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Lyktor från Wish
Jag och min sambo är barnsligt förtjusta i Wish så självklart har det blivit en del olika köp från denna sida, alla har självklart inte varit bra. Men just i det här inlägget ska det handla om saker som varit bra.
Jag och min sambo är barnsligt förtjusta i Wish så självklart har det blivit en del olika köp från denna sida, alla har självklart inte varit bra.Men just i det här inlägget ska det handla om saker som varit bra, och just idag hade jag tänkt skriva om våra lampor ute på balkongen som är kopplade med smart switsh från Wish. Lyktorna är från Wish dem med, dock inte kabeln som går mellan dem.…
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Lite snygg inredning till sommaren..
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Ampel | Lampa | Kuddfodral | Timglas | Lyktor | Radjur | Poster | STHLM Poster
Lite snygg inredning till sommaren.. was originally published on Christer Holm
Mystery Eyes | Lydia & Viktor
Desde que o domo surgira, a rotina de trabalho no hotel havia diminuído drasticamente. Uma vez que os hospedes haviam se tornado basicamente moradores permanentes, Lydia somente teve a tarefa de assegurar que todos mantivessem a calma e continuassem com suas rotinas cotidianas, tentando não pensar muito nos problemas que o surgimento dessa barreira acarretara para suas vidas. Ela mesma estava tentando raciocinar dessa forma, já que era a única maneira que conhecia de se manter traquila com relação a tudo aquilo. Era algo surreal, algo que jamais imaginara que poderia ocorrer, mas também algo com o qual ela não sabia lidar, embora tivesse alguma ideia dos benefícios que aquilo poderia lhe trazer.
Uma barreira como aquela não só os mantinha presos ali dentro, mas também mantinha o que não estava ali dentro fora, o máximo de tempo possível, se não para sempre. Se houvesse alguém tentando encontrar Lydia – ou melhor dizendo, Violette –, e mesmo que este tal conseguisse encontrá-la ali em Chester’s Mill, ele – ou ela – não seria capaz de alcançá-la. Quem sabe nunca mais.
Aquele pensamento era sem dúvida alguma o seu mantra de sanidade e otimismo, o que basicamente a mantinha sempre simpatica, cordial e prestativa com todos, mesmo em meio a situações de estresse e discordância que volta e meia não deixavam de acontecer.
Naquele dia, estivera engajada com o trabalho de faxina da recepção, afinal alguém ainda teria que fazê-la. Se pegou mexendo em umas correspondências antigas que havia guardado em uma gaveta e notou que a maioria delas era endereçada a um tal Viktor Dubrovsky e logo se lembrou que o rapaz estivera hospedado por um bom tempo no hotel antes de se mudar para uma casa própria. Lydia até então não havia possuído nenhuma motivação para sair da recepção do hotel até perceber a quantidade de cartas que havia para aquele homem e que, provavelmente, deveria estar se perguntando a essa altura por seu paradeiro, se não estivesse ocupado demais tentando descobrir uma forma de sair de Chester’s Mill.
Conseguiu seu endereço atual numa lista telefonica atualizada e seguiu até a casa do rapaz. Não era nenhuma espécie de mansão como também se podia encontrar em Chester’s Mill, mas percebia-se que ele possuía um estilo de vida mais abastado que os demais, embora isso já não fizesse mais uma grande diferença após o surgimento do domo. Imaginou que o sistema elétrico daquela casa estivesse funcionando por um gerador de gás propano, assim como acontecia com o hotel, e por isso resolveu acionar a campainha.
Um homem alto com olhos azuis penetrantes foi quem atendeu a porta com uma interrogação configurada em sua expressão. Certamente não estava entendendo o motivo de uma visita tão esperada, muito menos se tratando de uma estranha. Lydia abriu um sorriso simpático, estendendo o bolo de cartas que segurava em uma das mãos, mas somente aquilo não faria muito sentido para o rapaz. — O senhor é o sr. Dubrovsky? — Ela perguntou, embora houvesse uma certa familiaridade nele. Mas talvez isso se desse apenas pelo fato dele ter morado por um tempo no hotel de qualquer forma. — Desculpe incomodá-lo a essa hora... — Nem era tão tarde assim, na verdade. Ou tão cedo... — Eu sou Lydia, a recepcionista do hotel onde o senhor esteve hospedado há algum tempo. Bem, creio que o senhor deve ter se esquecido de avisar aos correios sobre a sua mudança de endereço. Suas cartas continuaram sendo entregues lá no hotel, então eu resolvi guardá-las pro caso do senhor as querer de volta. — Ela fez uma pausa tendo percebido que, se ele se esqueceu de ter mudado seu endereço de entrega de cartas no correio, muito provavelmente deveria ter esquecido também que elas provavelmente estavam sendo entregues ainda no hotel. — De qualquer maneira, eu fui as guardando com o tempo e quando fui ver hoje, notei que ainda estavam, então resolvi vir trazê-las até o senhor. — Um pouco tarde, mas diante das atuais circunstâncias não havia mais do que reclamar.