here’s your local tsundere and 100% homo boy, song noah. nascido no ano de 1999 em sydney, na austrália, atualmente é o guitarrista da banda empire e mora em hannabyul, no distrito koi. viveu num núcleo familiar conturbado até seus catorze anos, composto por uma mãe alcoólatra, um pai ausente e um irmão mais velho que aparentemente era um ícone sem falhas, com quem noah sempre acabava sendo comparado e resultou num garoto completamente inseguro e carente de atenção/afeto. ele provavelmente não vai te contar sobre isso, claro, porque é muito mais fácil ficar escondido atrás de um muro de autoconfiança inexistente. mas não precisa ter medo não, no fundo o noah até que é um garoto legal. ele não vai te morder, só se tu pedir.
❛ nothing ever ends poetically. it ends and i turn it into poetry. all that blood was never once beautiful. it was just red. now it's all over my walls, coloring my flower paintings. ❜
Yeonah foi abandonada em uma casa ainda quando bebê e acabou sendo adotada pelo dono dela: um engenheiro de computação fissurado pelas guerras da Coreia que colocou na cabeça que o governo escondia diversos segredos e morava em uma espécie de forte para se esconder dos caras. Ele sempre pesquisava, tentando descobrir o que estava escondido, e hackeava sites para a própria sobrevivência. Como a cisma era enorme, a menina cresceu pensando nisso e acabou adquirindo pavor de sair de casa, então, assim como o pai, ela viveu anos trancada ali, só brincando com ele e sendo educada no local em vez de ir para uma escola. O pai queria que ela desse continuação ao seu legado, então começou a ensiná-la a construir coisas e hackear sistemas, mas ela nunca foi muito boa com tudo isso por ser desajeitada demais. Quando ela fez 15 anos, o pai disse que havia descoberto o que o governo fazia e ia sair para investigar, mas não demoraria muito, só que passaram diversas semanas e ele não voltou, chegando ao ponto de acabar com a comida. Em busca de dinheiro, tentou fazer o que o pai fazia, que era hackear sites para conseguir dinheiro, mas invadiu o sistema de um site do governo, só que desistiu logo quando chegou no código-fonte, sem fazer nada. Como ela não era nada boa, logo localizaram a fonte do "ataque" e a polícia foi atrás, se deparando com uma menina pálida e amedrontada atrás da porta. Ela se explicou e eles decidiram deixar passar pelo fato dela não ter feito nada, mas a mandaram imediatamente para um orfanato. Como o tempo passou e seu pai não tinha ido lhe buscar, chegou à conclusão que o governo tinha assassinado ele e seu medo de estar sendo perseguida ficou ainda maior. Além disso, ainda tinha que lidar com pessoas lá, ir para a escola e fazer essas coisas de pessoas normais, mas, como ela nunca tinha falado com ninguém além do pai, ela se sentia muito desconfortável e nunca sabia o que falar e quanto poderia falar. Acabou que ela ficou maior de idade e ninguém quis adotá-la, então uma senhora que ajudava lá se comoveu e ofereceu um emprego de atendente na sua floricultura, que é onde ela trabalha até hoje. Por ela ser péssima socializando, comete diversas gafes com as pessoas, mas não é demitida porque a senhora tem pena. E ela mora no distrito Gushin.
Até hoje, ela tem mania de perseguição, então ela está sempre olhando para todos os lados na rua e é incapaz de confiar 100% em alguém, o que faz que ela, embora converse com as pessoas, não tenha nenhum amigo mesmo. Costuma achar que está sendo espionada até mesmo dentro de casa, mas prefere estar nela do que fora, então ela não é muito de sair, o que reflete no fato dela ser pálida por sempre evitar a luz do sol, mas também não é de chamar as pessoas para entrar. Tem a cabeça nas nuvens e é muito desastrada, então está sempre viajando ou tropeçando por aí. Ela ainda não sabe socializar muito bem, por isso é comum que ela acabe falando coisas indelicadas demais, mas não é por mal, é só que ela é extremamente inocente (sério, se falarem para ela que os Power Rangers existem, ela acredita, além de não entender ironia e levar tudo ao pé da letra). O pai da Yeonah desenvolveu um alfabeto próprio também, e ela costuma usar muito nas redes sociais para que o governo não saiba o que ela está falando e, consequentemente, não a persiga.
[...] na verdade nada é uma palavra esperando tradução. toda vez que falta luz, toda vez que algo nos falta, o invisível nos salta aos olhos. o fogo ilumina muito, por muito pouco tempo, e muito pouco tempo, o fogo apaga tudo, tudo um dia vira luz. e toda vez que falta luz, o invisível nos salta aos olhos. ontem à noite, a noite tava fria. tudo queimava, nada aquecia. ela apareceu, parecia tão sozinha. parecia que era minha aquela solidão.
“RESUMO” ABAIXO DO READ MORE + PÁGINA DE CONEXÕES.
tw: assassinato e abuso psicológico de menor, menção a uso de remédios controlados, sintomas de transtorno explosivo intermitente.
básico do básico: tem 23 anos e faz aniversário no dia 14 de fevereiro. 1,82m de altura. é chef de cozinha e trabalha no snackbar byul. mora do distrito taegu. bissexual apesar da preferência por moças. pianista.
o dean nasceu na coreia do sul mesmo, com o nome de sungjin, ele é filho de um veterano de guerra e de uma enfermeira. tanto pai quanto a mãe desde cedo começaram a demonstrar um desprezo velado por ele, mas vamo explicar o motivo: a casa era um inferno cheia de brigas e ameaças e ele era uma criança facilmente influenciável e impressionável, aí deu merda pra caralho porque ele foi diagnosticado com transtorno explosivo intermitente ou seja ele ficava com muita raiva em situações desproporcionais e numa dessas situações ele se meteu numa briga com o irmão caçula (ele aos 6 e o irmão aos 4) e matou o menino pq fez ele bater a cabeça e rolar escada abaixo. só depois disso resolveram tratar ele direito com essa porra.
eles não podiam culpar uma criança e chamar ela de assassina, né? mas se sentiam extremamente mal. e ele também. aí, ele acabou se apegando na cozinheira da casa que tratava ele normalmente, e assim surgiu o vínculo por culinária. e isso até ajudou a deixar os pais mais felizes, apesar de vez ou outra o pai dele deixar claro que não queria um filho assim. se era no geral ou no quesito de cozinha, o dean nunca descobriu. ou sempre temeu perguntar. mas ele era muito solitário, e a mente dele não reprimiu nada. ele sabe que matou o irmão e se culpa bastante.
enfim, ele estudou o ensino médio no canadá e passou um tempo na frança também, antes morava em busan. começou a levar a gastronomia muito a sério bem novo nessa época mesmo, participou de muitas competições e ganhou bastante prêmios. cozinhar era tipo um álibi pra ele, e estar longe de casa foi um alívio. porque, ser o dean era ser uma pessoa diferente. sungjin? assassino e solitário. mas o dean? o dean era um rapaz charmoso, com dons de culinária impressionantes, um jeitinho especial de falar e sem tantas preocupações na cabeça.
então né, voltar pra coreia do sul foi a pior coisa que aconteceu, porque no mesmo ano que ele perdeu a mãe, ele se apaixonou. se apaixonou MUITO MESMO e aí resumo da história: se apaixonar foi o escape perfeito pra um garoto querendo esquecer tudo do que fugiu por anos, com um pai indiferente, uma mãe morta e o fantasma do irmão caçula perturbando. ela foi a salvação. e aí, novamente, ele estragou tudo porque ela engravidou. e ele queria, mas COMO ele queria que as coisas tivessem sido diferentes, mas quando tudo está indo mal, o Monstro acorda né? ele se envolveu numa briga com o pai dela, perdeu o controle e tiveram que chamar a polícia, mas como era caso psiquiátrico, a influência militar abafou, e ele teve que trocar de medicação.
a relação com a menina tava abalada já mas piorou por causa das decisões dele. eles eram jovens naquela época, e mesmo que ela quisesse o menininho, como que ela ia criar ele sem apoio financeiro de ninguém? porque ele tinha 19 anos, e por mais que isso de que você pode manter um filho e que as dificuldade em nome do amor vão ajudar a superar tudo, ele PRECISAVA ser racional. ela ia criar a criança sem ninguém já que todos estavam contra e o dean era/é um fodido que toma remédio controlado e tinha um emprego precário. querendo ou não, o filho deles tinha que ir pra adoção porque pelo menos ele teria a chance de arrumar uma boa família. e desde então, nos 4 anos em que ele (woobin, o "espertinho") tá no orfanato, o dean e a mãe do menino mal se falaram e mantém isso em um puta sigilo.
ele passou por essa fase ruim, e na verdade, tem um comportamento até bem decente hoje em dia que tá morando sozinho, num emprego daora em um lugar daora e a terapia está em dia. assumiu pra si a personalidade do dean do ensino médio, as vezes até se forçando a parecer mais de boa do que está mesmo. é simpático, bom de conversar, um ótimo cozinheiro, um ótimo ouvinte e tem uma personalidade muito !!! com uns picos de chaotic good porque ele faz o que acha que é certo mas de um jeito meio torto sometimes, e em grande parte do tempo, ele tá calmo porque né a raposa de nove caudas vive ali naquele corpo então melhor evitar a fadiga qq
tem algumas peculiaridades: ele evita crianças porque né traumas (apesar de toda semana ir no orfanato do filho usando doação de suprimentos como desculpa pra ver ele), foge de conflitos e ODEIA escadas. no aspecto romântico e etc, se por um lado ele te trata igual uma princesa/príncipe, assim que ele nota que tá mostrando demais his romantic side, ele recua porque tem certos receios. tbh ele acha que não compensa deixar ninguem saber demais dele porque as pessoas merecem alguém de passado mais fácil pra ter uma domestic life featuring algumas aventuras aqui e ali. a própria protagonista de para todos os garotos que já amei falando que adora romance mas pra ela mesma sente medo, só que no caso dele porque ele quase matou o pai da ex-cremosa de porrada e tem um filho pra adoção q. ele queria muito ser pai, arrumar alguém e sossegar mas ele tem muito medo, então vai empurrando esse problema com a barriga. tem uns picos aqui e ali de surto porque bate a culpa e ele pensa que nem devia estar vivo, mas ele quer MUITO viver, então ele só segue o baile e é isso aí qqq. ah, ele pode ser um pouco controlador porque ele quer pegar a responsabilidade de tudo pra si, so there’s that.
se você leu até aqui meus parabéns meu pequeno guerreiro ou minha pequena guerreira.
Nicholas Choi, aka Nicho, tem 25 anos e nasceu em Los Angeles (California). Cresceu em uma família abastada e tem um irmão mais velho, o qual sente muito a falta hoje em dia. Passou a infância sendo cuidado por governantas e babás, já que os pais - médicos - eram muito ocupados. Desde sempre, foi obrigado a querer fazer medicina, mas, na verdade, seu grande amor sempre foi a música. Fazia rap, criava rimas maravilhosas, mas não podia praticar. Aos poucos, foi se tornando um garoto rebelde, até que anunciou que iria ser rapper e produtor musical, o que o fez ser expulso de casa. Morou com amigos, pulando de casa em casa, até que foi parar em Seoul. Já no ramo da música, se perdeu nas drogas (heroína e cocaína) e perdeu a noção da força que tinha numa briga, o que resultou na morte de dois garotos. Além de ser preso por homicídio duplo, também foi preso por tráfico de cocaína, devido a grande quantidade que portava consigo. Ele não sabe, mas os pais pagaram um bom advogado para limpar o nome dele, que subornou algumas pessoas importantes para reduzir a pena de 10 anos para 5 + 1 de trabalho voluntário. O trabalho voluntário de Nicholas é em Hannabyul, num abrigo para animais. Apesar de ser um cara ruim - 3 anos de cárcere, 2 na solitária fazem isso com um homem -, Nicho se esforça para ser uma pessoa melhor. Ainda não tem muito controle da força, então, ele pode perder a noção em brigas, mas ele tenta ser um cara legal.
Atualmente, aluga um quartinho minúsculo em Taegu, recentemente foi contratado como segurança da Lights Night e passa três dos seus dias no abrigo.
nascido em hannabyul, jinhwan é apenas mais um rapaz comum - ou pelo menos era o que deveria ser. por trás da presença marcante no palco e das piadinhas sem filtro, existem mais do que apenas coisas boas. marcado pela tragédia em sua adolescência, o homem de belos sorrisos hoje não sabe mais quem é; o luto pode transformar uma pessoa.