A Hora Vagabunda (1998) — O melhor curta já filmado em Belo Horizonte
Num domingo, tarde da noite, assisti ao curta A hora vagabunda (1998). Lembro-me de ter perdido o começo, mas de cara chapei com a narrativa. Era a cena do personagem principal passando num posto de combustível. Ele pega a bomba e molha sua própria roupa com gasolina. O frentista boa praça ainda acende um cigarro para ele. Noutro momento, ele é funcionário da central de pagers (antecessores das mensagens portáteis de SMS ou WhatsApp). Sua amiga e ele trabalham no mesmo local, enquanto escrevem e confirmam as mensagens que em certo momento são citações poéticas – Oswald de Andrade, Florbela Espanca, Marcelo Dolabela e até Chico Science.












