A forma besta e sua eleita cabeça Envolvem-se com outras peças Mais barateadas por expetativas mercadológicas Explote os joelhos preces acreditando na fé da casca A boca ralo teria sua anatomia Por segurança estética Medo de algo esotérico Escapar-lhe por entre os lábios O sol cristalino em uma loja de penhores Fora esquecido em noites de abajures foscos Tens acor do por do sol em solidificações corporais Meu amor tua mente sã fora tricotada por investidores Marcha oficina, conserta-te o ranger de ossos descalibrados Hão de querer um grito uníssono de todos os doze trabalhos Que fortificaram o homem em sua estado carvão Eis aqui os candidatos ao olimpo mármore A francesa leiloa o teu sobrenome Dê-o como minha contribuição a esta atribulada pindorama A Europa perdida e isolada do resto de nós Há palmeiras e sabiás na mesma oração que a saudade repousa O atraso era uma força distinta do teu querer Por vida própria, escolhia a quem acolher Velhos sem saída tinham ritmo nos pés para engana-la E tu tão astuto desfia-se dia após dia, uma pena a luminária não virá ao seu resgate Cuidado musa museu, peça que seu admirador evite o lápis Pois o fugaz há de desbotar-te mais do que esta manhã Rezo à ti distâncias de macieira para que possas ir além da classificação mercantil o pecado tributada em evangelhos Tempo carrossel, tempo agulha Rasga o calcanhar que presa por quedas Tudo por confabular com a naturalização de bibelôs mal paridos Ame e beba de seu sangue e vomite formigas em cima da recém aberta ferida...
Amostragem Antídoto De Paisagens Aquários, Pierrot Ruivo







