O que restou das rosas
O agora atroz
Emergente da sutileza
Descarado na barca da angústia
Procurando uma fria, se lembra?
Pois ia o café com cereja
De li cor, com a fé e a cerveja
Um por do sol encantado
Era ouro, se lembra?!
Quando a voz almejava um ouvido
Uma queixa, que seja.
Lá no fundo acabava em essência
Lá no fundo eu queria poema
Lá no fundo eu queria proeza
Eu queria indescência
Lá no fundo encontrava o problema
E não tem solução que descesse
Ou que escape de um jeito ou esquema
Que de certo uma última chance
Ou dê certo alguém que me salve
Uma volta que ainda me lembre
Uma rosa que fique e carregue
O teor do seu gosto covarde.
~rhanything















