Somos a janta dos doze apóstolos
Onde rogava-se traições e beijos fantásticos
Porém, não eramos o deleite do banquete
Odiávamos a ordem de verter-se em pão seco
Espalhado no pontilhismo russo
Antes da arte, solvido na inutilidade
Absolvido por damas da noite em vestidos floridos
O festival recriminaria qualquer parto não espalhafatoso
Chorei cristais por Lúcia
Pus e poderio de pavões
Estaria estéril nas páginas de teus romances
Fora mais amor longe do teu desamor de lorde
Veja como eles desenformam os seus em lavagens
Dando para outros pronomes o canibalismo
Veja-os andando em duas patas, afiando os cascos por simpatia
Afirmando mudanças e pioneirismo oportuno de mercado
Você está aqui e eu ao seu lado
Você ousou ir além e eu adormeci
Acordaria ao lado do pedestal na igreja iconoclasta
Colocando os tijolos envolta do mito revolucionário
No tear de nossos anos,
Paguei uma prenda à tapeçaria
E me fora prometido a certeza eterna
De um lugar ínfimo na cauda de teu vestido...
Entupira a veia com teus deslizes automobilísticos
Com uma pitada de torcicolos e fantasia de doutorado
Lhe digo hoje, comporto-me como o troço retorcido
Pela quentura e o vapor da extensão da tua auto-imagem
Abstraia a lágrima do pulmão
Antes que o mesmo seja cozido pelas visitas
Afinal, o amido amado e cozido não trará indigestão
Aos pequenos pintores de grandes lotes industriais...