Sinopse: Filha de empresários ocupados demais a ponto de não se preocuparem com outra coisa além de negócios, Nayoung vive por seus estudos e trabalho, sem tempo para distrações, até Park Jimin aparecer na sua porta em um dia de chuva.
Durante todo o tempo que o Jimin ia e vinha dos lugares com suas coisas eu fiquei em silencio. Ele não tinha muita coisa pela casa, mas ele queria ter certeza de que nada seria esquecido, principalmente as coisas da Sunny. Insisti por incansáveis 5 segundos que não era um problema deixar ela no apartamento, mas Jimin estava determinado a levar tudo o que trouxe.
- Acredito que peguei tudo agora. – ele quebrou o silencio, mas recusei olha-lo.
- Tem certeza? – espiei ele de canto de olho.
- Não muita, mas se eu esquecer é algo da Sunny! – ele parecia perdido.
- Tudo bem, não me importo. – disse indiferente, ainda sentada no sofá.
- Bom, eu vou indo.
- Fique à vontade!
- Nayoung...
- Jimin. – ele soltou sua respiração de forma alta.
- Me desculpe, eu sei que sair sem avisar não é certo, mas eu queria exatamente evitar toda essa situação, e despedida.
- Não teria toda essa situação se você tivesse me contado! Eu fui verdadeira quanto você ir e vir quando bem entendesse, e eu esperava que você fosse verdadeiro também.
- Por favor, não é um problema tão grande assim, eu ia deixar um bilhete, uma mensagem...
- Okay. – me levantei e andei até a porta, o deixando confuso – Espero que você, Hoseok-ssi, a garota do acidente e Sunny tenham uma relação ótima daqui pra frente. – abri a porta, esperando que ele saísse rápido dali.
- Garota do acidente? Nayoung, por favor...
- Não é drama, eu estou sendo sincera, eu juro, eu só quero o melhor para todo mundo, agora se você puder sair.
Jimin juntou as caixas, colocou Sunny dentro de sua mochila e caminhou para fora do apartamento, foram intermináveis segundos até o elevador chegar e ele de verdade ir embora. Jogando meu corpo contra a porta fechada, escorreguei por ela até sentar no chão, toda aquela sensação de vazio me tomou, porque simplesmente, mais uma vez, alguém ia sumir da minha vida deixando apenas uma mensagem para me informar, e pela segunda vez, essa pessoa era o Jimin.
“Seongwu-ssi, o jantar vai acontecer hoje, espero que você esteja pronto as 20h!”
“Você fez as pazes com o Jimin? Isso é uma comemoração?”
“É exatamente o contrario.”
“Eu levo o soju.”
“Sabia que podia contar com você, eu me viro com a comida.”
- Você anda bebendo demais... – Seongwu disse preocupado, mas ele estava fazendo exatamente a mesma coisa.
- Eu sei, mas parece que nada na minha vida pode dar certo mais, então estou correndo atrás de soluções alternativas!
- Isso não é exatamente uma solução, seria mais fácil você ir atrás do Jimin e falar tudo.
- Isso não seria mais fácil! – me sentei no sofá – Isso seria completamente o meu fim, eu não tenho cara pra olhar pra ele depois do que aconteceu hoje.
- Mas você falou algo tão horrível assim? – Seongwu se sentou ao meu lado.
- Não exatamente, eu acabei soltando sobre a garota do acidente, e ele ficou extremamente confuso, mas foi na hora da raiva, eu não queria demonstrar que eu escutei algo!
- Raiva do que? Dele estar indo embora?
- Dele mais uma vez estar indo embora deixando apenas um bilhete! Da outra vez foi praticamente isso, ele sumiu depois de deixar um bilhete dentro do meu caderno agradecendo a ajuda que eu tinha dado a ele em uma matéria. O bilhete tinha um tom de despedida, e no momento que li achei estranho, mas depois ele nunca mais apareceu na escola, e agora ele ia fazer de novo. E meus pais fazem isso sempre, eles viajam e me mandam uma mensagem avisando apenas, mandam e-mails apenas cobrando coisas e enfim, isso me deixou muito irritada e magoada na hora que ele falou.
- Mas ele sabe de tudo isso? – balancei a cabeça negativamente – Então, você precisa contar! Eu sei que é chato eu ficar repetindo, eu ficar te forçando a isso, mas você tem que entender que talvez seja o melhor para você. Eu acredito que tem muita coisa trancada ai dentro, em relação a diversas coisas, eu sou a única pessoa que você realmente xinga, e bate, e solta a raiva quando precisa, não que você tenha que ser agressiva assim com todo mundo, okay? Mas você precisa pelo menos conversar!
- Eu entendo, de verdade, mas é difícil para mim. Eu queria poder continuar a minha vida do jeito que ela estava, é a única coisa que quero verdadeiramente agora... – a campainha do apartamento tocou e eu me levantei para atender a porta – Quero voltar a me preocupar apenas com meu trabalho e meu cansaço ao chegar em casa, em ter que responder todos os e-mails e entregar os projetos no prazo, viver apenas com você, sem Sunny, e nunca mais olhar na cara do Jimin! – o rosto de Seongwu ficou totalmente branco quando abri o mínimo da porta, e quando olhei para ela e a abri por inteiro do outro lado se encontrava um nada simpático ou feliz, Park Jimin.
Eu não sei quanto tempo durou todo aquele momento de tensão, só sei que Jimin entrou no apartamento, deu boa noite em um tom baixo e Seongwu apenas balançou a cabeça em resposta. Não olhei, mas escutei algumas portas dos armários da cozinha sendo abertas e fechadas com um pouco de força demais, quando Jimin voltou para a sala percebi que ele encarou a mesa de centro onde as garrafas de soju se encontravam, ele me olhou por alguns segundos, parecia preocupado por eu estar bebendo de novo, mas ao mesmo tempo estava triste e magoado.
- Eu sinto muito por atrapalhar, eu havia esquecido o resto da comida da Sunny, mas agora acabou. – ele se virou em direção a porta e eu segurei seu pulso por impulso.
- Jimin, por favor, você ouviu errado... – soltei seu pulso quando percebi.
- Você não tem que se desculpar por dizer o que pensa e o que tem vontade, Nayoung, e por favor, se cuide. – ele olhou novamente para a mesa de centro, se curvou dando boa noite novamente a Seongwu e se virou indo embora, descendo as escadas sem esperar o elevador.
- Talvez seja o momento de você correr atrás dele, igual as cenas de filme... – a voz de Seongwu estava baixa e distante, como se eu estivesse embaixo d’água.
Foi então que tudo aconteceu como as cenas de romance, mas com os papeis trocados, dessa vez eu era o cara que errou e Jimin a mocinha indefesa e magoada, extremamente magoada. Desci correndo as escadas, e quando estava para chegar no térreo escutei a porta da frente fechando, corri o mais rápido que consegui, e quando abri a porta estava chovendo para tornar tudo mais dramático. Olhei em volta e rapidamente o encontrei, ele estava andando bem devagar, seu guarda-chuva destacando o local exato onde estava. Corri até ele, segurei novamente seu pulso, e quando ele se virou eu o beijei.
Mentira, isso seria perfeito demais para a minha vida, nunca que aconteceria. Eu realmente corri atrás dele, na chuva, e quando o chamei minha voz pareceu um miado, de tanto medo que eu estava da sua reação, seu corpo reagiu no mesmo instante, virando rapidamente na minha direção, eu nunca o vi tão triste.
- A gente precisa conversar. – foram as únicas palavras que consegui soltar antes de perceber que ele caminhava na minha direção.
- Você vai ficar doente. – ele respondeu algo complemente diferente, indiferente, colocando o guarda-chuva em cima de nós.
- Eu sinto muito pelo o que você escutou, não era a minha intenção!
- Você não deveria beber tanto, você nunca fez isso. – ele continuava respondendo algo fora do assunto.
- Por favor, eu juro que não era verdade o que eu disse!
- Você deveria voltar, Seongwu-ssi deve estar preocupado.
- JIMIN! – falei mais alto, frustrada.
- Nayong. – ele ainda estava bravo, magoado.
- Por favor, me desculpa, me escuta, eu sinto muito mesmo. Eu estava triste, bêbada, irritada. Estou, na verdade.
- Entendo. – ele colocou sua mão na minha cintura e seu toque fez com que, automaticamente, eu me virasse em direção a porta do prédio – Está chovendo muito forte para dois ficarem no mesmo guarda-chuva.
- Vamos entrar...
- Não posso, tenho que voltar, Hoseok hyung está me esperando. – ele abriu a porta do prédio com a senha, e a segurou para que eu entrasse.
- Eu quero esclarecer tudo, você ia embora de novo deixando apenas um bilhete! – minhas palavras fizeram com que seus olhos se arregalassem momentaneamente, provavelmente fazendo com que ele se lembrasse do passado.
- Eu sinto muito. – ele engoliu qualquer outra coisa que ele ia dizer e largou a porta para que ela se fechasse, mas eu a segurei.
- Jimin...
- Nayong... – ele estava se afastando, voltando para o caminho que antes estava fazendo.
- Por favor...
- Ela gosta do Hoseok hyung, Nayong, nós nunca tivemos nada. – ele se virou, ficando de costas para mim, e indo embora, e eu não consegui dizer nem mais uma palavra, nada.
Sinopse: Filha de empresários ocupados demais a ponto de não se preocuparem com outra coisa além de negócios, Nayoung vive por seus estudos e trabalho, sem tempo para distrações, até Park Jimin aparecer na sua porta em um dia de chuva.
A/N: Desculpem a falta de atualização, as férias foram menos calmas que imaginei, e eu acabei não conseguindo escrever muito :((
Acordei no outro dia pensando que infelizmente era mais uma segunda feira, o abraço que Jimin ainda tinha envolta da minha cintura me fez lembrar de toda a noite passada, e por algum motivo lágrimas se formaram, e eu chorei. Limpei rapidamente meu rosto, não querendo que alguém visse ou que percebesse.
- Você deveria chorar mais, as pessoas dizem que faz bem! – Jimin praticamente miou suas palavras, ainda sobre os efeitos de acordar cedo.
- Você deveria voltar a dormir... – disse me virando em sua direção – Você nem deve estar sentindo seu braço mais...
- Eu estou o sentindo perfeitamente, e ele está ótimo! – ele sorriu, fazendo pequenos círculos nas minhas costas com seu dedo – Você precisa ir trabalhar hoje?
- Sim, é mais um dia comum na minha vida Park, não posso simplesmente deixar tudo de lado e ficar aqui o dia todo.
- Eu gostaria que você ficasse aqui o dia todo... – seus olhos agora perfeitamente abertos, procuravam nos meus a mesma resposta, mas o meu lado racional demais já estava acordado.
- A minha vida não é assim, e nunca vai ser, eu sinto muito! – sussurrei as últimas palavras e me virei para o outro lado, me levantando e indo em direção ao banheiro, onde me tranquei pelos seguintes 20 minutos.
Quando sai do banheiro Jimin não estava mais no meu quarto, e minha cama bagunçada não aparentava que duas pessoas haviam dormido nela, apesar da sensação de seu abraço ainda estar em volta da minha cintura. Minha vontade era de chorar o dia inteiro, abraçada no cobertor, mas infelizmente isso não seria possível. Me troquei rapidamente, decidida a sumir por mais um dia, a porta do quarto ao lado estava fechada, indicando caminho livre, mas no momento que abri a porta do hall Seongwu estava prestes a apertar a campainha.
- Por favor, não aperte! – meu olhos arregalados porém minha voz sussurrando o mais alto possível fez Seongwu se assustar.
- Aconteceu alguma coisa? Você chorou? – ele segurou meu rosto, respirei fundo para as lágrimas não voltarem.
- Vamos sair daqui primeiro, por favor...
- Vem, vamos andar e conversar um pouco... – ele disse segurando minhas mãos e me puxando em direção ao elevador.
Durante todo o trajeto até o rio Han, Seongwu ligou para todos os lugares onde eu tinha um compromisso hoje e nos próximos dias, mentindo levemente sobre eu estar tão mal que eu mesma não estava podendo fazer as ligações. Não que eu estivesse mal a ponto de não conseguir falar, mas também não era como se fosse fácil para mim ser tão verdadeira a ponto de dizer que não tenho condições de ir trabalhar nos próximos dias.
Não sei ao certo por quanto tempo estávamos andando na margem do rio, o Sol brilhava cada vez mais alto, indicando a hora do almoço, e ambos ainda não haviam dito uma palavra. Com certeza Seongwu não queria invadir qualquer que fosse meu momento pessoal de crise, e eu não sabia como inclui-lo nisso tudo mais um pouco. Cada vez que eu conto algo eu sinto como se eu estivesse sugando sua alma aos poucos.
- Seongwu-ssi...
- Nayong-ssi...
- Está quase na hora do almoço, você conhece algum lugar aqui perto?
- Tem um restaurante que conheço, é pequeno, e a dona do lugar é muito simpática, podemos ir? – ele disse esticando o braço na direção que eu deveria começar a andar.
O almoço foi mais silencioso ainda. A dona do restaurante realmente muito simpática passou diversas vezes na nossa mesa para conversar e perguntar se a comida estava boa, ela parece ter um grande afeto por Seongwu, que também a trata muito bem. O clima estava muito quente para continuarmos andando, então nos sentamos embaixo de uma árvore em um parque, onde algumas pessoas já se encontravam sentadas apesar de ser dia da semana.
- Você quer um sorvete? – balancei a cabeça negativamente – Um café? – neguei – Um doce qualquer? – não de novo – E conversar?
- Não sei se consigo falar...
- Pode começar me explicando porque estava chorando hoje quando fui te ver.
- Eu... Havia acabado de me desentender com o Jimin.
- Vocês brigaram?
- Não diretamente, eu apenas fui estupida com ele mais uma vez.
- E porque você continua fazendo isso?
- Porque ele é tão doce e gentil comigo, como se ele gostasse de mim, e isso me deixa mais apaixonada ainda, só que ao mesmo tempo eu fico brava. Brava por ele gostar de outra pessoa e ainda me tratar tão bem! – escutei Seongwu soltar uma risada baixa, mas resolvi ignorar – Eu sei que eu sou louca, mas... Eu simplesmente não aguento, e dai ver o jeito que ele me olhou hoje de manhã, pedindo pra ficar... A minha única reação foi simplesmente virar as costas e ir embora, depois sozinha eu comecei a pensar o quanto eu realmente estava sozinha, e então juntou com as coisas de ontem, e eu simplesmente comecei a chorar igual um bebê. – ao fim do meu pequeno monólogo faltava ar nos meus pulmões, porque aparentemente soltei tudo sem parar pra respirar.
- Primeiro, você sabe o quão idiota tudo isso soa, não é? – ele perguntou colocando um braço por cima dos meus ombros e eu apenas assenti – Segundo, você realmente não queria ficar?
- Eu não sei.
- Você sabe, você só não quer admitir por algum motivo que apenas você acha que é a verdade. Nayoung, se ele te trata tão bem, se ele pediu para que você ficasse com ele hoje de manhã, seja lá o que tenha acontecido antes disso que, por favor, não me conte para que eu me mantenha saudável mentalmente, ele realmente gosta de você. E não, não é melhor amigo, Nayoung, eu posso ser seu melhor amigo, a Jisoo pode ser sua melhor amiga, mas não o Jimin!
- E por qual motivo?
- Por esses que eu te falei e por simplesmente você não o querer assim! E talvez nem ele te queira assim. Talvez ele tenha gostado realmente da menina que você veio contando a situação aquele dia, que você ouviu a conversa, mas quem disse que ele não pode gostar de você agora? Vocês estão morando juntos faz apenas uns dias, e por mais que você tenha praticamente socado ele em todos os lugares do corpo, ele ainda levanta e vai atrás de você mais uma vez. Ele te faz comida, te protege do amigo esquisito aqui, e te olha com os olhos de uma pessoa apaixonada, como se você fosse o ser mais angelical que ele já viu, você tem mesmo certeza que ele já não gostava de você antes?
- Não, nunca conversamos sobre isso.
- Então! Quem disse que ele já não gostava de você? Que ele já não era apaixonado por você desde sempre? Ele pode ter se encantado pela outra moça, mas amar, a gente não ama tantas pessoas ao mesmo tempo, e quando a gente ama, também não esquece fácil. Ele pode ter ido por anos, ele pode ter mudado de escola, de ambiente, de cidade, mas quando ele precisou de alguém, precisou de ajuda, ele voltou para você! Nayoung, eu posso estar sendo um idiota apaixonado pior que você agora, eu posso simplesmente estar te falando tudo isso e ser tudo uma mentira que fez sentido dentro da minha cabeça, mas e se for verdade? Você não acha melhor voltar para casa e ver como ele está? Conversar! Você se define tão adulta, tão madura, mas você simplesmente não fez o mais fácil: esclarecer a situação.
Todas as palavras de Seongwu giravam dentro da minha cabeça, será que poderia ser isso? Eu realmente não o via a muito tempo, até o dia que ele ficou em casa, mas não o perguntei porque ele foi para lá, assim como ele também não me questionou o porquê de eu ainda deixar todos aqueles escritos na minha mesa, onde a maioria das mensagens eram dele.
Voltei o mais rápido que consegui para casa, deixando Seongwu em frente a lan house, e subindo as escadas correndo. A ideia foi bem ruim, pois cheguei na porta do apartamento completamente sem folego, e demorei alguns minutos para recuperar o ar, mas eu tinha que fazer isso agora, esclarecer tudo agora, antes que eu perdesse a coragem, antes que as palavras de Seongwu parassem de rodar na minha cabeça e começassem a soar como mentira.
Antes de abrir a porta escutei o barulho de caixa sendo arrastada pelo chão, Jimin ficando levemente irritado com a Sunny, e então o barulho de caixa novamente. Abri a porta lentamente, revelando uma mochila ao lado da porta, que reconheci como a de Jimin, mais a frente as coisas da Sunny pareciam levemente empilhadas, e ao lado dela Jimin estava ajoelhado, com uma caixa a sua frente e Sunny dentro.
- Nayoung! – Jimin me olhou assustado.
- Jimin...
- Você chegou cedo hoje, bem mais cedo. – ele disse nervoso, seus olhos estavam arregalados, e eu tenho certeza que o meu silêncio piorava tudo.
- Eu não fui exatamente trabalhar, o que está acontecendo por aqui? Por que a caixa? - soei mais brava do que confusa.
- Eu estou arrumando as coisas da Sunny, mas a mesma não está me permitindo pulando dentro da caixa e brigando com a minha mão todas as vezes que tento tira-la!
- E por que isso? – senti que foi a pergunta mais inútil que fiz nos últimos dias.
- Eu vou embora Nayoung, acho que deu meu tempo aqui, vou voltar a morar com o Hoseok hyung.