A Princesa que nos pedirá para mudar o seu destino. Pt 1
Eu achei A Princesa que Nos Honrará, meu pai tinha guardado em uma pasta no computador ao esvaziar um pen drive e qual não foi minha alegria quando eu vi que a minha história estava lá, tal qual eu havia deixado. Claro que eu não posso compartilhar ela com o mundo, mas vou trazer para vocês algumas partes que não comprometem minha reputação como escritora de coisas aceitáveis.
Esta é a capa (o que me deu a ideia de fazer uma bem bonita no canva, mesmo que eu não vá postar essa história em lugar nenhum)
O pré-prólogo (se é que isso existe) já o Camppell sendo destituído de seu cargo na Ordem da Pedra Branca por ser descendente de quem ele é (no caso aqui, da Lizandra) e sendo substituído por descendentes de Albert, ele é informado disso por ninguém mais do que o próprio Edward (que sempre esteve do lado do Camppell)
então vamos para o prólogo que é exatamente assim:
Prólogo
Era uma vez um jornalista que queria fazer uma reportagem sensacionalista sobre a prostituição infantil, um jornalista que só queria uma mísera notícia no seu jornal, e um repórter policial do norte da Inglaterra, um feiticeiro trapalhão que queria um medalhão, um feiticeiro bem resolvido que só queria curtição e um feiticeiro que perdera seus poderes e agora trabalhava de UBER, uma menina de 16 anos com poderes intraterrenos, um menina de 16 anos com poderes de ver e explodir fantasmas e uma menina de 16 com poderes de se transformar, é claro que está começando a Pentra, ou hextra, depende do ponto de vista.
Então Era Uma Vez, Charlotte, 16 anos, entrando exatamente aí do lado e tendo exatamente esta vista: (inserir foto da Christ Church)
o prólogo está falando, respectivamente, de: William Thomas Stead, Doc" Stoege, Ed, Cedric (da Sofia), Magnus Bane, André Ortiz, Alyssa Gardnet, Rory, Tessa Gray e, claro, Carlote.
Passa uma cena onde o imperador aparece para interceder por Camppell (longo diálogo sobre os motivos da substuição de Camppell e ela tem a ver com blá blá blá, circunstâncias em que Lizadra nasceu blá blá blá, o povo aceita melhor os filhos de Albert)
-Com Licença- disse a menina miúda de 16 anos cujo poder ( informação de reforço sobre a ancestralidade da garota que eu obviamente não vou postar aqui no tumblr) - O senhor é Magnus Bane?- o que ela sabia sobre o único feiticeiro disponível era que ele era um dândi -Não, e você seria... -Sou, Charlotte Dodgson Carrollina Lizandrina Vanneshire- será que o tal do Cedric estava lá? -Magnus Bane não se encontra, pediu que tomasse conta -Eu não sabia que vocês se conheciam -Magnus e eu somos amigos de longa data, mas enquanto ele se tornou um feiticeiro de sucesso eu me tornei... -Um fracasso? -Eu não ia dizer isso -Me desculpa -Por que me procura? -Na verdade eu procuro o Magnus, mas como ele não está -Se for algo simples -Não é nada simples, tem a ver com destino- Cedric bufou- tem sempre alguma coisa a ver com destino -Vocês princesas nunca se contentam com nada, a vida de vocês nunca está boa o suficiente -Eu só não quero ser obrigada a casar, eu não precisava, mas agora eu tenho... isso é ridículo, meu pai quer que eu produza herdeiros, vários e rápidos, tem noção do quanto isso é complicado? E sabe por quê? Tudo porque a linhagem Albertina quer tomar o poder da Ordem, e sabe-se-lá de mais o quê!
Sim, ficava decidido que o próximo a substituir Camppell seria o neto masculino dele, como Charlotte era filha única e estava solteira, ele não poderia se aposentar até que o neto estivesse em idade de assumir os compromissos da Ordem, o negócio é patriarcalista no último, mas a história toda não gira em torno só disso. (E ela está falando com esse Cedric)
Originalmente publicado por pastelstarkitten
Mais uma cena da reunião onde é mais uma vez exposto as circustâncias de nascimento de Lizandra e o porquê que aparentemente ninguém gosta da existência do Camppell. Segue com Camppell dizendo para a filha que ela vai ter que ter um neto logo e que não pode casar com nenhum descendente de outros escritor (que nesse universo existe)
-Agora você entende o porquê do meu descontentamento? Eu ia estudar e me formar na Christ Church de Oxford só que agora, eu tenho de casar, com alguém escolhido a dedo -Por que você está tão chatiada? Seu pai ficou estéril, mesmo sem esses Albertinos você teria de se casar cedo ou tarde- disse Cedric, Charlotte pensou na questão -Então talvez a culpa não seja dos Albertinos... mas eles...- grunhiu- eu não quero me casar, não preciso me casar... -De qualquer maneira você estaria aqui me pedindo para mudar seu destino, o que me leva a conclusão de que seu destino é imutável -Talvez você possa fazer minha mãe engravidar de um menino -Não tenho feitiços para isso, ninguém tem, depois do que aconteceu a Mortmain ninguém quer arriscar a lidar com vida -Por favor, eu lhe dou o que quiser- Cedric não podia fazer feitiço antes que os outros dois chegassem, mas sim, ele ficou com muitíssima vontade de ajudar Charlotte, mas por pena do que por qualquer coisa.
passa para a cena de Charlote tendo um pesadelo com a ilustração que seu ancestral fez com a Rainha de Copas
segue uma cena que eu adoro que é ela entrando na cena do terceiro livro da franquia “Em Busca do País das Maravilhas”, mas que eu não vou postar aqui porque contém informações perigosas spoilers, mas eu vou deixar essa cena dela se apresentando
-Quem está aí?- Charlotte saiu das sombras -Quem é você?- perguntou Lacie - Charlotte Alice Carrollina Lizandrina Dodgson Clarytti Forkingston Hatteriny Anlgwitska Absdale Vaneeshire, sétima de Lutwidge Dodgson, Décima primeira de Christopher- todos arquejaram e arregalaram os olhos, mas ninguém pareceu entender
Sim, eles contam a partir de Christopher porque nesse universo Christopher era simplesmente o herdeiro do País das Maravilhas até sofrer um golpe da sua irmã: A Rainha de Copas
O foda dessa cena também é que tanto o Carroll quanto a Alice são do livro do Joaquim Coelho, então eles são uns assassinos que não estão nem aí e jogam isso na cara da descendente.
As próximas cenas são dos feiticeiros se reunindo e mandando Charlotte para pqp. Eu vou parar por aqui, mas farei outros posts para falar o máximo que me for permitido dessa obra prima.














