En los sueños yo siempre interpreto el mar como el amor.
B de Bella -Alberto Ferreras
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En los sueños yo siempre interpreto el mar como el amor.
B de Bella -Alberto Ferreras
Vide a mim céu de acrílico Prostra-se em meu peito Como eterna amante Sentenciada a devotar-se em minha carne A alma pasteurizada É um essência sabor baunilha Aplicada nas veias de toda essa gente Que se esconde em sorrisos mornos O querer é meu E meu eu é um deus Cheiro de templo Verborragia descanso de mesa O protagonismo e a vitória Obrigatória como sempre A publicidade e a comitiva Que sonham meus sonhos sem os tê-los Estimo a desobediência passiva Que obedece a estética margarina Sorrindo bandeiras como em desfile Soletrando alegria em tom estéril Interpreto como eu quero Objetos para vestir Adjetivos para usurpar Partilhas para outras punções de meus ego A morte que me rodeia como um abutre Confesso, que me assusta, a tema Por mais que diga que não, não use isso contra mim Mais toda a estar certeza é fruto do temor mundano O luto faz-me sentir culpa O primeiro pecado dos primogênitos E sua virtude que cantar amores de amostragens protagonizados por personas concebidas in vitro...
Um Versículo do Evangelho de Felicitas, Pierrot Ruivo
Magistra Vitae
Epistemía