... assim, querida, você é tão linda... Essa boquinha foi feita para isso, né? Só pra me mamar.
Suas próprias pernas estavam fracas, um calor úmido escorrendo por entre elas, queria poder se tocar e gozar só vendo-o ali gemendo por você.
Você continuou a usar as mãos, a boca, a garganta, criando um ritmo perfeito e úmido que pela maneira que ele estava tenso sabia que iria chegar ao orgasmo logo.
— Hoje não quero assim. — Ele puxou seu cabelo, admirando seus olhos lacrimejando. — Quero sentir sua boceta tremendo ao meu redor quando eu gozar. — Suas mãos grandes agarravam sua cintura e a colocavam na mesa. — Abre para mim, amor. — Ordenou e você já estava abrindo as pernas para ele.
Suas mãos, firmes e decididas agarraram o material na junção das suas coxas, com um puxão preciso o tecido rasgou, ele havia criado uma abertura perfeita, um acesso que era só dele.
— Harry! Essa fantasia era cara! — Protestou.
— Eu disse que te comeria assim, não foi? — Ele correu a ponta dos dedos pela sua boceta exposta, fazendo-a estremecer.
Ele se encaixou entre suas pernas, suas mãos agarraram a parte de dentro dos seus joelhos, abrindo você ainda mais, ele levantou sua perna, dobrando-a sobre seu ombro. A ponta do pau dele, dura, pressionou sua entrada.
Harry entrou de uma vez, um gemido rouco escapou dos dois ao mesmo tempo, sua boceta já estava encharcada e aceitou ele facilmente, mas a intensidade, a profundidade, fez suas unhas cravarem na superfície da mesa.
Seu pau rosado e inchado estava perfeitamente apertado contra as suas paredes, tão quente e molhado que ele simplesmente não conseguia parar de meter, os quadris dele pareciam se mover sozinhos, pulsando dentro de você, suplicando para não sair, implorando para deixá-lo ter o que tanto desejava.
— Você fica tão linda tomando meu pau assim... Gosta quando eu vou fundo,não é? — Inclinou a cabeça, seus lábios encontraram a curva da sua panturrilha, deixando uma pequena mordida.
— Ai, caralho! — Choramingou, com o corpo arqueando na mesa quando ele começou a foder você com uma força que era quase impiedosa.
— Porra, você me aperta demais. — Ele rosnou, entre dentes cerrados. — Se continuar assim, vai me fazer gozar.
Mas você não tinha controle sobre como sua boceta se contraía em torno dele agora, não com ele acertando aquele ponto que fazia seus olhos tremerem de prazer e seus joelhos amolecerem.
Harry parou por um instante, ofegante, fazendo-a soltar um gemido de frustração, uma de suas mãos soltou seu quadril e foi até o cinto de utilidades do Batman, tirando um pequeno vibrador discreto, que ele pressionou diretamente no seu clitóris já sensível e inchado.
— Tinha isso guardado o tempo todo?
— Nunca se sabe quando vou precisar usá-lo. — Um choque de prazer tão intenso percorreu seu corpo, fazendo-o se contorcer. — Olha para mim. — Styles ordenou, agarrando seu queixo, forçando seu rosto para cima.
E então ele começou a se mover de novo,
o duplo estímulo era delicioso, cada investida dele empurrava o vibrador contra você, cada vibração fazia suas paredes se contraírem, sua visão estava embaçada, seus dedos se enterrando nos braços dele.
O orgasmo a atingiu sem que percebesse ou conseguisse controlá-lo, um gritinho contido escapou de seus lábios presos entre os dentes, enquanto suas pernas tremiam incontrolavelmente sobre os ombros dele, mas Harry não parou, o vibrador continuou zumbindo impiedosamente contra seu clitóris superestimulado, o pênis dele entrando e saindo ainda com mais facilidade, prolongando a onda de prazer em algo tão intenso que beirava a dor, até você começar a sentir aquela sensação crescendo novamente em seu ventre.
— Espera, Harry, por favor, eu não consigo gozar de novo... — Choramingou com os olhos lacrimejando.
— Sim, você consegue, eu sei que consegue, meu amor, não seria a primeira vez, não é?
— Mas está tão sensível... Amor...
— Quieta, essa boceta é minha e eu faço o que eu quero. — Soltou um leve sorriso malicioso, não se importando, dando a você mais um orgasmo intenso, tão intenso que esguichou, encharcando toda sua fantasia, a mesa e ele. — Isso, você ficou ainda mais linda assim.
Mesmo assim ele não tirou o vibrador, pelo contrário, pressionou mais, fazendo você gritar quando as sensações continuaram.
— Ahhh.... Baby... Por favor... — Você se contorcia em volta dele. — Estou... Me dá um descanso...
Harry riu e só parou e tirou o vibrador quando o terceiro te deixou praticamente amolecida, em êxtase em seus braços.
— Já cansou amor?
Você não conseguia dizer nada, mas sabia que ele também estava perto porque suas estocadas firmes e profundas diminuiriam, ele continuou a te foder buscando aquele êxtase, vê-la completamente desfeita, o corpo ainda tremendo, a boca entreaberta soltando gemidos tão gostosinhos era demais para Harry aguentar.
— Vou encher você todinha. — Ele rosnou no seu ouvido. — Quero ver minha porra escorrendo nessa boceta linda. — Seus quadris encontraram um ritmo mais profundo, você podia sentir ele cada vez mais perto do limite. — Caralho... — Ele gemeu, enterrando até o fundo quando o primeiro jorro quente inundou você por dentro.
Ele continuou se movendo devagar, prolongando o próprio prazer enquanto bombeava mais dentro de você, até que ele finalmente parou ofegante, ainda profundamente enterrado em sua boceta.
— Como eu te amo. — Deixou um selinho em seus lábios enquanto a respiração de ambos começa a acalmar.
Ele gentilmente abaixou sua perna do ombro, tirou sua máscara e a dele, suas mãos não a soltaram, deslizando para sua cintura e a abraçando, deixando vários beijinhos por seu pescoço.
— Tem uma coisa que eu preciso te dar. — Styles sussurrou em seu ouvido.
— O que? — Você o afastou só o suficiente para olhar em seus olhos.
Uma de suas mãos sumiu por um instante no cinto de utilidades mais uma vez, tirando de lá agora um pequeno anel de ouro com um diamante.
— O que é isso?
— Depois de todos esses Halloweens, todas as fantasias, todas as loucuras, todos os momentos em que pensei que não poderia te desejar mais, eu só tenho uma certeza. — Ele segurava o anel entre vocês dois. — É você, é sempre você, a mulher da minha vida, minha melhor e mais viciante tradição. — Ele se inclinou para frente, sua testa tocando a sua, o anel pressionado suavemente contra seu coração. — Casa comigo? Faz todo Halloween até o último das nossas vidas oficialmente nosso?
O ar pareceu parar, tudo sumiu e só o que existia era o calor dele ainda dentro de você e aqueles olhos verdes vidrados em você, brilhando de felicidade.
— Sim! — Você disse, sem conseguir conter a voz trêmula, as lágrimas escorrendo pelos lados do rosto. — Sim, Harry, é lógico, sim.
Seus lábios se encontram em um beijo molhado e salgado, muito diferente dos anteriores, este era mais lento, profundo, quando se separaram, ofegantes, ele deslizou o anel no seu dedo, a aliança se encaixou perfeitamente, como se sempre tivesse pertencido a você.
— Então é oficial. — Os quadris dele se moveram suavemente. — A partir de agora, toda vez que eu te foder como se não houvesse amanhã, será com a minha noiva e futura esposa.
— Sim! — Um suspiro trêmulo escapou dos seus lábios ao sentir ele pulsar novamente, já começando a endurecer. — Caralho, só de me dar um anel você ficou duro de novo?
— É o efeito que você tem em mim. — A puxou para um outro beijo, dessa vez ficando mais quente. — Sempre foi. — Seus quadris já estavam se movendo de novo, trazendo aquela sensação gostosa de volta.
— O que você está... — Sua pergunta foi interrompida pelos lábios dele enquanto ele entrava e tirava seu pau de você novamente.
— Lembra do que falei que queria fazer com você? — Murmurou entre beijos molhados. — Que quando você estivesse toda mole e satisfeita, pensando que acabou... — Ele parecia viciado pela sensação de estar dentro de você. — Eu começaria tudo de novo e eu sempre cumpro minhas promessas, futura esposa.
Muito obrigado por ler até aqui, se gostou considere deixar seu fav e uma ask é muito importante para mim❤️
Sinopse: onde ela tenta superar sua paixonite pelo melhor amigo de seu irmão.
O dia anterior tinha sido longo e frustrante, então quando fui convidada para mais um passeio de casais recusei, fiquei na chalé lendo um pouco em frente a lareira ou tentando porque só pensava na minha própria incapacidade de parar de pensar no Harry.
Odiava aquilo.
Onde estava toda a minha determinação de provar que ele não me afetava mais?
Uma parte idiota de mim tinha gostado de saber que ele estava solteiro, mas não importava, Harry poderia estar solteiro ou qualquer outra coisa, mas ele nunca iria me querer daquela forma.
No dia seguinte também recusei outro passeio de casais, só a noite quando Finn avisou que iriam sair para jantar, decidi ir também. Sentei-me o mais longe possível de Harry, para minha surpresa consegui me divertir e conversar sobre outros assuntos que não envolvessem aqueles olhos verdes.
Tudo correu exatamente como eu havia planejado, pelo menos até voltarmos, assim que chegamos, o clima mudou completamente, alguns casais foram direto para seus quartos, outros nem voltaram do restaurante. Tentei retomar minha leitura em frente à lareira, mas não consegui, havia um casal se agarrando bem ali, sem o menor constrangimento.
Como eu não estava nem um pouco a fim de ser plateia de ninguém, a única opção de diversão que me restava era relaxar na jacuzzi. A água quente foi um alívio imediato para meus músculos tensos, me recostei na beirada admirando a vista noturna das montanhas através do vidro, mas minha paz durou pouco.
— Droga! — A palavra escapou dos meus lábios quando a porta de correr se abriu e Harry apareceu.
— Acho que tivemos a mesma ideia.—Ele parou, surpreso.
— É... parece que sim.
— Se quiser, eu vou embora, você pode ficar sozinha. — Ele ficou parado na porta, indeciso.
— Não, tudo bem, afinal, eu não sou dona da jacuzzi — disse, tentando soar casual, mas estava tudo menos isso. — E no fim das contas, era eu quem nem devia estar nessa viagem. — Emiti uma risada fraca.
— Já não disse pra parar com isso — Harry foi entrando na área e deixando a porta fechar. — Mas se estiver tudo bem vou entrar.
— Tá.
Ele puxou a camiseta sobre a cabeça e meu coração errou a batida, eu já o tinha visto sem camisa inúmeras vezes, mas nunca tão perto, nunca assim com a luz da lua iluminando os contornos do seu abdômen. Ele baixou o shorts, revelando uma bermuda de banho e entrou na água, mantendo uma distância prudente, já que estava esparramada, me sentei rapidamente, também mantendo distância.
— Então... você também não quis ser empatada foda? — perguntei, tentando quebrar a tensão.
— É, Cris e Jenny estavam praticamente se comendo no sofá. — Ele riu, um pouco forçado, eu percebi seu olhar fixo em algum ponto na parede, evitando o meu.
— O que foi? — perguntei, inclinando a cabeça.
— O quê?
— Você tá estranho.
— Estranho como? — ele se ajeitou na água, tentando disfarçar um desconforto.
— Não sei... Tá evitando me olhar, o que foi? Quer que eu vá embora?
— Não! — a resposta foi rápida demais,ele respirou fundo. — É só que... — Ele fez um gesto vago em minha direção.
— O quê?
— Meio que eles... — Ele apontou vagamente para a região do meu peito, seu rosto ficando visivelmente corado.
Eu olhei para baixo, a água quente havia afundado o tecido do meu biquíni e os contornos dos meus seios estavam visíveis, dava para ver claramente meus mamilos.
— Nunca viu peitos na vida?
Ele pareceu ainda mais envergonhado, o que era uma visão completamente nova, Harry desconcertado, por minha causa?
— Não os seus.
Não os seus...
Porra, Styles!
— Bem, não sei se percebeu, mas eu sou adulta agora, Harry, eu tenho seios.
— É, eu percebi — ele admitiu, a voz mais grave, seus olhos fixamente nos meus. —É impossível não perceber.
— Impossível?— repeti, querendo ouvir de novo.— Como assim, impossível? O que é impossível não perceber?
— Não faça isso.—Ele fitou a água entre nós, evitando meu olhar, mas sua mandíbula estava tensa.
— Fazer o quê? Eu não estou fazendo nada! — Eu estava começando a ficar frustada.
— Deixa isso pra lá.
—Deixar o quê pra lá, Harry?
— Porra...—Ele bufou baixinho, passando a mão molhada pelo rosto.
— Qual o problema?
— É que não são só os seios, S/n. — O olhar dele percorreu meu corpo, demorando na minha boca, e eu senti meu coração acelerar. — É tudo em você, o jeito que seu corpo mudou, é impossível não perceber que você não é mais uma garotinha, que agora você é uma mulher, uma mulher linda pra caralho… — Ele desviou o olhar no instante seguinte.
Eu travei por uns segundos tentando assimilar o que eu tinha ouvido.
Isso não podia estar acontecendo.
Eu tentei tanto tirar ele da cabeça, tentei não olhar, não sentir, mas agora ele simplesmente me diz isso...
Meu coração acelerou e aquele frio na barriga idiota surgiu, meu corpo estava reagindo e eu não queria isso.
— Harry...
— Desculpa, eu não devia ter dito isso, é totalmente inapropriado.
— Por que ? — perguntei, segurando a respiração.
— Eu vou sair agora, antes que eu diga ou faça outra coisa que não devo. — Ele começou a se levantar. — Fica e aproveita.
Ele saiu da água, pegou a camiseta e vestiu ainda molhado, nem olhou para trás, simplesmente desapareceu.
E eu fiquei ali, sozinha.
"Uma mulher linda pra caralho."
As palavras dele não saíam da minha cabeça.
Droga! Harry.
Ele finalmente me viu e tudo que mudou foi que agora parecia determinado a me evitar, mas eu não devia me importar, afinal já tinha superado ele, mesmo assim, não consegui ficar mais de cinco minutos, enrolei a toalha no corpo e corri pelo deck molhado até o chalé, fechei a porta do quarto, respirei fundo e fui direto para o banho.
Mal havia me jogado na cama de pijama e para tentar focar na leitura, quando ouvi uma batida na porta.
—Quem é?
— Sou eu, o Harry.
Eu levantei e abri a porta, ele estava no corredor escuro, tremendo, os braços em volta do corpo, a camiseta molhada colava nele de um jeito que não dava para ignorar.
— Harry? O que aconteceu?
—O Finn trancou a porta do quarto, pelos sons está lá com a Charlotte.— Ele evitou meu olhar. — E o sofá da sala... bem, Cris e Jenny parecem ter fundido os corpos num só, fiquei na varanda dos fundos tentando esperar mas não funcionou e começou a chuviscar, não queria vir te incomodar, eu juro.
Ele tinha ficado se torturando lá fora, só para não vir aqui?
— Tá bom, entre.
— Não, você tem um cobertor para me emprestar? Eu fico no corredor mesmo, aqui fora.
— Eu não vou te deixar morrer de frio no corredor, Harry, entra logo.
Ele hesitou, olhou pro corredor depois para meu quarto, dava para ver a relutância dele, com um suspiro de derrota finalmente ele deu um passo para dentro e fechou a porta, mas ele não desgrudou dela, ficando escorado ali de braços cruzados.
— Você precisa tirar essa roupa molhada.— Sugeri ao entregar um cobertor.
— Tá bom assim, sério, só vou ficar aqui em pé uns cinco minutos, até passar o frio.
—Você não vai conseguir isso com roupas encharcadas, você pode tomar um banho se quiser.
— Não é uma boa ideia.
— Harry, para de ser teimoso, você vai ficar doente.
— Não importa.
— Importa para mim, você está tremendo.— Apontei para suas mãos. — Vai tomar um banho, tem toalha no banheiro.
—Vou ser rápido.
— Tudo bem.
— Obrigado.— Falou e então ele entrou e fechou a porta.
A água do chuveiro começou, um silêncio preencheu o quarto, eu me mantive absolutamente imóvel na cama, os joelhos puxados contra o peito, até o momento em que a porta do banheiro se abriu. Uma nuvem de vapor quente invadiu o quarto primeiro, depois Harry, apareceu apenas uma toalha branca, amarrada de qualquer jeito na cintura, gotas de água escorrendo pelas linhas definidas de seu abdômen, com a outra toalha, ele esfregava os cabelos bagunçados e por um instante acho que esqueci como se respirava.
— Ah... é, eu não pensei muito bem nessa parte. — Falou, a voz um pouco rouca pelo banho. — Estou sem roupas.
Eu sabia que devia desviar o olhar, ser educada, mas não deu, meus olhos traíram minha razão, percorrendo a linha de seus ombros, o peito definido, o V que a toalha insinuava.
— É... — foi tudo que consegui articular. — Você... você pode pegar um cobertor e se cobrir. — Minha voz saiu trêmula. — E senta na cama, o carpete tá frio.
Por que eu tinha que ter falado pra ele tomar banho?
Harry pareceu hesitar, seus olhos verdes escaneando meu rosto, mas depois com um aceno de cabeça lento, ele se moveu.Ele se virou para pegar um cobertor na poltrona, as costas dele musculosas, largas, com aquela toalha amarrada na cintura que parecia prestes a se soltar a qualquer movimento em falso, fez meu estômago dar um nó. Ele pegou o cobertor mais grosso depois sentou- se na beirada oposta da cama, o mais longe de mim que o colchão permitia.
— Desculpa... isso tá... estranho, né?
— Um pouco. — eu admiti. — Mas já passei por situações piores na faculdade, não é o fim do mundo.
— Tem muito homem pelado na sua cama, então? — Ele virou a cabeça só o suficiente para me encarar de lado.
— Por quê? — eu retruquei.
— Por nada. — Ele encolheu os ombros e virou o rosto de novo para a parede.
Ficamos em silêncio de novo, ele não saía do lugar, rigidamente sentado na beirada da cama, eu também não me mexia, observando o perfil dele.
— Eles vão demorar muito, você acha? — eu perguntei, só para quebrar o silêncio insuportável.
— Quem?
— O casal no sofá.
— Ah. — Ele fez uma pausa. — Não sei, espero que não, você não precisa ficar aí parada, pode continuar o que estava fazendo, eu fico quieto.
— O que eu fazia era tentar ler e não conseguir parar de pensar em... — Eu cortei a frase no meio, meus olhos arregalando.
Merda.
Por que eu disse aquilo?
—Em quê?
— Nada, esquece. — Eu senti um calor subir do meu peito até o rosto, balancei a cabeça, desviando o olhar.
— Em quê, S/n? — ele repetiu, a voz mais suave agora, mas não menos insistente.
— Na jacuzzi...— Eu não conseguia mentir, não quando ele estava me encarando daquele jeito. — No que você disse sobre mim.
— Esquece isso...
— Por que?
— Porque eu sei, S/n, tá bom? Eu sei.
— O que você sabe? — eu perguntei, mas meu coração já começava a bater mais rápido.
— Eu sei que você tem sentimentos por mim, você nunca foi exatamente... Sutil.
— O quê?! Do que você está falando?
—Por favor, não finge.
—Você não sabe de nada!— Retruquei, mesmo sabendo que era mentira.
— Não? — Ele levantou uma sobrancelha. — Finn me mandou buscar um carregador no seu quarto uma vez, o seu diário estava aberto na penteadeira, com meu nome e um monte de coraçõezinhos desenhados, o que mais eu deveria pensar?
Porra. Porra. Porra.
— Você... você leu meu diário? — Foi a única coisa que consegui dizer, com meus rosto queimando.
— Não. — A resposta dele foi rápida. —Mas não dava pra não ver, estava aberto lá.
Eu desviei o olhar, envergonhada.
Ele sabia.
Ele sempre soube.
— Faz tanto tempo, era só uma paixonite idiota. — Eu forcei as palavras para fora. — Eu era uma adolescente, isso não significa nada agora, então você não precisa ser todo cuidadoso comigo.
— Cuidadoso? — Ele soltou um riso baixo e sem humor. — Quem disse que estou sendo cuidadoso?
— Está sim. — Insisti. — Você fica agindo como se fosse um problema até ficar perto de mim.
— Talvez porque seja. — Ele virou o rosto, seus olhos finalmente encontraram os meus.
— E por que, Harry? Por que é um problema?
Eu realmente iria fazer aquilo?
Ir contra tudo o que eu vim fazer aqui...
Mas já era tarde, quando percebi já estava me movendo, me arrastei de joelhos pelo colchão até parar a poucos centímetros dele, ainda sobre a cama.
— S/n...
— É por que eu sou bonita?
Eu só queria tirar algo dele, talvez provar a mim mesma que não era só eu que estava me torturando ali.
— Eu te achar bonita não quer dizer nada.
— Se não quer dizer nada, então por que disse? — Eu deslizei para fora da cama e fiquei de pé diante dele.
— Eu e só falei aquilo porque não estava pensando direito.
Eu nunca tinha visto Harry assim, tão dividido, como se lutasse com ele mesmo e talvez por isso eu quisesse ver até onde ele iria.
— E agora você ainda não continua pensando direito? — Pela primeira vez, eu estava olhando para ele de cima.
— Não fica tão perto assim. — Senti suas mãos em minha cintura me afastando dele. — Estou pelado.
— Por que? Vai ficar duro?
— Olhei para o rosto dele ficando vermelho. — Você já está?!— Com a coragem repentina que tive, afastei suas pernas com as minhas ficando entre elas.
— Você sabe a resposta. — Ele segurou mais uma vez minha cintura dessa vez com mais força.— Então para, eu sou homem, porra, não faz isso, não fica me provocando.
— Então me faz parar.
O olhar dele escureceu, por um segundo, eu achei que ele realmente ia se levantar e assumir o controle, mas soltou minha cintura.
— Você não tem ideia do que está querendo.
— Tenho, sim. — Retruquei, sem recuar um milímetro, minhas mãos encontraram o peito dele. — Eu sei exatamente o que eu quero, Harry e já faz muito tempo... Você.
— Chega de me provocar. — Num movimento rápido, ele inverteu suas posições, me jogando na cama, ele me prendeu contra o colchão, seu corpo nu pressionando o meu através do fino tecido do meu pijama, a toalha havia desaparecido. — Acha engraçado brincar comigo assim?
— Não… não é brincadeira.— Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele podia sentir.
— Você não tem noção, S/n — ele murmurou, sua boca a centímetros da minha. — Não tem noção do que está pedindo, do que eu quero fazer com você agora.
— Então me mostra.
Ele soltou um "porra" baixo, então sua boca encontrou a minha. Seus lábios eram macios e eu me entreguei instantaneamente, minha boca se abriu sob a dele, um gemido baixo escapando quando sua língua encontrou a minha.
Seus dedos se enterraram no meu cabelo, puxando minha cabeça para trás para um acesso mais profundo, enquanto seu outro braço me prendia contra ele.
Com minhas mãos presas, todos os meus sentidos se concentraram naquele ponto de contato, no calor do seu corpo contra o meu, o cheio do meu shampoo em seu cabelo molhado. Meus quadris se moveram por vontade própria, uma busca instintiva por mais atrito, mais contato.
Quando ele se afastou para respirar, ambos estávamos ofegantes, Harry desceu enterrando o rosto na curva do meu pescoço, beijando, mordiscando, suas mãos impacientes encontraram a barra da minha camiseta, com um movimento ele a puxou para cima, eu não estava usando sutiã e acabei ficando exposta sob ele.
O ar frio do quarto me atingiu me causando arrepios, mas quando os olhos de Harry desceram para meus seios descobertos eu perdi o ar por um momento.
Seu olhar era intenso, então seu polegar esfregou suavemente um dos mamilos, que já estava duro e ereto sob seu toque.
— Eu fiquei pensando neles desde a jacuzzi. — Comentou sorrindo antes de se abaixar e antes que eu pudesse processar, sua boca quente e úmida fechou-se em volta do meu seio direito.
Eu gemi alto, meus dedos se enterrando em seus cabelos molhados, a sensação era quente, úmida, intensa de uma maneira que nunca poderia ter imaginado.
Ninguém jamais tinha feito isso comigo, ninguém jamais tinha sequer tocado em mim assim.
Sua língua circulou o mamilo, lamberdo e sugando, enquanto sua mão livre massageava meu outro seio, seu polegar esfregando o mamilo até ele ficar tão duro quanto o que estava em sua boca.
— Harry... Espera... — Eu suspirei, mal conseguindo formar palavras.
— O quê? — Ele se afastou, seu rosto voltando para ficar a centímetros do meu.— Fui rápido demais?
— Não, é que... ninguém... ninguém nunca tocou neles antes. — Ele piscou, confuso por um momento. — Eu nunca fiz isso, eu sou... eu sou virgem, Harry.
As palavras penduraram-se no ar entre nós, ele parou completamente, seu corpo ficando tenso acima do meu, por um momento terrível, achei que ele iria se afastar.
— Ah, você quer parar? — Ele perguntou, a voz arrastada. — Nós... nós devíamos parar, desculpa.... Isso está errado, eu não devia...
— Eu não quero parar. — Minhas mãos, tremendo um pouco, se estenderam para ele, pousando em seu peito.— Harry, eu quero isso, eu só queria que soubesse...
— Tem certeza? — Ele capturou meus pulsos. — S/n, isso não é uma brincadeira, não é só uma uma coisa qualquer numa viagem, é sério, pra mim seria... sério.
— Eu sei. — respondi, sem hesitar. — É sério pra mim também e eu sempre quis... sempre quis que fosse você.
Essas palavras, finalmente livres depois de anos presas na garganta, pairaram no quarto silencioso.
— Você tem certeza?
Em vez de falar, eu fechei a distância entre nós e capturei seus lábios com os meus.
Era a resposta que ele precisava.
Obrigada por ler até aqui, se gostou considere deixar seu comentário e um fav, ele é muito importante pra mim ❤️
Sinopse: Um final de semana! Uma ilha isolada, meu sugar daddy preferido.
NotaAutora: Este será uma Short Fic dedicado a Sugar Daddy Styles. +18, incluindo cenas explícitas de sexo em todos os capítulos, álcool e drogas ilícitas, os Hots dessa história estão bem detalhados(muito mesmo) então se esse tipo de conteúdo não for do seu agrado, recomendo que não leia.
Capítulo 2
Passei a semana correndo entre provas e encontros que só serviram para me lembrar quem realmente me fazia gozar.
Na manhã de sexta-feira, quando abri a porta do meu apartamento, havia um buquê de rosas vermelhas esperando por mim, envoltas em papel preto fosco, amarradas com fita de cetim e um bilhete preso com um alfinete dourado.
“Hoje, 17h. Escritório. Vista algo que eu goste.”
— H.
Me troquei como se fosse um encontro, vestido justo vermelho sem nada por baixo, batom vermelho e com o último par de saltos que ele comprou para mim.
Às 16h59 eu já estava no elevador espelhado, o coração batendo rápido, ansiosa pelo que vinha.
A porta do escritório estava entreaberta, empurrei e entrei sem bater, Harry estava ao telefone, sentado na cadeira de couro, uma perna cruzada, camisa branca, mangas dobradas, seu paletó pendurado.
Bonito pra caralho.
Ele levantou os olhos devagar, me olhou dos pés à cabeça e sorriu, mas continuou falando no telefone, como se eu não estivesse ali. Fechei a porta, tranquei antes de andar até ele e sentar em seu colo. Ele continuava no telefone, mas a mão dele foi direto pra minha cintura, apertei o nó da gravata com os dedos e fui puxando até ele olhar de novo pra mim, beijei o canto da boca dele, depois o queixo, desci para o pescoço.
Ele murmurou algo no telefone, depois finalizou a ligação com um "ligo depois".
— Sentiu minha falta? — Sussurrei, roçando os quadris contra ele.
— Sim, você sumiu.
— Estava ocupada. — Mordisquei a orelha dele.
Ele riu, baixo e rouco, enquanto seus dedos se enroscavam nos meus cabelos, puxando até nossas bocas se chocarem em um beijo que começou lento, quase doce, até a língua dele deslizar entre meus lábios, exigindo mais. Meus quadris arquearam sutilmente, pressionando contra o corpo dele, senti o calor e a rigidez crescente através do tecido.
— Oh... Você está duro só com isso? — Disse, rindo.
— Você fica fora por uma semana e ainda pergunta?
— Ah, então você contou os dias? Que fofo... — Sorri antes de morder o lábio dele.
— Fofo nada.
Sua mão subiu pelas minhas costas, os dedos encontraram o zíper do vestido, senti o fecho cedendo até as alcinhas escorregarem dos meus ombros. O tecido vermelho desabou na minha cintura enquanto sua boca cobria meu seio exposto só pra ele. Seus dentes roçaram meu mamilo enquanto a outra mão me mantinha no lugar pela nuca, firme.
— Daddy... — Choraminguei.
— Já tenho o que você quer, princesa. — Os lábios dele se afastaram do meu peito com um estalo úmido.
— O quê? — Puxei o ar, tentando me concentrar.
— Aquilo que você pediu, naquele dia.
— Você tá falando sério? O que é?
— É uma surpresa. — Ele sorriu, o tipo de sorriso que fazia meu estômago embrulhar.
— Fala logo, Daddy...
— Você sabe o preço.
Eu sabia.
Desci lentamente, me ajoelhando entre suas pernas, meus joelhos encontraram o carpete enquanto minhas mãos subiam por suas coxas duras. Sorri, sentindo o volume na calça dele contra meu queixo.
Minhas mãos subiram pelas coxas dele até encontrar o cinto, meus dedos trabalharam na fivela soltando-a, puxei zíper para baixo, Harry soltou um suspiro rouco quando minha respiração quente atingiu o tecido fino da cueca, deixei uns beijos molhados pelo tecido antes de libertar deu pênis. Ele estava duro, quente, pulsando contra meus olhos.
Porra que visão maravilhosa.
Enrolei a língua na ponta, saboreando lentamente o gosto dele, senti seus dedos se apertarem no meu cabelo.
— Devagar— Ordenou, sua voz já estava mais rouca.
Deixei a boca escorregar por ele, molhada, sugando com a pressão perfeita enquanto minhas mãos subiam pelo torso dele, arranhando levemente por baixo da camisa. Ele gemia baixo, eu sabia que Harry estava lutando para manter o controle.
— Porra… — Ele rosnou quando parei de repente, deixando-o escorregar para fora dos meus lábios.
— O que foi, Daddy? Tá gostando?
Ele puxou meu cabelo com mais força, forçando meu rosto para perto dele.
— Você sabe muito bem que sim, agora engole.
Sorri e abri a boca devagar, deixando ele me ver cuspir na palma da mão antes de envolver seu pau e voltar a chupar mais fundo, mais rápido. A cabeça dele bateu no encosto da cadeira, os dedos se perdendo no meu cabelo enquanto eu afundava, engolindo ele até a garganta.
— Caralho… assim… — Gemeu, os quadris se levantando levemente, procurando mais.
Senti seus dedos se apertarem no meu cabelo, puxando meu rosto para longe dele.
— O que foi?
— Calada. — Harry envolveu o próprio pau com a mão, começou a se masturbar com movimentos rápidos bem na minha frente. — Abre.
Obedeci, estendendo a língua, o primeiro jato acertou minha língua, o gosto explodindo na minha boca, depois atingiu minha bochecha, quente e grosso, o último escorreu pelo meu queixo enquanto eu mantinha os olhos fixos nele.
Fiquei ali, melada, ofegante, olhando para cima com um sorriso.
— Boa garota…
Depois que ele me limpou, minha cabeça ainda repousava no colo dele, os lábios inchados, a respiração instável.
— Arrume as malas, amanhã à noite a gente viaja.
— Viajar? — Levantei o rosto, ainda sem entender. — Tipo… uma viagem? Com você?
—Um final de semana só nosso.
— Você está brincando?
— Não. — Levantei num pulo, eufórica, sentei de novo no colo dele. — Gostou?
— Sim. — Ri, ainda ofegante, passando a língua pela minha boca inchada. — Mas... Eu não vou poder ir, tenho alguns encontros marcados.
Ele segurou meu queixo, me forçando a olhar direto para ele.
— Cancele, eu cubro todos e compro tudo o que você quiser levar. — Ele beijou meu ombro, depois roçou a boca no meu ouvido. — Mas, sinceramente?
O silêncio entre nós era tão familiar quanto o peso do corpo dele ao meu lado, minha pele ainda carregava os vestígios do que havia acontecido há pouco tempo, o toque dele, o calor, os sons, como tudo parecera tão certo, nossas roupas ainda estavam espalhadas pelo chão, meu vestido caro repousava sobre a poltrona, enquanto a camiseta dele largada perto da mala de viagem, exatamente onde ele a jogou assim que chegou
Sempre a mesma cena.
Sempre o mesmo final.
Harry respirava profundamente que, por um instante, pensei que ele havia dormido, então, seu braço deslizou preguiçosamente pela minha cintura, puxando-me para perto.
— Você está acordada? — Seu peito quente encontrou minhas costas, sua voz estava rouca pelo sono.
— Sim.
— Sabe, fiquei com saudades de verdade de você. — Seu rosto encaixou no vão do meu pescoço, um arrepio veio instantaneamente.
Engoli em seco, porque não queria que ele percebesse como meu coração acelerava toda vez que fazia isso, toda vez que falava desse jeito, como se fosse meu.
— Na próxima, então não demora tanto para vir me ver. — Me esforcei para soar indiferente.
— Tá bom, eu prometo. — Ele riu e deixou um beijo suave em minha orelha. — Boa noite, amor.
Ele me chamava assim todas às vezes.
E todas às vezes, dizia a mim mesma que não significava nada.
— Boa noite.
Harry se aninhou contra mim e relaxou, como se dormir ao meu lado fosse seu lugar favorito no mundo.
Já fazia três anos que isso acontecia, três anos desse nosso lance casual e secreto, podíamos passar meses sem nos falar, sem trocar uma única mensagem, mas sempre que nos encontrávamos, era como se nunca tínhamos ficado longe.
E era isso que me destruía.
...
Quando acordei, a luz do sol incomodava meus olhos através das cortinas, a primeira coisa que senti foi o calor do corpo dele colado ao meu, o cheiro dele ainda impregnado na minha pele, meu coração se apertou quando percebi que estávamos abraçados, seu braço ainda estava firme ao redor da minha cintura, sua respiração lenta contra meu pescoço, me deixei levar por alguns minutos, só sentindo ele ali comigo.
Eu odiava que isso parecesse amor.
— Bom dia. — Ele abriu os olhos, me encarando por um momento. — Que horas são?
— Não sei. — Minha garganta apertou, porque eu sabia que aquela era a pior parte.
Harry me soltou e se sentou na cama, eu sabia que ele sairia dali em poucos minutos, como sempre fazia.
— Você quer que eu fique um pouco mais?
Essa era a primeira vez que ele perguntou isso e eu não sabia o que responder. Eu poderia dizer para ele ficar, poderia dizer que queria mais do que aquilo, mas em vez disso, só sorri porque, por um segundo, eu quase me iludi com a ideia de que ele se importava.
— Não — menti.
— Tá bom. — Harry apertou os lábios, hesitando por mais um segundo. — Eu vou indo.
Meus olhos o seguiram enquanto ele vestia sua camisa, pegava seus sapatos, arrumava seus cabelos. Ele me encarou uma última vez antes de ir embora.
E eu fiquei, mais uma vez.
Três meses.
Esse foi o tempo que levou para eu ver Harry de novo, mas, dessa vez, tudo estava diferente.
Dias depois de termos ficado juntos no quarto de hotel, surgiram novos rumores, algumas fotos dele em restaurantes, passeando em Londres com uma nova mulher. Depois vieram os vídeos, as postagens, as matérias e mais rumores de que aquilo estava ficando sério.
Harry Styles estava namorando?
Eu deveria estar acostumada, afinal ele sempre esteve com outras, assim como eu sempre estive com outros, mas dessa vez era diferente porque ele não estava apenas ficando com essa mulher, era mais do que isso, ele nem ao menos se deu o trabalho de me avisar que estava realmente sério com alguém e ao contrário de como era comigo, com ela não havia fugas apressadas pelas portas dos fundo, não havia óculos escuros e bonés para esconder o rosto, ele a deixou à vista de todos, como se não houvesse nada a esconder.
Agora, nesta noite de Brit Awards, eu fui obrigada a encarar a realidade.
O evento estava deslumbrante, como sempre, flashes de câmeras quase nos cegando e os maiores nomes da indústria reunidos em um mesmo espaço. O salão estava lotado de celebridades e os convidados conversavam e riam, enquanto prêmios eram entregues no palco sob aplausos e gritos da plateia.
E então, ele apareceu.
Harry entrou com ela ao seu lado, a modelo mais falada do momento, alta, pele dourada como se tivesse passado semanas no verão europeu, olhos cor de mel, ela era linda, isso eu não podia negar, mas o que realmente me atingiu foi o jeito que ele parecia ao lado dela, rindo, relaxado, confortável, como se gostasse de exibi-la.
Não procurei por ele, não chamei, não fiz nada que pudesse atraí-lo, eu estava com raiva, com ciúmes, eu não queria vê-lo, mas eu sabia que, no final da noite, ele me encontraria, eu podia até evitar cruzar seu caminho durante o evento, mas depois?
Ele me encontraria.
Como sempre.
Era apenas uma questão de tempo.
E obviamente, na after party que estava acontecendo em luxuoso salão de um hotel cinco estrelas, Harry só esperou a oportunidade que queria para me encurralar. Assim que saí do banheiro, no corredor estreito, lá estava ele, encostado na parede, com um copo de uísque em uma mão e um sorriso torto nos lábios.
— Você sabe como me irrita quando finge que não me conhece.
— Não estou fingindo nada. — Murmurei, tentando seguir em frente, mas senti sua mão firme me segurando.
— Ah, não? Então, olha para mim.— Mantive o olhar fixo no chão, recusando-me a lhe dar esse gostinho. — Vai mesmo continuar jogando esse jogo? — Sua voz deslizou pelo meu pescoço como um sussurro quente enquanto ele se aproximava.
— Você não está acompanhado, Styles?
— Isso nunca te impediu antes. — Com um movimento rápido, ele me virou para encará-lo.
— Agora é diferente.
— Diferente como? — Ele arqueou a sobrancelha, me prensando levemente contra a parede.
O cheiro dele me atingiu, e meu coração falhou uma batida. Ele parecia ainda mais bonito do que eu lembrava. Harry sempre teve esse maldito charme quando estava um pouco bêbado, eu odiava o quanto isso mexia comigo.
Fazia tanto tempo desde a última vez.
Tempo demais.
Eu senti falta dele.
— Quando fazíamos isso, nós nunca estávamos traindo ninguém, agora você tem namorada.
— Namorada? — Ele riu, como se fosse uma piada.
— A mulher com quem você está.
— Você sabe que eu não namoro. — Ele inclinou a cabeça, como se fosse óbvio.
— Então por que ela está aqui com você? Por que viria com ela se vocês não estão sérios?
— S/n...
— Você nem fez o favor de no mínimo me avisar sobre isso, sabe como fiquei quando você posou com ela?— O interrompi, sentindo a raiva crescer dentro de mim. — Então é melhor voltar para sua namoradinha. — Tentei me soltar, mas ele segurou firme.
— Eu não quero falar disso, agora.— Sua voz rouca ecoou em meu ouvido, fazendo um arrepio percorrer minha pele. — Eu quero você, só você.
Fechei os olhos por um segundo, sentindo a pressão da sua mão em minha cintura.
Tudo em mim gritava para ceder.
— Eu não consigo fazer isso, não assim. — Ergui o rosto, encontrando seus olhos.
Me virei para sair, mas antes que andasse dois passos, senti sua mão em meu pulso, me impedindo.
— Você vai mesmo fazer isso?
— Não finja que sua noite está arruinada quando, no final, terá uma mulher na sua cama de qualquer jeito.
— S/n.
Soltei minha mão da dele e me afastei, sentindo seu olhar queimando minhas costas enquanto saía daquele corredor.
...
O caminho de volta para o hotel foi sufocante, eu não conseguia apagar o que aconteceu da minha mente. Assim que entrei no quarto, me joguei na cama, queria chorar, mas estava cansada demais até para isso, foi quando o som de batidas na porta interrompeu meus pensamentos.
Eu não precisava abrir para saber quem era, sabia que ele viria, mas isso não significava que eu queria vê-lo. Fiquei parada esperando que ele desistisse, mas as batidas continuaram até que, com um suspiro pesado, fui até a porta e a abri.
— O que você está fazendo aqui?
— Posso entrar?
— Não. — Mas ele já havia passado por mim, fechando a porta atrás de si e trancando-a, como se tivesse esse direito. — O que você quer, Harry? Se veio para tentar me levar para cama, me poupe do trabalho.
— Eu precisava te ver, não queria que as coisas tivessem ficado daquele jeito.
— E como você queria que terminassem? Comigo sorrindo e dizendo que está tudo bem?
— Não faça isso...
— Não faça o quê? — Eu cruzei os braços o fitando.
— Isso, eu não quero brigar.
— Me fala, o que a gente tem, Harry? Além de eu ser seu segredo?
— S/n...
— Fala a verdade! Isso é casual? Ou somos algo mais?
— Vamos deixar isso para lá. — Ele avançou, puxando-me pela cintura. — Eu quero tanto te beijar.
— Eu já disse que não quero. — Me afastei dele.
— Por que não pode simplesmente aceitar o que temos?
— Aceitar o quê, Harry? O que exatamente nós temos?— Eu já sabia a resposta.
— Você sabe que eu me importo com você, eu gosto de você por perto... — Seus olhos pareciam dizer a verdade, ou eu tentava acreditar que sim. — Eu sinto sua falta e você sabe que é especial para mim.
— Especial? Mas não o suficiente para me assumir.
— Não é isso... — Ele esfregou o rosto. — Eu não quero estragar o que a gente tem, não quero que as pessoas se metam, não quero te fazer sofrer.
— Mas você fez. — Minha voz tremeu e eu odiei isso. — Me magoou hoje quando ficou ao lado de outra mulher enquanto fingia que eu não existia e agora está aqui, me dizendo que eu sou especial, como se isso fosse o bastante, se gosta tanto dela, por que você apenas não fica com ela?
— Eu não me importo com ela. — Ele se aproximou de novo e meu corpo quase traiu minha mente. — Ela é como todas as outras e eu não me importo com nenhuma outra, só com você, é por isso que estou aqui. — Sua mão acariciou meu rosto, me fazendo estremecer.
— Não diga isso se não é verdade, você não precisa me compensar com mentiras bonitas.
— Mas eu nunca menti para você, nunca prometi nada, você sempre soube que seria assim, então não me faça ser o vilão da história quando você sabia que eu nunca quis um rótulo.
— Você diz que não quer uma namorada, mas age como se quisesse. — Me afastei, tirando sua mão de mim. — Você é carinhoso, me chama de amor, faz tudo parecer perfeito, você me abraça quando acordamos, diz que gosta de mim... — Senti as lágrimas descerem. — Estou tentando ser paciente, mas como é que eu vou aguentar isso?
Harry me encarou por um longo momento, como se procurasse um jeito de consertar aquilo, mas não havia saída, eu precisava da verdade.
— O que você quer de mim?
— Eu quero um homem que lute por mim, que me queira de verdade, que não tenha medo de assumir o que sente.— Estava despejando todos os sentimentos dos últimos três anos naquele momento.— Eu quero que você seja meu, mas se você não pode me dar isso então me deixe ir, me deixa encontrar alguém que possa.
— S/N... — Harry me puxou contra seu peito, seus dedos pressionaram minha cintura, como se quisessem me manter ali a qualquer custo. — Eu odeio isso... — O aperto dele se intensificou. — Me perdoa. — As lágrimas quentes dele escorreram por minha nuca. — Não me odeie...
— Para... — Fechei os olhos com força, eu já sabia o que viria a seguir.
Sabia e ainda assim parte de mim rezava para que ele não dissesse, para que ficasse em silêncio, para que apenas me segurasse, mas ele continuou.
— Eu não posso prometer o que você quer de mim... — A confissão saiu como um sussurro. — Eu não sei como ser o cara que você espera que eu seja.
E ali estava.
A verdade nua e crua, perfurando meu peito como uma lâmina, forcei meus pés a se moverem, eu precisava sair daquele abraço antes que ele me destruísse por completo, porque ironicamente, aquele era o único lugar onde eu queria estar.
Com o pouco de força que me restava, me afastei, caminhei até a porta, destranquei-a sem olhar para trás.