Bem quista, que bem faz? Lince não fazia questão de agradar ninguém, e mesmo que houvessem aqueles que a apreciavam (e muito), acreditava que uma palavra mal colocada numa frase mal escolhida seria suficiente para que lhe virassem as costas. Trust issues. Não sabia muito bem de onde isso vinha, mas estava lá, junto com a acidez que transbordava na intenção consciente de afastar as pessoas e de ser insubordinada. Os olhares de canto de olho que recebia quando se descobriu tão boa no surfe de fato a incentivaram mais do que qualquer outra coisa. Ela sabia que não era bem-vinda naquele universo, mas os moradores da ilha não tinham coragem de dizer nada na sua cara. Achavam injusto que ela fosse assim tão… incrível. Era sua culpa que viera da água? Não. Mas os sussurros diziam “assim, até eu”. Como se ela precisasse de aprovação…
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A mera menção de Lince sobre participar do campeonato de surfe fez Cão Menor ter um acesso de raiva. Gesticulava sobre como era injusto. Ela ganharia, óbvio, mas injusto. Ela riu, aceitou a fé que ele depositava nela. Era melhor que ele começasse a treinar mais e passasse menos tempo virando canecas de cerveja pela boca grande, acrescentou. Desde então, os dois disputavam as ondas de Au Tabor quase religiosamente, mesmo que ela de fato fosse melhor. Algo duro de aceitar para os irmãos que quase são os donos da ilha. Mas Cão Menor acredita que o esforço pode ultrapassar o dom, então não descansa, beirando a obsessão. Não que correr atrás de algo fosse lhe fazer algum mal.
Lince não era fã das transformações de outubro, e se contorceu o tempo todo ao olhar Fênix preso à cadeira da mesa de jantar durante aqueles primeiros dias. Não o conhecia, pois havia chegado à ilha no ano anterior, dois anos depois da partida dele. Tinha ouvido falar dele, no entanto, e um sorriso viperino tomou seus lábios quando ele despertou. Deu-lhe as boas vindas de volta, e o deixou a par da situação: ninguém imaginou que você poderia voltar, então me colocaram nessa casa, acho que agora somos roomies! yay! A acidez da ironia não tocou Fênix, extremamente perturbado, que agora tinha mais esse probleminha para lidar enquanto toda a ilha provavelmente o odiava.
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: há 1 ano
Idade: (não determinada - faceclaim de 21 a 27 anos)
Ocupação: (utp)
Moradia: Vesper
Confusão, e um razoável questionamento da própria sanidade. Fênix percebeu estar na ilha de novo quando veio a si. Por quê? Havia deixado a ilha há um tempo, se lembrava. Quanto tempo? Parecia muito, porém ele não saberia dizer, mesmo que tentasse. Entendia que sua ida havia sido uma decisão difícil, e que abriu mão de muitas coisas quando caminhou para Merino no mês de setembro, o puxão que sentia como o vaivém das ondas. Se entregou ao mar, não olhou para trás nem por um instante, e agora lá estava: amarrado à uma cadeira dentro da própria casa que viveu em Vesper. Tinha morado sozinho por dois anos antes de Ursa Maior se mudar para lá, junto dele, da outra vez. Não eram memórias bem vindas quando olhava a casa agora com uma nova decoração, parte da mobília mudada de lugar, e descobria que agora Lince morava ali. Ninguém se lembrava de histórias de um tarka que tivesse voltado ao mar e depois… voltado à ilha outra vez. Tinha de ser justo com ele?
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De casamento marcado, Fênix foi embora. Escreveu uma carta rápida sobre não ter se adaptado à Saint Abbon de Fleury, sobre sentir o chamado do mar e sinceramente não desejar negá-lo. Ursa Maior a rasgou em mil pedacinhos e quebrou todos os objetos que via pela frente, fez a mala e nunca mais olhou para trás, para aquela maldita casa de paredes brancas, para aquele dia em que dissera sim para um homem do mar, mesmo quando os olhos dele exibiam uma dor permanente que ela não conseguia entender. O odiava desde então. Evitava olhar na direção de qualquer tarka, e odiava as celebrações de novembro. Se ao menos pudesse vê-lo mais uma vez e dar-lhe um bom soco…
Lince não era fã das transformações de outubro, e se contorceu o tempo todo ao olhar Fênix preso à cadeira da mesa de jantar durante aqueles primeiros dias. Não o conhecia, pois havia chegado à ilha no ano anterior, dois anos depois da partida dele. Ouvira falar dele, no entanto, e um sorriso viperino tomou seus lábios quando ele despertou. Deu-lhe as boas vindas de volta, e o deixou a par da situação: ninguém imaginou que você poderia voltar, então me colocaram nessa casa, acho que agora somos roomies! yay! A acidez da ironia não tocou Fênix, extremamente perturbado, que agora tinha mais esse probleminha para lidar enquanto toda a ilha provavelmente o odiava.
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: (há 6 anos) há menos de 1 mês
Idade: (não determinada - faceclaim de 26 a 32 anos)
Ocupação: (utp)
Moradia: Vesper
Como se sempre soubesse exatamente para onde olhar, fazia a rota mais curta entre quaisquer dois pontos. Tudo em Delfim se movia no instinto e, então, dizia: guerreiro. Haviam guerreiros lá, no mar, nas profundezas ou seja lá onde viviam os tarka? Se haviam, com certeza era um deles, talvez o general, diziam, sussurravam para que ele não ouvisse e direcionasse seus olhos brilhantes para o interlocutor. E se seus sorrisos não eram assim tão fáceis, pouco distribuídos pela ilha, transbordavam de carisma quando apareciam, cutucando a espinha de seu alvo com sensações ambíguas sobre suas intenções. Isso é bom, ou é ruim? Então, o ano havia se passado, e ele seguia completamente inofensivo por trás da postura avaliadora, quase primitiva. Talvez fosse alerta demais para uma pessoa comum, moradora da ilha, mas nada disso nunca foi crime.
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As mãos delicadas da musicista nunca foram tão violentas como no dia que Delfim surgiu na praia. Ela correu primeiro, é claro, ou tentou. Ele a caçou como se o ato fosse nada mais que natural, talvez só porque ela havia corrido. Não se corre se não quiser ser perseguido, ele havia tentado explicar com naturalidade quando a consciência da terra o atingiu e ele despertou com uma dor de cabeça gigantesca, o sangue seco nos cabelos. Ela havia contado sobre a luta, e sobre a pedra que usou para nocauteá-lo depois que a capturou, fazendo nada além de contê-la e a olhar com olhos escuros. Lira precisou de ajuda para levantar o corpo desacordado de si enquanto tremia aquela noite, e não parecia mais a mesma pessoa quando o xingou pela arrogância da resposta. Menos ainda agora, quando não sente a menor faísca de medo sob seu olhar familiar, um ano depois.
Cisne poderia jurar que vira Delfim na noite em que sua mãe se foi. Só não o faz porque isso é assunto proibido. Fala-se sobre os arrastados para dentro do mar, mas não se fala sobre quem os arrasta. É uma política da boa vizinhança com os tarka que Cisne abomina, mas segue, sem ter a coragem de falar algo desagradável em alto e bom tom. E a sua reputação? De qualquer forma, quando ele apareceu três anos depois, tinha exatamente o rosto que ela lembrava da criatura de mãos ágeis que segurou sua mãe pelo pé, a última vez que a vira. Delfim entende que Cisne o detesta, é notável para si, seu olhar perscrutador incapaz de deixar passar que ela evita todos os tarka, por mais que finja que não, mas ele desconhece as razões de receber um tratamento especial.
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: há 1 ano
Idade: (não determinada - faceclaim de 23 a 29 anos)
Ocupação: (utp)
Moradia: (utp)
Algo estranho habita debaixo da pele de Corvo. Não é por ser tarka, dizem os que temem ser vistos como preconceituosos. É por ser tarka, mas há mais!, dizem os que não fazem assim tanta questão. Leitora obcecada, passa horas sentada na mesma posição na biblioteca, apenas os olhos deslizando sobre as letras e os dedos passando as páginas. Há quem sinta calafrios ao olhar, mas não pode desviar a atenção: é hipnotizante, não parece humana. Bom, não é mesmo. Há de se concordar, porém, que sua personalidade é além do usual mesmo entre os que vieram do mar. Alguns acreditam que ela odeia a todos, outros percebem algo diferente nesse interesse ávido pelo conhecimento e argumentam que isso não poderia ser ódio. Talvez tivessem recebido alguma resposta quando setembro veio e foi, e ela continuou com seus livros debaixo do braço, os pés na ilha.
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Ninguém entendeu quando Pomba correu até Corvo e lhe deu um abraço carregado de saudade. Corvo não pôde evitar retribuí-lo, ainda que com uma expressão confusa, essa que se espelhou na outra assim que se afastaram. Nenhuma das duas entendeu muito bem o que tinha acabado de acontecer, mas o sorriso de Pomba falava a língua da felicidade enquanto palavras que não eram francês tentaram encontrar caminho até a garganta de ambas, ficando perdidas na língua que não sabia mais pronunciá-las. Parece, tem sido falado, que elas se conheciam lá, nas profundezas do mar, mas toda vez que tentam falar sobre isso uma com a outra, uma nuvem de confusão recobre as possíveis memórias, e as deixam de boca entreaberta e olhar confuso.
Quando Corvo chegou à praia de Merino um ano antes, na luz fraca da alvorada, Baleia foi o primeiro a vê-la enquanto voltava de uma pesca. A mordida que ganhou deixou uma cicatriz enorme, para a qual ele gosta de apontar como troféu e como drama. Foi ele quem a amarrou numa viga da guarderia e quem jogou pedaços de carne para ela, dizendo palavras antigas cheias de superstição, desenhando símbolos na areia enquanto ela se revirava em alguns momentos e o encarava fixamente em outros. Quando ela exibiu os olhos “humanos”, fora ele quem a levou até sua nova moradia, em Vesper. Poderia ter sido quem a ensinara a ler, também, não tivesse ela aprendido sozinha, e não fosse ele tão inseguro quanto à própria inteligência.
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: há 1 ano
Idade: (não determinada - faceclaim de 22 a 28 anos)
Ocupação: (utp)
Moradia: (utp)
É importante entender que alguns dos habitantes do mar levam mais tempo para se adaptar à vida na ilha, outros levam menos, mas Pomba… ninguém estava pronto para tanto gosto em conhecer tudo e todos. Recém chegada, seus olhos brilham para cada coisa nova na qual pousam, e, incapaz de manter-se quieta, tem quase um mês que segue contente em rodar para todo lado, inabalável, sendo especialmente paparicada por todos graças à sua empolgação contagiante, que não se extingue mesmo que já tenha visto toda Saint Abbon de Fleury. Pela sua inconfundível inocência, ela nem parece que até pouco era alguém chegando na praia, lutando contra as mãos que a afastaram do mar, tentando morder o que estivesse na frente. E apesar da coleção de admiradores de toda sorte, ninguém confia em sua agitação indomada — ainda que benéfica — para designar-lhe um emprego.
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Ninguém entendeu quando Pomba correu até Corvo e lhe deu um abraço carregado de saudade. Corvo não pôde evitar retribuí-lo, ainda que com uma expressão confusa, essa que se espelhou na outra assim que se afastaram. Nenhuma das duas entendeu muito bem o que tinha acabado de acontecer, mas o sorriso de Pomba falava a língua da felicidade enquanto palavras que não eram francês tentaram encontrar caminho até a garganta de ambas, ficando perdidas na língua que não sabia mais pronunciá-las. Parece, tem sido falado, que elas se conheciam lá, nas profundezas do mar, mas toda vez que tentam falar sobre isso uma com a outra, uma nuvem de confusão recobre as possíveis memórias, e as deixam de boca entreaberta e olhar confuso.
A chegada de Pomba trouxe uma oportunidade para Águia, e a amizade que surgiu entre as duas fora qualquer coisa, menos natural. Aquela inocência na mais nova moradora da ilha era a garantia perfeita de que não teria suspeitas sobre as intenções da forasteira, e ela se apoiou nisso. Foi fácil se aproximar da animada tarka, curiosa sobre a vida no continente. Suas conversas podiam durar horas, mesmo que ela própria, vinda do mar, não tivesse muito a dizer sobre sua vida antes da ilha. Houve a tentativa de que essa relação não fosse assim tão exposta, mas numa ilha pequena como essa… Quem capturava as interações, mesmo que de relance, não via com bons olhos.
É de se esperar que a candura de Pomba desperte sentimentos de carinho, mas quando se pôs em defesa de Cão Menor, foi como se tudo ao redor se silenciasse para ele. Seus ânimos naturalmente aflorados não eram fáceis de despertar a empatia dos outros, algo que sempre o deixou ainda mais inquieto. Então, ali, de repente, estava ela dizendo algo sobre ser totalmente compreensível. A chave que virou dentro de si acionou uma cascata de reação, e o resultado foi uma paixão quase instantânea com a qual precisa lidar.
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: há menos de um mês
Idade: (não determinada - faceclaim de 21 a 27 anos)
Ocupação: (utp)
Moradia: (utp)
A postura, ereta. Os cabelos, sem um fio fora do lugar. A boca em uma linha reta podia passar tanto frieza quanto compaixão, mas isso era mais responsabilidade de quem a lia do que dela. Compasso sempre dava o seu melhor, desde que pisara na ilha pela primeira vez. Seguia cada pequena regra, mesmo se ela própria a tivesse criado (principalmente). E se cada decisão era avaliada tantas vezes antes de tomada, e cada minuto planejado na direção do melhor aproveitamento, então estava tudo bem, porque graças a isso que sua vida havia tomado um rumo tão satisfatório. Secretária do chefe da ilha há anos, se tornara seu braço direito, e conseguia vislumbrar o futuro brilhante: seria sua sucessora. Você não é seu cargo, alguns tentam lhe alertar. O escritório não é sua vida, essas planilhas não são seus amigos, você é jovem! A ilha não vai a lugar nenhum, relaxa! Era como lhe dizer para criar asas e voar. Ainda mais quando não para de bater os pés no assoalho, pensando no estrago que esses forasteiros parecem querer causar.
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A plaquinha com seu nome e o título “chefe da ilha” está nos sonhos de Compasso. E nos pesadelos de Pavão, que sempre teve certeza de que seria a sucessora óbvia. Assim como o pai fora do pai dele. Percebe que Compasso está envolvida demais, confiante demais, sabendo demais. Mas, a depender de Pavão, a usurpadora que aguarde e veja. A aproximação repentina e um tanto forçada de Pavão na rotina do escritório é o suficiente para desestabilizar Compasso, incomodada consigo mesma quando seu controle sempre tão firme lhe escapa diante das menores provocações, diante da sua simples presença no ambiente.
Quando duas pessoas são tão diferentes e formam uma unidade tão estreita, a imagem pode se assemelhar à dança do equilíbrio de yin-yang, opostos complementares. Impossivelmente distintos, Compasso e Dragão caminhavam juntos desde uma fatídica noite de caos e ombros amigos, esse último algo que os dois precisavam tanto que foi como se soltassem um suspiro de alívio conjunto. A lógica e a emoção, o pé no chão e o mergulho nas profundezas. O alívio de um peso que não percebiam segurar, era o que eram um para o outro.
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: há cinco anos
Idade: (não determinada - faceclaim de 24 a 30 anos)
Ocupação: secretária
Moradia: (utp)
Como uma ave polinizadora, ela é eficiente nos campos de cultivo de flores. Para alguém que veio do mar, a familiaridade com a terra era uma surpresa para si mesma, mas não para os insulanos. Algo na força da água, ou na natureza como um único órgão, fazia com que não fosse nada incomum que um tarka se adaptasse ao cultivo. Na realidade, se adaptavam como qualquer outro membro da ilha, uma vez ali instalados. Podia funcionar, ou podia ir água abaixo — às vezes, literalmente —, como com qualquer outro morador. Ave do Paraíso não se questionava tanto assim sobre suas predisposições, pois sentia-se feliz com o trabalho manual e delicado que lhe era designado, e até mesmo assumia posições de inteligência sobre o cultivo, sobre a administração. Eram quatro anos de dedicação e de lavandas e hortênsias saudáveis, e quatro anos sem que qualquer um se preocupasse com seu retorno para o mar. Esse, se acontecesse, causaria uma enorme falha na produção das flores de Saint Abbon de Fleury.
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Bússola era quase um corpo sem vida em cima de um pedaço de boia quando Ave do Paraíso o encontrou, muito longe da costa. Ninguém sabia que uma pessoa do mar poderia fazer o oposto de afundar uma pessoa desavisada no oceano, mas o dia ensolarado que aquele agosto preparava não permitiria sua sobrevivência, não fosse por ela. O arrastou até onde pescadores o encontrariam logo, e quando ela própria apareceu jogada na areia de Poubelle um ano e dois meses depois, os olhos de Bússola a reconheceram de imediato, mesmo no escuro. Ele lhe contou o que ela havia feito, mas ela não se lembrava. Sabia que alguma coisa conectava sua memória à ele, nada além disso. Não que ela soubesse ser um feito raro, quando recém chegada e alheia ao que era tradicional de seu povo. Hoje, sabia, e eles mantinham esse meio-segredo (já que a maioria não se deu ao trabalho de acreditar na possibilidade) e a ligação inexplicável.
Ele não sabia o que deveria fazer a partir dali, mas a visão de Ave do Paraíso girou uma chave em Lobo. Como mágica — assim como eram tantas coisas por ali, parece —, soube que independente de qualquer coisa, e em especial da falta de memória de quem fora e do que vivera antes de chegar à ilha, estava ali por causa dela. Tinha chegado àquela praia por causa dela. O reconhecimento surgiu no rosto dela, também, mas o sorriso de Lobo não foi refletido no rosto de Ave do Paraíso, mantendo apenas uma expressão muito confusa, como se devesse saber mais do que sabia, como se alguma coisa estivesse lutando e lutando para fazer sentido, e nada se desenrolava. Ele tentou explicar, à sua forma, que entendia que tinha chegado até ali para buscá-la, mas ela vivia na ilha há anos e não sentia mais do que um leve puxão nos meses de setembro. Quem seria mais teimoso?
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: há 4 anos
Idade: (não determinada - faceclaim de 23 a 29 anos)
Profissão: floricultora
Moradia: Vesper