Shadow Government, Porto, Portugal, 11.2016
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Shadow Government, Porto, Portugal, 11.2016
LIKEEEEEEEEEEEEEE .... MISSION OF BURMA.. and SHELLAC
It was the first time I saw the SHELLAC live.
As they are the resident band of the Primavera Sound Festival .... from 2012 to 2017, I have already seen them .... seven ... 7 ... times in a row ... every year I see it once ....
Me, when I see a mirror!
REST IN PEACE 1949- 2011
Musicologist, musician, composer, writer, PhD in Musicology performer, activist, provocateur, avant - garde pioneer, Barreto promoted advanced music in Portugal since 1967.
At the age of 61, Fernando Jorge da Ponte Lima Barreto, founder of the Anar Band (1972) with Rui Reininho, and the Telectu (1982) died with Vitor Rua.
Only with the Telectu, Jorge Lima Barreto and Vitor Rua edited, until 2002, sixteen albums.
Some of them had the participation of renowned musicians like Saheb Sarbib, Chris Cutler, Louis Sclavis, Jacques Berrocal or Daniel Kientz. Barreto also played with Carloz Zingaro, Eddie Prévost, Nuno Rebelo, Evan Parker, Sunny Murray, Paul Rutherford, Barry Altschul, Tom Chant, Sei Miguel, among others.
Jorge Lima Barreto always lived ahead of the times (Portuguese) and Portugal very little considered or deserved it. It remains the work, to re-listen or to discover.
As a musician he founded the Anar Band in 1972, a project shared with Rui Reininho, and from 1982 onwards he developed an unparalleled journey with the Telectu project, alongside Vítor Rua.
Telectu has become the great reference of Portuguese experimental music, while working improvisation and combining principles of jazz, experimentation and electronics.
Barreto also developed solo works and in collaboration with musicians like Saheb Sarbib (Encounters, 1977) and Carlos Zíngaro (Kits of 1992 and Kits 2 of 2008).
Most recent before his death Jorge Lima Barreto was working on the Zul Zelub project, in partnership with Jonas Runa. In parallel with the musical activity, Barreto developed an intense non-performative activity, specifically in the field of musicology.
He founded with Carlos Zíngaro the Association of Conceptual Music (1973) and edited a vast bibliography addressing a wide variety of musical fields: Jazz Revolution (1972), Jazz-Off (1973), Rock Trip (1974), Rock & ), Minimal Repetitive Music (1990), JazzArte (1994), Music and Mass Media (1996), Musa Lusa (1997), b-boy (1998) and Zapp (2000), among others.
He had a unique path, pioneered paths, was a forerunner of what today can be considered avant-garde music in Portugal.
Porto, 2015
Schendel, Mira Sem Título , 1966 Série Droguinhas folhas de papel-arroz retorcidas e trançadas 45 cm (diametro)
Arte é nostalgia de Deus, não precisa pintar aquilo que se vê, nem aquilo que se sente, mas aquilo que vive em nós [...]. Tanta dor me levou a um meio de expressão. Não sei se minha pintura é grande, só sei que é arte. Mira Schendel
Esta será a primeira grande exposição em Portugal de Mira Schendel. Pouco conhecida no nosso país — onde expôs individualmente uma única vez em 1966, na Galeria Buchholz, em Lisboa —, Schendel conta-se entre os mais prolíficos e significativos artistas latino-americanos. Contemporânea de Lygia Clark e Helio Oiticica, com eles contribuiu para redefinir a linguagem do modernismo europeu no Brasil.
Nascida em Zurique em 1919, Schendel viveu em Milão e Roma antes de emigrar para o Brasil em 1949. Em 1953, fixou-se em São Paulo, onde viveu e trabalhou até à sua morte, em 1988. A experiência precoce de deslocações culturais, geográficas e linguísticas e um profundo interesse pela história da religião e pela filosofia marcam todo o seu trabalho. Além de ajudar a criar no Brasil um círculo de intelectuais oriundos de áreas diversas do conhecimento (psicanálise, literatura, filosofia, teologia) – muitos, entre eles Vilém Flusser, judeus emigrados como ela –, Schendel manteve contacto com vários pensadores europeus, como Jean Gebser, Max Bense e Umberto Eco.
A presente exposição, que reúne mais de 200 pinturas, esculturas e desenhos da artista, alguns apresentados pela primeira vez, constitui uma oportunidade inédita para avaliar a singularidade, a vastidão e a importância da obra e a variedade de temas e meios explorados pela artista. As primeiras pinturas (1955?65), muito raramente exibidas, ajudam a perceber o confronto, transversal a todo o seu notável percurso, entre impulsos figurativos e complexidades geométricas. A paradigmática série Droguinhas (1965?66) ? esculturas de papel de arroz originalmente expostas na Signals Gallery, em Londres, em 1966 ? ilustram de forma exemplar a tensão entre a fragilidade dos materiais e a força com que são transmutados em esculturas. Apresentados pela primeira vez na Bienal de Veneza de 1968, os Objetos Gráficos evidenciam a muito singular abordagem de temas relacionados com a linguagem e o significado. A seu lado estarão algumas das mais emblemáticas instalações (como Ondas Paradas de Probabilidade, de 1969, e Variantes, de 1977) e a última série de pinturas de Mira Schendel.
Comissariado: Tanya Barson (Curadora de Arte Internacional, Tate Modern) e Taisa Palhares (Curadora, Pinacoteca do Estado de São Paulo)
Exposição organizada por Tate Modern e Pinacoteca do Estado de São Paulo em associação com a Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto,
MIRA SCHENDEL
DE 01 MAR 2014 A 24 JUN 2014, Serralves