18 com Claude Faustus?
Fazia pouco tempo que ela havia começado a trabalhar na mansão Trancy. E mesmo com esse pouco tempo, havia atraído o olhar do mordomo, Claude Faustus. (s/n) sentia o olhar dourado seguindo-a por toda casa, a sensação era de estar presa, seu olhar era tão penetrante que parecia queimar sua alma. Assim que começou seu trabalho, viu em Claude um “colega de trabalho”, já que ele parecia rígido demais para conversar com (s/n). Ela o observava, mas o que não sabia, era que ele também a observava. E gostava do que via. (s/n) era perfeita demais para uma simples humana, tinha uma delicadeza e atenção sem igual, e ainda era perfeccionista. Quando percebeu, Claude estava encantado por ela. Era mais que um simples encanto, beirava a insanidade, uma obsessão. Ele não conseguia olhá-la por muito tempo sem pensar em tirar suas roupas, deita-la em uma cama e fazê-la se contorcer de prazer — e talvez um pouco de dor. Ele a despia com seus olhos enquanto passava a língua lentamente pelo lábio inferior. Estava enlouquecendo. — Claude-san? — (s/n) abriu um sorriso gentil, chamando sua atenção. Ele estava tão perdido na perversão de sua mente que nem havia percebido quando ela se moveu e foi até ele. — Sim? — ele respondeu, olhando para ela. — Já posso parar de esfregar o chão? — Não, ainda não. — ele empurrou os óculos para trás. Ela assentiu, e de repente, a expressão de seu rosto mostrava o cansaço. Mas Claude não poderia deixá-la parar agora, precisava de mais um pouco do seu show particular. Sua respiração foi brevemente cortada quando (s/n) se abaixou novamente. Ele conseguia ver sua calcinha perfeitamente, era branca… Inocente, assim como ela. Claude foi até (s/n) e abaixou-se ao seu lado, ela olhou para o lado e viu o rosto dos dois muito próximos. — O que foi? — perguntou. — Você é tão linda, não acredito que pertence a mim. — ele murmurou, segurando seu queixo. — Não entendo o que está dizendo… — ela balançou a cabeça, franzindo a testa. — Você é adorável, (s/n). — ele acariciou sua bochecha. — Eu disse que você pertence a mim. Mesmo que queira deixar essa casa, eu não vou permitir. Vou estar sempre te observando, sempre, e sempre, para garantir que você nunca vai me deixar. — V-você está me assustando… — seu lábio inferior tremeu ao pronunciar a frase. — Não se preocupe, tudo vai ficar bem, — ele se inclinou e beijou seu lábios rapidamente. — desde que você me obedeça.











