A Igreja, portanto, argumenta que o que é necessário é reconciliar a ciência e a religião, e assim nos agarrarmos a qualquer cientista que sugira, mesmo de forma remota e muito vaga, que ele crê em Deus. [...] E achamos isso maravilhoso! Notem a situação patética em que nos colocamos, ao ponto de ficarmos entusiasmados que um homem como esse, mesmo que seja um grande cientista, considere a possibilidade de que haja um Deus, e de que haja um Criador. [...] e dizemos: 'Não é maravilhoso?' Mas isso apenas mostra que estamos ligando a nossa fé com esse tipo de coisa. [...] [o que] deveríamos dizer é: 'Realmente? Que gentil da parte dele!' E então talvez devêssemos fazer uma pausa e dizer: 'Por que ele demorou tanto tempo para chegar a essa nebulosa conclusão?'. [...] Ah, queremos mostrar que a Bíblia não nega a ciência. A ciência é a autoridade, e a Bíblia tem que se ajustar a ela. E pensamos que, através desse tipo de esforço vamos tratar da presente situação.
Lloyd-Jones
















