O Design de Experiência do Usuário (UX DESIGN) é toda parte de interação e comportamento do site que adiciona fundamento e história para o comportamento natural de um usuário e, ao fazê-lo, proporciona algo que eles levem dessa experiência.
É um trabalho que vai muito além de dar aos usuários o que eles apontam que querem, é um ciclo constante, que envolve testes de interatividade, tecnologias da navegação, estudo de comportamento, análises de origem e efetividades de conversões, e até mesmo, o que seu usuário fará depois de ser impactado por sua marca.
Embora o que implica uma abordagem Gestalt de design de mídia interativa, ou seja, usando uma coleção de elementos para formar um padrão que é maior do que a soma de suas partes, UX projeto também coloca ênfase especial sobre o lado humano da interação humano-computador, e seus resultados afetivos, e não na mera usabilidade em desempenho humano de aspecto design de interface de computador, que relaciona tradicionalmente para o campo da ergonomia.
Mesmo no que diz respeito à sua definição, Experiência do Usuário toma Arquitetura de Informação como seu alicerce e leva-o para o próximo nível. Eles fazem isso usando variados métodos de design centrado no usuário: testes de usabilidade, pesquisa e criação de persona, e fluxogramas de usuários (e muitos outros métodos). Dito isto, ainda é aparente que o UX Design está na moda.
Inspirado no conceito da "experiência do usuário total", introduzido à Apple por Donald A. Norman e "Experience Research usuário da Apple Grupo " no início e em meados dos anos noventa e corporações instituições como a IBM, a PARC, Microsoft, Nokia ou SAP estabeleceram numerosos grupos UX interdisciplinares, investigação ou departamentos de design. No entanto, apesar de o termo "experiência do usuário" já se amplamente adotado por profissionais e indústria, não há consenso científico sobre uma definição ou um modelo teórico de UX ainda.
Muitos UX Designers seguem alguns princípios para melhorar a experiência do usuário e facilitar seu próprio trabalho.
Feedback: Interfaces devem fornecer feedback sobre o seu estado atual. Por exemplo, se algo está processando e em qual nível do processo está, quantificar o tempo para a execução ou finalização de algo.
Implementação: Interfaces não devem ser organizadas em torno da implementação da tecnologia ou exigir que o usuário tenha acesso a informações adicionais que não são encontradas na própria interface.
Como voltar/desfazer: As ações voltar/desfazer da interface devem estar claras, explicando como voltar para o início ou desfazer a ação. O usuário deve ter acesso aos meios necessários para ter o controle da ação.
Recuperação/entendimento de informações: Uma interface pró-ativa deve ajudar os usuários a recuperar/informar sobre erros de tecnologia, por exemplo, instalar o Shockwave.
Interação: Os usuários devem ser capazes de descobrir funcionalidades e informações explorando a interface naturalmente, ou seja não deve ser forçados a recordar informações da memória.
Eficiência: Interfaces devem ser o mais eficiente possível, minimizando a complexidade das ações e do tempo total para completar uma tarefa. O que puder, deve sim ser simplicado, afim de melhorar a experiência final do usuário.
Estes são dois vídeos que abordam de modo simples, eficiente e muito fofo dobre Designer UX
http://vimeo.com/19131028 http://vimeo.com/21691333
Lista de sites que esclarece e se aprofunda no assunto
design.blog.br/principios
http://design.blog.br/ux-e-ui-diferenca
Para quem não sabe o que é ergonomia
Vídeo sobre o que seria abordado em uma palestra que aconteceu em Fortaleza
O Blog de onde foi tirado e uma super dica para quem, assim como eu, deseja fazer um curso sobre UX
Palestra Designer de interação do google
Artigo para aplicação prática