Anotação 179
Poema de Luiz Coronel, na página 9, do livro "Vinte poemas de amor e uma balada indagativa".
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Anotação 179
Poema de Luiz Coronel, na página 9, do livro "Vinte poemas de amor e uma balada indagativa".
Geada vestiu de noiva os galhos da pitangueira Ainda caso com Rosa caso ela queira ou não queira Pra domar o meu destino, comprei um buçal de prata Nenhum pesar me derruba, Qualquer paixão me arrebata.
Trecho de "Cordas de Espinho", Luiz Coronel
Não pensem que são pirilampos essas estrelas lá fora. É a lua clara dos campos refletida nas esporas. Se uso vincha na testa é pra ver o mundo mais claro, não vendo o mundo por frestas lhe posso fazer reparos. Sem cinturão nem guaiaca me sinto quase em pelo. Quando meu laço desata, sou carretel de novelo. Da bodega levo um trago para matar a minha sede. Meu chapéu de aba quebrada beija-santo-de-parede. Atirei as boleadeiras contra a noite que surgia. Noite a dentro entre as estrelas se tornaram três-marias.
Luiz Coronel - Pilchas