“Não tenha piedade dos mortos, Harry. Tenha piedade dos vivos e, acima de tudo, dos que vivem sem amor.”
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“Não tenha piedade dos mortos, Harry. Tenha piedade dos vivos e, acima de tudo, dos que vivem sem amor.”
Pedido Boa leitura! (Me dêem opiniões depois amorinhas)
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(Parte l )
Enxuguei a lágrima que havia escorrrido por meu rosto e encarei o homem em minha frente. Ele me encarava triste e magoado, aliás, nós dois estávamos magoados. Era sempre assim, nós dois brigavamos, nos machucavamos e depois nos abraçavamos nos consolando.
- Talvez isso não esteja mais dando certo. - Sussurrei encarando o chão.
Harry não disse nada, apenas pude sentir seu olhar sobre mim. - Tavez isso não esteja dando certo desde o começo. - Levantei a cabeça o encarando esperando por uma resposta sua, mas ela não veio. - Eu não quero me machucar sempre que temos surtos, você me fala coisas horríveis eu também e por fim fingimos que nada aconteceu. Pra mim isso não está dando mais! - Coloquei a mão em meus cabelos os jogando para trás.
- E o que você quer que eu faça? - Se pronunciou baixou e com a voz extremamente rouca.
O olhei pensando no que dizer, eu não queria abandonar este homem, não mesmo, mas as coisas estavam tomando um rumo que eu não gostava e garanto que ele também não.
- Talvez devêssemos dar um tempo e….
- Eu não quero dar um tempo para nós S/n. - Falou alto e em bom som. - Você acha que a solução seria essa? Simplesmente virarmos as costas para os problemas? - Perguntou-me colocando as mãos em sua cintura.
- A questão não é essa Harrry, eu não sei se você enxerga isso, mas de cinco dias, nós brigamos dez e isso está nos fazendo mal! - Falei batendo as mãos em minha coxa. Mais uma vez Harry ficou em silêncio apenas me encarando. O fato é; eu não posso dar filhos a ele e isso me deixa bem triste, me faz com que eu me sinta uma mulher incompleta mas ele não compreende.
- Ok, faça o que bem entender. - Falou derrotado virando as costas e indo para o quarto.
Ah Harry…
{***}
Minhas mãos tremiam e eu não queria acreditar no que meus olhos estavam vendo. Na manchete com uma letra bem destacada o título “Harry Styles o mais novo papai!” gritavam por atenção me fazendo desabar em lágrimas.
Antes mesmo de eu poder pensar em algo, telefone em minha mesa começou a tocar. Respirei fundo e limpei minhas lágrimas.
- Alô? - Minha voz saiu um pouco tremida.
- S/n, o Sr. Tiller cancelou a reunião das cinco horas. - Marina, minha secretária avisou. - Ele gostaria de saber se a senhora tem preferência pra algum dia?
- Não, pode ser em qualquer dia da semana. - Avisei checando rapidamente minha agenda. -Eu vou embora mais cedo hoje, avise ao Christian que preciso das planilhas pra sexta-feira.
- Pode deixar.
- Obrigada. -Agradeci desligando em seguida.
Olhei mais uma vez para o notebook em minha frente onde a notícia ainda estava aberta, eu não conseguia acreditar naquilo, faziam apenas dois meses que nós estávamos “separados” e ele já estava com outra e ainda por cima havia a engravidado, isso foi como um tapa na minha cara, ele sempre soube que eu queria ter um filho e agora faz isso?
Sem nem ao menos eu perceber as lágrimas voltaram a molhar meu rosto, meu peito doía como se eu estivesse perdido algo.
Arrumei minhas coisas e fui para minha casa, eu definitivamente não teria cabeça para o fim do dia. Ao chegar liguei a televisão me arrependendo amargamente já que a mesma estava em um telejornal onde a notícia era justamente Harry Styles.
Talvez eu devesse me conformar com isso, seria o certo e o melhor para ele já que sempre quis ter uma família…
(Uma semana depois)
O interfone tocou me fazendo revirar os olhos. Era meu dia de folga eu não queria ver ninguém muito menos conversar.
- Sra. S/n, a Dona Anne está aqui embaixo. - O porteiro disse me fazendo suspirar.
Anne?
- Pode deixa-la subir. - Falei encostando a testa na perede e fechando meus olhos.
Fazia um bom tempo que eu não tinha nenhum contato próximo a Harry, nem mesmo havia falado com minha cunhada, talvez todos resolveram se afastar ou eu mesma fiz isso por conta.
Pouco tempo depois a campainha de meu apartamento tocou e eu fui rápida ao atender encontrando a “senhora” que tinha um sorriso fraco.
- Olá. - Disse meio sem graça.
- Oi. - Sorri da mesma forma e dei espaço para ela entrar.
Seus olhos deram uma leve percorrida pelo local e logo pararam em mim, me encarando de cima a baixo fazendo uma análise ou até mesmo julgando.
- Querida, você tem se alimentado? - Perguntou levantando uma das sobrancelhas.
Ah, sério isso? O filho dela faz merda e ela fica brava por eu não ter fome?
- Não tenho tido muita fome. -Digo indo para o sofá e ela me acompanha se sentando ao meu lado. - E então? Veio falar de Harry?- Digo a encarando já sentindo meus olhos ardendo.
Ela sorri magoada e nega com a cabeça.
- Vim saber como a minha afilhada está. - Respondeu sorrindo de forma doce. Eu não a respondi, apenas abaixei minha cabeça sentindo as lágrimas quentes escorrem. Durante todo esse tempo ninguém se preocupou em vim ver como eu estava, talvez por medo de minha reação, mas eu com certeza já não estava mais aguentando o peso de suportar tudo sozinha.
A mão delicada de Anne tocou minhas costas fazendo um carinho de leve.
- Sabe S/n, quando você e Harry apareceram em casa dizendo que estavam namorando eu me lembro de não ter aceito muito bem… - Começou fazendo com que eu a olhasse. - …mas é que pra mim aquilo foi difícil, eu vi você nascer, sua mãe era minha melhor amiga, eu via vocês dois como irmãos. - Suspirou. - Mas, no fundo o que eu tinha era apenas medo, medo de vocês não darem certo e acabarem se machucando, isso era o que eu menos queria. - Falou triste e eu soltei um riso.
- É, isso não estava em meus planos também. - Ela me olhou de forma dura me fazendo ficar quieta.
- Mas com o tempo eu vi, eu vi o amor de vocês, eu vi o quão bem você fazia a ele e ele a você e eu aceitei, aceitei porque vi que o amor de vocês foi mais forte do que todas as críticas. - Sorriu mais uma vez.
- E do que adiantou? Harry conseguiu esquecer isso bem rápido. - Debochei com fúria e Anne suspirou.
- Ele também não está bem S/n, ele perdeu a mulher que ele amava e agora o filho que mal havia se formado. - Ela falou devagar.
O sangue pareceu fugir de meu rosto. Eu com certeza não era a maior fã do bebê, mas ele não tinha culpa do erro do pai.
- Como? - Perguntei um pouco tonta.
- A menina não queria se prender a alguém, ela estava na faculdade e Harry a encontrou em uma balada qualquer no momento de recaída dele. - Seus olhos lacrimejaram um pouco. - Ela simplesmente abortou, Harry ficou furioso mas não tinha mais nada que eles poderiam fazer. Segundo ela aquele não era o melhor momento para se ter um filho. - Anne fungou. - Bom, mas ela não estava tão errada assim não é mesmo? - Sorriu amargurada.
Eu estava chocada, eu não sabia o que falar, só me passava na mente o que Harry ou até mesmo a garota estavam passando no momento.
- A-Anne, eu, eu não sei nem o que lhe falar…
- Eu não vim aqui para lhe comover com isso, nunca. Mas é que eu realmente estou preocupada com vocês, me dói o coração ver vocês tão distantes. - Sua fala era como um desabafo e eu a entedia, não seria hipócrita a ponto de dizer que não sentia falta de Harry, um casamento de sete anos não se apaga em dois meses.
- A senhora quer que eu vá falar com ele? - Perguntei já sabendo o que viria em seguida.
Seus olhos me encararam de forma receosa e ela deu um longo suspiro.
- Vá ver ele, ele precisa de você e você precisa dele, Harry sabe muito bem que errou e ele mesmo já me disse isso o que falta é coragem para vir atrás de você. - Sua mão subiu na minha. - Ele está arrasado com tudo o que está acontecendo e para uma mãe ver isso é terrível! - Suplicou desesperada.
Ponderei a situação, faz bastante tempo que não o vejo além de fotos e mensagens que fico relendo, provavelmente vai ser um baque para nós dois e não sei se estou preparada já que nosso “tempo” se estendeu mais do que eu imaginava.
- Por favor S/ n… - Anne falou baixinho.
Me conte um pouco sobre você... Seu nome? Seu livro favorito? Anime? Mangá? Música? Seyuu? Drama cd? Banda? Estação do ano?
Giovanna // O código Da Vinci - Dan Brown // Difícil esse, depende... Psycho pass e Kuroshitsuji // Ghost in the shell // no momento... Kimi e no love song - Yuya Matsushita // Masatomo Nakazawa (não é segredo pra ninguém) // Aaah, injusto! Vamos ver... Izayoi renka - Aki/Haru, Danna-sama 2,4, 6,7 e 9, Club: cup6, koisuru henshuusha - Hatsukoi, Dark Night Princess 4 (era um só?) // EXO, Egoist, B1A4 // Fuyu (inverno)
Mekhai Academy
Nota: Já adianto que por conta da necessidade de se explicar muita coisa num tempo e num espaço curto, eu usei muito do mecanismo do “tell” e não do “show”, e também há bastante descrição nesse primeiro momento, principalmente se referindo à Academia que de forma geral é a protagonista do primeiro conto. No mais, outras informações importantes serão adicionadas ao longo dos contos, e a explicação para o que aconteceu também será dada.
Personalidades reais foram usadas (Como por exemplo os príncipes da Dinamarca e da Suécia), baseei a personalidade de cada um a partir do que já foi visto deles na mídia, fotos, eventos e etc.
Drive to the hell || P.O.V Elena
Elena batia nervosamente no volante com os dedos, ela olhava para os lados sentindo como se estivesse sendo perseguida, ela havia ligado para o pai poucos minutos atrás lhe dizendo que chegaria alguns minutos atrasada para o jantar, mas algo em sua mente a atazanava lhe dizendo que essa noite não iria chegar. Ela negou com a cabeça "Pare de pensar besteira. " ela falou para si mesma focando na pista deserta, ela costumava ficar paranóica assim, e por conta do que ela havia visto era completamente considerável, se sua vida já era uma bagunça desde Dean vendera a alma ela não conseguia nem respirar. A morena fitou a aliança no dedo e as lágrimas caíram aos poucos, ela não queria nem imaginar sua vida sem ele, não queria sentir-lo longe de si, desde que eles começaram a se relacionar ele havia a viciado mais que qualquer outra droga, e diante toda aquela situação ela tinha certeza, não passaria um dia sem ele, ela não pensaria duas vezes se um dia tivesse que escolher entre ele e ela, a vida dele para a morena tinha um valor inestimável, e ela não pensaria duas vezes em tomar qualquer fardo dele. Ela suspirou prestando atenção na pista, estava deserta, até amedrontava Elena, mas ela respirou fundo e pisou no freio para diminuir a velocidade para a curva que se aproximava, e foi ali que seu coração quase parou de bater, o freio não funcionava.
Fazer as coisas nunca é tão bom quanto imaginá-las.
Cidades de Papel