Sinopse: Uma manhã de treino com seu amigo Styles, parecia normal, até não ser mais...
NotaAutora: Tive esse ideia nesse feriado então resolvi escrever... aproveitem
Aviso: +18! Conteúdo explícito.
Você ainda bocejava quando encontrou Harry no tapete de treino, na academia participar dele, vestindo aquela camiseta branca larga e shorts de compressão pretos que faziam qualquer um perder o foco, ele te cumprimentou com aquele abraço apertado que fazia todas as manhãs desde que começaram a treinar juntos antes de uma longa turnê começar.
— Atrasada — ele cantarolou, esticando os braços acima da cabeça, a barra da camiseta subindo o suficiente para expor uma faixa de abdômen definido e a linha de pelos descendo da barriga. — Vamos, vamos, o aquecimento não vai se fazer sozinho.
— Não estou atrasada. — Você revirou os olhos, mas se ajoelhou no tapete ao lado dele. — Você que chegou cedo.
Estava vestindo seu conjunto de exercícios novo, um shortinho rosa claro e top combinando, aparentemente Harry também havia gostado, porque o olhar dele já estava viajando pelo seu corpo desde que você chegou.
— Eu disse às 6:00, são 6:15, você que precisa de mais disciplina. — Ele já estava atrás de você antes que pudesse reclamar, mãos grandes e quentes apoiadas em seus ombros. — Vamos começar com os alongamentos, suas pernas primeiro.
Você obedeceu, deitando-se de costas enquanto ele se posicionava entre suas pernas abertas, pegando seus tornozelos com facilidade, mas você não estava desconfortável, porque o toque de Harry era respeitoso, pelo menos no começo.
— Dobre os joelhos em direção ao peito — instruiu, e você fez, sentindo o ar saindo dos seus pulmões num suspiro controlado.
Mas então ele segurou seus joelhos.
— Harry...
— Ainda não terminou.
As mãos dele escorregaram para baixo, segurando suas canelas, dobrando você ainda mais, a posição te deixava completamente aberta para ele, foi aí que você sentiu, algo quente e firme contra o tecido do seu short e ele certamente não tentava esconder onde estava se estragando.
— Harry ?
Você só podia estar imaginando coisas, era só por conta dessa posição estranha, vocês eram só amigos, treinavam juntos há meses.
Isso não estava acontecendo.
— O que foi?
— Você está encostando em mim — você sussurrou, tentando manter a voz firme, mas suas pernas tremeram nas mãos dele.— Sabe seu...
— Eu sei. — Ele não parecia nenhum pouco incomodado.
— Isso já não é mais um alongamento, né? — Você podia ouvir sua própria respiração, os batimentos cardíacos acelerados.
— Não mesmo. — Ele deu aquele maldito sorriso que te acompanhava nos seus sonhos há mais tempo do que você estava disposta a admitir.
Ele empurrou os quadris para frente e a pressão entre suas pernas aumentou, sem querer um pequeno gemido, talvez de surpresa ou prazer escapou da sua garganta antes que pudesse impedir, que fez os olhos dele brilharem.
— Harry, acho melhor nós paramos...
— Mas você não quer que eu pare, quer?
Você não sabia o que responder então Harry decidiu por vocês dois, suas mãos soltaram suas canelas foram para seu short, especificamente no meio, onde a linha de costura esticou e não resistiu, quando ele rasgou bem na linha central, fazendo um buraco perfeito para ele.
— Harry! — Você ofegou, sentindo o ar da manhã arrepiando sua pele, nua.
— Porra... Você vinha treinar todo esse tempo sem calcinha? — Você não conseguiu responder, seu rosto ficando em chamas. — Eu compro outro short para você. — Sorriu enquanto ele se inclinava sobre você. — Eu compro um de cada cor. — Ele puxou o próprio short de compressão para baixo o suficiente para libertar o pau, já duro, a cabeça rosada e inchada apontando diretamente para você. — Mas só dessa vez... Me deixa te foder, só dessa vez e depois eu volto a ser só seu amigo.
Você já tinha imaginado isso antes , claro que tinha, mas ouvir aquilo, estar ali com ele, era completamente diferente.
Você abriu a boca para dizer algo, talvez dizer que aquilo era completamente errado, talvez um "sim, por favor" que você se recusaria a admitir depois, mas a única coisa que saiu de seus lábios foi o nome dele num gemido quando a cabeça do pau dele encontrou sua entrada, ele não entrou de imediato, em vez disso, deslizou para cima e para baixo, espalhando a própria umidade e a sua pelo caminho, enviando choques de prazer pela sua espinha.
— Olha só — a voz dele estava mais rouca agora. — Você já está bem molhadinha para quem tentou dizer pra eu parar.
Então ele te penetrou lentamente, cada centímetro entrando fez você arquear as costas no tapete, seus dedos se cravaram nos antebraços dele, nas tatuagens que você conhecia tão bem.
— Puta merda...—Você sibilou, não acreditando que aquilo realmente estava acontecendo.
Quando ele finalmente se enterrou completamente, a base do pau dele pressionada contra sua entrada já estava um pouco dolorida de ser tão esticada, então ele começou a se mover dentro de você , alternando entre brutal deliciosa e docemente lenta. A cada estocada, a cabeça do pau dele pressionava um ponto dentro de você que fazia suas pernas tremerem.
— Isso...— Aquela voz rouca, estava te desfazendo. — É assim que eu gosto... Você aberta pra mim... E gemendo desse jeitinho... — As estocadas ficaram mais rápidas, sua mão desceu entre vocês dois, os dedos encontrando seu clitóris pressionando contra seu ponto sensível em círculos que combinavam com o movimento dos quadris. — Você sabe o que eu pensei nisso a noite inteira? Depois do treino de ontem quando te vi com esses seus shorts, eu só pensava em rasgar e te foder assim.
Suas mãos soltaram os antebraços dele e subiram, os dedos se enrolando nos cachos molhados de suor na nuca dele, rosto dele estava vermelho, os olhos verdes dele estavam brilhando, vidrados, tão dilatados que quase não dava para ver a cor.
Você não conseguiu se segurar puxando seu rosto para perto o beijando, ele gemeu dentro da sua boca, surpreso, como se ele não esperasse que você tomasse a iniciativa, mas ele correspondeu rapidamente, a língua quente brincando com a sua, ele beijou você de volta com a mesma intensidade que estava te fodendo, isso foi o suficiente para que ondas de prazer se espalhassem para cada extremidade do seu corpo, sua boceta se contraindo em espasmos incontroláveis ao redor dele.
— Porra...Você vai me matar, me apertando assim... — Ele grunhiu, os dedos se cravando na sua carne, você sabia que o controle dele estava finalmente se desfazendo completamente.
Harry enterrou o rosto no seu ombro e gozou com um gemido abafado, os quadris empurrando para cima uma última vez, jorrando dentro de você em espasmos que pareciam não ter fim, nunca um homem pareceu gozar tão sexy como ele, os sons que ele fez ficariam gravado na sua memória para sempre.
Por um longo minuto, ninguém se moveu, o peso dele parecia maior contra você, a respiração ofegante dos dois se misturando e pele colada de suor e outras coisas, o coração dele batendo forte contra o seu peito ou era o seu coração?
Era impossível dizer.
— Ei.... — Ele foi o primeiro a falar.
— Hm?
— Eu... — Ele hesitou um pouco saindo de dentro de você.— Eu não vou pedir desculpas.
— Eu também não iria querer que fizesse isso.
— Bem, acho melhor voltarmos ao treino, então.
— Idiota! — Bateu no peito dele fazendo sair de cima se você. — Como vou treinar assim?
— Ah! É! — Ele coçou a nuca. — Então... chuveiro?
— Seu pervertido — Falou se levantando com a ajuda dele. — Nós mal acabamos.
O canto da boca dele subiu devagar e você pode ver o pau dele já meio duro de novo.
— Não ouvi você dizer não — ele murmurou, se aproximando segurando sua cintura. — Chuveiro? — Ele repetiu com os olhos fixos no seu.
Ele mesmo havia dito que era só dessa vez e já estava chamando para mais uma?
Mentiroso.
Mas vocês dois sabiam que não ia ser só dessa vez.
Vocês sabiam que o termo "amigo" tinha ido embora no momento que ele rasgou seu short, então não hesitou em dizer:
Sinopse: Um final de semana! Uma ilha isolada, meu sugar daddy preferido.
Aviso: Este será uma Short Fic dedicado a Sugar Daddy Styles. +18, incluindo cenas explícitas de sexo em todos os capítulos, álcool e drogas ilícitas, os Hots dessa história estão bem detalhados(muito mesmo) então se esse tipo de conteúdo não for do seu agrado, recomendo que não leia./ Contém cenas de sexo explícito com food play (uso não convencional de alimentos durante o sexo)
NotaAutora: 'cadelinha' é o apelido oficial dela, então se não gostar é só ignorar. Escrevi uma cena de sexo totalmente diferente do que já fiz por aqui, espero que gostem.
Capítulo 1| Capítulo 2 | Capítulo 3
Capítulo 4
O vestido de seda azul deslizava sobre minha pele ainda quente do banho e o plug anal que Harry insistira para eu manter estava fazendo uma pressão a cada movimento enquanto descia as escadas para encontrá-lo para jantar.
Harry já me esperava sentado à mesa com uma taça de vinho nas mãos, seu peito definido à mostra sob a camisa floral aberta, seu shorts bege curto e seus olhos verdes queimando-me enquanto eu me aproximava.
— Você está linda. — Puxou-me para perto, a mão dele deslizou por baixo do meu vestido, os dedos encontrando a marca do plug através do tecido fino da minha calcinha. — Boa garota, continua aí.
— Aproveitou o banho, cadelinha?
— Sim. — Sorri, sentando-me ao seu lado.
— Daddy, o que é isso? — Inclinei a cabeça na direção do balcão da cozinha, onde fileiras de frascos se alinhavam: chantilly, calda de chocolate, tequila, morangos frescos...
— Isso, minha princesa, é o cardápio da sobremesa. — Disse enquanto pousava sua mão grande em minha coxa. — Mas primeiro, você vai jantar, quero você bem alimentada para a noite que preparei.
Ele levantou, começando a servir o jantar que nem vi ser preparado para nós.
— Onde estão os funcionários?
— Mandei eles nos deixarem a sós, voltam só amanhã.
— Ah! E por quê? — Fiz-me de desentendida só para ouvir da boca dele o que iria fazer comigo.
— Por quê? — Repetiu, rindo. — Porque não quero ninguém além de mim ouvindo seus gemidos gostosinhos, a noite toda, baby.
Durante o jantar, Harry não parava de me tocar, sua mão grande acariciando minha nuca, minhas costas, minhas coxas expostas pelo vestido curto. Era delicioso ter esse tempo com ele, sem pressa, sem cobranças, me fazendo até esquecer o que realmente éramos um para o outro.
— Você está especialmente linda hoje, sabia? — Styles murmurou, o hálito quente e doce de vinho contra minha orelha.
— Acho que deve ser o vestido que comprou para mim. — Eu ri, fingindo desdém.
— Não. — Sua mão apertou minha coxa com firmeza. — É você, você é sempre extremamente gostosa, eu não sei como eu pude viver tanto tempo sem te conhecer.
— Você está bêbado, acho que tomou muito vinho durante o jantar. — Ri, deixando um beijo em seu pescoço, tentando afastar os pensamentos conflituosos que me enchiam.
Eu não podia me apaixonar por Harry Styles.
— Não o suficiente. — Ele se levantou, puxando minha cadeira para trás. — Hora da sobremesa, princesa.
Meu coração acelerou quando ele me levou até a ilha da cozinha, onde garrafas de bebidas alcoólicas, caldas, frutas e chantilly nos esperavam.
— Escolhe um. — Ele ordenou.
— Por que?
— Só escolhe. — Suas mãos foram por baixo do meu vestido, apertando minha bunda.
— Chantilly?
— Ótima escolha.
Seus dedos saíram debaixo do meu vestido, encontrando o zíper e puxando devagar, deixando o tecido cair no chão. Eu não usava nada além da calcinha e ao ver meus seios expostos, ele não deixou de aproveitar para prová-los, sua língua quente sugando meu mamilo com intensidade.
— Agora suba. — Ordenou, com as mãos já descendo minha calcinha.
— O que?
— Eu mandei subir no balcão. — Sorriu ao jogar minha última peça de roupa em algum canto da casa.
— Mas nós não íamos comer a sobremesa?
— Você é a sobremesa, cadelinha. — Ele me ajudou a subir na ilha, o mármore era frio contra minha pele quente. — Agora abre.
Seus olhos verdes devoravam-me enquanto abria as pernas, expondo minha boceta pronta para ele brincar.
Ele usou os dedos para me abrir ainda mais, depois cobriu meu clitóris com chantilly, antes de se inclinar e lamber o creme em minha boceta, sugando meu clitóris.
Meus dedos se enrolaram no cabelo dele quando senti sua mão brincando com o plug, enquanto continuava a me chupar, era uma sensação estranha e prazerosa ser estimulada assim.
— Daddy...
— Tá gostoso, né? Pela carinha que você está fazendo, deve estar e porra quando você faz essa cara deixa meu pau ainda mais duro com vontade de meter dentro de você. — Aquele sorriso safado sempre acabava comigo. — Agora escolha o próximo, querida, ainda quero mais.
— Morangos...
— Vamos te decorar direito, cadelinha.
Harry usou o frasco de chantilly mais uma vez, espalhando-o por minha boca, meus seios, minha barriga e minha boceta. Logo depois, segurou um morango vermelho e suculento entre os dedos, passando-o lentamente pelos seios cobertos de chantilly, roçando nos meus mamilos.
Não consegui conter um gemido quando ele mordeu a fruta e o meu mamilo ao mesmo tempo, o suco escorrendo pelo meu seio, formando um fio rosado sobre o chantilly branco, que Harry seguiu o rastro com a língua, limpando cada gota.
— Delicioso. — Murmurou, colocando o que restou do morango na boca.
Ainda insatisfeito, Harry pegou outro morango um pouco maior e começou a descer, passando-o pela trilha de chantilly da minha barriga até o umbigo e quando a ponta do morango encontrou meu clitóris, eu soltei um suspiro trêmulo.
— Porra... — Choraminguei, me contorcendo.
Que sensação era aquela?
Harry usou a fruta para massagear meu clitóris, pressionando e circulando, esfregando o morango para cima e para baixo na minha boceta, me masturbando com ele, era uma fricção diferente de qualquer coisa que eu já tinha sentido.
— Olha como você está deixando o morango molhadinho... Igual a você. — Mordeu os lábios apreciando a vista.
Eu me agarrei às bordas frias do mármore quando ele começou a inserir o morango dentro de mim. Ele não a enfiou todo, deixou metade para fora, então segurando o cabinho, começou a mover a fruta para dentro e para fora.
— Daddy... — Meus olhos arregalaram, era uma sensação tão diferente de seu pau e seus dedos ou qualquer outra coisa que já senti dentro de mim.
— Quer que eu tire? - Ele fez questão de girar o morango.
— Não...
Harry sorriu, continuando a movê-lo dentro de mim, cada movimento fazia o suco do morango se misturar com meus próprios fluidos, um som baixo e molhado ecoava no silêncio da cozinha, juntamente com meus gemidos.
A estranheza inicial começou a se dissipar, dando lugar ao prazer, meus quadris começaram a se mover por vontade própria contra a fruta, buscando mais.
Eu estava perdendo a cabeça com a porra de um morango.
Sua mão livre desceu até o plug anal, pressionando-o suavemente enquanto o morango continuava seu movimento dentro da minha boceta. A dupla estimulação era quase insuportável de tão boa que meu corpo todo começou a tremer, uma onda de calor subindo do meu abdômen.
— Tá perto, né? — Harry sussurrou, os olhos fixos no ponto onde o morango desaparecia dentro de mim.
Ele curvou-se e prendeu meu clitóris entre os lábios, sugando forte enquanto continuava a foder-me com o morango e a brincar com o plug.
Não aguentei mais do que àquilo, longos gemidos começaram a sair da minha boca, altos e descontrolados, quando aquele formigamento prazeroso começou a se espalhar por meu corpo, minha visão escureceu e aquele prazer foi tão intenso que parecia me despedaçar por dentro. Harry não parou de lamber e chupar até o último tremor, até eu estar completamente fraca e derretida sobre o balcão.
Styles deu um sorriso perverso, tirando o morango ensopado e brilhante e levou o morango à boca, chupando, depois comendo todo em uma mordida.
— Ah... Porra... Seu gosto… Misturado com o do morango, é muito melhor do que qualquer doce, princesa.— Harry limpou os lábios com o dorso da mão, um sorriso de pura satisfação estampado no rosto enquanto me observava ainda tremendo.— Vem cá. — Segurou minha mão, guiando-me para fora da bancada.
Seus lábios encontraram o meu com pressa, senti o sabor do morango em sua língua, me deixando estranhamente mais excitada.
— Daddy... Preciso de você...
Harry me levou até a sala, me deixou parada em pé, observando-o tirar seu shorts e a cueca, seu lindo pau saltou para fora me fazendo desejar ainda mais ter ele dentro de mim, quando Harry me puxou para mais perto eu achei que ia me colocar para cavalgar em seu colo até gozarmos de novo, mas ao invés disso, de repente, o mundo ficou de cabeça para baixo, literalmente, ele me virou, me posicionou sobre ele, seu braço forte envolveu minha cintura e o outro segurou minha coxa, antes que eu entendesse eu estava suspensa de ponta-cabeça, com as pernas abertas e minha boceta centímetros de seu rosto e minha boca alinhada com seu pau duro, escorrendo pré-gozo.
— Caralho! — Meu coração disparou, mas as mãos dele estavam firmes, segurando meu quadril como se eu não pesasse nada.
— Nunca fez 69 assim, princesa?
— N-não! — Engoli seco, minhas mãos se agarrando em suas coxas por falta de algo melhor para segurar.
— Bom. — Ele deu um tapa na minha bunda, a pele ardendo sob o impacto. — Sempre tem a primeira vez para tudo, não é?
Sinopse: onde ela tenta superar sua paixonite pelo melhor amigo de seu irmão.
O dia anterior tinha sido longo e frustrante, então quando fui convidada para mais um passeio de casais recusei, fiquei na chalé lendo um pouco em frente a lareira ou tentando porque só pensava na minha própria incapacidade de parar de pensar no Harry.
Odiava aquilo.
Onde estava toda a minha determinação de provar que ele não me afetava mais?
Uma parte idiota de mim tinha gostado de saber que ele estava solteiro, mas não importava, Harry poderia estar solteiro ou qualquer outra coisa, mas ele nunca iria me querer daquela forma.
No dia seguinte também recusei outro passeio de casais, só a noite quando Finn avisou que iriam sair para jantar, decidi ir também. Sentei-me o mais longe possível de Harry, para minha surpresa consegui me divertir e conversar sobre outros assuntos que não envolvessem aqueles olhos verdes.
Tudo correu exatamente como eu havia planejado, pelo menos até voltarmos, assim que chegamos, o clima mudou completamente, alguns casais foram direto para seus quartos, outros nem voltaram do restaurante. Tentei retomar minha leitura em frente à lareira, mas não consegui, havia um casal se agarrando bem ali, sem o menor constrangimento.
Como eu não estava nem um pouco a fim de ser plateia de ninguém, a única opção de diversão que me restava era relaxar na jacuzzi. A água quente foi um alívio imediato para meus músculos tensos, me recostei na beirada admirando a vista noturna das montanhas através do vidro, mas minha paz durou pouco.
— Droga! — A palavra escapou dos meus lábios quando a porta de correr se abriu e Harry apareceu.
— Acho que tivemos a mesma ideia.—Ele parou, surpreso.
— É... parece que sim.
— Se quiser, eu vou embora, você pode ficar sozinha. — Ele ficou parado na porta, indeciso.
— Não, tudo bem, afinal, eu não sou dona da jacuzzi — disse, tentando soar casual, mas estava tudo menos isso. — E no fim das contas, era eu quem nem devia estar nessa viagem. — Emiti uma risada fraca.
— Já não disse pra parar com isso — Harry foi entrando na área e deixando a porta fechar. — Mas se estiver tudo bem vou entrar.
— Tá.
Ele puxou a camiseta sobre a cabeça e meu coração errou a batida, eu já o tinha visto sem camisa inúmeras vezes, mas nunca tão perto, nunca assim com a luz da lua iluminando os contornos do seu abdômen. Ele baixou o shorts, revelando uma bermuda de banho e entrou na água, mantendo uma distância prudente, já que estava esparramada, me sentei rapidamente, também mantendo distância.
— Então... você também não quis ser empatada foda? — perguntei, tentando quebrar a tensão.
— É, Cris e Jenny estavam praticamente se comendo no sofá. — Ele riu, um pouco forçado, eu percebi seu olhar fixo em algum ponto na parede, evitando o meu.
— O que foi? — perguntei, inclinando a cabeça.
— O quê?
— Você tá estranho.
— Estranho como? — ele se ajeitou na água, tentando disfarçar um desconforto.
— Não sei... Tá evitando me olhar, o que foi? Quer que eu vá embora?
— Não! — a resposta foi rápida demais,ele respirou fundo. — É só que... — Ele fez um gesto vago em minha direção.
— O quê?
— Meio que eles... — Ele apontou vagamente para a região do meu peito, seu rosto ficando visivelmente corado.
Eu olhei para baixo, a água quente havia afundado o tecido do meu biquíni e os contornos dos meus seios estavam visíveis, dava para ver claramente meus mamilos.
— Nunca viu peitos na vida?
Ele pareceu ainda mais envergonhado, o que era uma visão completamente nova, Harry desconcertado, por minha causa?
— Não os seus.
Não os seus...
Porra, Styles!
— Bem, não sei se percebeu, mas eu sou adulta agora, Harry, eu tenho seios.
— É, eu percebi — ele admitiu, a voz mais grave, seus olhos fixamente nos meus. —É impossível não perceber.
— Impossível?— repeti, querendo ouvir de novo.— Como assim, impossível? O que é impossível não perceber?
— Não faça isso.—Ele fitou a água entre nós, evitando meu olhar, mas sua mandíbula estava tensa.
— Fazer o quê? Eu não estou fazendo nada! — Eu estava começando a ficar frustada.
— Deixa isso pra lá.
—Deixar o quê pra lá, Harry?
— Porra...—Ele bufou baixinho, passando a mão molhada pelo rosto.
— Qual o problema?
— É que não são só os seios, S/n. — O olhar dele percorreu meu corpo, demorando na minha boca, e eu senti meu coração acelerar. — É tudo em você, o jeito que seu corpo mudou, é impossível não perceber que você não é mais uma garotinha, que agora você é uma mulher, uma mulher linda pra caralho… — Ele desviou o olhar no instante seguinte.
Eu travei por uns segundos tentando assimilar o que eu tinha ouvido.
Isso não podia estar acontecendo.
Eu tentei tanto tirar ele da cabeça, tentei não olhar, não sentir, mas agora ele simplesmente me diz isso...
Meu coração acelerou e aquele frio na barriga idiota surgiu, meu corpo estava reagindo e eu não queria isso.
— Harry...
— Desculpa, eu não devia ter dito isso, é totalmente inapropriado.
— Por que ? — perguntei, segurando a respiração.
— Eu vou sair agora, antes que eu diga ou faça outra coisa que não devo. — Ele começou a se levantar. — Fica e aproveita.
Ele saiu da água, pegou a camiseta e vestiu ainda molhado, nem olhou para trás, simplesmente desapareceu.
E eu fiquei ali, sozinha.
"Uma mulher linda pra caralho."
As palavras dele não saíam da minha cabeça.
Droga! Harry.
Ele finalmente me viu e tudo que mudou foi que agora parecia determinado a me evitar, mas eu não devia me importar, afinal já tinha superado ele, mesmo assim, não consegui ficar mais de cinco minutos, enrolei a toalha no corpo e corri pelo deck molhado até o chalé, fechei a porta do quarto, respirei fundo e fui direto para o banho.
Mal havia me jogado na cama de pijama e para tentar focar na leitura, quando ouvi uma batida na porta.
—Quem é?
— Sou eu, o Harry.
Eu levantei e abri a porta, ele estava no corredor escuro, tremendo, os braços em volta do corpo, a camiseta molhada colava nele de um jeito que não dava para ignorar.
— Harry? O que aconteceu?
—O Finn trancou a porta do quarto, pelos sons está lá com a Charlotte.— Ele evitou meu olhar. — E o sofá da sala... bem, Cris e Jenny parecem ter fundido os corpos num só, fiquei na varanda dos fundos tentando esperar mas não funcionou e começou a chuviscar, não queria vir te incomodar, eu juro.
Ele tinha ficado se torturando lá fora, só para não vir aqui?
— Tá bom, entre.
— Não, você tem um cobertor para me emprestar? Eu fico no corredor mesmo, aqui fora.
— Eu não vou te deixar morrer de frio no corredor, Harry, entra logo.
Ele hesitou, olhou pro corredor depois para meu quarto, dava para ver a relutância dele, com um suspiro de derrota finalmente ele deu um passo para dentro e fechou a porta, mas ele não desgrudou dela, ficando escorado ali de braços cruzados.
— Você precisa tirar essa roupa molhada.— Sugeri ao entregar um cobertor.
— Tá bom assim, sério, só vou ficar aqui em pé uns cinco minutos, até passar o frio.
—Você não vai conseguir isso com roupas encharcadas, você pode tomar um banho se quiser.
— Não é uma boa ideia.
— Harry, para de ser teimoso, você vai ficar doente.
— Não importa.
— Importa para mim, você está tremendo.— Apontei para suas mãos. — Vai tomar um banho, tem toalha no banheiro.
—Vou ser rápido.
— Tudo bem.
— Obrigado.— Falou e então ele entrou e fechou a porta.
A água do chuveiro começou, um silêncio preencheu o quarto, eu me mantive absolutamente imóvel na cama, os joelhos puxados contra o peito, até o momento em que a porta do banheiro se abriu. Uma nuvem de vapor quente invadiu o quarto primeiro, depois Harry, apareceu apenas uma toalha branca, amarrada de qualquer jeito na cintura, gotas de água escorrendo pelas linhas definidas de seu abdômen, com a outra toalha, ele esfregava os cabelos bagunçados e por um instante acho que esqueci como se respirava.
— Ah... é, eu não pensei muito bem nessa parte. — Falou, a voz um pouco rouca pelo banho. — Estou sem roupas.
Eu sabia que devia desviar o olhar, ser educada, mas não deu, meus olhos traíram minha razão, percorrendo a linha de seus ombros, o peito definido, o V que a toalha insinuava.
— É... — foi tudo que consegui articular. — Você... você pode pegar um cobertor e se cobrir. — Minha voz saiu trêmula. — E senta na cama, o carpete tá frio.
Por que eu tinha que ter falado pra ele tomar banho?
Harry pareceu hesitar, seus olhos verdes escaneando meu rosto, mas depois com um aceno de cabeça lento, ele se moveu.Ele se virou para pegar um cobertor na poltrona, as costas dele musculosas, largas, com aquela toalha amarrada na cintura que parecia prestes a se soltar a qualquer movimento em falso, fez meu estômago dar um nó. Ele pegou o cobertor mais grosso depois sentou- se na beirada oposta da cama, o mais longe de mim que o colchão permitia.
— Desculpa... isso tá... estranho, né?
— Um pouco. — eu admiti. — Mas já passei por situações piores na faculdade, não é o fim do mundo.
— Tem muito homem pelado na sua cama, então? — Ele virou a cabeça só o suficiente para me encarar de lado.
— Por quê? — eu retruquei.
— Por nada. — Ele encolheu os ombros e virou o rosto de novo para a parede.
Ficamos em silêncio de novo, ele não saía do lugar, rigidamente sentado na beirada da cama, eu também não me mexia, observando o perfil dele.
— Eles vão demorar muito, você acha? — eu perguntei, só para quebrar o silêncio insuportável.
— Quem?
— O casal no sofá.
— Ah. — Ele fez uma pausa. — Não sei, espero que não, você não precisa ficar aí parada, pode continuar o que estava fazendo, eu fico quieto.
— O que eu fazia era tentar ler e não conseguir parar de pensar em... — Eu cortei a frase no meio, meus olhos arregalando.
Merda.
Por que eu disse aquilo?
—Em quê?
— Nada, esquece. — Eu senti um calor subir do meu peito até o rosto, balancei a cabeça, desviando o olhar.
— Em quê, S/n? — ele repetiu, a voz mais suave agora, mas não menos insistente.
— Na jacuzzi...— Eu não conseguia mentir, não quando ele estava me encarando daquele jeito. — No que você disse sobre mim.
— Esquece isso...
— Por que?
— Porque eu sei, S/n, tá bom? Eu sei.
— O que você sabe? — eu perguntei, mas meu coração já começava a bater mais rápido.
— Eu sei que você tem sentimentos por mim, você nunca foi exatamente... Sutil.
— O quê?! Do que você está falando?
—Por favor, não finge.
—Você não sabe de nada!— Retruquei, mesmo sabendo que era mentira.
— Não? — Ele levantou uma sobrancelha. — Finn me mandou buscar um carregador no seu quarto uma vez, o seu diário estava aberto na penteadeira, com meu nome e um monte de coraçõezinhos desenhados, o que mais eu deveria pensar?
Porra. Porra. Porra.
— Você... você leu meu diário? — Foi a única coisa que consegui dizer, com meus rosto queimando.
— Não. — A resposta dele foi rápida. —Mas não dava pra não ver, estava aberto lá.
Eu desviei o olhar, envergonhada.
Ele sabia.
Ele sempre soube.
— Faz tanto tempo, era só uma paixonite idiota. — Eu forcei as palavras para fora. — Eu era uma adolescente, isso não significa nada agora, então você não precisa ser todo cuidadoso comigo.
— Cuidadoso? — Ele soltou um riso baixo e sem humor. — Quem disse que estou sendo cuidadoso?
— Está sim. — Insisti. — Você fica agindo como se fosse um problema até ficar perto de mim.
— Talvez porque seja. — Ele virou o rosto, seus olhos finalmente encontraram os meus.
— E por que, Harry? Por que é um problema?
Eu realmente iria fazer aquilo?
Ir contra tudo o que eu vim fazer aqui...
Mas já era tarde, quando percebi já estava me movendo, me arrastei de joelhos pelo colchão até parar a poucos centímetros dele, ainda sobre a cama.
— S/n...
— É por que eu sou bonita?
Eu só queria tirar algo dele, talvez provar a mim mesma que não era só eu que estava me torturando ali.
— Eu te achar bonita não quer dizer nada.
— Se não quer dizer nada, então por que disse? — Eu deslizei para fora da cama e fiquei de pé diante dele.
— Eu e só falei aquilo porque não estava pensando direito.
Eu nunca tinha visto Harry assim, tão dividido, como se lutasse com ele mesmo e talvez por isso eu quisesse ver até onde ele iria.
— E agora você ainda não continua pensando direito? — Pela primeira vez, eu estava olhando para ele de cima.
— Não fica tão perto assim. — Senti suas mãos em minha cintura me afastando dele. — Estou pelado.
— Por que? Vai ficar duro?
— Olhei para o rosto dele ficando vermelho. — Você já está?!— Com a coragem repentina que tive, afastei suas pernas com as minhas ficando entre elas.
— Você sabe a resposta. — Ele segurou mais uma vez minha cintura dessa vez com mais força.— Então para, eu sou homem, porra, não faz isso, não fica me provocando.
— Então me faz parar.
O olhar dele escureceu, por um segundo, eu achei que ele realmente ia se levantar e assumir o controle, mas soltou minha cintura.
— Você não tem ideia do que está querendo.
— Tenho, sim. — Retruquei, sem recuar um milímetro, minhas mãos encontraram o peito dele. — Eu sei exatamente o que eu quero, Harry e já faz muito tempo... Você.
— Chega de me provocar. — Num movimento rápido, ele inverteu suas posições, me jogando na cama, ele me prendeu contra o colchão, seu corpo nu pressionando o meu através do fino tecido do meu pijama, a toalha havia desaparecido. — Acha engraçado brincar comigo assim?
— Não… não é brincadeira.— Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele podia sentir.
— Você não tem noção, S/n — ele murmurou, sua boca a centímetros da minha. — Não tem noção do que está pedindo, do que eu quero fazer com você agora.
— Então me mostra.
Ele soltou um "porra" baixo, então sua boca encontrou a minha. Seus lábios eram macios e eu me entreguei instantaneamente, minha boca se abriu sob a dele, um gemido baixo escapando quando sua língua encontrou a minha.
Seus dedos se enterraram no meu cabelo, puxando minha cabeça para trás para um acesso mais profundo, enquanto seu outro braço me prendia contra ele.
Com minhas mãos presas, todos os meus sentidos se concentraram naquele ponto de contato, no calor do seu corpo contra o meu, o cheio do meu shampoo em seu cabelo molhado. Meus quadris se moveram por vontade própria, uma busca instintiva por mais atrito, mais contato.
Quando ele se afastou para respirar, ambos estávamos ofegantes, Harry desceu enterrando o rosto na curva do meu pescoço, beijando, mordiscando, suas mãos impacientes encontraram a barra da minha camiseta, com um movimento ele a puxou para cima, eu não estava usando sutiã e acabei ficando exposta sob ele.
O ar frio do quarto me atingiu me causando arrepios, mas quando os olhos de Harry desceram para meus seios descobertos eu perdi o ar por um momento.
Seu olhar era intenso, então seu polegar esfregou suavemente um dos mamilos, que já estava duro e ereto sob seu toque.
— Eu fiquei pensando neles desde a jacuzzi. — Comentou sorrindo antes de se abaixar e antes que eu pudesse processar, sua boca quente e úmida fechou-se em volta do meu seio direito.
Eu gemi alto, meus dedos se enterrando em seus cabelos molhados, a sensação era quente, úmida, intensa de uma maneira que nunca poderia ter imaginado.
Ninguém jamais tinha feito isso comigo, ninguém jamais tinha sequer tocado em mim assim.
Sua língua circulou o mamilo, lamberdo e sugando, enquanto sua mão livre massageava meu outro seio, seu polegar esfregando o mamilo até ele ficar tão duro quanto o que estava em sua boca.
— Harry... Espera... — Eu suspirei, mal conseguindo formar palavras.
— O quê? — Ele se afastou, seu rosto voltando para ficar a centímetros do meu.— Fui rápido demais?
— Não, é que... ninguém... ninguém nunca tocou neles antes. — Ele piscou, confuso por um momento. — Eu nunca fiz isso, eu sou... eu sou virgem, Harry.
As palavras penduraram-se no ar entre nós, ele parou completamente, seu corpo ficando tenso acima do meu, por um momento terrível, achei que ele iria se afastar.
— Ah, você quer parar? — Ele perguntou, a voz arrastada. — Nós... nós devíamos parar, desculpa.... Isso está errado, eu não devia...
— Eu não quero parar. — Minhas mãos, tremendo um pouco, se estenderam para ele, pousando em seu peito.— Harry, eu quero isso, eu só queria que soubesse...
— Tem certeza? — Ele capturou meus pulsos. — S/n, isso não é uma brincadeira, não é só uma uma coisa qualquer numa viagem, é sério, pra mim seria... sério.
— Eu sei. — respondi, sem hesitar. — É sério pra mim também e eu sempre quis... sempre quis que fosse você.
Essas palavras, finalmente livres depois de anos presas na garganta, pairaram no quarto silencioso.
— Você tem certeza?
Em vez de falar, eu fechei a distância entre nós e capturei seus lábios com os meus.
Era a resposta que ele precisava.
Obrigada por ler até aqui, se gostou considere deixar seu comentário e um fav, ele é muito importante pra mim ❤️
Sinopse: Um final de semana! Uma ilha isolada, meu sugar daddy preferido.
NotaAutora: Este será uma Short Fic dedicado a Sugar Daddy Styles. +18, incluindo cenas explícitas de sexo em todos os capítulos, álcool e drogas ilícitas, os Hots dessa história estão bem detalhados(muito mesmo) então se esse tipo de conteúdo não for do seu agrado, recomendo que não leia.
Capítulo 2
Passei a semana correndo entre provas e encontros que só serviram para me lembrar quem realmente me fazia gozar.
Na manhã de sexta-feira, quando abri a porta do meu apartamento, havia um buquê de rosas vermelhas esperando por mim, envoltas em papel preto fosco, amarradas com fita de cetim e um bilhete preso com um alfinete dourado.
“Hoje, 17h. Escritório. Vista algo que eu goste.”
— H.
Me troquei como se fosse um encontro, vestido justo vermelho sem nada por baixo, batom vermelho e com o último par de saltos que ele comprou para mim.
Às 16h59 eu já estava no elevador espelhado, o coração batendo rápido, ansiosa pelo que vinha.
A porta do escritório estava entreaberta, empurrei e entrei sem bater, Harry estava ao telefone, sentado na cadeira de couro, uma perna cruzada, camisa branca, mangas dobradas, seu paletó pendurado.
Bonito pra caralho.
Ele levantou os olhos devagar, me olhou dos pés à cabeça e sorriu, mas continuou falando no telefone, como se eu não estivesse ali. Fechei a porta, tranquei antes de andar até ele e sentar em seu colo. Ele continuava no telefone, mas a mão dele foi direto pra minha cintura, apertei o nó da gravata com os dedos e fui puxando até ele olhar de novo pra mim, beijei o canto da boca dele, depois o queixo, desci para o pescoço.
Ele murmurou algo no telefone, depois finalizou a ligação com um "ligo depois".
— Sentiu minha falta? — Sussurrei, roçando os quadris contra ele.
— Sim, você sumiu.
— Estava ocupada. — Mordisquei a orelha dele.
Ele riu, baixo e rouco, enquanto seus dedos se enroscavam nos meus cabelos, puxando até nossas bocas se chocarem em um beijo que começou lento, quase doce, até a língua dele deslizar entre meus lábios, exigindo mais. Meus quadris arquearam sutilmente, pressionando contra o corpo dele, senti o calor e a rigidez crescente através do tecido.
— Oh... Você está duro só com isso? — Disse, rindo.
— Você fica fora por uma semana e ainda pergunta?
— Ah, então você contou os dias? Que fofo... — Sorri antes de morder o lábio dele.
— Fofo nada.
Sua mão subiu pelas minhas costas, os dedos encontraram o zíper do vestido, senti o fecho cedendo até as alcinhas escorregarem dos meus ombros. O tecido vermelho desabou na minha cintura enquanto sua boca cobria meu seio exposto só pra ele. Seus dentes roçaram meu mamilo enquanto a outra mão me mantinha no lugar pela nuca, firme.
— Daddy... — Choraminguei.
— Já tenho o que você quer, princesa. — Os lábios dele se afastaram do meu peito com um estalo úmido.
— O quê? — Puxei o ar, tentando me concentrar.
— Aquilo que você pediu, naquele dia.
— Você tá falando sério? O que é?
— É uma surpresa. — Ele sorriu, o tipo de sorriso que fazia meu estômago embrulhar.
— Fala logo, Daddy...
— Você sabe o preço.
Eu sabia.
Desci lentamente, me ajoelhando entre suas pernas, meus joelhos encontraram o carpete enquanto minhas mãos subiam por suas coxas duras. Sorri, sentindo o volume na calça dele contra meu queixo.
Minhas mãos subiram pelas coxas dele até encontrar o cinto, meus dedos trabalharam na fivela soltando-a, puxei zíper para baixo, Harry soltou um suspiro rouco quando minha respiração quente atingiu o tecido fino da cueca, deixei uns beijos molhados pelo tecido antes de libertar deu pênis. Ele estava duro, quente, pulsando contra meus olhos.
Porra que visão maravilhosa.
Enrolei a língua na ponta, saboreando lentamente o gosto dele, senti seus dedos se apertarem no meu cabelo.
— Devagar— Ordenou, sua voz já estava mais rouca.
Deixei a boca escorregar por ele, molhada, sugando com a pressão perfeita enquanto minhas mãos subiam pelo torso dele, arranhando levemente por baixo da camisa. Ele gemia baixo, eu sabia que Harry estava lutando para manter o controle.
— Porra… — Ele rosnou quando parei de repente, deixando-o escorregar para fora dos meus lábios.
— O que foi, Daddy? Tá gostando?
Ele puxou meu cabelo com mais força, forçando meu rosto para perto dele.
— Você sabe muito bem que sim, agora engole.
Sorri e abri a boca devagar, deixando ele me ver cuspir na palma da mão antes de envolver seu pau e voltar a chupar mais fundo, mais rápido. A cabeça dele bateu no encosto da cadeira, os dedos se perdendo no meu cabelo enquanto eu afundava, engolindo ele até a garganta.
— Caralho… assim… — Gemeu, os quadris se levantando levemente, procurando mais.
Senti seus dedos se apertarem no meu cabelo, puxando meu rosto para longe dele.
— O que foi?
— Calada. — Harry envolveu o próprio pau com a mão, começou a se masturbar com movimentos rápidos bem na minha frente. — Abre.
Obedeci, estendendo a língua, o primeiro jato acertou minha língua, o gosto explodindo na minha boca, depois atingiu minha bochecha, quente e grosso, o último escorreu pelo meu queixo enquanto eu mantinha os olhos fixos nele.
Fiquei ali, melada, ofegante, olhando para cima com um sorriso.
— Boa garota…
Depois que ele me limpou, minha cabeça ainda repousava no colo dele, os lábios inchados, a respiração instável.
— Arrume as malas, amanhã à noite a gente viaja.
— Viajar? — Levantei o rosto, ainda sem entender. — Tipo… uma viagem? Com você?
—Um final de semana só nosso.
— Você está brincando?
— Não. — Levantei num pulo, eufórica, sentei de novo no colo dele. — Gostou?
— Sim. — Ri, ainda ofegante, passando a língua pela minha boca inchada. — Mas... Eu não vou poder ir, tenho alguns encontros marcados.
Ele segurou meu queixo, me forçando a olhar direto para ele.
— Cancele, eu cubro todos e compro tudo o que você quiser levar. — Ele beijou meu ombro, depois roçou a boca no meu ouvido. — Mas, sinceramente?
O silêncio entre nós era tão familiar quanto o peso do corpo dele ao meu lado, minha pele ainda carregava os vestígios do que havia acontecido há pouco tempo, o toque dele, o calor, os sons, como tudo parecera tão certo, nossas roupas ainda estavam espalhadas pelo chão, meu vestido caro repousava sobre a poltrona, enquanto a camiseta dele largada perto da mala de viagem, exatamente onde ele a jogou assim que chegou
Sempre a mesma cena.
Sempre o mesmo final.
Harry respirava profundamente que, por um instante, pensei que ele havia dormido, então, seu braço deslizou preguiçosamente pela minha cintura, puxando-me para perto.
— Você está acordada? — Seu peito quente encontrou minhas costas, sua voz estava rouca pelo sono.
— Sim.
— Sabe, fiquei com saudades de verdade de você. — Seu rosto encaixou no vão do meu pescoço, um arrepio veio instantaneamente.
Engoli em seco, porque não queria que ele percebesse como meu coração acelerava toda vez que fazia isso, toda vez que falava desse jeito, como se fosse meu.
— Na próxima, então não demora tanto para vir me ver. — Me esforcei para soar indiferente.
— Tá bom, eu prometo. — Ele riu e deixou um beijo suave em minha orelha. — Boa noite, amor.
Ele me chamava assim todas às vezes.
E todas às vezes, dizia a mim mesma que não significava nada.
— Boa noite.
Harry se aninhou contra mim e relaxou, como se dormir ao meu lado fosse seu lugar favorito no mundo.
Já fazia três anos que isso acontecia, três anos desse nosso lance casual e secreto, podíamos passar meses sem nos falar, sem trocar uma única mensagem, mas sempre que nos encontrávamos, era como se nunca tínhamos ficado longe.
E era isso que me destruía.
...
Quando acordei, a luz do sol incomodava meus olhos através das cortinas, a primeira coisa que senti foi o calor do corpo dele colado ao meu, o cheiro dele ainda impregnado na minha pele, meu coração se apertou quando percebi que estávamos abraçados, seu braço ainda estava firme ao redor da minha cintura, sua respiração lenta contra meu pescoço, me deixei levar por alguns minutos, só sentindo ele ali comigo.
Eu odiava que isso parecesse amor.
— Bom dia. — Ele abriu os olhos, me encarando por um momento. — Que horas são?
— Não sei. — Minha garganta apertou, porque eu sabia que aquela era a pior parte.
Harry me soltou e se sentou na cama, eu sabia que ele sairia dali em poucos minutos, como sempre fazia.
— Você quer que eu fique um pouco mais?
Essa era a primeira vez que ele perguntou isso e eu não sabia o que responder. Eu poderia dizer para ele ficar, poderia dizer que queria mais do que aquilo, mas em vez disso, só sorri porque, por um segundo, eu quase me iludi com a ideia de que ele se importava.
— Não — menti.
— Tá bom. — Harry apertou os lábios, hesitando por mais um segundo. — Eu vou indo.
Meus olhos o seguiram enquanto ele vestia sua camisa, pegava seus sapatos, arrumava seus cabelos. Ele me encarou uma última vez antes de ir embora.
E eu fiquei, mais uma vez.
Três meses.
Esse foi o tempo que levou para eu ver Harry de novo, mas, dessa vez, tudo estava diferente.
Dias depois de termos ficado juntos no quarto de hotel, surgiram novos rumores, algumas fotos dele em restaurantes, passeando em Londres com uma nova mulher. Depois vieram os vídeos, as postagens, as matérias e mais rumores de que aquilo estava ficando sério.
Harry Styles estava namorando?
Eu deveria estar acostumada, afinal ele sempre esteve com outras, assim como eu sempre estive com outros, mas dessa vez era diferente porque ele não estava apenas ficando com essa mulher, era mais do que isso, ele nem ao menos se deu o trabalho de me avisar que estava realmente sério com alguém e ao contrário de como era comigo, com ela não havia fugas apressadas pelas portas dos fundo, não havia óculos escuros e bonés para esconder o rosto, ele a deixou à vista de todos, como se não houvesse nada a esconder.
Agora, nesta noite de Brit Awards, eu fui obrigada a encarar a realidade.
O evento estava deslumbrante, como sempre, flashes de câmeras quase nos cegando e os maiores nomes da indústria reunidos em um mesmo espaço. O salão estava lotado de celebridades e os convidados conversavam e riam, enquanto prêmios eram entregues no palco sob aplausos e gritos da plateia.
E então, ele apareceu.
Harry entrou com ela ao seu lado, a modelo mais falada do momento, alta, pele dourada como se tivesse passado semanas no verão europeu, olhos cor de mel, ela era linda, isso eu não podia negar, mas o que realmente me atingiu foi o jeito que ele parecia ao lado dela, rindo, relaxado, confortável, como se gostasse de exibi-la.
Não procurei por ele, não chamei, não fiz nada que pudesse atraí-lo, eu estava com raiva, com ciúmes, eu não queria vê-lo, mas eu sabia que, no final da noite, ele me encontraria, eu podia até evitar cruzar seu caminho durante o evento, mas depois?
Ele me encontraria.
Como sempre.
Era apenas uma questão de tempo.
E obviamente, na after party que estava acontecendo em luxuoso salão de um hotel cinco estrelas, Harry só esperou a oportunidade que queria para me encurralar. Assim que saí do banheiro, no corredor estreito, lá estava ele, encostado na parede, com um copo de uísque em uma mão e um sorriso torto nos lábios.
— Você sabe como me irrita quando finge que não me conhece.
— Não estou fingindo nada. — Murmurei, tentando seguir em frente, mas senti sua mão firme me segurando.
— Ah, não? Então, olha para mim.— Mantive o olhar fixo no chão, recusando-me a lhe dar esse gostinho. — Vai mesmo continuar jogando esse jogo? — Sua voz deslizou pelo meu pescoço como um sussurro quente enquanto ele se aproximava.
— Você não está acompanhado, Styles?
— Isso nunca te impediu antes. — Com um movimento rápido, ele me virou para encará-lo.
— Agora é diferente.
— Diferente como? — Ele arqueou a sobrancelha, me prensando levemente contra a parede.
O cheiro dele me atingiu, e meu coração falhou uma batida. Ele parecia ainda mais bonito do que eu lembrava. Harry sempre teve esse maldito charme quando estava um pouco bêbado, eu odiava o quanto isso mexia comigo.
Fazia tanto tempo desde a última vez.
Tempo demais.
Eu senti falta dele.
— Quando fazíamos isso, nós nunca estávamos traindo ninguém, agora você tem namorada.
— Namorada? — Ele riu, como se fosse uma piada.
— A mulher com quem você está.
— Você sabe que eu não namoro. — Ele inclinou a cabeça, como se fosse óbvio.
— Então por que ela está aqui com você? Por que viria com ela se vocês não estão sérios?
— S/n...
— Você nem fez o favor de no mínimo me avisar sobre isso, sabe como fiquei quando você posou com ela?— O interrompi, sentindo a raiva crescer dentro de mim. — Então é melhor voltar para sua namoradinha. — Tentei me soltar, mas ele segurou firme.
— Eu não quero falar disso, agora.— Sua voz rouca ecoou em meu ouvido, fazendo um arrepio percorrer minha pele. — Eu quero você, só você.
Fechei os olhos por um segundo, sentindo a pressão da sua mão em minha cintura.
Tudo em mim gritava para ceder.
— Eu não consigo fazer isso, não assim. — Ergui o rosto, encontrando seus olhos.
Me virei para sair, mas antes que andasse dois passos, senti sua mão em meu pulso, me impedindo.
— Você vai mesmo fazer isso?
— Não finja que sua noite está arruinada quando, no final, terá uma mulher na sua cama de qualquer jeito.
— S/n.
Soltei minha mão da dele e me afastei, sentindo seu olhar queimando minhas costas enquanto saía daquele corredor.
...
O caminho de volta para o hotel foi sufocante, eu não conseguia apagar o que aconteceu da minha mente. Assim que entrei no quarto, me joguei na cama, queria chorar, mas estava cansada demais até para isso, foi quando o som de batidas na porta interrompeu meus pensamentos.
Eu não precisava abrir para saber quem era, sabia que ele viria, mas isso não significava que eu queria vê-lo. Fiquei parada esperando que ele desistisse, mas as batidas continuaram até que, com um suspiro pesado, fui até a porta e a abri.
— O que você está fazendo aqui?
— Posso entrar?
— Não. — Mas ele já havia passado por mim, fechando a porta atrás de si e trancando-a, como se tivesse esse direito. — O que você quer, Harry? Se veio para tentar me levar para cama, me poupe do trabalho.
— Eu precisava te ver, não queria que as coisas tivessem ficado daquele jeito.
— E como você queria que terminassem? Comigo sorrindo e dizendo que está tudo bem?
— Não faça isso...
— Não faça o quê? — Eu cruzei os braços o fitando.
— Isso, eu não quero brigar.
— Me fala, o que a gente tem, Harry? Além de eu ser seu segredo?
— S/n...
— Fala a verdade! Isso é casual? Ou somos algo mais?
— Vamos deixar isso para lá. — Ele avançou, puxando-me pela cintura. — Eu quero tanto te beijar.
— Eu já disse que não quero. — Me afastei dele.
— Por que não pode simplesmente aceitar o que temos?
— Aceitar o quê, Harry? O que exatamente nós temos?— Eu já sabia a resposta.
— Você sabe que eu me importo com você, eu gosto de você por perto... — Seus olhos pareciam dizer a verdade, ou eu tentava acreditar que sim. — Eu sinto sua falta e você sabe que é especial para mim.
— Especial? Mas não o suficiente para me assumir.
— Não é isso... — Ele esfregou o rosto. — Eu não quero estragar o que a gente tem, não quero que as pessoas se metam, não quero te fazer sofrer.
— Mas você fez. — Minha voz tremeu e eu odiei isso. — Me magoou hoje quando ficou ao lado de outra mulher enquanto fingia que eu não existia e agora está aqui, me dizendo que eu sou especial, como se isso fosse o bastante, se gosta tanto dela, por que você apenas não fica com ela?
— Eu não me importo com ela. — Ele se aproximou de novo e meu corpo quase traiu minha mente. — Ela é como todas as outras e eu não me importo com nenhuma outra, só com você, é por isso que estou aqui. — Sua mão acariciou meu rosto, me fazendo estremecer.
— Não diga isso se não é verdade, você não precisa me compensar com mentiras bonitas.
— Mas eu nunca menti para você, nunca prometi nada, você sempre soube que seria assim, então não me faça ser o vilão da história quando você sabia que eu nunca quis um rótulo.
— Você diz que não quer uma namorada, mas age como se quisesse. — Me afastei, tirando sua mão de mim. — Você é carinhoso, me chama de amor, faz tudo parecer perfeito, você me abraça quando acordamos, diz que gosta de mim... — Senti as lágrimas descerem. — Estou tentando ser paciente, mas como é que eu vou aguentar isso?
Harry me encarou por um longo momento, como se procurasse um jeito de consertar aquilo, mas não havia saída, eu precisava da verdade.
— O que você quer de mim?
— Eu quero um homem que lute por mim, que me queira de verdade, que não tenha medo de assumir o que sente.— Estava despejando todos os sentimentos dos últimos três anos naquele momento.— Eu quero que você seja meu, mas se você não pode me dar isso então me deixe ir, me deixa encontrar alguém que possa.
— S/N... — Harry me puxou contra seu peito, seus dedos pressionaram minha cintura, como se quisessem me manter ali a qualquer custo. — Eu odeio isso... — O aperto dele se intensificou. — Me perdoa. — As lágrimas quentes dele escorreram por minha nuca. — Não me odeie...
— Para... — Fechei os olhos com força, eu já sabia o que viria a seguir.
Sabia e ainda assim parte de mim rezava para que ele não dissesse, para que ficasse em silêncio, para que apenas me segurasse, mas ele continuou.
— Eu não posso prometer o que você quer de mim... — A confissão saiu como um sussurro. — Eu não sei como ser o cara que você espera que eu seja.
E ali estava.
A verdade nua e crua, perfurando meu peito como uma lâmina, forcei meus pés a se moverem, eu precisava sair daquele abraço antes que ele me destruísse por completo, porque ironicamente, aquele era o único lugar onde eu queria estar.
Com o pouco de força que me restava, me afastei, caminhei até a porta, destranquei-a sem olhar para trás.
Sinopse: Um final de semana! Uma ilha isolada, meu sugar daddy preferido.
NotaAutora: Este será uma Short Fic dedicado a Sugar Daddy Styles. +18, incluindo cenas explícitas de sexo em todos os capítulos, álcool e drogas ilícitas, os Hots dessa história estão bem detalhados(muito mesmo) então se esse tipo de conteúdo não for do seu agrado, recomendo que não leia.
Capítulo 1 | Capítulo 2
Capítulo 3
O nosso barco reduziu a velocidade e encostou na doca particular. A água era tão transparente que dava para ver os peixes pequenos nadando entre as pedras. Quando levantei os olhos, uma mansão de vidro se destacava no alto da colina.
— Bem-vinda ao nosso refúgio particular. — Harry pegou minha mão e me guiou pela passarela.
Dois funcionários seguiram na frente levando nossas malas. Eu caminhava devagar, absorvendo cada detalhe, a praia isolada só nossa, as palmeiras altas em volta, a piscina infinita que se misturava com o azul do mar e mais ao fundo, uma lancha ancorada à espera.
Assim que entramos, fiquei sem palavras. O espaço era amplo, todo em vidro, através das janelas podia ver toda a vegetação em volta. A sala enorme tinha um sofá branco virado para uma televisão que parecia mais um telão. Ao lado, a mesa de jantar de mármore brilhava sob a luz natural e a cozinha era tão impecável que parecia ter saído de um catálogo de revista de arquitetura. Em cima da bancada, uma cesta de boas-vindas cheia de frutas, vinhos e chocolates já esperava por nós.
Subi as escadas sem pensar muito, tomada pela curiosidade. O corredor do andar de cima tinha várias portas. Abri uma, tinha um quarto de hóspedes enorme, o outro era ainda maior com uma varanda lateral. No fim do corredor, encontrei o que só podia ser o nosso.
A cama king size dominava o centro do quarto, coberta por lençóis brancos perfeitamente esticados. As janelas iam do chão ao teto, revelando uma varanda ampla com deck de madeira. À direita, uma suíte sofisticada com banheira espaçosa com detalhes em dourado, toalhas felpudas e prateleiras cheias de produtos de banho à disposição.
— Então? — A voz de Harry surgiu atrás de mim, logo senti o corpo dele encostar no meu. — Impressionada? Bom, o suficiente para você?
— Você não tem ideia, isso é surreal.— Me virei, apoiando as mãos em seu peito. — Ninguém nunca fez nada assim por mim.
— É porque ninguém nunca soube o que você merece. — Mordeu de leve minha orelha antes de se afastar. — Vai, coloca um dos biquínis que comprei só para você.— Sorriu de canto, os olhos fixos no meu. — Vamos aproveitar nossa praia.
Tomei um banho rápido e minutos depois, desci usando um biquíni branco de tiras finas. Caminhei até a praia particular, estendi a canga na espreguiçadeira, logo tirei a parte de cima, deixando meus seios livres para o sol. Harry estava atrás do balcão com uma camisa branca aberta, óculos escuros e mexendo um coqueteleiro prateado.
— Margarita? — Se aproximou entregando uma taça para mim.
— Só se tiver muita tequila. — Peguei e dei um gole demorado com meus olhos nos dele.
— Você está tentando me matar logo no primeiro dia, é isso?
— Eu só estou pegando um bronze… — Sorri, fingindo inocência.
Ele se sentou na beirada da espreguiçadeira, a mão pousando casualmente na minha coxa.
— Você não tem noção de como estou agora. — Seus dedos deslizaram lentos, subindo o suficiente para fazer minha respiração tropeçar.
— Duro? — Olhei, encontrando exatamente o que eu queria.
— Muito duro, princesa.
Ele se levantou, me deitando na espreguiçadeira, o corpo quente cobrindo o meu, senti seus lábios descerem pelo meu pescoço, mordiscando levemente, suas mãos apertaram meus seios, os polegares circulando meus mamilos até eles ficarem duros sob o toque dele.
Era tão bom... E mal tínhamos começado.
— Harry... — Choramingei quando sua boca substituiu os dedos, sugando um dos bicos enquanto a outra mão descia, deslizando por minha barriga até encontrar a umidade do meu biquíni.
— Já está preparada para mim em... — Murmurou contra minha pele, os dedos pressionando o tecido fino contra meu clitóris, fazendo meu quadril estremecer.
Antes que eu pudesse responder, ele agarrou as tiras do meu biquíni e as puxou para os lados, expondo meu corpo completamente ao sol e a ele. Seus olhos escureceram, a respiração ficando mais pesada enquanto admirava o que era só dele.
— Porra... — Rosnou baixo, antes de se ajoelhar na areia, entre minhas pernas.
E então sem pressa ele começou a encher de beijos molhados minha coxa, me fazendo estremecer toda vez que chegava muito perto de exatamente onde eu queira.
— Daddy... Não me faça esperar, quero sentir você.
— Não seja apressada, querida, temos muito tempo. — Sorriu antes de sua língua passar em meu clitóris num movimento lento, deliberado, como se estivesse saboreando minha impaciência.
Meus dedos se enterraram no cabelo dele, segurando-o no lugar enquanto me esfreguei um pouco em sua boca, fazendo-o finalmente deslizar dois dedos dentro de mim, curvando-os naquele ponto perfeito enquanto a boca dele continuava a trabalhar meu clitóris.
Ele não tinha pressa, cada lambida, cada sucção era calculada para me levar mais perto do limite, mas nunca o suficiente para me deixar gozar. Na terceira vez que me torturou, parou de repente, arrancando um gemido frustrado de meus lábios, se levantou com aquele sorriso safado que eu conhecia bem.
— Tenho um presente, para você, cadelinha... — Sussurrou, passando a mão na minha buceta antes de levar os dedos à boca e chupar seu próprio dedo.
— Não pode dar depois? — Joguei a cabeça para trás, frustrada. — Volta aqui.
Ele não deu ouvidos, indo até o bar e pegando algo na bolsa que trouxe.
— Olha como é lindo. — Harry mostrou um plug anal brilhante, que refletia o sol como um diamante.
— Isso... Isso vai dentro de mim? — Questionei com a voz trêmula.
— Primeiro, eu vou preparar você direitinho... — Ele riu baixo e me virou de bruços na espreguiçadeira. — Fica de quatro para mim amor, quero bem empinada.
Eu obedeci, dois de seus dedos da mão direita deslizaram em minha buceta buscando um pouco de umidade antes de deslizar no buraco de trás, não consegui conter um gemido, enquanto ele massageava devagar, insistindo até entrar.
— Assim... Tá vendo como você aguenta?— Disse, curtindo meus choramingos.
Ele se abaixou, lambendo a buceta por trás, sugando os lábios inchados, enquanto seus dedos afundavam e recuavam, preparando o caminho para o plug. Quando eu já me sentia mais relaxada e excitada, senti algo gelado e molhado começando a entrar.
— Respira, cadelinha... — Ordenou, enquanto o plug invadia até travar na base. — Caralho... Olha como você fica perfeita assim…
— Daddy...
— O que foi, está doendo?
— Um... Pouco...
— Calma, gozar vai ajudar...
Suas mãos fortes seguraram meus quadris, afastando-me ainda mais, expondo-me completamente e enterrou o rosto na minha buceta de uma vez, chupando como se nunca tivesse provado algo tão bom na vida. Cada vez que eu me retraía, aquele objeto estranho me preenchia mais, a boca dele compensava a dor com um prazer tão intenso que era quase uma tortura.
— Está se acostumando, não é? — Falou enquanto tomava um pouco de ar. — Já está imaginando como vai ser quando for meu pau, no lugar disso?
— Sim...
Eu não consegui aguentar, a sensação dupla era intensa, a pressão constante e profunda do plug e o atrito preciso e implacável de sua língua no meu clítoris. era demais, aquela sensação gostosa começou a tomar conta de mim fazendo minhas pernas tremerem.
Eu desabei sobre a espreguiçadeira, completamente consumida, tremendo com os resquícios do orgasmo que parecia não ter fim. Harry não parou imediatamente, ele foi diminuindo o ritmo gradualmente, prolongando cada sensação até eu suplicar e ele se afastar.
— Assim que eu quero você a viagem inteira, amor, tremendo pra mim. — Harry riu, satisfeito, dando um tapa leve em minha buceta. — Quero que você fique com isso até o jantar, consegue?
— Acho... Acho que sim.
— Ótimo, descanse um pouco, ainda mal começamos nosso fim de semana.
NotaAutora: Depois que vi sobre a notícia que Harry lançou um vibrador eu só precisava escrever algo com isso, então aproveite, porque isso praticamente acabou de sair do forninho kkkk
Aviso:+18(meus hots geralmente sempre bem explícitos então se não gosta recomendo não ler)
Você e Harry sempre gostavam explorar o prazer entre os lençóis de todas as formas possíveis, brinquedos eróticos, fantasias, jogos de provocação, tudo fazia parte de sua rotina sexual, por isso, quando ele lançou o novo combo do prazer em sua marca PLEASING você não pensou duas vezes antes de se voluntariar para garantir a qualidade dos novos produtos.
— Tem certeza que quer fazer isso? Harry questionou, com um sorriso malicioso, enquanto abria a embalagem do novo modelo com uma lentidão que fazia seu clitóris pulsar em antecipação.
— É meu dever como sua namorada garantir que seus produtos sejam satisfatórios, não é?" — Você respondeu deslizando o vestido pelo corpo deixando-o cair aos pés.
—Você quer que eu te mostre como funciona?
— Claro. — Se livrou de seu sutiã e calcinha rapidamente, o ar gelado da suíte arrepiou sua pele nua quando você se deitou na cama, abrindo as pernas só para ele. — Faça o que quiser Harry.
Harry se aproximou afundando a cama, ele despejou uma generosa quantidade do seu novo lubrificante em seus seios, espalhando-o lentamente, suas mãos grandes os massageando com delicadeza, você mal teve tempo de se adaptar quando sua boca substituiu as mãos, sugando um mamilo com voracidade enquanto beliscava o outro.
— Porra. — Praguejou alto, quando seus dentes encontraram o ponto perfeito de dor e prazer.
— Gostou? Ainda nem começamos direito. — Harry sorriu, fazendo você estremecer.
Ele passou mais lubrificante em seus próprios dedos, descendo sem pressa antes de deslizá-los dentro de você, seus quadris se moveram instintivamente, buscando mais, mas ele controlava o ritmo, devagar, depois rápido, depois voltando a te torturar fazendo suas pernas tremerem.
—Pelo seus gemidos, o lubrificante está aprovado. — Comentou com os brilhando de satisfação ao ver como seu corpo respondia. — Vamos testar o destaque do combo.
Ele começou com o modo mais suave do vibrador contra seu clitóris já sensível, a combinação do calor residual do lubrificante com as vibrações fez seus músculos abdominais se contraírem involuntariamente.
— Harry...Mais... Mais...— Você implorou, agarrando aos lençóis.
Harry obedeceu, mudando para o modo 2 aproveitando para deslizar novamente dois dedos em você curvando-os naquele ângulo perfeito que a fazia quase gritar de prazer.
— Ha... Harry! — Seu choramingo soou quase desesperado quando ele introduziu o vibrador dentro de você e sua língua foi para o seu clitóris com precisão.
Era uma combinação combinação deliciosa o calor interno, as vibrações, não demoraria muito para gozar.
Harry observava, fascinado, enquanto alternava entre os modos e as posições do vibrador e sua boca, no modo 3, suas pernas começavam a tremer, no 4, você gemia alto, se contorcendo, no modo 5 você já estava praticamente uma bagunça, mas assim que Harry usou a sua língua em seu clitóris ao mesmo tempo que o vibrador foi demais.
Aquilo foi a porra da sua ruína, seu orgasmo se espalhou por cada pedacinho de seu corpo em ondas intensas fazendo eu corpo contorcer-se, sua visão embaçar e praticamente perder a consciência por alguns segundos.
Quando voltou a si, Harry ja estava sobre você, seu pau duro pressionando contra sua coxa ainda trêmula, o vibrador desligado repousava ao seu lado
— Então... — Ele pegou o brinquedo novamente, lubrificando-o lentamente enquanto sua outra mão guiava seu membro para sua entrada.— Quer ver como ele funciona comigo te fodendo?
E céus, como você queria.
Se gostou considere fav e deixar seu comentário, eles são muito importantes para a continuação desse livro aqui 💞😉 muito obrigado.
Sinopse: Uma cantora em ascensão embarca na maior oportunidade de sua vida: abrir os shows da nova turnê de Harry Styles. Três meses intensos, entre palcos e bastidores, prometem ser inesquecíveis, mas também carregam surpresas que podem mudar tudo.
NotaAutora: Aproveitem o terceiro capítulo dessa Mini série e não se esqueçam de comentar💗
Aviso: +18, conteúdo explícito. (Eu geralmente escrevo bem explícito mesmo então se não gosta, pfvr não leia)
Recomendo você ler a Parte 1, 2 e 3
"Meu quarto em trinta minutos, se quiser gozar, é bom não se atrasar."
Você sorriu, deixando o telefone de lado sem responder, sabia que ele iria ansioso e impaciente esperar no quarto, imaginando se você apareceria, deixá-lo esperando, sabendo que cada segundo de espera só aumentava a fome dele por você, faltando apenas um minuto, bateu na porta devagar, três batidas suaves para irritá-lo.
— Vinte e nove minutos. — A voz dele surgiu rouca quando a porta se abriu. — Quase em, princesa.
— Quase.— Você passou por ele ouvindo a porta se fechar.
— Você flertou com outro cara na minha frente. — Praguejou enquanto avançava em você num movimento rápido suas costas colidiram com a parede, antes que pudesse reagir, seus pulsos estavam presos acima da cabeça, os dedos dele apertando com firmeza suficiente para deixar marcas.
— E daí?
— Acha que isso é brincadeira?
— Parece que sim.— Provocou, sentindo o coração acelerar.
— Vou te mostrar o que acontece quando me provoca. — Uma das mãos dele envolveu seu pescoço. — Ajoelha. — Você hesitou e ele apertou mais. — Não me faça repetir.
Seus joelhos bateram no carpete, você olhou para cima, encontrando os olhos dele, enquanto ele desabotoava a calça, seu pau já estava completamente ereto, a cabeça inchada e vermelha.
— Porra... — Você sorriu, passando a língua nos lábios.
— Mãos nas costas.— Ele puxou seu cabelo, inclinando sua cabeça para trás. — Agora abre a boca.
Você inclinou-se para frente, envolvendo os lábios em volta dele, Harry soltou um grunhido baixo quando sua língua pressionou contra a veia pulsante na parte inferior, você começou a mover-se, devagar, sentindo-o endurecer ainda mais na sua boca.
— Isso. — Seus dedos, entrelaçados no seu cabelo, ditavam o ritmo. — Porra, sua boca é tão boa.
Você sentiu os quadris dele se contorcerem, empurrando mais fundo, engasgou quando seu pau bateu na parte de trás da sua garganta, lágrimas escorreram de seus olhos, mas ele não parou, continuando a foder sua garganta, não demorou muito para sentir ele ficando mais tenso, os músculos da coxa dele contraindo, os dedos apertando seu couro cabeludo com mais força.
Ele estava perto.
— Levanta. — Ordenou.
— Por que? — Olhou para cima, ofegante, os lábios inchados, o queixo molhado.
— Quero você de quatro, agora.
Ele te colocou de pé, puxou seu vestido para baixo pelo decote, expondo seus seios, a curva do seu estômago, a umidade já visível entre suas coxas, Harry agarrou seu braço, jogando você na cama, o colchão afundou sob seu peso, mal teve tempo de apoiar os cotovelos quando suas mãos grandes envolveram seus quadris, puxando-a para trás até que você estivesse de quatro, a bunda empinada para ele, completamente exposta.
— Minha vista favorita. — Harry lambeu os lábios, antes de dar um tapa na sua bunda esquerda. — Me pede. — Harry roçou o pau na sua entrada já encharcada, a cabeça dele escorregando no seu clitóris de propósito.
— Por favor... — Estremeceu, mas ele segurou seus quadris, impedindo você de esfregar contra ele.
— Por favor, o quê, linda?
— Me fode, Harry.
Ele não fez você esperar, te penetrou enfiando até o fim, sua cabeça jogando para trás quando ele preencheu você completamente.
— Caralho...— Ele arfou, os dedos cravando na sua cintura. — Você me aperta tão gostoso que parece que foi feita pra mim.
Cada estocada era uma tortura, ele saía quase por completo deixando você vazia e ofegante, só para entrar de novo, atingindo aquele ponto delicioso.
— Você fica tão linda me levando assim. — Sussurrou, os dedos subindo para brincar com seus mamilos. — Diz meu nome.
— Harry... — Gemeu, as unhas cravando no lençol.
— De novo.
— Harry!
Ele sorriu satisfeito, antes de voltar a se mover mais rápido, você estava atordoada, olhos fechados, respiração ofegante, pernas tremendo, sons abafados que escapavam de sua garganta.
— Ninguém te faz sentir assim, não é, amor?
— Não... — Choramingou.
E você estava perto, tão perto, o calor se espalhando da barriga até as pernas, sabia que não ia aguentar muito mais, ele percebeu é claro que percebeu, sua mão direta saiu de seu quadril, desceu para seu clitóris sensível, dois círculos precisos foram suficientes para fazer você ceder.
— Vem, princesa, goza no meu pau. — Sussurrou em seu ouvido.
Você obedeceu, um longo gemido escapando dos seus lábios enquanto aquela sensação quente e deliciosa ia tomando conta de todo seu corpo.
Um gemido manhoso escapou dos seus lábios quando ele saiu de dentro de você, mas não deu tempo pra reclamar, suas mãos firmes a viraram, suas costas afundou no colchão, ele voltou a meter com a mesma intensidade selvagem de antes, os quadris batendo contra os seus em um ritmo que deixava você sem fôlego.
— Harry, olha pra mim. — Implorou segurando seu rosto.
Os olhos verdes encontram os seus, algo estremeceu nele, seu ritmo vacilou quando ele viu as lágrimas de prazer brilhando nos seus olhos, seus lábios tremendo entre gemidos, seu peito subindo e descendo rápido demais, algo mudou em sua expressão. Suas estocadas desaceleraram, uma mão foi para seu rosto para acariciando, o polegar limpando uma lágrima que escapou.
— Merda... — Murmurou, penetrando você de uma maneira que não combinava com minutos atrás.
O polegar que acariciou sua bochecha desceu pela lateral do seu rosto, parando em seu pescoço, onde ele pressionou de leve, os lábios dele encontraram os seus, devagar sua língua deslizou contra a sua que a fez derreter.
Seus beijos não tinham pressa, os lábios dele tremiam levemente contra os seus entre uma penetração profunda e outra, seus corpos estavam tão colados que você sentia o coração acelerado dele contra o seu peito.
Ele nunca a beijou assim.
— Foda-se. — Resmungou,
antes de desabar sobre você, os antebraços em volta do seu rosto. — Quero ficar assim... — Confessou. — Todas as noites... todas... porra... —Ele enterrou o rosto no seu pescoço.
O que foi isso?
Harry Styles não estava mais fodendo você.
— Harry...
— Mais um. — Implorou, colando ainda mais seus corpos, um jeito que fazia seu clitóris roçar nele a cada penetração. — Quero sentir você gozar em volta do meu pau outra vez.
Seu orgasmo crescia sem nenhum estímulo além dele, da forma como ele preenchia você, da maneira como os lábios dele não desgrudavam dos seus, da forma que seus quadris roçaram em você tão deliciosamente bem.
Você tentou conter o gemido, mas ele escapou mesmo assim, abafado contra a boca dele, enquanto seu corpo, mais uma vez, se rendia ao prazer que ele fazia questão de lhe dar.
Os movimentos dele ficaram mais irregulares, mais profundos, você sabia que ele estava à beira, os músculos das costas dele tensos sob suas mãos e entãoele estremeceu enquanto gozava profundamente dentro de você, te enchendo até a borda.
— Ah... caralho. — Choramingou enquanto seu pau pulsava mais uma vez.
Você esperou que ele se afastasse, mas mesmo depois de gozar seus lábios voltaram a beija-la, seu pescoço, seus ombros, sua boca, com uma ternura estranha, ele ainda estava duro contra sua coxa.
— Preciso respirar. — Comentou, fazendo o afastar-se o suficiente para deixá-la encher os pulmões, mas imediatamente cobriu seu pescoço com beijos molhados. — Harry.
Ele ignorou o tom de advertência, ocupado demais, quando você tentou se mexer, seus músculos protestaram, moles de prazer e cansaço, ele apertou os braços ao seu redor, impedindo qualquer fuga.
— Para de se debater. — Resmungou, a voz rouca e sonolenta. — Só... fica.
— Você tá agindo estranho.
Ele ignorou seu comentário e capturou seus lábios de novo, devagar, como se estivesse tentando apagar qualquer pensamento que não fosse ele.
Você devia sair daquela cama, você devia parar de deixá-lo beijar assim.
Era só sexo.
Sempre tinha sido só sexo.
Mas isso... isso não era só sexo.
— Eu quero levantar...
— Só mais cinco minutos. — Rosnou em seu ouvido.
Cinco minutos se transformaram em dez, em quinze, em ele adormecendo com o rosto em seus cabelos, uma perna pesada jogada sobre as suas como se temesse que fugisse, com um suspiro derrotado, você parou de lutar e deixou seu corpo descansar com o dele, quando o sono finalmente veio, foi com o gosto dele ainda em seus lábios e o peso reconfortante de seu corpo mantendo-a presa exatamente onde ele queria.
Muito obrigado por ler até aqui se você gostou considere deixar seu comentário e um voto isso é muito importante pra mim 💗