As vezes eu sinto como se todos os dias eu estivesse na frente de uma cova, de joelhos com uma arma apontada na cabeça e eu tenho que matar uma parte de mim, um sentimento, uma parte boa.
E depois eu acordo sem ela.
Sem aquela parte de mim que eu tive que matar ontem, aos poucos já não resta nada do que eu fui, nem eu mesmo me reconheço...















