Tudo o que aprendi sobre as mosquinhas de banheiro
Este inseto, da ordem dos diptera psychodidae, habita a Terra há cerca de 300 milhões de anos e só precisa de abrigo e umidade para sobreviver. No sítio ou na cidade, as mosquinhas de banheiro são encontradas em canos, ralos, vegetações, ninhos e buracos de árvores.
Todo o mundo convive com a onipresença daquelas mosquinhas que ficam pelas paredes dos banheiros. Seja no ambiente urbano ou rural, elas estão sempre às nossas vistas. Elas já habitavam a Terra milhões de anos antes da nossa existência e continuarão por aqui até depois que a humanidade se tornar um sopro de poeira cósmica na imensidão do universo. Principalmente por sua capacidade de se reproduzir e de se adaptar aos diferentes climas. Faça o teste: você pode exterminá-las de hora em hora, e a cada vez surgirá uma nova dúzia delas. Aos curiosos acerca deste intrigante inseto, eis aqui um pequeno dossiê.
As mosquinhas de banheiro são uma subfamília de uma espécie de insetos urbanos (Diptera) que goza de impressionante capacidade de sobrevivência e reprodução, chamada Psychodidae. De modo geral, os congêneres psychodidaes medem cinco milímetros de comprimento e têm pernas e asas cobertas com uma fina “setae” – termo para aqueles pelinhos dos mosquitos, mais finos do que pelos. Alguns tipos se parecem com as traças, pelo seu tamanho e aspecto das asas. A grande família psychodidae divide-se em dois grupos: as referidas moscas que se parecem com traças, e as terrestres – nos termos científicos em inglês designadas respectivamente como “moth flies” e “sand flies”.
O que as diferencia é que as moscas-traça não sugam sangue, suas asas prendem-se sobre o corpo, tipo uma asa delta, e suas larvas são aquáticas. Já no caso das terrestres, elas se alimentam de sangue, suas asas não ficam nas costas, mas nas laterais, e as larvas não são aquáticas. As larvas de ambos os grupos nutrem-se de materiais orgânicos em decomposição, seja de plantas ou de animais. As terrestres espalham-se principalmente pelas regiões tropicais e subtropicais, e, com menor incidência, por regiões temperadas dos hemisférios norte e sul. As fêmeas dessa variante contam com bicos grandes o suficiente para penetrar a pele e sugar o sangue vertebral.
O gênero picador de humanos Phlebotomus habita a fração leste do hemisfério, enquanto o Lutzomya domina o oeste. Eles são condutores dos protozoários parasitas da classe Leishmania, causadores da doença leishmaniose, além da bactéria Bartonella bacilliformis, causadora da bartonelose. E esses vírus são transmissíveis. Pulando para as moscas-traça, elas têm uma distribuição mais cosmopolita. É esse o preciso tipo que encontramos nas paredes de banheiro nas cidades urbanas, porque vêm dos ralos e esgotos, em decorrência de sua proliferação pelas plantas e musgos nascentes nas estações de tratamento.
As moscas-traça, ou de banheiro, além de habitarem sanitários, abrigam-se e se reproduzem naqueles sebos dos canos condutores de água das estações de esgoto. Os gêneros domiciliares designam-se Psychoda e Telmatoscopus. As espécies psychoda são reconhecidas pelas antenas terminais mais curtas, ao contrário das telmatoscopus. Ambas se multiplicam continuamente como população natural dos ambientes urbanos e suburbanos. Enquanto houver algum espaço calmo e úmido em paredes de canos, vegetações em decomposição, ninhos de pássaros e buracos de árvores, lá as bichinhas estarão a infestar.
As larvas das psychodas são depositadas na gosminha orgânica dos canos porque essa película contém algas (Ulothrix), fungos (Phormidium), bactérias e protozoários – o banquete perfeito para a ninhada. De certo modo as larvas trazem benefícios pra gente, porque elas quebram o filme gelatinoso acumulado e produzem uma massinha fecal que é levada embora com facilidade pela água corrente. O foda é que as moscas adultas são uma verdadeira peste. Além do quê, mortas ou vivas, ficar em contato com elas no mesmo ambiente pode causar reações asmáticas alérgicas em algumas pessoas.
As espécies telmatoscopus, por sua vez, quando adultas, medem de quatro a cinco milímetros e apresentam tórax e abdômen numa coloração uniforme entre o marrom e o marrom acinzentado. Suas asas têm duas manchas escuras próximas da base e de oito a nove manchas brancas à margem. As larvas já grandes têm de oito a dez milímetros de comprimento. A faixa dorsal varia do marrom escuro ao preto; seu canal de respiração posterior é comprido. Trata-se de um inseto bem comum de se achar pelas plantas nas estações de tratamento municipais, e também nos tubos de escoamento de edifícios residenciais. Na natureza, essa espécie vive nas bordas dos rios, nas lamas dos buracos de árvores, poças formadas pela chuva e folhas molhadas em decomposição.
Há ainda os psychodas das classes albipennis, alternata e pacifica. Os Psychoda albipennis adultos medem 1.2 milímetros e suas asas são uniformemente cinzentas, sem marcas. O corpo é cinza e peludinho, e a antena conta com 15 segmentos. Suas larvas são comuns nas plantas em estações de tratamento de esgoto, nas gosminhas dos filtros e nos filmes bacterianos. Elas se encontram, na natureza, pelas vegetações decompostas e nas fossas.
As moscas adultas alimentam-se de néctar e água suja. Os Psychoda alternata, quando adultos, são maiores: medem 2.5 milímetros de comprimento e seus corpos são uniformemente cinzentos e cobertos com finos setaes ou pelos. Suas larvas em fase final chegam a ter de 4.5 a seis milímetros, com uma coloração que vai do branco amarelado ao marrom claro.
Algumas partes do dorso dessas larvas são rígidas. A cabeça é marrom escura. As ovas são dispostas em cachos de 20 a 100 sobre substratos em decomposição, a exemplo das superfícies gelatinosas nos ralos ou ao longo de fissuras dos banheiros e cozinhas, assim como nas gosmas dos esgotos. As chocas acontecem em cerca de 48 horas, e, o desenvolvimento completo das larvas, entre nove e 15 dias. Seu período pupal dura de 20 a 40 horas. Nas temporadas de calor ou em condições cobertas de vida o ciclo total abrange de 21 a 27 dias.
Ao longo de um ano, podem haver sucessivas gestações, dependendo da disponibilidade do substrato. As moscas adultas são voadoras fracas, por isso elas curtem viver às portas fechadas, próximas às ovas, segurança e alimento, geralmente descansando nas paredes dos cômodos mais escuros das casas. À noite, elas são atraídas pela luz. Em ambientes externos, as adultas podem ser encontradas na fuligem, ou onde quer que haja umidade e sombra; à espreita de néctar e água suja para se alimentarem.
Comuns em habitats domésticos durante a primavera no oeste dos Estados Unidos, e também encontrada desde o sudeste da Califórnia até o Alaska, as Psychoda pacifica são menos populares, mas valem o registro: na fase adulta, medem de dois a 2.3 milímetros e suas asas são marrom acinzentadas. A espécie mais comum encontrada nesse raio é a phalenoides. Adulta, mede cerca de dois milímetros, conta com 13 segmentos de antena e asas marrom acinzentadas. Ela apresenta uma densa cobertura de setae sobre as asas e corpo. Mas existem também as variações satchelli e cinerea espalhadas pela região: elas são amarelo claro e comumente surgem das estações de tratamento de esgoto. A satchelli tem 14 segmentos de antena, enquanto a cinerea tem 16. Nos esgotos norte-americanos, consta o registro do Psychoda severini, uma espécie partenogenética cujas fêmeas sem macho depositam suas ovas diretamente nas camas de filtragem das estações de tratamento.
Como se livrar das mosquinhas de banheiro na sua casa
Muita gente confunde as psychodidaes com a mosca da fruta – espécie que na verdade se divide nas famílias Tephritidae e Drosophilidae, e tem suas próprias particularidades. É fácil de distinguir as inofensivas, porém irritantes moscas de banheiro a olho mesmo: as de fruta parecem-se com formigas voadoras, enquanto as de banheiro apresentam micro asas-deltas.
O primeiro passo para se livrar completamente das moscas de banheiro é identificar o cano de onde elas estão vindo. Como elas voam meio mal, sempre dando voltas sem destino certo, uma tática é cobrir os ralos parcialmente com fita adesiva. No dia seguinte, ou horas depois, onde tiver moscas presas às fitas é um foco.
Depois, o lance é comprar uma escova de tubo ou um cabo de limpar encanamento, instrumentos comuns para limpar os canos por dentro, e mandar bala. Tire o ralo e esfregue as laterais com a escova até ficarem lisas, já que é ali que as mosquinhas depositam suas ovas. Com o cabo, aquele que se usa para desentupir canos, puxe os cabelos e outras coisas de difícil dissolução pelo caminho. É nojento, mesmo. Mas não tem saída.
Então é chegada a hora de despejar um limpador de canos, e deixar agir. Feito isso, pegue um desentupidor daqueles de bombear, e dê o trato final, pra escoar todo tipo de gosma orgânica.
No pain, no gain. Uma vez limpos os canos dos ralos infestados, substitua as grades vazadas por aquelas que abrem e fecham. Daí você só abre na hora de tomar banho ou de escovar os dentes, lavar o rosto, e não dá sopa para essas inofensivas, porém irritantes mosquinhas, povoarem as paredes do seu banheiro.
Combatendo a leishmaniose
Pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz fala sobre a doença causada pela ovelha negra da família Psychodidae, o Phlebotomus.
O Dr. Reginaldo Peçanha Brazil é pesquisador do Laboratório de Doenças Parasitárias do Instituto Oswaldo Cruz. Ele é autor, ao lado de José Dilermando Andrade Filho, de um estudo que remonta à origem e traça a evolução e presença histórica da linhagem nociva à vida humana e animal da família dos psychodidae, a phlebotomus. É a subfamília sugadora de sangue e transmissora do vírus que causa a doença de leishmaniose.
Conhecida também como calazar, a leishmaniose visceral é a forma mais grave da doença (existe também a cutânea), e, ao lado das doenças de Chagas e do sono, é tida como uma das doenças tropicais negligenciadas (DTNs) mais perigosas segundo o Médicos sem Fronteiras.
Geralmente a doença ataca com mais incidência as áreas de floreta e zonas rurais. No Brasil, um efeito colateral do desmatamento é o avanço dos mosquitos – dependendo da região chamados de birigui ou mosquito-palha –, para os centros urbanos, picando humanos, cachorros e animais silvestres, como ratos, raposas, gambás e tamanduás. Cidades como Belo Horizonte (MG), Bauru (SP), municípios do interior paulista e Brasília registrou casos em 2013 (foram três mil novos casos no país, de acordo com levantamento da Agência Brasil).
O mosquito costuma agir no final da tarde ou à noite. Com a picada, o parasita entra na corrente sanguínea e atada as células do fígado, do baço e da medula óssea. Nas pessoas, a doença pode levar de dois a quatro meses para se manifestar. Nos animais, os primeiros sintomas levam de três a dez meses para aparecer. A leishmaniose humana, pelo menos, tem cura. O tratamento é longo e inclui injeções para impedir que a doença se espalhe. Já para os animais, não existe tratamento nem vacina. É fatal. Nesta entrevista concedida por telefone, o Dr. Reginaldo Brazil esmiúça detalhes do assunto.
Bem, antes de mais nada, gostaria de saber há quanto tempo você trabalha especificamente com esse tema, e por que se enveredou por ele.
Dr. Reginaldo Peçanha Brazil: Eu trato desse tema desde que fiz minha tese de mestrado, há mais de 30 anos. Quando eu fui fazer meu mestrado na Inglaterra, escolhi abordar leishmania. Fiz mestrado e doutorado. E estava crescendo no Brasil o interesse em estudar esse protozoário. Quando voltei pro Brasil, aqui havia uma lacuna grande na parte epidemiológica. Comecei a estudar epidemiologia e aí comecei a estudar os vetores, porque contava-se nos dedos as pessoas que faziam isso.
Qual é a maneira correta de nos referirmos a esse tipo de inseto? Ele é um mosquito?
Nós não gostamos de “mosquito”, não, porque mosquito... A gente separa assim: mosquito cria na água. E essa espécie na verdade é mais uma mosca. Ela é uma subfamília da psychodidae, que são as chamadas mosquinhas de banheiro. Dentro de psychodidae você tem subfamílias que podem ser sugadoras de sangue ou não. Os phlebotomines, hoje sabemos que deve ter aparecido em torno de 200 milhões de anos atrás. Os fósseis antigos delas datam de mais ou menos 170 milhões de anos. Como é um inseto muito pequeno, com pouco mais de 3 mm, dificilmente os temos em pedra. Então os fósseis mais antigos foram encontrados, todo esse material que temos de fósseis dos phlebotomines, é em âmbar. Se você for lá em Burma, na Ásia, lá tem registro de espécies bem antigas, os precursores do que os que a gente tem aqui. Na América, inclusive.
Todas as moscas phlebotomines se desenvolveram a partir de uma única espécie?
Tudo indica que todos vieram do mesmo tronco, porque são muito parecidos até hoje. Os gêneros dessa família que circulam na Ásia, África e na América. Eles se desenvolveram morfologicamente, biologicamente, de modo muito parecido. Com isso, os estudiosos acham que eles vieram de um único grupo, antes da separação dos continentes. E quando o continente se separou, evoluíram separadamente, mas trazendo a herança de seu grupo ancestral. Era possivelmente uma única família, um único gênero.
Mas as mosquinhas de banheiro e as moscas hematofágicas vieram desse mesmo tronco?
Antes da descoberta desses fósseis nós achávamos que eles vinham todos do mesmo ramo. Mas provavelmente eles se separaram já há mais de 150 milhões de anos, em grupo hematófagos e não hematófagos. A distância evolutiva é grande, mas se você fosse considerar em termos, eles seriam primos, né. Porque a função de hematofagia, quer dizer, o ato de sugar sangue, os dividiu talvez já antes da separação dos continentes. O único lugar onde não tem phlebotomine é na Antártica, por causa do frio. Mas também não é especificamente um inseto de vida num país tropical. Eles vivem na Europa, mas tem uma distribuição muito grande. Sua capacidade de adaptação é muito grande. Tem até espécies partonogênicas, que não precisam de macho para procriar. Descobrimos uma no Rio de Janeiro...
Esse tipo de inseto sobrevive há quanto tempo no planeta em relação a nós?
Se você pegar uma escala, e botar 10 centímetros pra existência de certo inseto, o homem vai estar lá em menos de um milímetro. Como são insetos de pequeno porte, eles fogem muito fácil de seus predadores, e eu acho que esse foi o sucesso deles na evolução. E se você pegar um Jurassic Park, em que você via umas libélulas que tinham dez, 15 centímetros, elas não tinham mais de 20 centímetros porque senão seria fácil do predador comê-las. Um inseto de pequeno porte pode se esconder, se abrigar em determinados orifícios até passar a tormenta, essas coisas, e nisso ele vai se adaptando.
Quais os ambientes mais propícios para servirem de habitat a esses psychodidaes?
A mosquinha de banheiro não é nem aquática, ela é semiaquática. Os ovinhos dela ficam naquele lodo das paredes dos canos, e não na superfície. Já os phlebotomines, evoluíram pra fazer a reposição em terra rica em matéria orgânica. Precisa ter terra, algum tipo de vegetação, matéria orgânica ou vegetal. E o ciclo de um inseto phlebotomine leva em torno de 30 dias, do ovo até a fase adulta. É por isso que eles ficam nas proximidades das matas. Na África tem espécies que procriam nos oásis do deserto. Ali tem uma proliferação de animais, roedores, e eles vivem ali, se alimentando desses roedores, nas tocas deles... Tem que ter uma umidade alta.
Onde no mundo estão os phlebotomines mais nocivos?
Em todos os lugares os phlebotomines transmitem uma série de doenças. Pra gente aqui o maior perigo é a transmissão da leishmaniose. Na região Amazônica tem vários tipos, e nas regiões mais urbanas, São Paulo, Rio de Janeiro, nordeste do Brasil, tem leishmaniose visceral, que acomete o homem, e o cão é o reservatório. Não são muitas espécies que transmitem. Mas quando você vai pra uma região como a Amazônica, você encontra muitas espécies de phlebotomine. Aqui no Brasil, hoje, nós temos em torno de 300 espécies de phlebotomine. Cerca de 120 delas estão na região Amazônica. Há até variações que são especializadas em certos tipos de alimentação sanguínea. Tem aqueles que só se alimentam de aves, por exemplo. Até animais de sangue-frio eles sugam: cobra, rã, sapo. Recentemente identificamos muitas espécies de cavernas, que antes não se tinha conhecimento. No mundo, hoje, acho que existem em torno de 800 espécies, pra se ter uma ideia. Cada vez se descobre mais.
E onde está a sua maior concentração, em termos de densidade?
De concentração é na Europa, mas de variedade é na América. Mas suspeito, posso estar dizendo uma inverdade, que uma expressiva concentração possa estar também na América. De qualquer modo há muito em países como Grécia, Itália, França... Tanto que existem áreas endêmicas de leishmaniose lá, né. O cara pode ir pra Grécia, e pegar lá, sem nunca imaginar que vai pegar uma doença dessas na Europa.
Ou seja, nós nunca vamos nos ver livres desses insetos...
A gente nunca fala em erradicação de insetos. Isso é uma coisa totalmente errada [risos]. Nós estamos aqui há 20 mil anos, e eles, há 300 milhões. Eles criam resistência aos inseticidas e se adaptam a novos ambientes. Mas é possível a gente controlar.
Mas é possível vencer a guerra contra a doença, de alguma forma?
Hoje, não estamos ganhando a guerra contra o phlebotomine. A leishmaniose visceral, por exemplo, que está espalhada pela América, veio da Europa. E atualmente a maior parte das áreas endêmicas está aqui no Brasil. Nós temos trabalhos aí, na região de Araçatuba, interior de São Paulo. E isso é mais recente. Antes só tinha no nordeste e em algumas regiões de Minas Gerais. E agora está espalhado pelo Brasil. O controle que se faz é ineficaz, porque é só botar inseticida nas casas. No nosso grupo de estudos, estamos com um projeto de controle, e estamos trabalhando com a arma que há neles. Os machos atraem as fêmeas para acasalar. Ao lado de pesquisadores da Inglaterra, descobrimos que o que atrai é uma substância química, emissora de odores que eles reconhecem.
A substância em questão já foi sintetizada?
Nós já detectamos e sintetizamos essa substância, e fizemos ações em Araçatuba, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, em Governador Valadares, em Minas... Os resultados são excelentes. Dá pra controlar um pouco a densidade desses insetos. Nossa ideia é fazer uma armadilha com essa substância, e lá colocar o inseticida. Você atrai e mata.
Conteúdo integral da matéria que foi publicada em versão enxuta no Motherboard.