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-Comission Paladina Dark - Summoners Wars
Vilão x Heroína - parte 1
“Me admira que teve a bravura de responder ao meu desafio.”
Seus longos cabelos refletiam a prata lunar e a iluminação fraca daquela rua. A noite era fria, ventava o suficiente para manter os cabelos sempre em movimento. Cerca de dez metros impediam os dois de cruzar espadas imediatamente.
“Tamanho espírito de luta tão puro.” aqueles faróis escarlates brilharam em sua face e miraram diretamente os dela. “Estou certo em assumir que sejas uma Paladina?”
Maldito, pensou consigo mesma, franzindo o cenho perante a calma do assassino. Ela conhecia sua fama, depois de seus crimes. Sabia que, de alguma forma, o assassino da vila conhecia tudo sobre qualquer pessoa. Era um maldito por se gabar de seus dons de forma tão capciosa.
“Não poderia ser outro,” respondeu impedindo que os sentimentos chegassem a superfície de seu ser. A calma era resoluta do lado de Mira e tudo estava em perfeito equilíbrio. Sua armadura, branca, parecia platina ao refletir o brilho intenso da lua. Os cabelos louros dançavam, mesmo presos em um rabo de cavalo. Algumas mechas caíam e emolduravam sua face altiva.
Os olhos azuis conflitavam com o olhar cetrino do adversário.
“imagino que você é o estripador.” concluiu, sem demora ou letargia.
“Hm, aqui estamos prestes a lutar até a morte, e sequer foi capaz de descobrir o meu nome.” o homem içou paulatinamente a mão direita e seus dedos brancos se enrolaram ao redor de uma de suas espadas. Estava nítido que carregava duas armas distintas. “Isto esmorece o meu entusiasmo.”
Seu rosto se franziu em uma expressão séria e o ar que circundava a rua de Moskovic revirou. Tornou-se perigoso, ansioso. As intenções dele pareciam ser tão fervorosas que não se continham em seu corpo, transbordavam por toda a extensão de seu ser.
Mira mordeu os lábios. Porra, ele é bonito. Havia algo em seu rosto que a fazia hesitar, tinha mais nele além daquele puro perigo que transbordava. Ele era bonito, eles quase sempre são. E sabia que era um homem inteligente, fortemente dotado de estratégia e conhecia formas de manter-se oculto em seus ataques. A única sobrevivente disse que não viu nada além de sombras se movendo, um choque elétrico que a derrubou da ponte e a jogou no rio. Ele sequer se incomodou de se certificar se estava morta, essa foi a forma de me lançar um desafio.
Embora os cabelos fossem brancos, seu rosto e tudo nele transpirava juventude. E ela hesitou em atacar. Nem mesmo tocou na espada. Ele franzia o cenho, preparava-se para um bote, a espada despertou em um silvo agudo. Era longa, de prata, imaginou. Por que ela não se movia? “Os olhos,” percebeu.
“olhei em seus olhos. Um encanto mágico? Hipnose?”
A seriedade nele desapareceu por um momento, substituída por um sorriso e uma risada aliviada. “Perdão, temo que não posso fazer nada em relação a isso.” Sua voz era firme e certeira. Afiada como a espada. “É uma maldição que me aflige desde o nascimento. Podes culpar o meu nascimento ou o fato de teres nascido mulher.”
“Espero que não penses que o teu rosto bonito e olhar encantador entorpecerá minha espada, estripador.” As Deusas a abençoaram com coragem, uma oração mental bastou para impedir o avanço de seu encanto.
“Se fosse o caso, mataria minha diversão.” ele voltou a ficar sério. Os pés de Mira se afastaram, o direito foi para trás e enfim estava na posição de combate.
“Compreendo, a resistência à magia de um Paladino é de se admirar.” prosseguiu o vilão. “Muito bem. Não há honra em matar uma mulher, se o meu rosto lhe tirar a vontade de lutar.”
Os dedos dele se apertaram contra o cabo da espada, que agora estava erguida em frente ao corpo, apoiada por ambas as mãos. “Contento-me ao ver que tens um bom temperamento.” terminou.
“Ah, é?” Os ombros de Mira enrijeceram, produzindo estalos na armadura. “Então procuras uma luta justa? Sem atacar pelas sombras?” Provocou, julgando ter sido a altura do veneno que destilava o adversário.
“Sendo o caso, também hei de me considerar de sorte por ser capaz de enfrentar um vilão de tal orgulho.” Concluiu, flexionando os joelhos.
Eles lutariam a qualquer minuto, bastava um ser mais veloz em iniciar o combate que o outro.
“Sendo assim,” o vilão fez o mesmo e a tensão parecia eletrificar o ar que os dois respiravam. “em guarda.”
Ele não era um assassino comum, embora infame, aquele homem não atentou contra a vida de empregadas voltando para suas casas a noite ou de meretrizes que aguardavam um cliente. Não. Ele atacou magos em suas bibliotecas. Atacou feiticeiros na capela. Caçadores que o procuravam. Ele era tudo, menos seguro. Subestimá-lo faria da paladina uma nova vítima entre tantas outras.
2/365 . Merope era capitã da guarda do palácio real mas, após várias decepções com as decisões de sua rainha, esta paladina resolveu abandonar seu posto e defender a população do seu próprio jeito. 🖤🔱 Sketch que eu infelizmente não tive tempo de pintar hoje, mas tô gamada nesta ideia de sereias-personagens de RPG! . Merope was the captain of the royal palace guard but, after several disappointments with the decisions of her queen, this paladin decided to abandon her post and defend her people on her own terms. 🖤🔱 Sketch that I sadly hadn't the time to paint today, but I'm very much in love with this idea of RPG character mermaids! . #mermay #mermay2018 #rpg #rpgcharacter #paladin #paladina #personagemderpg #sereia #captain #capitã #illustration #ilustração #characterdesign #designdepersonagem #artistsoninstagram #allyribeiro #365daysofdrawing #365diasdedesenho
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Frases Roleras
En mitad de un dungeon, con un diablillo prisionero la paladina va y cura a la criatura usando una poción, para mas tarde interrogarla:
PJ Aliado-¿Estas curando al diablillo?
Paladina- ¿yo?, no. La poción. Toda la mesa estalla en carcajadas.
Alcuni momenti del Palio delle Contrade di Paladina
Una legione romana invade Paladina
Si chiude un grande diciassettesimo Palio delle Contrade
Passare dall’oratorio di Sombreno e trovare i così detti “non più giovani” cimentarsi arzilli tra bocce e interminabili partite di qualunque gioco ideato con le carte, è normale. Passarci e vedere uscire legionari, ancelle, gladiatori e bestie feroci, un po’ meno. Ma tutto ciò ha visto chi è passato per le strade di Paladina sabato 18 luglio. Una macchia verde, festante, che portava su di un baldacchino il fiero e giovane imperatore e la coppa simbolo della vittoria del Palio delle Contrade dell’anno precedente. Una vera e propria legione romana che ha voluto onorare il Palio di Paladina con una presentazione senza precedenti, una contrada, quella del Müt de Bré, capace di emozionare tutti con il loro ingresso. Sulle note del famoso film “Il Gladiatore” il giovane imperatore è stato portato nell’arena dell’oratorio di Paladina e gli è stato offerto, a lui e a tutti i presenti, uno spettacolo unico. Un combattimento tra numerosi gladiatori, uno dei quali incatenato e imprigionato, e bestie feroci, quattro bei cani adornati con criniere da leoni.
Uno spettacolo nello spettacolo. Perché l’inizio del Palio è già di per sé uno spettacolo, un momento di festa, gioia, ritrovo, dove ogni contrada cerca di dare il meglio di se, e indubbiamente i rappresentanti di Sombreno hanno stupito e ammaliato tutti. Una presentazione importante per un Palio importante, il diciassettesimo, ma soprattutto un Palio giocato da vincitori delle ultime due edizioni. Le aspettative erano molte e non sono state deluse. Tutti quelli che hanno partecipato, lo hanno fatto con il giusto spirito. Con la voglia di giocare, vincere, ma soprattutto di divertirsi e far divertire. E l’impegno non ha avuto nessun limite anagrafico, anzi. I più giovani hanno dato carica ed entusiasmo, i più vissuti hanno regalato esperienza e senso di appartenenza, in una festa di colori dove il verde ha sempre, tenacemente, dimostrato il suo valore. Una festa, perché in fondo questo è il Palio, un modo per ritrovarsi, riscoprirsi legati al proprio territorio, rinsaldare vecchie amicizie e crearne di nuove. I nove giorni di giochi sono volati, tra giochi storici e coinvolgenti e nuove sfide pensate dai capo contrada e dagli organizzatori nel corso dei lunghi mesi di preparazione. Per far le cose bene ci vuole tempo, e tanto tempo è stato investito per riuscire ad avere una nuova edizione avvincente e divertente, non bisogna dimenticarlo. Come non bisogna dimenticare anche tutti quelli che al Palio sono andati senza per forza partecipare, ma hanno sostenuto la loro contrada, perché anche questo è il senso di queste sfide, dare un luogo dove trovarsi e chiacchierare, confrontarsi e divertirsi, vivere fino in fondo Paladina, oltre al proprio focolare domestico e oltre le proprie amicizie. Il Palio è una sfida, una sfida non tanto per chi la gioca ma per chi la deve far vivere e crescere, edizione dopo edizione. Una sfida a far partecipare sempre più tutti, nuovi e vecchi abitanti, scollandoli dai comodi divani o dalle loro alcova. Una sfida ad attraversare lo stradone, a farsi coinvolgere. Questa forse è la vera sfida che ogni contrada deve vincere, ed è la più difficile. Anche per il Müt de Bré lo è stato, ed è stata la sfida più grossa che i capi contrada Davide e Gaia hanno vinto quest’anno. Con tenacia e passione hanno smosso gli abitanti del quartiere e li hanno portanti a partecipare, ma questa sfida l’anno prossimo si ripresenterà, e l’augurio è che vi sia ancor più voglia di farsi coinvolgere e di darsi da fare.
Per dovere di cronaca, il terzo Palio consecutivo non è stato vinto, anche se i verdi contradaioli hanno raccolto un più che dignitoso terzo posto dietro ai gialli de Ol Stradù e i blu di Brembo Beach. Ma quello che più conta è che anche questa edizione ha fatto vivere a tutti emozioni intense e piene. Arrivederci all’anno prossimo per il diciottesimo Palio delle Contrade, con sempre più voglia di divertirsi e portare in alto il Müt de Bré.