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Dice el psicoanalista Gabriel Rolón que vivir es como escalar. Pensemos entonces en un escalador... Va atado arriba, atado abajo, con al menos tres puntos de apoyo. Esa es la forma correcta de escalar la vida. ¿Qué crees que ocurre si tu único punto de seguridad es una relación amorosa? ¿Qué va a pasar si esa única roca de la que te sostienes se rompe? En la vida debemos tener más intereses que un amor.
"Se psicológo é coisa de gay, então eu chupo rol@ toda semana".
Que frase, senhoras e senhores kkkk
Precisa de ajuda psicológica/emocional e gostaria de recebê-la sem precisar sair de casa? A psicoterapia online é para você!
Eu me chamo Edson, sou psicólogo e ofereço o serviço de psicoterapia online, por meio de videoconferência, para brasileiros de qualquer lugar.
Todo o trabalho é feito com sigilo, respeito e empenho para te ajudar a lidar com suas dificuldades e a viver uma vida mais significativa.
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Cuide-se. Sua saúde mental é importante.
Viktor Frankl ( 1905-1997 )
Psicólogo
Áustria
Há frases que não pedem resposta. Pedem atravessamento.
“Te colocaram no SPC da saudade” não é sobre ausência é sobre permanência.
O SPC não grita, não alerta, não avisa. Ele apenas registra. Silenciosamente, algo fica marcado. Mesmo quando a vida segue, mesmo quando você muda, cresce, amadurece. A saudade, ali, não é sentimento passageiro é pendência emocional. Um vínculo que não foi encerrado dentro de você, mesmo tendo terminado fora.
Ser colocado no SPC da saudade é perceber que o tempo não resolve tudo. Ele apenas ensina a conviver. Porque algumas presenças se tornam parte da estrutura interna. Não ocupam mais espaço físico, mas seguem influenciando decisões, silêncios, comparações. Você tenta amar de novo, mas algo em você ainda está restrito. Não por deslealdade, mas por profundidade.
E o mais desconcertante: você não tem controle sobre isso.
Não existe pedido de exclusão para sentimentos que foram verdadeiros. A saudade não responde à lógica do “já passou”. Ela surge quando você está distraído, quando acredita que superou. Vem em forma de pensamento breve, mas suficiente para lembrar que certas conexões não se apagam apenas mudam de lugar dentro de nós.
Há uma solidão específica nesse processo. Não é a solidão de estar só, é a de carregar algo que ninguém vê. Um débito emocional que não pode ser explicado sem parecer exagero. Mas você sabe. O corpo sabe. A memória sabe.
Talvez o amadurecimento não seja limpar o nome no SPC da saudade, mas aceitar que algumas marcas não são negativas são testemunhos. Provas de que você sentiu fundo, entregou de verdade, viveu sem garantias. O problema nunca foi amar demais. O problema é tentar fingir que não marcou.
Com o tempo, a saudade deixa de impedir e passa apenas a lembrar. Não bloqueia mais caminhos, apenas sinaliza por onde você já passou. E isso muda tudo.
Porque no fim, não é sobre sair do SPC da saudade é sobre não permitir que ele defina quem você ainda pode se tornar.