Carnide metro station, Lisbon.

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Carnide metro station, Lisbon.
Azul tom de paz Tô duvidando de ter Era o aço, a lei caos Os teu destemperos, a reza Cadê a casa? mentol-coração, dedos de fanta Azia de lobo, outro caso de Opção censura consentida Arde os lábios masti Gado admirável, mundo pó Pesar, azar, recome Osso de doutor autodidata A garça com maiúsculo 'H' arre mundo vadio, Prudence Cia limitada com os olhos sob nós Feras e tu, recrutando fugas Dedos, pólvora e mirabol Ante esôfago expondo esposo E são fraturas de tempo Era uva, curva e sangue-suga Teu cheiro indie Cá entre nós era Asmo, amor e asno De um recado telê Guiado por patrícios Fracos patrocínios Ópticos e a minguá Aldo, eu não sei rimar Serpente genérica mente e modificada Ao meio dia ducha À meia noite, champagne
Homofonia, Pierrot Ruivo