CONSIDER: A Voltron x Darkest Minds Crossover. All the paladins already have their colors and like???
Keith as a Red?? OBVIOUSLY. imagine the angst jfc (just imagine Lucas's story I'm SORRY)
Lance as a Blue. He'd get a kick out of having telekinesis. (after he got over the trauma of being locked in a camp...)
Pidge as a Green. Does this even need an explanation???
Hunk as a Yellow. I'm not sure how this fits exactly but I'm sure we could figure something out.
Shiro is Keith's brother (I love the broganes and I will not apologize) and he's been spending x amount of years searching the camps for his brother disguised as a PSF but in the process he kind of goes crazy because of what he has to do while he's disguised as a PSF (think Chubs fam...)
Lotor is Clancy. Because like, obviously. Wanting to get back at his dad and take over his 'empire'. Can you really argue with me???
And I just I really love this au idea but I'm also crying someone pls come cry with me oh my gOd
For the first time in my life I read a negative review about TDM and I'm honestly so SHOOK. If you don't have a book, why do you have to be so hateful? Please just move on? ~L
Psi kids let's play a game. Tag the person you reblogged this from as what color they would be in the TDM universe, based on what you think/ know about them! ~L
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
Nesse vídeo podemos observar, brevemente, a importância da alimentação saudável e do sono para o desenvolvimento físico e psicomotor das crianças. Além de melhorar a saúde, uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras, melhora o desempenho das crianças a nível cognitivo, já que fornece os nutrientes necessários para o desenvolvimento cerebral, como vitaminas, proteínas e sais minerais. No vídeo temos dois irmãos gêmeos experimentando uma variedade de alimentos a partir de si mesmos, o que permite à criança desenvolver um paladar mais sofisticado, pois ela aprende a apreciar a diversidade de sabores, cores, formas e texturas dos alimentos desde cedo. É importante ainda salientar a importância da higienização bucal após as refeições, pois as crianças só adquirem consciência e coordenação motora para fazer bem direitinho a escovação por volta dos 9 anos de idade. Assim, poderão crescer com dentes saudáveis e duradouros. O leite materno não causa cáries, no entanto, quando a criança é exposta a dietas muito ricas em açúcares, elas podem vir a desenvolver esse problema. Além disso, o açúcar em excesso deixa as crianças excessivamente energéticas, e quando o nível de açúcar no sangue diminui, tendem a ficar desanimadas e fadigadas. No que diz refeito à suplementação de ferro nas crianças, ela se faz necessária dos 6 meses até 1 anos e 5 meses de idade, pois nesse período as crianças apresentam suas reservas deste nutriente diminuídas. O corpo precisa de ferro para criar hemoglobina, que é uma proteína presente nos glóbulos vermelhos do sangue. A hemoglobina é responsável por transportar o oxigênio, levando-o dos pulmões aos tecidos de todo o corpo. Sem ferro suficiente, os músculos, tecidos e células do bebê não receberão o oxigênio que eles precisam para suas atividades metabólicas. O sono ainda é importante para o desenvolvimento físico porque é durante este intervalo que o corpo fortalece o sistema imunológico, libera a secreção de hormônios – como o GH, que está envolvido no crescimento e consolida a memória, entre outras funções de extrema importância para o funcionamento correto do organismo. A infância é um período crítico para maturação do desenvolvimento do ser humano e ela acontece tanto em uma dimensão biológica quanto social - é preciso que o aparato biológico (corpo) seja bem estimulado, nutrido e saudável para que demais atividades aconteçam, como por exemplo andar e brincar, que as crianças do vídeo fazem, afinal de contas para a realização destas, para a operacionaliza-las é preciso o suporte corporal.
A família é onde aprendemos a nos inserir no meio social, como aprendemos a nos comportar socialmente e também onde adquirimos os valores bases para que a socialização secundária ocorra de forma tranquila, portanto, temos a base familiar como formação para qualquer indivíduo, sendo inegável atribuir a cada criança histórico de experiências, aprendizados e lembranças obtidos primeiramente nesse espaço e que continuará apresentando reflexos por toda vida. Constitui-se como “uma das instituições mais antigas” e como um pilar de sustentação para muitos.
Por outro lado temos a escola, que tem como objetivo socializar o conhecimento e consolidar a formação moral dos alunos, que promovendo um pleno desenvolvimento para o indivíduo como cidadão. Neste ambiente a criança deverá encontrar os meios de se preparar para realizar seus projetos de vida e, portanto, condição necessária tanto na sua formação intelectual quanto moral. A comunidade escolar, além de consolidar as normas e valores que normalmente são passadas pela primeira base – a família – também norteia e prepara o indivíduo para viver coletividade. Assim, é importante que as questões de vida em sociedade façam parte, com clareza, da organização curricular, levando a ética ao centro de reflexão e do exercício da cidadania.
Historicamente, a família sempre esteve ligada a uma ideia sacralizada. Mesmo nos dias atuais há quem defenda que a mesma ainda deva ser heterossexual, matrimonializada e hierárquica. Esse é um pensamento que se tem desde que a igreja e o Estado disseminaram a ideia de que a as “leis divinas” deveriam nortear as questões familiares. Em nome dessa “moral e bons costumes”, muitas exclusões e injustiças foram realizadas. É possível citar a proibição de casais do mesmo sexo, a rejeição de filhos nascidos fora do casamento e a ausência de divórcios.
Felizmente a sociedade evolui mesmo que devagar. Podemos observar essa evolução aqui no Brasil a partir da constituição de 1998, onde passou-se a reconhecer dos pluralismos de famílias que existiam aqui. A sociedade brasileira que até então não reconhecia essa diversidade de família, pois o modelo mais comum até então (e até os dias atuais), era o de família nuclear ou triângulo, calcado nos princípios do modelo burguês francês, um modelo patriarcal que firmava-se nos laços sanguíneos e hierárquico, onde o pai provia todo o sustento da casa e a mãe ficava em casa cuidando dos afazeres domésticos.
A partir desse momento todas as relações que se baseiam no afeto, na convivência e no sentimento da união familiar passam a ser compreendidos como família.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) revelam que, desde 2005, o perfil composto unicamente por pai, mãe e filhos deixou de ser maioria nos domicílios brasileiros. No estudo, o tradicional arranjo ocupava 42,3% dos lares pesquisados — uma queda de 7,8 pontos percentuais em relação a 2005, quando abrangia 50,1% das moradias. Se for feita uma projeção desses dados, fica evidente que atualmente o número de famílias “não-tradicionais” cresceu e vem se tornando maioria.
Apesar disso, ainda existe muito preconceito e a escola como reflexo da sociedade reproduz alguns deles. Esse discurso pode causar grandes prejuízos a criança, tanto no aprendizado quanto no desenvolvimento pessoal. Algumas crianças podem sofrer bullying dos colegas por não pertencerem a um modelo familiar “tradicional” e isso ocorre majoritariamente por causa da influência dos pais nas opiniões dos filhos, afinal, até certa idade as crianças apenas reproduzem discursos, inclusive os preconceituosos.
Segundo os dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil do IBGE, em 2012, as taxas de recasamentos vinham aumentando. Isso mostra a importância de se falar sobre as famílias recompostas, que são aquelas em que pelo menos um dos integrantes do casal tem filhos de relacionamentos anteriores. São famílias onde as relações de afeto e a vivencia são o determinante. Por fim, é importante se falar no divorcio ou separação pois é uma característica intrínseca da formação dessas famílias e a maneira como os pais apresentam isso é também a maneira como a criança irá viver essa fase, não há necessidade de esse ser um processo traumatizante, mesmo com a ruptura do “equilíbrio”.
Alguns problemas no ambiente familiar também podem afetar o desenvolvimento da criança, como, por exemplo, abandono parental, que geralmente ocorre do lado paterno e pode ser tanto afetivo quanto intelectual (negligenciando a educação da criança) e material (não fornecendo recursos necessários para o seu desenvolvimento).
Além disso, é importante falar também do fenômeno da terceirização da função dos pais, quando estes, por conta de seus trabalhos e outros compromissos, deixam suas crianças sob o cuidado de terceiros, como creches, babás e vizinhos, o que priva a criança de um convívio em família que seria essencial para sua formação moral e afetiva.
Tendo em vista todas essas questões, é necessária à integração dos ambientes familiares e escolares, fazendo com que a criança complemente os conhecimentos e não haja divergências de um para o outro. Contudo, no artigo “O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NO PROCESSO CONTEMPORÂNEO DE SOCIALIZAÇÃO PRIMÁRIA: UMA REFLEXÃO SOCIOLÓGICA SOBRE REPRESENTAÇÕES E EXPECTATIVAS INSTITUCIONAIS”, do historiador Reinaldo dos Santos, nem sempre há essa integração. A partir da página 7, ele declara que há uma contradição nos papeis sociais que devem ser desenvolvidos em ambos os meios. Apesar de admitir que seja, sim, necessária a interação entre a escola e a família, grande parte dos pais afirma que a maior parte da responsabilidade social é da escola e que as famílias enfrentam problemas com o tempo e declaram “[...] a impossibilidade ou grandes dificuldades para a família se responsabilizar pelo desenvolvimento de normas e padrões de etiqueta, conduta, comportamento e interação social.”. Por parte da escola, há as mesmas afirmações: a família que seria a responsável por essa inserção de normas e que a escola acaba por receber alunos que não foram devidamente inseridos socialmente pela família, destacando “[...] a necessidade de um maior envolvimento da família nesta reconfiguração de papéis”.
O vídeo traz a pedagoga Thelma Polon que aborda resumidamente uma pergunta que lhe foi lançada sobre como pode-se agir para aproximar a familia da escola, por parte do educador.
O portal Nova Escola convidou a Cris Bartis, do podcast Mamilos; a diretora Ana Elisa Siqueira, da EMEF Amorim Lima, em São Paulo, e a especialista Claudia Petri, formadora do Cenpec, para discutir como e quais práticas são adotadas pelos professores para aproximar as familias da criança, na escola pública, desde criar eventos mais familiares - além das reuniões de pais - até incentivarem os próprios pais a criarem "associações" de pais.