“Oras, Dubois: eu poderia dizer até mesmo duas,” Pausou, ajeitando os óculos na ponte do nariz antes de prosseguir. “Mas devo me manter nos moldes da pergunta.” Começou, pendendo a cabeça para o lado antes de umedecer os lábios. “Sua afeição e senso de responsabilidade para com sua família é admirável e eu, dentre todas as pessoas, posso entender o sentimento de obrigação para com todos os irmãos. Não é algo muito comum.” Concedeu, enfiando as mãos nos bolsos da calça de alfaiataria, para então franzir o cenho ante a nova pergunta de Roxanne. “Acredito que desempenhem um papel importante, como tudo na vida, desde que encadeados em doses certas, em momentos certos. Em uma relação conjugal, entretanto, amor pode ser descartado, se presente a quantidade certa de afeição e confiança. Não é como se muitos casamentos demonstrassem companheiros enamorados todos os dias.” Deu de ombros, certo de que se arrependeria de sua franqueza ante a Dubois. Todo homem tendia a confundir luxúria com paixão --- seu pai não era uma exceção, malgrado Seth sempre tivesse demonstrado aspectos de ambos os sentimentos para com Teagan, desde que Andrew poderia se lembrar ---, e Andrew não seria diferente, mas a confiança era sagrada para o Hybern: um atalho para sua graça e seu bom humor.