Vagou por espaço Caçou a morte do andarilho Amaldiçoou o relógio Que sempre rouba-te um pingo de vida Sejais bem-vinda toda a esperança Que espreme-se entre egos E planos de carreiras alheios Duvidando e enaltecendo deus na mesma sentença Sirva-me senhor, sirva-me de uma vez Onde está os júbilos que pedi? Com quem reclamo do mal atendimento? Eu fora a caricatura de tua melhor ovelha, onde estão os prêmios que mereço!? Jingle dialoga com o filho Dizendo que sorrir sempre será o melhor negócio Para o teu contratante, é claro Ensine-os que Felicitas rege a vida com punhos de aço! Meu ombro não estás à venda Meus ouvidos ouvem meu id Meus olhos lacrimejam pelo vapor de tuas máquinas A palavra somente salva com a dose correta de sal A tão nomeada febre latina Coloca-te no bolso, cara vespa Será a miséria capaz de merecer o reino dos céus mais que vós? Não fique parada pedaço da Europa, muna-se de tuas favoritas teorias... Os nomes dos gados tiveram Uma dose de metalinguagem Poderá tu decifrar a mensagem? A ossada nova fora exposição do mini museu dentro do aeroporto... De frente pro mirante mirabolante A hipérbole decidira Queimar bruxas com entretenimento maciço Em nome da viúva negra que o abandonara esta manhã...
Os Sorrisos Vertem-se Em Corridas Armamentistas, Pierrot Ruivo













