"You're comin' off too gentle." It's not the first words Tim says to her. He at least has the decency to wait until Lucas and Mirabel have focused on trying to wrestle Keith down first.
Angela doesn't deem him with an answer, not yet. She doesn't have to. She doesn't owe him an answer, or her time, he's damn lucky she's even letting him meet her kids after ten years away.
She can feel his eyes on her, his head tilted just so, just enough to tell her he was comparing who she is now to who she was when he first got locked up; she wonders what he sees.
Angela already knew about the failed beheading. The prison had called her to pick up his personal affects when it happened; they'd told her he died. They said it was a miracle when he woke up a week later, still fighting. That did not make seeing the thickly stretched scar across his throat any easier. The stark white tissue pink against his pale skin, making her stomach churn.
"I don't needta be tough with him." She answers, not bothering to look away from her family. Keith pretending to be pinned by her children, his loud cackling laughter joining their manic little giggles as Mirabel props herself up on his chest and calls for Lucas to help pin their Papa down.
She can almost taste her heart as it burns in her chest, if anyone had earned the right to be Lucas's father it certainly wasn't Tim; and she'd fight him if he tried to take the kid away from her.
And if That boy Ever Breaks Your Heart. - angelbits, bringing home partner to introduce to family WIP (takes place in same au as Fight Little Wolf, Fight.)
Lucas only exists because I needed a reasonable explanation for why Angela would've married Franklin after a pregnancy scare in OG au.
Religious reasons wouldn't have been enough even with Angela being the most religious of the three, so instead Tim is in an unhappy marriage with Sylvia so Lucas isn't a bastard, so that when Angela has a pregnancy scare while Tim's locked up she thinks it's what he would've expected of her; regardless of how unhappy she is.
In reality Tim only marries Sylvia so he can have custody of Lucas, he doesn't actually care if Lucas is a bastard or not and wouldn't have forced either of the twins to marry unless they wanted to.
Which can be seen in You'll be Fine, and so Will I. So Just let the Thought of me die. When Tim pushes against Curly marrying Sandy. (It's not obvious cause it's from Sandy's pov, but Tim offends her dad on purpose)
O hipertexto tem vários significados, cada autor dá um tipo de conceito, mas não há muita divergência entre eles.
“Um hipertexto é uma coleção de textos, imagens e sons – nós – ligados por atalhos eletrônicos para formar um sistema cuja existência depende do computador.” (BERK; DEVLIN, 1991, p.543).
Lévy (1993, p.33) afirma que o hipertexto melhor se define como:
“um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou parte de gráficos, sequências sonoras, documentos complexos que podem ser eles mesmos hipertextos. Os itens de informação não são ligados linearmente, como uma corda com nós, mas cada um deles, ou a maioria deles, estende suas conexões em estrela, de modo reticular.”
E assim por diante, Berk e Devlin (1991) discorrem sobre os conceitos de hipertexto para cada autor e estudioso.
Dentre algumas características do Hipertexto temos:
Interatividade – possibilidade do usuário interagir com a máquina e receber, em troca a retroação da máquina;
Intertextualidade – o hipertexto é um “texto múltiplo”, que funde e sobrepõe inúmeros textos que se tornam simultaneamente acessíveis a um simples toque de mouse;
Conectividade – determinada pela conexão múltipla entre blocos de significado;
Virtualidade – outra característica essencial do hipertexto, que constitui, conforme foi dito, uma “matriz de textos potenciais” que aproximam conteúdos que não poderiam estar interligados, senão, potencialmente pela virtualidade gerado essencialmente pelos hiperlinks. (BAIRON, 1995).
Segundo Santaella (2001) o texto impresso tem um fluxo mais linear e o hipertexto rompe com a linearidade e possui vários tipos de informações e diversidade de textos, formando assim, conexões.
O autor de um hipertexto distribui seus dados entre módulos que se interconectam por meio de referências computadorizadas, os hiperlinks.
Os hiperlinks podem ser fixos – aqueles que ocupam um espaço estável e constante no site; ou móveis – os que flutuam no espaço hipertextual, variando a sua aparição conforme as conveniências do produtor e desempenhando funções importantes, entre as quais a dêitica, a coesiva e a cognitiva.
Os hiperlinks dêiticos funcionam como focalizadores de atenção: apontam para um lugar ”concreto” e atualizável no espaço digital, ou seja, o sítio indicado existe virtualmente, podendo ser acessado a qualquer momento. Possuem, portanto, caráter essencialmente catafórico e prospectivo, visto que ejetam o leitor para fora do texto que está na tela, remetendo suas expectativas de completude para outros espaços. Isto é, como mostra Xavier (2002), estes hiperlinks.
Os links funcionam, portanto, como portas de entrada para outros espaços, visto que remetem o leitor a outros textos virtuais que vão incrementar a leitura. Por esse motivo, cada leitura do hipertexto será uma leitura diferente. Cada atualização é um evento único, com condições de produções próprias, quer se trate do mesmo leitor ou de outros leitores. O hipertexto é um texto aberto ou “múltiplo”, os textos que constituem a rede, como já mencionamos, tratam de temas diversos, embora interligados. Segundo Koch (2007), a maior diferença entre texto e hipertexto está na tecnologia e no suporte eletrônico. Isto é, o texto “constitui uma proposta de sentidos múltiplos e não de um sentido único [...], se todo texto é plurilinear em sua construção, então, pelo menos do ponto de vista da recepção, todo texto é um hipertexto” (KOCH, 2002). É este também o pensamento de Marcuschi (1999, p.29), quando afirma que: “assim como o hipertexto virtualiza o concreto, o texto concretiza a virtualidade”.
Snyder (1997) afirma que: “o hipertexto obscurece os limites entre leitores e escritores”, visto ser construído parcialmente pelos escritores, que criam as ligações, e parcialmente pelos leitores, que decidem os caminhos a seguir. Visto que o hipertexto oferece uma multiplicidade de caminhos, cabendo ao leitor incorporar ainda outros caminhos e inserir outras informações, o leitor virtual passa a ter um papel ainda mais ativo e oportunidades ainda mais ricas que o leitor do texto impresso. Como dificilmente dois leitores tomarão exatamente as mesmas decisões e seguirão os mesmos caminhos, jamais haverá leituras exatamente iguais (lembre-se, porém, que isto também raríssimas vezes acontece com os textos impressos). O leitor decide não só a ordem da leitura, como também os caminhos a serem seguidos e os conteúdos a serem incorporados, determinando a sua versão final do texto, que pode diferir significativamente daquela proposta pelo autor.
Em se tratando de hipertextos, a Quaestio Juris, Enciclopédia Jurídica fornece instruções para o preenchimento referencial desses domínios. O autor estabelece distinção entre coerência estática e coerência dinâmica:
• A coerência estática refere-se às entidades pertencentes à estrutura dos fatos que permanecem constantes, vindo a formar o quadro de vigência (Geltungsrahmen), isto é, o pano de fundo sobre o qual as informações específicas serão dispostas;
• A coerência dinâmica refere-se à disposição e ao entrelaçamento das informações no texto.
Storrer (2003) salienta que a distinção entre os dois tipos de coerência é relevante para a conceituação do hipertexto.
Para finalizar, de modo geral, dentro de um hipertexto, o autor e leitor são colaboradores ativos (o que, evidentemente, não é privilégio do hipertexto), de modo que há autores que propõem redefinir o leitor do hipertexto como lautor (wreader) ou leitor liberto da tirania da linha, já que ele mesmo, em certa medida, produz e consome o sentido do texto.
No hipertexto – como, aliás em todos os demais usos da linguagem – há sempre a consideração do outro, mas nele ela é levada às últimas consequências. Ainda que a única tarefa do autor fosse a marcação dos links, ele teria sempre em seu horizonte a projeção da imagem do leitor. E este será sempre co-autor, já que o acabamento do (hiper)texto não pode prescindir de sua participação. Trata-se, no caso, de uma alteridade multilinearizada, fragmentada, descorporalizada, volatilizada, mas fundada em nossos saberes, nossas relações com o mundo e nossa inserção em dada cultura.
seems like naomi hooked up with briley. do you think lucas gets jealous?
I honestly don’t think Lucas should be too surprised, plus I highly doubt they’re exclusive considering how many other blondes Lucas scored with at the mansion party. What goes around comes around, sweethearts. But jealousy can be hot, meoww.
Who are your top 5 favorites? Who do you think are the most eligible bachelors and bachelorettes?
Top five of the day (it changes daily depending on who entertains me) : Sophie, Kitten, Peter, Lucas and Lennon.
Bachelors/Bachelorettes: The entire town is a walking runway show in my opinion, but some local hotties would be Lucas, Noah, Elodie, Lennon, Sophie, Cody, Vivienne, Hugh, Eden, Jacey, Jamie M and Grayson.
Hope Lucas, dammit you are such a freaking sweetheart. Never ever stop being you, because you are just so eternally interesting and amazing and compassionate and yes