O verbo fora ácido Adoecendo minhas verborragias Tão constipadas com a ansiedade Esperavam exaustas pelo pão do diabo Salve minha carne Afundando os dentes na minha líbido Sem despir-me, despeça-se imediatamente Pois o meu feitio luxúria falece frente ao dilema volúvel Fui taxidermia para o teu amor O paraíso nos dedos sem queimar largadas Em baterias menos nocivas Pois sou o filho amargo desta terra Alinha-te as metáforas E verás um pouco narrador Onipresença alicia A minha ausência nominal Irmãos de termômetro Comemoram o banho lexotan Esfriaria os mesmo mercúrios Que me jurariam girassóis de verão E quiçá, eu tenha confabulado Nas linhas acima sob meu crime Poderás dizer-me qual fores o gracejo de Esfinge? Sinto muito, de antemão, estás errôneo Confessei em outro verso O amor inconfessável de todos os dias Serás que tu podes ouvir-me chamá-la? Outro codinome, outra voz, mesmo temperamento Meu novo nome és uma infâmia tua Carcaça à vapor, por um outro cigarro Sonhando com o café victoriano sem rebarbas Tornando-se antônimo da menina dos olhos de deus...
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