Isso não vai te levar a lugar nenhum, não. Você não ama ninguém. Xinga e me diz que eu sou mó vacilão, mas tu vacila também...
Você não ama ninguém
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Isso não vai te levar a lugar nenhum, não. Você não ama ninguém. Xinga e me diz que eu sou mó vacilão, mas tu vacila também...
Você não ama ninguém
Meu quarto ainda tem seu cheiro, de vazio eu entendo, esvaziou o coração e sem ter explicação me arrancou de dentro.
Capricorniana
Então pare de correr na esteira e vá correr na rua. Veja a beleza da vida no ventre da mulher. Pois quem não vive em verdade, meu bem, flutua. Nas ilusões da mente de um louco qualquer. E eu não aceito, não
Criolo
CrIoLo - Convoque Seu Buda
"Me dei ao luxo, ô, de não levá-la pra cama. Talvez por isso ela volte até hoje toda semana..."
Poesia Acústica 4
Cê quer saber? Então, vou te falar, Por que as pessoas sadias adoecem? Bem alimentadas, ou não, por que perecem? Tudo está guardado na mente, O que você quer nem sempre condiz com o que outro sente
Ainda há tempo, Criolo
O presente artigo analisa a produção dos videoclipes “Crime Bárbaro”, de Rincon Sapiência, “Corra”, de Djonga e o curta “Bluesman”, de Baco Exu do Blues, almejando compreender como tais artistas aliam os conceitos de identidade e resistência ao ato de fuga, caracterizado nos clipes pela corrida contínua empreendida pelos personagens principais. Busca-se também investigar como suas narrativas ajudam o espectador a compreender a correlação entre o racismo estrutural e o genocídio de jovens negros no Brasil. Por fim, intui-se estabelecer se o ato de correr empreendido nas narrativas ficcionais do videoclipe pode ser caracterizado através de uma perspectiva estética em torno de fronteiras e frestas culturais.