Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
Neste vídeo, podemos observar de um ângulo diferenciado aspectos dos estágios do desenvolvimento cognitivo humano estudado, heuristicamente, por Jean Piaget, nascido em Neuchâtel, Suíça, a 9 de agosto de 1986, teve como o objetivo descobrir como nós adquirimos a mentalidade, o psiquismo, o ato de pensar sobre pensar bem como inferir um pensamento sobre uma hipótese.
Para Piaget, seria necessário estudar essa condição humana no momento de sua construção que se dá na infância. A criança ainda recém-nascida desenvolve seus primeiros laços emocionais e através do contato relacional com a mãe e o ambiente desenvolve seus reflexos até em um determinado período de maiores complexidades para que então, essa criança aprenda a lidar com o mundo simbólico.
Neste vídeo é possível observar os dois estágios iniciais do seu desenvolvimento: O Sensório Motor (de 0 à 24 meses) e O Pré-operatório ( de 2 Anos à 4 anos). No primeiro estágio, a criança inicia seu método de aprendizado cognitivo através do uso da equilibração e o levará em toda sua vida, mas nesta fase de maneira mais limitada, termo utilizado em Piaget para conceituar o aprendizado das ações da criança, tanto aquelas que sabe e aquelas que deve adaptar-se para aprender evoluindo gradativamente, desde sua postura à sua racionalidade.
No segundo, inicia-se a fase escolar da criança e, diferentemente do primeiro, esta fase a criança inicia seu processo de formação simbólica mais avançada, cujo no sensório-motor era evidenciada por uma imitação rústica, agora há uma melhor refinação e, em sua fase de maior consistência tornar-se-á na brincadeira do faz-de-conta. Nela também a inicia-se o processo de desenvolvimento da moral, da crença, da representação artística, a oralidade, a escrita, a leitura e as concepções de quantidade, conservação e seriação que são medidos através de testes piagetianos como mostrado no vídeo.
Assim, é possível compreender a riqueza herdada pela nossa sociedade dos estudos piagetianos no campo de toda psicologia e do desenvolvimento infantil.
Como proteger seu filho contra o COVID-19 através da alimentação
#Repost da @nutripediatra
“Olá pessoal! 💕
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💬 Com a propagação do COVID-19 no nosso país, podemos potencializar a imunidade das crianças através da alimentação.
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🤱 Bebês que estão sendo amamentados, devem continuar sendo amamentados, tendo a mamãe todos os cuidados: lavar bem as mãos antes de amamentar e durante a chegada da rua.
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👦 Para crianças maiores de 1 ano, é importante incluímos na alimentação alimentos fontes de prebióticos como o Kefir (de água ou de leite) ou a biomassa de banana verde. Esses prebióticos são "alimentos" para as bactérias boas (probióticos) que vivem no nosso organismo, fazendo uma modulação e consequentemente, aumentando a imunidade.
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🍓 Alguns alimentos ricos em Vitamina C como a laranja, morango, acerola e o caju, alguns alimentos ricos em vitamina B9 como a couve e o espinafre, por exemplo, são ótimos aliados também! Além disso, a ingestão de água é fundamental para manter a hidratação.
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🍄 Açafrão, alimentos fermentados como iogurtes e os cogumelos também são ótimas opções, assim como qualquer alimento que consideramos Comida de Verdade! Não podemos esquecer de incluir alimentos com poder antiinflamatório como alho, cebola... hummm, nada melhor que um temperinho caseiro hein? 😋
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🐝 E pra finalizar, sempre dou a dica de inserir o própolis que é um poderoso antiinflamatório, antiviral, antimicrobiano potencializando a imunidade! ⚠ O própolis para crianças é indicado pelo médico ou nutricionista! A quantidade é calculada de acordo com as medidas da criança e é sempre o própolis com extrato aquoso, ok? Indico a partir de 1 ano! Procure um profissional para indicação e prescrição! ⚠
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⚠ E não esquecer de lavar sempre as mãos, álcool em gel e cobrir o nariz com o braço na hora de espirrar!
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❤ E calma, muita calma e serenidade - o desespero só influencia negativamente 👎 Combinado?
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Um beijo!
Nut. Micheane A. Cruz 🍎
CRN 3: 48.496
Nutricionista Pediátrica com foco em Nutrição Comportamental 👶”
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
Nesse vídeo podemos observar, brevemente, a importância da alimentação saudável e do sono para o desenvolvimento físico e psicomotor das crianças. Além de melhorar a saúde, uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras, melhora o desempenho das crianças a nível cognitivo, já que fornece os nutrientes necessários para o desenvolvimento cerebral, como vitaminas, proteínas e sais minerais. No vídeo temos dois irmãos gêmeos experimentando uma variedade de alimentos a partir de si mesmos, o que permite à criança desenvolver um paladar mais sofisticado, pois ela aprende a apreciar a diversidade de sabores, cores, formas e texturas dos alimentos desde cedo. É importante ainda salientar a importância da higienização bucal após as refeições, pois as crianças só adquirem consciência e coordenação motora para fazer bem direitinho a escovação por volta dos 9 anos de idade. Assim, poderão crescer com dentes saudáveis e duradouros. O leite materno não causa cáries, no entanto, quando a criança é exposta a dietas muito ricas em açúcares, elas podem vir a desenvolver esse problema. Além disso, o açúcar em excesso deixa as crianças excessivamente energéticas, e quando o nível de açúcar no sangue diminui, tendem a ficar desanimadas e fadigadas. No que diz refeito à suplementação de ferro nas crianças, ela se faz necessária dos 6 meses até 1 anos e 5 meses de idade, pois nesse período as crianças apresentam suas reservas deste nutriente diminuídas. O corpo precisa de ferro para criar hemoglobina, que é uma proteína presente nos glóbulos vermelhos do sangue. A hemoglobina é responsável por transportar o oxigênio, levando-o dos pulmões aos tecidos de todo o corpo. Sem ferro suficiente, os músculos, tecidos e células do bebê não receberão o oxigênio que eles precisam para suas atividades metabólicas. O sono ainda é importante para o desenvolvimento físico porque é durante este intervalo que o corpo fortalece o sistema imunológico, libera a secreção de hormônios – como o GH, que está envolvido no crescimento e consolida a memória, entre outras funções de extrema importância para o funcionamento correto do organismo. A infância é um período crítico para maturação do desenvolvimento do ser humano e ela acontece tanto em uma dimensão biológica quanto social - é preciso que o aparato biológico (corpo) seja bem estimulado, nutrido e saudável para que demais atividades aconteçam, como por exemplo andar e brincar, que as crianças do vídeo fazem, afinal de contas para a realização destas, para a operacionaliza-las é preciso o suporte corporal.
A família é onde aprendemos a nos inserir no meio social, como aprendemos a nos comportar socialmente e também onde adquirimos os valores bases para que a socialização secundária ocorra de forma tranquila, portanto, temos a base familiar como formação para qualquer indivíduo, sendo inegável atribuir a cada criança histórico de experiências, aprendizados e lembranças obtidos primeiramente nesse espaço e que continuará apresentando reflexos por toda vida. Constitui-se como “uma das instituições mais antigas” e como um pilar de sustentação para muitos.
Por outro lado temos a escola, que tem como objetivo socializar o conhecimento e consolidar a formação moral dos alunos, que promovendo um pleno desenvolvimento para o indivíduo como cidadão. Neste ambiente a criança deverá encontrar os meios de se preparar para realizar seus projetos de vida e, portanto, condição necessária tanto na sua formação intelectual quanto moral. A comunidade escolar, além de consolidar as normas e valores que normalmente são passadas pela primeira base – a família – também norteia e prepara o indivíduo para viver coletividade. Assim, é importante que as questões de vida em sociedade façam parte, com clareza, da organização curricular, levando a ética ao centro de reflexão e do exercício da cidadania.
Historicamente, a família sempre esteve ligada a uma ideia sacralizada. Mesmo nos dias atuais há quem defenda que a mesma ainda deva ser heterossexual, matrimonializada e hierárquica. Esse é um pensamento que se tem desde que a igreja e o Estado disseminaram a ideia de que a as “leis divinas” deveriam nortear as questões familiares. Em nome dessa “moral e bons costumes”, muitas exclusões e injustiças foram realizadas. É possível citar a proibição de casais do mesmo sexo, a rejeição de filhos nascidos fora do casamento e a ausência de divórcios.
Felizmente a sociedade evolui mesmo que devagar. Podemos observar essa evolução aqui no Brasil a partir da constituição de 1998, onde passou-se a reconhecer dos pluralismos de famílias que existiam aqui. A sociedade brasileira que até então não reconhecia essa diversidade de família, pois o modelo mais comum até então (e até os dias atuais), era o de família nuclear ou triângulo, calcado nos princípios do modelo burguês francês, um modelo patriarcal que firmava-se nos laços sanguíneos e hierárquico, onde o pai provia todo o sustento da casa e a mãe ficava em casa cuidando dos afazeres domésticos.
A partir desse momento todas as relações que se baseiam no afeto, na convivência e no sentimento da união familiar passam a ser compreendidos como família.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) revelam que, desde 2005, o perfil composto unicamente por pai, mãe e filhos deixou de ser maioria nos domicílios brasileiros. No estudo, o tradicional arranjo ocupava 42,3% dos lares pesquisados — uma queda de 7,8 pontos percentuais em relação a 2005, quando abrangia 50,1% das moradias. Se for feita uma projeção desses dados, fica evidente que atualmente o número de famílias “não-tradicionais” cresceu e vem se tornando maioria.
Apesar disso, ainda existe muito preconceito e a escola como reflexo da sociedade reproduz alguns deles. Esse discurso pode causar grandes prejuízos a criança, tanto no aprendizado quanto no desenvolvimento pessoal. Algumas crianças podem sofrer bullying dos colegas por não pertencerem a um modelo familiar “tradicional” e isso ocorre majoritariamente por causa da influência dos pais nas opiniões dos filhos, afinal, até certa idade as crianças apenas reproduzem discursos, inclusive os preconceituosos.
Segundo os dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil do IBGE, em 2012, as taxas de recasamentos vinham aumentando. Isso mostra a importância de se falar sobre as famílias recompostas, que são aquelas em que pelo menos um dos integrantes do casal tem filhos de relacionamentos anteriores. São famílias onde as relações de afeto e a vivencia são o determinante. Por fim, é importante se falar no divorcio ou separação pois é uma característica intrínseca da formação dessas famílias e a maneira como os pais apresentam isso é também a maneira como a criança irá viver essa fase, não há necessidade de esse ser um processo traumatizante, mesmo com a ruptura do “equilíbrio”.
Alguns problemas no ambiente familiar também podem afetar o desenvolvimento da criança, como, por exemplo, abandono parental, que geralmente ocorre do lado paterno e pode ser tanto afetivo quanto intelectual (negligenciando a educação da criança) e material (não fornecendo recursos necessários para o seu desenvolvimento).
Além disso, é importante falar também do fenômeno da terceirização da função dos pais, quando estes, por conta de seus trabalhos e outros compromissos, deixam suas crianças sob o cuidado de terceiros, como creches, babás e vizinhos, o que priva a criança de um convívio em família que seria essencial para sua formação moral e afetiva.
Tendo em vista todas essas questões, é necessária à integração dos ambientes familiares e escolares, fazendo com que a criança complemente os conhecimentos e não haja divergências de um para o outro. Contudo, no artigo “O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NO PROCESSO CONTEMPORÂNEO DE SOCIALIZAÇÃO PRIMÁRIA: UMA REFLEXÃO SOCIOLÓGICA SOBRE REPRESENTAÇÕES E EXPECTATIVAS INSTITUCIONAIS”, do historiador Reinaldo dos Santos, nem sempre há essa integração. A partir da página 7, ele declara que há uma contradição nos papeis sociais que devem ser desenvolvidos em ambos os meios. Apesar de admitir que seja, sim, necessária a interação entre a escola e a família, grande parte dos pais afirma que a maior parte da responsabilidade social é da escola e que as famílias enfrentam problemas com o tempo e declaram “[...] a impossibilidade ou grandes dificuldades para a família se responsabilizar pelo desenvolvimento de normas e padrões de etiqueta, conduta, comportamento e interação social.”. Por parte da escola, há as mesmas afirmações: a família que seria a responsável por essa inserção de normas e que a escola acaba por receber alunos que não foram devidamente inseridos socialmente pela família, destacando “[...] a necessidade de um maior envolvimento da família nesta reconfiguração de papéis”.
O vídeo traz a pedagoga Thelma Polon que aborda resumidamente uma pergunta que lhe foi lançada sobre como pode-se agir para aproximar a familia da escola, por parte do educador.
O portal Nova Escola convidou a Cris Bartis, do podcast Mamilos; a diretora Ana Elisa Siqueira, da EMEF Amorim Lima, em São Paulo, e a especialista Claudia Petri, formadora do Cenpec, para discutir como e quais práticas são adotadas pelos professores para aproximar as familias da criança, na escola pública, desde criar eventos mais familiares - além das reuniões de pais - até incentivarem os próprios pais a criarem "associações" de pais.
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
A relação entre a família e a escola de uma criança é uma parte chave para o seu desenvolvimento, onde cada parte dessa relação tem o que ensinar e assim devem trabalhar em harmonia para que a criança desenvolva todas as suas habilidades. No vídeo, há uma entrevista com a mãe de uma criança em idade escolar sobre como se dar um pouco da relação da família como um todo com a escola.
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
De acordo com Vygotsky, o brincar é um meio para a criança satisfazer suas necessidades que são entendidas como tudo o que é motivo para ação. Ademais, o teórico aponta a existência de diferentes níveis de desenvolvimento intelectual no universo infantil e que seria através das mudanças em suas motivações e necessidades que conseguiríamos entender as divergências presentes nesses estágios. Além disso, o autor também menciona que a tendência de uma criança muito pequena é de satisfazer suas vontades imediatamente e que essa característica muda, normalmente, na idade pré-escolar aonde surgem os desejos impossíveis de serem realizados de imediato como, por exemplo, ocupar o lugar da própria mãe. Dessa forma, o estudioso conclui que se não fosse o surgimento desses desejos não existiria o brinquedo, pois ele seria criado, justamente, para suprir essas necessidades. Pode se ver em muitos momentos do vídeo a teoria se aplica a muitos momentos,ao brincar de boneca ela supre seus desejos,já na brincadeira do carrinho ela está envolvida em uma situação imaginaria utilizando objetos para imitar um carro colocando as regras nessa brincadeira,ao mesmo tempo em outra tarefa ela tenta burlar as regras porque o resultado é mais satisfatório do que a atividade em si.
Os filmes da série Toy Story (Disney e Pixar) são ótimas indicações para assistir com a crianças. No filme, os brinquedos tem uma certa consciência e se envolvem em altas aventuras, expondo temas importantes como amizade e a relação afetiva entre a criança e o brinquedo. É uma ideia interessante para a família assistir, além de ser muito divertido. Toy Story 4 é bastante proveitoso e didático, pois faz com que os pais reflitam como os brinquedos são essenciais na infância e como eles podem desenvolver a capacidade cognitiva da imaginação, auxiliando a criança a absorver os valores morais da sociedade.
A seguir o link do trailer do filme Toy Story 4 (2019)
Como uma forma de complementar melhor os estudos referentes ao pensador Lev Vygotsky, recomendamos a leitura de sua obra “A formação social da mente”. Nela encontraremos o pensador soviético expor grande parte de seu pensamento socioconstrutivista de maneira bastante fluída e de fácil compreensão, sendo essa valoração alta que ela dá às interações sociais para a formação do indivíduo algo que vai impactar o campo psicológico de diversas maneiras. Entretanto, deve-se ressaltar que, dentre os oito capítulos dessa obra, o de maior relevância para nosso presente estudo seria o capítulo sete, uma vez que é nele em que o teórico vai abordar mais diretamente a função do brincar na vida das crianças. Portanto, diante do exposto e partindo do entendimento de Vygotsky como um dos pilares da psicologia da educação, julgamos a leitura do livro “A formação social da mente” como algo de extrema relevância para todos.
Desenvolvimento Psicossexual das Crianças (Freud).
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
A teoria psicanalítica freudiana estabelece a sexualidade como fator crucial no desenvolvimento da personalidade, não somente presente na infância, como também sendo boa parte desenvolvida no referido período, estando intrinsecamente relacionada com a a informação personalística do futuro adulto.
O desenvolvimento da sexualidade infantil, ocorre de forma interdependente, com o adulto, que cumpre a função do outro primordial.
No vídeo, foi feito um recorte das três primeiras fases, oral, anal e fálica, nas quais o prazer é encontrado no próprio corpo, estas se desenvolvendo na infância, no intuito de nós atermos à disciplina Psicologia do Desenvolvimento - Infância.
É possível observar no decorrer do vídeo, as formas inicias das crianças crianças conhecerem o mundo, não podem ser compreendidas, exclusivamente, como ligadas às zonas erógenas, mas também pelo desenvolvimento que se faz no psiquismo a partir das relações estabelecidas entre a criança e os adultos que ocupam a função de pais, visto que o
desenvolvimento da personalidade da criança, tem como aspecto muito importante a relação com o outro, consequentemente os pais que exercem maior presença nessa fase inicial da vida do indivíduo.
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
De acordo com Emília Ferreiro, a Psicogênese da língua escrita é o estudo da maneira como as crianças aprendem a ler e escrever, bem como os processos psicológicos envolvidos. Seu trabalho divide em fases a alfabetização, sendo organizada de acordo com o desenvolvimento da compreensão da criança sobre as letras e palavras. No vídeo em questão, é possível observar a criança (5 anos) escrevendo os nomes das cores “rosa" e "azul", apenas trocando a letra "s” da palavra “rosa” por "z”, de maneira que ainda escreve remetendo-se ao fonema, configurando a fase alfabética. Nessa fase, a criança já compreende todas as conexões fonéticas atreladas às letras, e possui domínio sobre letras e sílabas, além de conhecer o valor sonoro de quase todas as letras.
O desenvolvimento da moral e das regras (Jean Piaget):
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
O vídeo a seguir tem por objetivo retratar na prática a teoria de Piaget quanto aos estágios da anômia, heteronomia e autônomia. As idades presentes no vídeo são apenas um referêncial, visto que, características desses estágios podem se mesclar, bem como, o próprio autor não estabelece de maneira tão precisa o início e o fim das fases em idades restritas. Assim, Akyles representa como na anômia a compreensão de certos comandos existe, porém, das regras do jogo, ainda não. Rebeca expressa características tanto da heterônomia (tratando as regras trazidas pelo adulto como “sagradas”) quanto da autonomia, o que também é mostrado por Roberta e Bianca, ao flexibilizarem mais as regras.
Para mais informações, acessar o post: https://psikidsuneb.tumblr.com/post/189656904269/moraleregras
*Vídeo autorizado pelos responsáveis da criança e pessoas que nele aparecem, que assinaram um termo de consentimento. Ele ficará exposto aqui por tempo limitado, tendo por objetivo, estudos de psicologia do desenvolvimento infantil.
No vídeo procuramos mostrar a postura isolamento das crianças quando utilizam os aparelhos eletroeletrônicos, e a partir trazer brincadeiras para demonstrar que há formas muito mais proveitosas de se divertir. Uma vez que, esse brincar vai ser de extrema importância para o desenvolvimento infantil e o aprendizado de regras sociais importantes.
A criança em constituição na era das relações virtuais
A criança em constituição na era das relações virtuais vai ser o tema abordado no post divido em 5 partes, no blog “Criança em desenvolvimento” do jornal Estadão. Em que eles tratarão as consequências que os aparelhos eletrônicos e meios virtuais têm produzido nas relações familiares e na constituição das crianças. Sendo composto por três partes de texto de Julieta Jerusalinsky e, na sequência, dois textos dos psicanalistas convidados Adela Gueller e Alfredo Jerusalinsky.
Trazendo em uma linguagem simples e direta um tema tão importante como a intoxicação eletrônica e como isso vai afetar a criança desde as suas primeiras fases do desenvolvimento infantil até as consequências do seu uso nas relações sociais dos adultos, deixaremos link para a primeira parte post abaixo.
A discussão sobre o tema crianças e telas foi realizada com o apoio de especialistas entre eles Daniel Becker um pediatra, comentarista, um ativista pela infância como ele se denomina e durante a abordagem do assunto, podemos ver diversos exemplos do quanto esse excesso de tela atinge o desenvolvimento da criança como problemas oculares, criatividade e atrasos no desenvolvimento da linguagem já que essa criança interage menos com outras pessoas, chamando atenção para os pais que passam muito tempo utilizando os seus aparelhos e isso tudo se torna uma influência para a criança e utilizam de celulares para fazer as crianças ficarem ali quietas, sem se dar conta das consequências dessa ação. Inclusive é muito abordado sobre o brincar livre, sobre como deveria acontecer, o quanto é importante para o desenvolvimento e o que a falta dele ocasiona.
O tema é abordado com vários exemplos, de forma leve e agradável, trazendo uma reflexão para os pais e para todos os profissionais, ou até mesmo qualquer pessoa que tenha o interesse pelo assunto, lembrando que o podcast está disponível no spotify e deixaremos o link abaixo:
A intoxicação eletrônica pode ser definida como uma série de efeitos sintomáticos ou envenenamento que afeta à saúde física, saúde psíquica e relações pessoais; causados pelo uso excessivo de equipamentos eletrônicos, produtos tecnologia da informação e comunicação. E, quando se fala de infância os prejuízos causados podem ser muito grandes, uma vez que que está vai ser de fundamental importância para a formação do “eu”.
É muito comum encontrar em casa ou até mesmo nos espaços públicos cuidadores oferecendo a tecnologia das telas digitais para as crianças, para que assim elas fiquem quietas naquele momento ou até mesmo durante as refeições. Enquanto eu pesquisava sobre o assunto me deparei com o caso de uma mãe com o seu bebê, ele não queria mamar e por conta disso ela grudou o aparelho celular acima das mamas para que assim a criança pudesse se alimentar do leite materno enquanto estivesse distraída com a tela em sua frente. As telas hoje servem de calmante para elas, a criança acaba se distraindo facilmente e é teletransportada para aquele mundo mágico repleto de brilho e cores. É tentador, mas o que poucos cuidadores sabem é que dos 0 aos 3 anos está em jogo a constituição de si e a auto percepção da criança e esses desenvolvimentos dependem das experiências de vida. Se uma criança passar horas em frente às telas digitais, ela pode perder as diversas experiências que fazem parte da vida infantil e do seu desenvolvimento psicomotor, como por exemplo engatinhar, pegar objetos, tentar alcançar coisas e descobrir o mundo cheio de novidades para ela.
Outro fator é o ato de tratar o bebê como um objeto que também está muito ligado ao processo de como a tecnologia está modificando a relação cuidador/bebê. Atualmente, muitas mães recorrem aos blogs para buscarem respostas prontas do por que o seu bebê está agindo de determinada maneira? Por que o seu neném não quer tomar a sopa que preparou para ele? Por que ele está chorando sendo que eu acabei de alimenta-lo? Estamos transformando essa relação num objeto onde eu posso facilmente encontrar o manual de instruções no dr. Google. Sendo que as respostas para todas estas perguntas estão associadas principalmente na interpretação com bases na minha vivência com a criança durante um tempo. Por exemplo, ele não deve gostar dessa sopa com batatas, ele não deve estar com fome neste momento, são conclusões que é possível chegar através do contato com a criança. É porque há o outro que diz “hummm!” enquanto oferece a papinha que o bebê pode não só comer, mas desejar a papinha também.
Essa interação do “outro” com a criança vai ser de extrema importância para o desenvolvimento infantil, uma vez que vai ser a partir dessa interação que o bebê vai entrar no mundo social e desenvolver importantes funções psicológicas, cognitivas e psicomotoras. Vai ser a partir do outro que vamos nos apropriar do mundo social, e a fala vai ser um dos meios pelo qual a criança vai se apropriar do mundo social, e essa apropriação da fala vai ser muito mais rica quando realmente há um ser humano ali buscando estabelecer uma ligação e um contato com a criança.
Frente às questões de intoxicações eletrônicas que tem chegado até nós, gostaríamos de fazer um contraponto reforçando a importância de se atentar para outras alternativas frente o uso dos meios eletrônicos, como o ato de brincar. Sendo o brincar uma atividade constituinte do desenvolvimento infantil precisa ser priorizado e estimulado, conforme sua importância foi salientada pelos teóricos clássicos, como Vygotsky, Winnicott, Waloon. Para esses autores o brincar, seja livre ou conduzido por atividades lúdicas propostas, favorece o Desenvolvimento formativo sob os pontos de vista subjetivo, cognitivo, emocional, psicomotor. Assim é possível promover bom crescimento estimulando um escopo mais diverso de habilidades , tais como: lazer (prazer, descontração, diversão), habilidades cognitivas (atenção, memória, percepção, linguagem, funções executivas), psicomotricidade, habilidades sociais (interatividade, integração, socialização, toque, olhar, conversa, encontro), auto-conhecimento, controle das emoções, criatividade, imaginação, aprendizado de regras.
Estudiosos, como Julieta Jerusalinsk (2010) tem falado sobre a diferença de jogar com eletrônicos e brincar, pois embora alguns autores como Winnicott coloquem no mesmo patamar o brincar e o jogar, quando se fala dos jogos eletrônicos não se percebe as mesmas possibilidades que a brincadeira pode propiciar nos seus diversos aspectos. Frente as telas as crianças apenas estarão a obedecer comandos e receber conteúdos sem interagir, sem as possibilidades que a interação real proporciona pelo corpo a corpo e dinâmicas das relações com seus pares, além de se aventurar na realidade colocando em teste suas potencialidades. E ainda observa-se que por essa via de acesso apenas ou em excesso ao mundo virtual tende a haver uma redução de atos de elaboração, como o pensamento, a imaginação, as emoções, os sentimentos. Para o desenvolvimento infantil, com afirma Vygotsky, o contato com o outro e a mediação social é extremamente importante.
É brincando que a criança vai adquirir diversos aspectos importantes para seu desenvolvimento, entre elas a autoconsciência que é a consciência de si, a heteroconsciência que é a consciência do outro e a exoconsciência que corresponde a consciência do meio. Quando os pais restringem a criança desse brincar, muitas vezes como forma de proteção, eles estão não só encapsulando ela, mas também atrapalhando nesse processo de desenvolvimento. É comum vermos pais que dizem que os filhos não se encontram em frente a telas, pois, estão na aula de inglês, francês, alemão... Mas é importante ressaltar que nada disso exclui a necessidade do brincar, deixar de brincar é deixar de viver, de imaginar e se é importante para o adulto, para a criança é muito mais já que afeta o seu desenvolvimento.
Além da importância do brincar gostaríamos de trazer as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria e Americana em relação à intoxicação eletrônica e sobre como pais, pediatras e as próprias crianças e adolescentes devem lidar com esse tópico.
A Sociedade Brasileira De Pediatria fez um manual com orientações sobre o uso da tecnologia por crianças, recomendações essas que são destinadas para pediatras, escolas e educadores, pais ou responsáveis e para as crianças e adolescentes; tendo todas, com exceção às instruções destinadas às escolas e educadores um caráter de prevenção ou cuidados diante de uma situação de intoxicação eletrônica.
As recomendações para pediatras tiveram o intuito de instruir os especialistas sobre como orientar os pais ou responsáveis para a prevenção da intoxicação eletrônica ou sobre os meios para o diagnóstico e tratamento. Tendo como prevenção a orientar os pais sobre o tempo de uso diário das tecnologias e como dosar esse tempo. E, indicando que estes avaliem o tempo de uso de equipamentos eletrônicos pela criança e como isso afeta sua saúde física, psicológica e suas relações pessoais, e usem como tratamento uma reeducação do uso de equipamentos eletrônicos, assim como nos métodos preventivos.
As recomendações para os pais ou responsáveis os orientam sobre as maneiras de controlar o tempo de uso das tecnologias pelas crianças e a qualidade do conteúdo que a elas são expostos (se são ou não adequados à idade e maturidade da criança).
Nas recomendações para as crianças e adolescentes são explicados os perigos do uso dos equipamentos eletrônicos, desde exposição a conteúdos inadequados ao contato com pessoas desconhecidas), além de sintomas da utilização das tecnologias em excesso.
As principais recomendações da Academia Americana de Pediatria sobre o uso de equipamentos eletrônicos por crianças de zero a cinco anos são:
- Evitar o uso de mídias digitais por crianças com menos de dois anos.
- Para crianças de dois a cinco anos, limite o uso de telas a uma hora por dia, com programação de alta qualidade e sempre acompanhada pelos responsáveis.
- Evitar usar as mídias digitais como a única forma para acalmar seu filho.
- Testar os jogos antes de deixar as crianças usá-los.
REFERÊNCIAS
BALDUINO, Jordana; DOIA, Alexandre. Qual o lugar do brincar frente ao fascínio da tecnologia? O uso indiscriminado de tecnologia pode ser tão prejudicial quanto sua total exclusão. Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/17848/qual-o-lugar-do-brincar-frente-ao-fascinio-da-tecnologia>. Acesso em: Fev/2020.
CRESCER ONLINE. Academia Americana de Pediatria atualiza recomendação de tempo de telas para crianças. Crescer online , outubro, 2016. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2016/11/19166d-MOrient-Saude-Crian-e-Adolesc.pdf. Acesso em: 10 jan. 2020.
DEPARTAMENTO DE ADOLESCÊNCIA (Brasil). Sociedade Brasileira de Pedriatria. Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital. 1. ed. Brasil: Sociedade Brasileira de Pedriatria, outubro 2016. 13 p. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2016/11/19166d-MOrient-Saude-Crian-e-Adolesc.pdf. Acesso em: 10 jan. 2020.
JERUSALINSKY, Julieta. A criança em constituição na era das relações virtuais (parte 1). Disponível em: <https://emais.estadao.com.br/blogs/crianca-em-desenvolvimento/a-crianca-em-constituicao-na-era-das-relacoes-virtuais-parte-1/>. Acesso em: Jan/2020.
JERUSALINSKY, Julieta. A criança em constituição na era das relações virtuais (parte 2). Disponível em: <https://emais.estadao.com.br/blogs/crianca-em-desenvolvimento/a-crianca-em-constituicao-na-era-das-relacoes-virtuais-parte-2/>. Acesso em: Jan/2020.
JERUSALINSKY, Julieta. A criança em constituição na era das relações virtuais (parte 3). Disponível em: <https://emais.estadao.com.br/blogs/crianca-em-desenvolvimento/a-crianca-em-constituicao-na-era-das-relacoes-virtuais-parte-3/>. Acesso em: Jan/2020.
JERUSALINSKY, Julieta. A criança em constituição na era das relações virtuais (parte 4). Disponível em: <https://emais.estadao.com.br/blogs/crianca-em-desenvolvimento/a-crianca-em-constituicao-na-era-das-relacoes-virtuais-parte-4/>. Acesso em: Jan/2020.
JERUSALINSKY, Julieta. A criança em constituição na era das relações virtuais (parte 5). Disponível em: <https://emais.estadao.com.br/blogs/crianca-em-desenvolvimento/a-crianca-em-constituicao-na-era-das-relacoes-virtuais-parte-5/>. Acesso em: Jan/2020.
MAMILOS #218: Crianças & Telas. Entrevistadoras: Jaqueline Costa. Entrevistados: Daniel Becker e o educador George Stein. B9 Podcast. Disponível em: <https://www.b9.com.br/shows/mamilos/mamilos-218-criancas-telas/ > Acesso em: Jan/2020.
ONGARATTO, SABRINA. Era digital? 98% das crianças citam alguma brincadeira que não tem a ver com eletrônicos entre as favoritas. Disponível em: <https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2019/02 /era-digital-98-das-criancas-citam-alguma-brincadeira-que-nao-tem-ver-com-eletronicos-entre-favoritas.html>. Acesso em: Fev/2020.